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Redes de Computadores Marco Antônio C. Câmara / 2002 UFBA Engenharia de Telecomunicações.

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1 Redes de Computadores Marco Antônio C. Câmara / 2002 UFBA Engenharia de Telecomunicações

2 Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Quem é o instrutor ? Marco Antônio C. Câmara –Eng. Eletricista (UFBA); –CNE e CNI (Novell); –MCP (Microsoft); –Projetista/Integrador autorizado pela Avaya; –Professor da UCSAL, FRB, UFBA e Unifacs; –Diretor da LOGIC Engenharia; –Experiência de 15 anos em redes. Home Page ? ? ?? ? ?

3 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Agenda Noções de Comunicação de Dados Padrões de Rede Local Meios físicos para redes ethernet Equipamentos para redes ethernet Softwares para Redes Locais

4 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Noções de Comunicação de Dados

5 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Conceitos e Terminologia Informações Digitais e Binárias –Analógico X Digital Transmissões Paralelas e Seriais Hardware –Interfaces, cabos, equipamentos de comunicação Software –Protocolos de comunicação

6 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os quatro elementos EmissorReceptor Meio Físico Mensagem

7 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os quatro elementos Emissor e Receptor –Data Terminal Equipment –Data Communications Equipment (DTE) +(DCE)

8 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os quatro elementos O meio físico –Taxa de transferência X Velocidade Propagação –LANs e WANs (performance no meio físico ?) Cuidado com as classificações... Que tal usar a propriedade sobre o meio físico como delimitador ?

9 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os quatro elementos A mensagem –Constituída de dados + formatação –Formatação é definida pelos protocolos EmissorReceptor Meio Físico Mensagem

10 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Taxa de Transferência O conceito de portadora Hertz ou Bauds –Indica número de mudanças de estado por unidade de tempo; bps –Indica a taxa de transferência de informação em bits por segundo.

11 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Portadora, Informação e Sinal Modulado Portadora Informação Sinal Modulado

12 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Definição de Rede Computadores autônomos –Capacidade própria de processamento –Foge da arquitetura mestre-escravo Interligação –Uso do meio físico para troca de mensagens

13 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes Store-and-Forward Ocorre em trechos com interligação de apenas dois pontos; Seus terminais acumulam mensagens temporariamente até que haja disponibilidade de transmissão Extremamente comum em WANs

14 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes por Difusão Compartilhamento do canal de comunicação Identificação do endereço de destino Endereços de broadcasting e multicast

15 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Topologias Físicas Estrela Barramento Anel Mista

16 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Topologias Físicas Estrela –Primeiro modelo –Independência quanto ao meio físico Barramento Anel Mista

17 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Topologias Físicas Estrela Barramento –Simplicidade para broadcasting –Dependência quanto ao meio físico Anel Mista

18 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Topologias Físicas Estrela Barramento Anel –Circulação das mensagens –Autorização para transmissão Mista

19 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Topologias Físicas Estrela Barramento Anel Mista –Implementação típica em projetos –Comum na interligação entre redes heterogêneas

20 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Alocação de Canal Determina os métodos de acesso ao meio Pode ser estática ou dinâmica –Estática : divisão em intervalos discretos –Dinâmica : alocação estatística Alocação Estatística ou Dinâmica –Centralizada ou Descentralizada

21 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Modelos em Camadas Sistema Aberto X Fechado –O exemplo do automóvel –A informática ERA um sistema fechado ! Sistema Aberto Padronização Divisão dos padrões (protocolos) em camadas simplifica bastante ! –Cada camada oferece serviços à sua vizinha superior... –Responsabilidades são divididas... –Trocar uma camada é possível !

22 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Modelos em Camadas : Exemplo Clássico Portador Tradutor Jurídico Assessor Portador Tradutor Jurídico Assessor

23 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI Sete camadas. Porque ? –Redução do tráfego entre as camadas; –Funções inequívocas; –Compatibilidade com os padrões de mercado. Comunicação Virtual entre camadas semelhantes; Inserção de Cabeçalhos; Questões de Projeto ? Funções de cada camada ? Transport Session Presentation Application

24 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Questões Projeto Estabelecimento de Conexões; Encerramento de Conexões; Endereçamento; Estabelecimento de Canais Lógicos; Controle de Erros; Controle de Tamanho; Controle de Fluxo; Ordenação; Multiplexação / Demultiplexação; Escolha da Rota. Transport Session Presentation Application

25 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Funções Camadas Física (Physical) –Determina interfaces mecânica, elétrica e tempos; –É a camada onde efetivamente ocorre a comunicação entre emissor e receptor; –Domínio do cabeamento estruturado, engenharia elétrica; –Ex. : Repetidor, HUB, Transceptores; –Unidade de dados : BIT. Transport Session Presentation Application

26 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Funções Camadas Enlace (Data Link) –Transforma a camada física em um ambiente livre de erros; –Delimita e estabelece campos Delimitadores por padrão físico, tamanho ou codificação (c/ misturadores) –Delgada nas redes mais modernas; –Subdividida nas redes IEEE802 (LLC e MAC); –Controle de fluxo; –Ex. Placa de Rede, bridge, switch convencional; –Unidade de dados : QUADRO (frame). Transport Session Presentation Application

27 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Funções Camadas Rede (Network) –É a camada da interligação entre padrões de rede diferentes; –Controle de operação e contabilização de recursos; –Delgada nas redes locais; –Ex. : Roteadores, switches de camada 3, IP; –Unidade de dados : PACOTE. Transport Session Presentation Application

28 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Funções Camadas Transporte –Primeira camada fim a fim ! –Estabelece qualidade de serviço (QoS); –Estabelecimento conexões & multiplexação; –Ex. : Gateways, TCP, UDP; –Unidade de dados : mensagem ? Transport Session Presentation Application

29 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Funções Camadas Sessão (Session) –Determina pontos de checagem intermediária; –Controle de fluxo; –Sincronização. Transport Session Presentation Application

30 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Funções Camadas Apresentação (Presentation) –Não está relacionada à comunicação em si; –Sintaxe e semântica; –Criptografia, compactação; –Estruturas de dados. Transport Session Presentation Application

31 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Physical Data Link Network O modelo OSI - Funções Camadas Aplicação (Aplication) –Aplicações associadas à comunicação de dados : Telnet Serviços de Diretório Correio eletrônico –Serviços de Sistemas Operacionais de Rede Serviços de Arquivo & FTP WEB Server, WEB cache etc Transport Session Presentation Application

32 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Padrões de Redes Locais

33 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os padrões de rede local Associam conjuntos de protocolos de camadas inferiores; Obediência é extremamente recomendável; Criados por instituições reconhecidas mundialmente –IEEE, ANSI, ISO, EIA/TIA etc. Padrão nonono nono

34 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE Ethernet

35 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O IEEE O IEEE e o grupo 802; Sub-grupo 3 identifica as redes ethernet; Domínio de mais de 90% do mercado mundial de redes locais.

36 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Surge o Ethernet... Anos 60 : Norman Abramson cria o ALOHA –Compartilhamento de canal por diversas estações de rádio –Eficiência de 17% –Taxa inicial de bps Universidade do Hawai

37 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Surge o Ethernet... 22/5/73 : Bob Metcalfe faz funcionar a primeira rede local de micro- computadores : –Introduzida a sensibilidade à portadora –Taxa de 2,94 Mbps

38 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Surge o Ethernet... O nome Ethernet : –A ALTO ALOHA Network se transforma em Ethernet (referência ao Éter luminis- cente); –Entre 76 e 79, a XEROX a chamou de XEROX wire; depois ela desistiu, voltando ao nome Ethernet. Ethernet

39 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Surge o Ethernet... A patente chega em 13/12/77 DEC, INTEL e XEROX : –30/9/80 - Lançado o Ethernet Blue Book; –Taxa era de 20 Mbps, depois de 10Mbps; IEEE padroniza : –1983 : 10Base5; ISO padroniza –1989 : IS

40 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Surge o Ethernet... Metacalfe e outros fundam a 3Com em junho de 79 : –Originalmente chamada de Computer, Communications and Compatibility; Em Setembro de 82 : –EtherLink ISA Adapter; –Primeira placa p/ PC; –Adotava o Cheapernet; –Custava apenas US$ 950. Com 3 * Houve mudança recente do logotipo da 3Com, mas este era o logotipo utilizado na época.

41 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Surge o Ethernet... Synoptics lança o LATTISNET em 17/8/87 : –Primeira Ethernet sobre par trançado; IEEE aprova 802.3i/10BaseT : –28/9/90.\ NortelNetworks (*) A Nortel adquiriu a Bay Networks, que foi o fruto da união entre a Synoptics & Wellfleet

42 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Sistema baseado em broadcasting (difusão) –Mensagens chegam sempre a todas as estações; –Tratamento de colisões ou delays pelo protocolo; Alta eficiência nos ambientes existentes na época –Poucas aplicações gráficas; –Número limitado de estações; Taxa de transferência de 10Mbps –Compartilha meio físico entre todos os pontos de cada segmento. Dados técnicos

43 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Ausência de suporte a Multimídia : –Necessidade de alta taxa de transferência –Necessidade de sincronismo Desempenho limitado pela taxa de transferência Método de acesso (CSMA/CD) Problemas Técnicos

44 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detecção da Portadora

45 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detecção da Portadora

46 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detecção da Portadora

47 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detecção da Portadora

48 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detecção da Portadora

49 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detecção da Portadora Colisão !

50 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detecção da Portadora Os dados transmitidos por uma estação devem ser recebidos por todas as outras, independente da situação !

51 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Estados de Operação Desocupado –Nenhuma mensagem transmitida (n=0) –Eficiência nula, como em qualquer outro método Transmissão OK –Uma mensagem transmitida (n=1) –Eficiência máxima Colisão + Contenção –Mais de uma mensagem transmitida (n ) –Eficiência nula, por conta do método

52 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica AB

53 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica AB Após a chegada do pacote de A na estação B Deslocamento ocorre em uma velocidade próxima da luz A velocidade correta é determinada pelo tipo de meio físico Colisão interrompe transmissão em B

54 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica AB Após a informação de colisão chegar à estação A (Deslocamento ocorre na mesma velocidade) Colisão interrompe transmissão em A

55 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica AB Tempo de ida e retorno (round trip time) Igual a duas vezes o tempo de deslocamento no total da extensão do cabo É função apenas do meio físico ! O CD (Collision Detection) do CSMA/CD permanece ativo até o decurso do round trip time Janela de colisões (64 bytes)

56 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Round Trip Time Tempo Fixo Mensagem 1 Mensagem 2 t m1 t m2 Eficiência = 1 2BeL Onde: B - banda passante e - proporcional ao n o. de colisões L - comprimento do cabo c - velocidade da luz F - comprimento do pacote cF 1 +

57 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O Ethernet melhora... Metcalfe funda a Grand Junction Networks : –28/2/92; –Em out/93, ela lança o FastSwitch 10/100 e a FastNIC100 (*) Em 3/11/95, a Grand Junction passou a fazer parte da CISCO

58 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O IEEE u Padrão fast ethernet (1º foi o 100BaseTx) Apoiado pela Fast Ethernet Aliance 100 Mbps p/ taxa de transferência nominal Cabeamento categoria 5 (distância reduzida) Mantém características do ethernet Facilidade de conversão 802.3u

59 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE u - Sub-padrões 100Base-TX 100Base-FX 100Base-T4

60 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE u - Sub-padrões 100Base-TX –É a especificação original; –2 pares categoria 5; 100Base-FX 100Base-T4

61 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE u - Sub-padrões 100Base-TX 100Base-FX - Fibra Ótica –Fibras multimodo; –Distância máxima de 412 m (half-duplex) ou m (full- duplex); 100Base-T4

62 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE u - Sub-padrões 100Base-TX 100Base-FX 100Base-T4 –4 pares de cabos categoria 3, 4 ou 5; –Não admite transmissão full-duplex; –Praticamente não existem produtos compatíveis.

63 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O Ethernet melhora... Kalpana lança o EtherSwitch EPS-700 em 90 : –Primeiro switch Ethernet –O conceito das bridges pela 1a. vez é aplicado à segmentação de tráfego KALPANA lança o Ethernet full-duplex em 93 : –Acrescentado aos seus concen- tradores 10BaseT (*) Hoje a Kalpana faz parte da CISCO

64 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Acréscimos à norma ethernet Oferecem o suporte a redes virtuais (VLANs) e ao tratamento de prioridade de tráfego; Exigem equipamentos compatíveis, ou serão tratados como erros de comunicação; Padrões IEEE802.2Q e 802.2P Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC Novos Campos !

65 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE Token Ring

66 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O IEEE Identifica as redes token-ring; Criado pela IBM (royalties); Topologia em anel com gerência centralizada; 4 ou 16 Mbps; Cabeamento categoria 4 - topologia estrela !

67 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica RedeToken-Ring

68 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 1 o. Passo : token circula pelo anel RedeToken-Ring

69 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 2 o. Passo : token é retirado pela estação que deseja transmitir RedeToken-Ring

70 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 3 o. Passo : token é substituído por mensa- gem a ser transmitida M RedeToken-Ring

71 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 4 o. Passo : Mensagem circula pelo anel até a estação destino M RedeToken-Ring

72 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 5 o. Passo : As estações intermediárias avaliam a mensagem e de- volvem-na ao anel M RedeToken-Ring

73 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 6 o. Passo : A estação destino lê mensa- gem e devolve-a ao anel M RedeToken-Ring

74 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 7 o. Passo : A mensagem, após circulação por todo o anel, é retirada pela estação que a colocou M RedeToken-Ring

75 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 8 o. Passo : O token é recolocado no anel para as próximas estações RedeToken-Ring

76 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE Detalhes Tratamento de prioridades : –Informação carregada no token determina nível de prioridade das mensagens que serão atendidas; –Mensagens com prioridade inferior à registrada no token não saem da estação;

77 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica IEEE Detalhes Latência do Anel : –Mais estações implicam em menos performance ? –Controle de prioridades é relativo; –Apenas uma mensagem circula no anel em determinado instante;

78 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica FDDI

79 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O FDDI Padronizado pela ANSI Tecnologia estabilizada Topologia em anel duplo Limites –Até 500 terminais –Até 100 Km de extensão Recursos de Segurança –Integrados ao padrão –Extremamente fortes Alto custo de implantação Padrão CDDI é mais recente

80 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Método de acesso Existe um anel duplo, onde todos os nós se conectam

81 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica FDDI Early Token Release Método de acesso

82 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 1 o. Passo : token circula pelo anel FDDI Método de acesso

83 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 2 o. Passo : token é retirado pela estação que deseja transmitir FDDI Método de acesso

84 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 3 o. Passo : token é substituído por men- sagem a ser transmitida M FDDI Método de acesso

85 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica 4 o. Passo : Após análise da mensagem pela próxima estação, o token é recolocado no anel M FDDI Método de acesso

86 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Próximos Passos : Tudo continua da mesma forma que no token-ring, mas podemos ter várias mensagens simultâneas circulando no anel FDDI M M M M M M Método de acesso

87 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Como cada estação fala o que quiser a cada novo token, o desempenho é máximo, chegando próximo a 100 Mbps por estação FDDI Método de acesso

88 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas Sobre condições normais, os dados fluem no sentido do anel principal

89 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas Em caso de pro- blemas em um dos trechos do anel principal...

90 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica... os nós que delimi- tam o trecho defei- tuoso fazem a troca para o anel secundário Tolerância a Falhas

91 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas Mesmo em caso de problemas ainda mais sérios, envol- vendo ambos os anéis...

92 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas... os nós que de- limitam o trecho defeituoso permitem o retorno pelo anel secundário, em sentido inverso !

93 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas Em caso de falhas em um nó...

94 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas... ocorre o parti- cionamento do nó, que na verdade é um bypass sobre o mesmo, garan- tindo um anel íntegro

95 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas Um nível adicional de segurança pode ainda ser dado através do optical by-pass, que recupera falhas a nível de conector

96 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tolerância a Falhas Quando equipada com este tipo especial de conector, o nó é ca- paz de realizar by-pass a nível físico, na falta de energia, com um software de gerenciamento ou por ação física.

97 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica ATM

98 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Sist. de Comunicação Típicos Voz –Rede telefônica Transmissão de Dados –Redes de pacotes Vídeo –TV a cabo e broadcast Para unificar os ambientes ?

99 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços de Banda Larga Serviços que exigem altas taxas de transferência; Normalmente exigem também características especiais : –Geralmente envolvem grande quantidade de informação; –Alta taxa de transferência; –Transferência contínua de informação, como no caso do áudio, por exemplo; –Sincronismo.

100 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviço Conversacional Transferência fim-a-fim em tempo real; Vídeo-conferência

101 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviço de Recuperação Recuperação remota de informações Vídeo-Texto, video-on- demand

102 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviço de Mensagem Armazenamento temporário de mensagens –Store-and-forward Não são em tempo real Correio de vídeo & Correio multimídia

103 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviço de Distribuição Sem controle –Broadcasting : cotação de bolsas, TV etc Com controle –Acesso a documentos selecionados; locação de vídeos

104 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Um exemplo : TV Televisão comum –Normal = 120 Mbps –Comprimido = 3 a 6 Mbps Televisão - estúdio –Normal = 216 Mbps –Comprimido = 10 a 30 Mbps Televisão de alta resolução –Normal = 1500 Mbps –Comprimido = 20 a 30 Mbps

105 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Classes de Tráfego CBR Rajadas (bursty) VBR

106 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Classes de Tráfego CBR –Constant Bit Rate –Contínuo e constante –Taxa média = Taxa de pico Rajadas (bursty) VBR

107 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Classes de Tráfego CBR Rajadas (bursty) –Períodos de pico intercalados com silêncio (nenhum tráfego) –Taxa média não tem significado VBR

108 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Classes de Tráfego CBR Rajadas (bursty) VBR –Variable Bit Rate –Contínuo, porém variável

109 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tráfego por Aplicação Texto Imagem Fixa Áudio Vídeo

110 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tráfego por Aplicação Texto –Bursty –Baixa tolerância a erros –Sincronismo não é crítico Imagem Fixa Áudio Vídeo

111 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tráfego por Aplicação Texto Imagem Fixa –Bursty –Sincronismo não é crítico –Erros em imagens matriciais –Erros em imagens vetoriais Áudio Vídeo

112 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tráfego por Aplicação Texto Imagem Fixa Áudio –CBR –Sensível ao sincronismo –Sensibilidade média a erros Vídeo

113 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Tráfego por Aplicação Texto Imagem Fixa Áudio Vídeo –CBR –Sincronismo crítico –Baixa sensibilidade a erros

114 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Aplicações Especiais Técnicas críticas para o tratamento de erros –Compressão (eliminam-se dados desnecessários) –Compactação (não se eliminam dados) –Interpretação automática dos dados (medicina) Prioridade de perda –Aplicação estabelece o que pode ser desprezado em situações críticas

115 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes de hoje & Banda larga Ausência de Sincronismo Dificuldades para tráfegos contínuos Desempenho cai com o aumento de tráfego Ethernet

116 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes hoje & Banda Larga Tratamento de prioridades existe, mas não é perfeito Não há garantia de sincronismo Dificuldades para tráfego em rajada Token Ring

117 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes hoje & Banda Larga Taxa de transferência elevada Não há garantia de sincronismo, exceto no FDDI II (???) FDDI

118 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico do ATM Integração de serviços surge quando as redes de telefonia evoluiram para a comunicação de dados; Comutação de circuitos é substituída pela comutação de pacotes; RDSI introduz o conceito da comunicação digital de ponta a ponta; Frame-relay reduz o tempo de chaveamento, através da simplificação do processo; Tecnologia cell-relay promete mais velocidade e integração facilitada;

119 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico do ATM ATM Forum –Criação em 1991: Adaptive Corporation Cisco System, Inc. Sprint Corporation Northern Telecom Ltd ª Versão UNI Classical IP and ARP over ATM (IETF)

120 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comutação Rápida Rede A idéia : –Simplificar o trabalho da camada de enlace, passando suas funções para as camadas superiores; –Eliminar a camada 3 para o fluxo nominal. Física Enlace

121 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comutação Rápida Rede Implementando : –Reduzem-se as funções das camadas 2 e 3 controles passam a funcionar fim a fim (transporte); –Informações de sinalização seguem por circuitos virtuais separados; –O roteamento é feito no momento da conexão (criação do circuito virtual). Física Enlace

122 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comutação Rápida Rede Implementando : –Reduzem-se as funções das camadas 2 e 3 controles passam a funcionar fim a fim (transporte); –Informações de sinalização seguem por circuitos virtuais separados; –O roteamento é feito no momento da conexão (criação do circuito virtual). Física Enlace

123 A existência do link virtual vai garantir que, após o estabelecimento da conexão, todas as informações posteriores sejam encaminhadas sem roteamento.

124 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comutação Rápida Rede As técnicas : –Unidades de informação com tamanho variável Frame Relay –Unidades de informação com tamanho fixo Cell Relay Física Enlace

125 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica ATM - A solução ? Assynchronous Transfer Mode Baseada em pequenas células de 53 bytes Suporta diferentes tipos de tráfego, com alta taxa de transferência

126 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Modelo de Referência Define quatro planos –Gerência Planos –Gerência Camadas –Controle –Usuário

127 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Modelo de Referência Gerência dos Planos –Não está dividido em camadas –Faz o gerenciamento de todos os planos, inclusive o próprio

128 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Modelo de Referência Gerência das Camadas –Trata do fluxo de informações de operação e manutenção de cada camada –Gerenciamento de recursos e parâmetros de protocolos

129 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Modelo de Referência Plano de Controle –Sinalização de conexões –Funções de controle

130 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Modelo de Referência Plano do Usuário –Dividido em camadas –Transferência da informação propriamente dita entre os usuários

131 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica As Camadas Camada de Adaptação Camada ATM Camada Física

132 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica As Camadas Camada de Adaptação –Primeira camada fim-a-fim no ATM –AAL (ATM Adaptation Layer) –Dividida nas subcamadas CS e SAR CS (Convergência) SAR (Quebra e Remontagem) Camada ATM Camada Física

133 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica As Camadas Camada de Adaptação Camada ATM –Comum aos planos de controle e usuário –Presente em todos os equipamentos da rede –Não possui subcamadas Camada Física

134 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica As Camadas Camada de Adaptação Camada ATM Camada Física –Comum aos planos de controle e usuário –Presente em todos os equipamentos da rede –Dividida nas subcamadas TC e PM TC (Convergência de Transmissão) e PM (Mídia Física)

135 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A Camada Física Como ocorre a Transmissão A subcamada TC A subcamada PM

136 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Como ocorre a Transmissão TC recebe um fluxo de células É gerado o HEC do cabeçalho O fluxo é trans- formado em bits São inseridos os delimitadores Os bits são en- tregues a PM Os bits são transmitidos

137 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A subcamada TC Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células Geração e verificação do HEC Delineamento das células Embaralhamento

138 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A subcamada TC Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células –Preenchimento automático para tráfego bursty Geração e verificação do HEC Delineamento das células Embaralhamento

139 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A subcamada TC Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células Geração e verificação do HEC –Polinômio gerador : X 8 + X 2 + X + 1 –Erros no HEC causam descarte da célula Só a garantia de correção para erros em um bit Em fibra ótica, normalmente pode-se corrigir Delineamento das células Embaralhamento

140 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A subcamada TC Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células Geração e verificação do HEC Delineamento das células –Abandonadas as técnicas de padrão de bits e codificação inválida –O HEC é usado para sincronismo Embaralhamento

141 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A subcamada TC Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células Geração e verificação do HEC Delineamento das células Embaralhamento –Realizado na parte de dados da célula. Mantém-se o cabeçalho intacto –Evita seqüências indesejáveis (0s, 1s e HEC)

142 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A subcamada PM Definida pelo ITU-T apenas para a NNI e interface T B da UNI Estudos do ITU-T procuram adequar a S B às redes locais já existentes –Células –SDH –FDDI –etc

143 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A Camada ATM As funções da Camada Formato da Célula

144 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica As funções da Camada Adição e remoção do cabeçalho Chaveamento e encaminhamento –Campos VPI e VCI do cabeçalho –Meio Físico contém VPI que contém VCI GFC –Controle Genérico do Fluxo –Presente no cabeçalho apenas na UNI

145 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Formato da Célula Cabeçalho Dados Bytes GFCVPI VPIVCI VCI VCIPTCLP HEC 48 bytes de dados

146 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Formato da Célula GFC - Generic Flow Control Apenas na UNI VPI - Virtual Path Identifier VCI - Virtual Channel Identifier PT - Payload Type CLP - Cell Loss Priority HEC - Header Error Control Bytes GFCVPI VPIVCI VCI VCIPTCLP HEC 48 bytes de dados

147 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Formato da Célula Representam 90% da célula –Header = 10% (Overhead ?) Diversos formatos : –Vídeo –Voz –Dados O tamanho é fixo ! Bytes GFCVPI VPIVCI VCI VCIPTCLP HEC 48 bytes de dados

148 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A Camada de Adaptação Classes de Serviços Os tipos de AAL

149 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Classes de Serviço A AAL utiliza os serviços das camadas inferiores para oferecer serviços com características específicas (classes) Atributos permitem modificações no tipo de serviço : –VBR ou CBR –Presença do Sincronismo Cada serviço específico é oferecido por um tipo de AAL

150 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Meios Físicos para Redes Ethernet

151 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Meios Físicos para Redes Ethernet Cabos de Par Trançado Cabos Coaxiais Cabos de Fibra Ótica

152 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Meios Físicos para Redes Ethernet Cabos de Par Trançado –Composto de par(es) de fios trançados; –Relativamente sensível a ruídos (a depender do cabo); –UTP (s/blindagem) e STP (c/blindagem); Cabos Coaxiais Cabos de Fibra Ótica

153 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Construção de um par trançado Além do tipo de material e técnicas de fabricação, diversos fatores influenciam na qualidade e desempenho do meio físico: –Passo –Comprimento –Espessura dos condutores Passos diferentes implicam em comprimentos diferentes ! Número de voltas / metro (passo) Comprimento do trecho Espessura do condutor (bitola)

154 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Passos diferentes Utilizando-se passos diferentes, podemos reduzir o cross-talk Diferenças de comprimento devem ser compensadas necessidade de padronização Na versão impressa, a cor branca foi representada por preto !

155 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Sensibilidade a ruídos Problemas de instalação –Obediência rigorosa às normas; –Proximidade com fontes de interferência; –Documentação do cabeamento; Blindagem –Cabo UTP (Unshielded Twisted Pair) é o mais comum; –Cabo STP exige conectorização específica; –Transmissão balanceada reduz significativamente os ruídos.

156 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Conectorização O cabeamento UTP envolve diversos componentes passivos : –Tomadas Fêmea –Path Panels –Blocos de Fiação –Patch e Line Cords

157 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica dB Freqüência ACR - Attenuation to Crosstalk Ratio f NEXT Atenuação Gráfico para cabos melhores

158 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Portas UTP Ethernet - 10BaseT Fast Eth BaseTx –10BaseT4 desapareceu Gigabit Eth BaseT Todas os padrões são baseados no conector RJ45 As portas STP praticamente não são utilizadas –Aterramento, incompatibilidade com cabeamento estruturado etc

159 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Meios Físicos para Redes Ethernet Cabos de Par Trançado Cabos Coaxiais –Primeiro meio físico, hoje em desuso Começou com o yellow cable, acabou com o cheapernet –Abandonado no cabeamento estruturado Cabos de Fibra Ótica

160 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Construção Coaxial Além do tipo de material, diversos fatores influenciam na qualidade do meio físico: –Espessura –Comprimento –Número de malhas As malhas garantem sensibilidade baixa a ruídos Isolante Malha(s) Dielétrico Condutor

161 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Configuração Coaxial Componentes devem ter construção coaxial Deve-se ter cuidado com o aterramento Impedância deve ser mantida : –Derivações –Falhas de terminação Cabo Conector T Terminador

162 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Instalação Coaxial Típica Cabo Interno Cabo Externo (interligação) Caixa de Conectorização

163 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Portas Coaxiais Ethernet Cheapernet - 10Base2 –Cabos RG-58, 50 ohms –Comprimento máximo 185 m (300 m sem repetidores) –Conectorização BNC, por crimpagem (circular ou hexagonal) –Cabo é ligado diretamente aos equipamentos Ethernet Yellow Cable - 10Base5 –Cabos RG-8, 50 ohms –Comprimento máximo 500 m –Conectorização N nos extremos, com terminadores –Uso de transceptores VAMP em intervalos regulares –Cabos AUI entre transceptores e equipamentos

164 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Meios Físicos para Redes Ethernet Cabos de Par Trançado Cabos Coaxiais Cabos de Fibra Ótica –Imunidade total a ruídos elétricos –Instalação relativamente complexa Raios de Curvatura Conectorização / Emenda

165 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Entendendo a Fibra Ótica Fibra ótica típica Casca Externa Núcleo Sinal refratado Sinal refletido Sinal incidente Região de mudança de densidade Ângulo de Incidência

166 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Montando um cabo de fibra Ótica

167 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Atenuação (dB/km) Comprimento de Onda ( m) Atenuação em um cabo de fibra ótica 0,80,91,01,11,21,31,41,51,61,71,8 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 1,4 1,6 1,8 Banda de 850 nm Banda de 1300 nm Banda de 1550 nm

168 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Portas Óticas Ethernet 10BaseFL –Cabos multimodo 62,5/125 microns –Comprimento máximo 2 km –Conectorização ST (baioneta) Fast Ethernet 100BaseFx –Cabos multimodo 62,5/125 microns –Comprimento máximo 2 km (entre switches) –Conectorização MT-RJ (similar UTP) ou SC (pressão) Gigabit Ethernet 1000BaseSx –Cabos multimodo 62,5/125 micros –Comprimento máximo de 275 m –Conectorização SC (pressão) Gigabit Ethernet 1000BaseLx –Cabos monomodo 8/125 microns –Comprimento máximo 3 km –Conectorização SC (pressão)

169 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Conceitos de Cabeamento Estruturado Normas envolvidas Características Básicas Sub-sistemas - Introdução Modelo de Projeto Conceito de Categoria Subsistemas - Detalhamento Elementos de um Sistema de Cabeamento Estruturado (exemplo de projeto típico)

170 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica ANSI/TIA/EIA-568A - Cabeamento Estruturado. ANSI/EIA/TIA-569A - Caminhos e Espaços para CE. ANSI/TIA/EIA Administração e Identificação do CE. ANSI/TIA/EIA Aterramento do CE. ISO/IEC Cabeamento Estruturado. Cobei/ABNT - Projeto ( 568A). Cobei/ABNT - Projeto ( 569A). ANSI X3T9.5/ISO/IEC 9314 FDDI. IEEE 802.5/ISO Token Ring. IEEE BASE5. IEEE BASET/FL. ISO/IEC CSMA/CD. Aderência aos Padrões e Normas Internacionais

171 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os subsistemas Cabeamento Horizontal Sala de Equipamentos - ER Subsistemas Área de Trabalho - WA Armário de Telecomunicações - TC Backbone Vertical Entrada Backbone (não mostrado)

172 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Exemplo de um Sistema de Cabeamento Estruturado PABX SALA DE EQUIP. RISER SALA DE EQUIP. RISER DISTR. HORIZ. Fast Ethernet ATM 3270 CFTV Fast Ethernet ATM 32XX UTP 4 PARES CFTV Telefonia

173 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Área de Trabalho Os equipamentos não são objeto das normas de cabeamento; Sua influência principal está no dimensionamento do número de pontos; Modelo de Projeto –Básico : 2 tomadas por AT –Avançado : 4 tomadas –Integrado : 4 tomadas + FO

174 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica No mínimo 1 WA a cada 10 m 2 de acordo com a Norma 568-A Área de Trabalho

175 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica No mínimo 2 Tomadas por WA de acordo com a Norma 568-A

176 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Cabeamento Horizontal Comprimento máximo de 90m por segmento; Cabos de quatro pares - um por tomada; Em sistemas baseados em zone wiring, pode-se utilizar também cabos de 25 pares até os pontos de distribuição.

177 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica TIA/EIA TSB-75 - Cabeamento por Zona Método Tradicionalx Zone Wiring Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Patch Panel MUTOA OU CP Cabo de 25 Pares Ponto Intermediário Armário de Telecomunicações

178 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Armários de Telecomunicações Os cabos horizontais devem originar-se do TC localizado no mesmo piso da área atendida (cabo horizontal anda na horizontal); O espaço deve ser destinado exclusivamente para telecomunicações. Equipamentos não relacionados não devem ser instalados neste espaço nem tampouco passar através do mesmo.

179 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Armários de Telecomunicações Deve existir no mínimo um TC por piso. Pode existir mais de um para grandes áreas; Para grande números de pontos, recomenda-se a instalação de pranchas de madeira em duas paredes; A sala deve dispor de espaço suficiente para manutenção, além de energia elétrica e, em alguns casos, ar-condicionado.

180 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Cabeamento Vertical Garante a interligação entre os TCs de cada piso; Normalmente montado com cabos de 25 pares e de fibras óticas; Para maior simplicidade, a interligação entre os TCs deve ser feita em um único shaft, se isto for possível. Sle eve Backbo ne Riser Cable Cabeamento Vertical

181 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Sala de Equipamentos A sala deve concentrar todos os equipamentos ativos, tanto os de informática, quanto os de telecomunicações; Deve ter área calculada com base na quantidade de WAs do prédio.

182 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Entrada Ponto de demarcação entre o SP e o Cliente (TIA606) É onde são realizadas as emendas entre os cabos externos e os internos. Isto porque os cabos externos normalmente não têm proteção contra propagação de fogo, além de serem mais caros; A sala não pode estar afastada mais do que 15 metros do ponto de entrada do cabo no prédio; Na mesma sala deve estar o hardware de proteção contra surtos elétricos e sobre-tensões. Isto vale inclusive para os cabos de fibra ótica com partes condutoras, como malhas e tracionadores de aço.

183 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Subsistema de Entrada - EF Cabo da Rede Externa Caixa de Emenda Unidades de Proteção Elétrica Hardware de Conexão Cabos do Backbone Vertical

184 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Pontos de Administração Duas opções são utilizadas para concentração e gerenciamento dos cabos internos e externos (bloco de fiação 110 e patch panels); São utilizadas tanto nos TCs quanto no ER; A norma 606 (identificação), simplifica e acelera as manutenções. Bloco 110 Patch Panel

185 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Pontos de Administração Duas opções são utilizadas para concentração e gerenciamento dos cabos internos e externos (bloco de fiação 110 e patch panels); São utilizadas tanto nos TCs quanto no ER; A norma 606 (identificação), simplifica e acelera as manutenções. Identificação Bloco Identificação Patches

186 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Detalhando (um pouco) algumas normas EIA/TIA 568A - Norma básica EIA/TIA Caminhos e espaços EIA/TIA Identificação EIA/TIA Aterramento NBR 14565

187 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A norma EIA/TIA 568 Cabeamento Vertical em UTP ou fibra –90 metros para UTP; –2 Km para fibra multimodo 62,5/125 –3 Km para fibra monomodo 8,5/125 Cabeamento com Topologia em estrela –Até 2 níveis hierárquicos com armários fiação –Exceção para cabeamento por zona

188 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A norma EIA/TIA 568 Cabeamento Horizontal em UTP –Categoria 5, comprimento de até 90 m; –10 metros adicionais para cabos de conexão; Interligação entre armários UTP c/ até 20 m.

189 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A norma EIA/TIA 568 Cabos de interligação (patch cords) –Cabos UTP com alma flexível; –Nos armários, até 6 m de comprimento; –Nos terminais, até 3 m de comprimento; Fabricação –Não recomenda-se no campo; –Método de conectorização IDC (Insulation Displacement Contact).

190 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A norma EIA/TIA 568 O conceito de categoria –Envolve freqüência de sinalização dentro de parâmetros específicos; –É sistêmica, e não para componentes. Certificação de acordo com categoria X : –Todos os componentes devem ser de categoria X; –Permite-se componentes com categoria superior.

191 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica As categorias mais comuns Categoria 5 –100 MHz; –É a mais comum hoje em dia; –Suporte a ethernet, token-ring, fast-ethernet (parcial). Categoria 5E –155 MHz; –É a mais implantada; –Suporta todas as aplicações da Cat.5, mais fast-ethernet, alguns padrões de Gigabit ethernet, ATM até 155 MHz, alguns padrões de ATM 622 MHz Categoria 6 –200 MHz; –É a mais cara; –Suporta tudo

192 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica EIA/TIA 569 Encaminhamento –Ocupação dos dutos –Número de Curvas –Opções de encaminhamento Espaços –Sala de Equipamentos –TC

193 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica EIA/TIA 606 Obediência ao código de cores –Nos armários; –Nos conectores; –Em alguns projetos, nos próprios cabos; Identificação –Em ambos os extremos dos cabos, nas tomadas, nos pontos de concentração e nos patch cords.

194 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica EIA/TIA Códigos de Cores Par Trançado –TIP 1 Azul 2 Laranja 3 Verde 4 Marron 5 Cinza –RING 1 Branco 2 Vermelho 3 Preto 4 Amarelo 5 Violeta Cabo de Fibra Ótica 1 Branco 2 Vermelho 3 Preto 4 Amarelo 5 Violeta 6 Rosa 7 Água

195 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Ferramentas Especiais Corte Eliminação do isolante/dielétrico –Obrigatoriedade de atendimento à norma (Ex.IDC) Ferramentas de conectorização –Alicates de crimpagem –Kits de conectorização ótica / emenda

196 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Equipamentos para certificação A importância relativa dos equipamentos; Cable Scanners –Comprimento –Cross-talk –NEXT –Atenuação –Delay skew etc Outros equipamentos –TDR, multiteste etc

197 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica

198 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Entendendo o Relatório Wire Map –Identifica a integridade e correção das interligações dos fios do cabo aos pinos correspondentes na terminação (tomada, bloco ou patch pannel); –Indica inversão de pares, faltas de contato etc; –Denotam falhas de montagem sérias, que deveriam ter sido detectadas durante a montagem. Impedância Característica –Normalmente associada à qualidade do meio físico; Comprimento, atraso e variação do atraso –Falhas indicam problema de projeto ou acompanhamento encaminhamentos; –Variação no atraso normalmente indicam problemas com o meio físico.

199 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Entendendo o Relatório Atenuação –Avalia tanto a qualidade do meio físico, como da montagem –Atentar para problemas ocorridos antes da freqüência limite do cabo NEXT –Normalmente indica falhas de montagem na terminação Cabos excessivamente expostos na montagem Curvas excessivas Re-encaminhamento de cabos antigos ou já instalados Armazenamento de baixa qualidade –Atentar para o modelo do teste Testes de categoria 5 em diante devem ser Power Sum !

200 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Elementos de um Sistema de Cabeamento Estruturado (como calcular um projeto típico)

201 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Cabeamento Horizontal - elementos Técnicas para cálculo de quantitativos –Estimativa de distância por área –Efeito bobina finita –Encaminhamento –Folgas Tipos de cabo horizontal –UTP 4 pares e 25 pares –Fibra ótica interna Tomadas fêmea - tipos e características –T568A e T568B –Espelhos e caixas

202 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica TC e Sala de Equipamentos - elementos Componentes concentradores –Patch Pannel Cálculo baseado no número de tomadas –Bloco de Fiação & Connecting Blocks Cálculos baseados no número de pares Organizadores de Cabos –Cálculo baseado nos equipamentos ativos e no tipo de rack Racks –Fechados –Abertos Prancha vertical Patch cords - tipos e cálculo

203 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Equipamentos de Comunicação para redes Ethernet

204 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Placas de Rede Placa de rede propria- mente dita : –Interface com o barramento do micro –Processamento de camada de enlace –Precisa de configuração Transceptor –Interface com o meio físico –Ligado à placa através de conector AUI

205 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os repetidores Regra –Cinco segmentos –Quatro repetidores –Três segmentos vivos Atua na camada física (converte padrões físicos) Diâmetro máx.: 500 m (elétrico) e 2000 m (ótico)

206 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Repetidores Bridges Roteadores Interligando segmentos de rede Ethernet ? C A A A B B B C C

207 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Repetidores –Tráfegos se misturam –Tudo funciona como um grande segmento Bridges Roteadores ? C A A A B B B C C A A A A A A B B B B B B C C C C C C

208 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Repetidores Bridges –Isola tráfego local –Direciona tráfego externo, através da análise do endereço de destino Roteadores ? C A B A B

209 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Repetidores Bridges Roteadores –Analisa cabeçalho do protocolo, oferecendo maior flexibilidade ? C A B A B

210 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Bridges e Roteadores Primeira solução para interligação entre segmentos Ethernet; A visão era interligar segmentos e não reduzir número de pontos por segmento; Conceito de store-and-forward

211 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica NETBuilder II Store and forward ?Store and forward ? Bridge/Roteador

212 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica NETBuilder II Store and forward ?Store and forward ? Bridge/Roteador Em redes Ethernet, esta é a estrutura de um quadro Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC

213 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Determina o endereço do destinatário (*) (*) Disponível após a recepção do 14º byte Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC

214 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Verifica a integridade do pacote (*) (*) Disponível apenas após a recepção do byte nº 1518 ! Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC

215 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Switches - Conceitos Básicos Unificam diversas bridges com n portas; Permitem a redução da latência típica das bridges; 10M Back-Plane

216 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Switches - Conceitos Básicos Unificam diversas bridges com n portas; Permitem a redução da latência típica das bridges; Segmentos comunicam-se dois a dois, sem concorrência pelo canal de comunicação. 10M Back-Plane

217 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Switches - Conceitos Básicos Unificam diversas bridges com n portas; Permitem a redução da latência típica das bridges; A eliminação da latência se dá pela modificação do método de chaveamento. 10M Back-Plane

218 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Store-and-forward On-the-fly ou cut-through Modified cut-through ou fragment-free Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC

219 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Store-and-forward –Primeiro recebe todo o quadro (=bridge ?) –Após análise e filtragem, encaminha para o destino On-the-fly ou cut-through Modified cut-through ou fragment-free Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC

220 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Store-and-forward On-the-fly ou cut-through –Ao receber o endereço, envia para destino –Não avalia possíveis erros nos quadros recebidos Modified cut-through ou fragment-free Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC

221 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Store-and-forward On-the-fly ou cut-through Modified cut-through ou fragment-free –Aguarda o fechamento da janela de colisões (64 bytes), o que permite filtrar fragmentos gerados por colisões Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC

222 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Acréscimos à norma ethernet Oferecem o suporte a redes virtuais (VLANs) e ao tratamento de prioridade de tráfego; Exigem equipamentos compatíveis, ou serão tratados como erros de comunicação; Padrões IEEE802.2Q e 802.2P Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC Novos Campos !

223 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O conceito de auto-sense Os equipamentos conseguem detectar automaticamente a taxa utilizada, ajustando-se automaticamente; Muito útil em ambientes mistos 10BaseT/100BaseTx; A grande maioria dos componentes fast-ethernet garante esta característica.

224 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Introdução à Suíte de Protocolos Internet

225 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comparando com o modelo OSI Modelo OSI (apenas para referência) Modelo INTERNET Conjunto de Protocolos INTERNET Aplicação Transporte Rede Física

226 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comparando com o modelo OSI Modelo INTERNET Conjunto de Protocolos INTERNET Aplicação Transporte Rede Física Independência das camadas inferiores –Implementação em LAN e WANs é mais simples; –Até mesmo padrões de rede local que não são 100% compatíveis com o modelo OSI podem implementar o protocolo (ATM, por exemplo).

227 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comparando com o modelo OSI Modelo INTERNET Conjunto de Protocolos INTERNET Aplicação Transporte Rede Física Número de camadas –As camadas de rede e de transporte são as únicas semelhantes ao modelo OSI. –A camada de Aplicação incorpora funções das 3 camadas superiores do modelo OSI.

228 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP É o protocolo básico da suíte Internet; Utilizado pela maioria dos demais protocolos para encaminhamento de suas informações; Tem funcionalidade associada à camada 3 do modelo OSI; Não garante QoS ou qualquer outro aspecto relacionado à comunicação fim-a-fim.

229 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - endereços Endereços inequívocos de 32 bits (4 bytes ou octetos), apresentados sob a forma de 4 números DECIMAIS separados por pontos –Ex. : , Cada bit do endereço tem significado próprio –A análise tem que ser cuidadosa; –O número em decimal pode não ter significado próprio; Divididos em classes Identificam redes, hosts e sub-redes

230 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - endereços Os primeiros bits (entre 1 e 5) determinam a classe. Determinam o endereço de rede, host e sub-rede A0A0 A7A7 A6A6 A5A5 A4A4 A3A3 A2A2 A1A1 D0D0 D7D7 D5D5 D3D3 D1D1 D6D6 D4D4 D2D2 B0B0 B7B7 B5B5 B3B3 B1B1 B6B6 B4B4 B2B2 C0C0 C7C7 C5C5 C3C3 C1C1 C6C6 C4C4 C2C2 A. B. C. D

231 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - classes

232 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - endereços Endereços de Classe A : muitos hosts, poucas redes Endereço de Rede Endereço de host A BCD...

233 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - endereços Endereços de Classe B : hosts e redes Endereço de Rede Endereço de host A BCD...

234 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - endereços Endereços de Classe C : poucos hosts, muitas redes Endereço de Rede Endereço de host A BCD...

235 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - endereços Endereços de Classe D : para tráfego multicast Identifica Classe D Identificação do grupo de multicast (28 bits) A BCD

236 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - endereços A classe E foi selecionada para aplicações especiais & testes; Praticamente não é utilizada; O mais comum é a utilização do endereço de host para divisão em sub-redes.

237 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - sub-redes Endereço de host aparente O protocolo IP estabelece um outro formato para divisão da rede, desta vez em sub-redes, aproveitando-se do campo de endereços; No exemplo, estamos utilizando um endereço padrão de classe C (último octeto); –Os bits marcados com h foram reservados para identificação do host; –Os bits marcados com s foram reservados para identificação da sub-rede; h hhhh s ss Endereço de host real Endereço de sub-rede

238 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - sub-redes Para identificar os bits, utiliza-se uma máscara, que identifica os bits relacionados a endereçamento (rede e sub-rede); No exemplo, o número identifica a máscara. h hhhh s ss

239 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O protocolo IP - regras Duas redes (ou sub-redes) não podem ter o mesmo endereço de rede; Dois hosts não podem ter o mesmo endereço dentro da mesma rede (ou sub-rede); Na Internet não podem existir duas redes com mesmo endereço –Conceito de endereço válido e inválido –O proxy

240 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços e Protocolos DHCP DNS Proxy Web Cache Firewall

241 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços e Protocolos DHCP –Dynamic Host Configuration Protocol –Oferece e configura endereços inválidos para uma rede interna automaticamente; –Deve existir um para cada sub-rede; DNS Proxy Web Cache Firewall

242 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços e Protocolos DHCP DNS –Domain Name Service –Transforma endereços texto em IP –Estrutura hierárquica Proxy Web Cache Firewall

243 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços e Protocolos DHCP DNS Proxy –Converte endereços inválidos em válido e vice- versa; –Permite expansão sensível do número de hosts Web Cache Firewall

244 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços e Protocolos DHCP DNS Proxy Web Cache –Acumula as páginas mais acessadas Firewall

245 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços e Protocolos DHCP DNS Proxy Web Cache Firewall –Controla o tráfego entre a rede local e a Internet, tratando os pacotes em função do conteúdo

246 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Sistemas Operacionais p/ Redes Os Ambientes Atuais Pontos Desejáveis Conhecendo Produtos Escolhendo o ambiente

247 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os Ambientes Atuais

248 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Os Ambientes Atuais Histórico Características e Aplicações Produtos mais comuns Características importantes Market-share e análise do custo

249 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico - O ambiente Em 1973, começa a funcionar a primeira rede local de micro- computadores : –Precursora da Ethernet –Sistemas Operacionais especializados

250 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico - S.O. para redes Surge a NOVELL –O Netware torna-se unanimidade em Sistemas Operacionais para Redes Locais. –A NOVELL torna-se a principal concorrente da Microsoft (2a. maior empresa de software para microcomputadores).

251 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico - S.O. para redes A Microsoft contra-ataca : –Lançado o LAN Manager, que não tem o sucesso esperado; –Lançado o Windows NT Tecnologia de ponta em Sistemas Operacionais Marketing agressivo –Recursos de Rede nos S.O. para estações

252 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico - S.O. clientes A Microsoft lança o MS-DOS –Um dos maiores sucessos da indústria –A partir da versão 3.3, suporte a redes O Windows 3.1 –Finalmente a interface gráfica se populariza –Segundo maior sucesso da indústria

253 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico - S.O. clientes Mundo DOS –Produto bastante maduro no mercado (14 anos); –Mais de 130 milhões de usuários no mundo; –DOS 6.0 vendeu 11 milhões de cópias em 90 dias.

254 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico - S.O. clientes Usuários DOS + Windows –40 milhões de usuários; –Crescimento mensal era de 1,5 milhão de novos usuários; –Padrão de fato para ambientes gráficos; –Mais de 6 mil produtos desenvolvidos para o ambiente.

255 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Histórico - S.O. clientes A Microsoft lança o novo Windows 95 Antigo projeto Chicago; Maior campanha de marketing para produto desta natureza; Primeiro passo da Microsoft para consolidação da arquite- tura Windows NT ?

256 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Características e Aplicações Servidores de Arquivos/Rede Servidores de Aplicação Redes Ponto-a-Ponto Estações de Trabalho

257 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Arquivos Selecionando a estação : Selecionando a aplicação Por que usar ?

258 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Arquivos Selecionando a estação : –Alta capacidade e velocidade de acesso nas unidades de disco; –A depender da aplicação, disponibilidade de canal de comunicação de alta performance; –Segurança de disco. Selecionando a aplicação Por que usar ?

259 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Arquivos Selecionando a estação : Selecionando a aplicação –Sistema Operacional de alta performance em operações de disco; –Suporte aos clientes existentes; –Algoritmos de Segurança no acesso aos discos. Por que usar ?

260 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Arquivos Selecionando a estação : Selecionando a aplicação Por que usar ? –Armazenamento de arquivos de uso comum; –Armazenamento de arquivos de uso compartilhado; –Segurança (disponibilidade e acesso, independente do cliente).

261 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Arquivos e rede Serviços de rede : –Gerenciamento de usuários e login; –Comunicação externa (WAN e acesso); –Acesso à Internet; –Serviços de Diretório. Serviços de rede integrados aos serviços de arquivo ?

262 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Aplicação Selecionando a estação Selecionando a aplicação Por que usar ?

263 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Aplicação Selecionando a estação –Alta capacidade de processamento; Selecionando a aplicação Por que usar ?

264 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Aplicação Selecionando a estação Selecionando a aplicação –Padronização –Mercado –Suporte a múltiplos front-ends Por que usar ?

265 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Servidores de Aplicação Selecionando a estação Selecionando a aplicação Por que usar ? –Concentra capacidade de processamento e custos; –Controle de Transações; –Redução do tráfego na rede

266 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes Ponto a Ponto O que é ? Aplicações

267 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes Ponto a Ponto O que é ? –Recursos Distribuídos pela rede; –Podem ser integradas a redes com servidores convencionais; –Segurança tradicional- mente limitada. Aplicações

268 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Redes Ponto a Ponto O que é ? Aplicações –Interessante em ambientes onde não é possível nem interessante reservar uma máquina para processamento das transações de rede

269 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Estações de Trabalho Perfil do equipamento Perfil do S.O. cliente

270 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Estações de Trabalho Perfil do equipamento –Processador & Memória Quem executa a aplicação ? –A unidade de disco local Vale a pena ser diskless ? –Comunicação de Dados Perfil do S.O. cliente

271 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Estações de Trabalho Perfil do equipamento Perfil do S.O. cliente –É necessário comparti- lhar recursos locais ? –Integração com os servidores do ambiente!

272 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Como é composto o custo ?

273 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Pontos Desejáveis nos Novos Produtos

274 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Pontos Desejáveis Serviços Executando Aplicações Plataforma de hardware Interface Amigável Custos diretos e indiretos Política de Licenças de Uso

275 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços Serviços de Arquivo Serviços de Impressão Correio Eletrônico/FAX Gateways Outros serviços

276 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços de Arquivo Performance –Otimização do acesso ao disco (o ideal é zero !) Segurança de Acesso –Estrutura eficaz de distribuição e atribuição de direitos Segurança de Dados –Back-up e redundância

277 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Serviços de Impressão Facilidade de configura- ção e operação; Suporte a múltiplos clientes –Macintosh –Unix –IBM

278 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Correio Eletrônico / FAX Correio Eletrônico; Agendamento de Grupo; Workflow; Serviços de FAX; Integração com a Internet; Suporte a múltiplos ambientes. WorkGroupComputing

279 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Gateways Emulação de terminais; Transferência de arquivos; Impressão na rede; Suporte APPC –Uso da interface gráfica; –Servidores de Aplicação em main-frames

280 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Outros serviços Interligação com a Internet; –Acesso; –Servidor WEB. Serviços Telefônicos; Comunicação remota –Acesso remoto –Nó remoto –Correio

281 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Executanto Aplicações Servidores –Serviços de Aplicação –Softwares específicos (anti-vírus, back-up etc) Estações –Tudo nos ambientes ponto-a-ponto –Aplicações Pessoais –Front-end de aplicações corporativas

282 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Plataforma de Hardware Plataforma única –Plataforma Processador Suporte multi-plataforma –Facilidade de expansão; –Muito interessante, princi- palmente para serviços de aplicação; –Suporte a clusters ? ?

283 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Interface Amigável Usuário não precisa conhecer o ambiente; Recursos Gráficos são desejáveis.

284 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Custos Diretos e Indiretos Além da implantação do novo ambiente, deve-se considerar : –Up-grade das estações; –Treinamento; –Mão-de-obra especializada; –Vida útil.

285 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Política de Licenças de Uso Licença para número fixo de usuários : –Limitada a números específicos; –Custo elevado para números específicos de usuários - up-grades podem se tornar críticos. Licenças acumulativas ou para n usuários : –Maior facilidade de liberação do número exato de usuários.

286 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Conhecendo Produtos

287 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Conhecendo Produtos Windows 9X & Millenium A guerra !

288 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Características Básicas A estratégia da Microsoft Compatibilidade com os S.O. da Microsoft Requesitos Mínimos Novos conceitos

289 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A estratégia da Microsoft Separação clara entre sistemas operacionais Potência X Compatibilidade

290 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A estratégia da Microsoft Separação clara entre sistemas operacionais –Servidores Windows NT Server –Estações de Trabalho de alta performance Windows NT Workstation –Notebooks e Estações de baixa performance Windows 9X & Millenium Potência X Compatibilidade

291 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A estratégia da Microsoft Separação clara entre sistemas operacionais Potência X Compatibilidade –Potência no NT : Arquitetura, Segurança, Escalabilidade, Portabilidade –Compatibilidade no Windows 9X & Millenium : Aplicações DOS, Windows 16 bits Drivers de dispositivo (DOS, 16 bits e 32 bits)

292 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Compatibilidade

293 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Novos Conceitos Interface com o usuário Plug-and-Play Sistema de Arquivos Recursos de Comunicação Integrados Novo !

294 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Interface com o Usuário Orientação a objetos Naturalidade nas ações mais comuns –Cópia –Movimentação –Atalhos –Impressão –Eliminação

295 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Plug-and-Play Facilidade de implantação de novos dispositivos; Execução automática de CDs, mesmo de música; Gerenciamento simplificado dos slots PCMCIA nos notebooks

296 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Sistema de Arquivos Suporte a nomes de arquivo com 255 caracteres; Compatibilidade com o esquema DOS 8.3

297 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Comunicação Recursos de Rede ponto-a- ponto integrados; Cliente universal para servidores de rede; Serviços seriais completos : –Software de comunicação –Nó remoto –FAX

298 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Arquitetura Básica Uso dos anéis 0 e 3 do processador Máquinas Virtuais Trânsito de Mensagens Drivers de dispositivos O registro Multiprocessamento

299 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Arquitetura INTEL ou superior A INTEL suporta múltiplos níveis de privilégio (anéis) para execução de programas; Anéis 1 e 2 não são usados (nem mesmo pelo NT); O anel 0 é usado pelo núcleo do SO; O anel 3 é usado pelos programas não-críticos, impedindo o travamento. Anel 3 Anel 2 Anel 1 Anel 0 Kernel

300 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O conceito de Máquina Virtual O Windows cria diversas máquinas virtuais no anel 3, fazendo com os programas vejam uma máquina exclusiva, sobre a qual eles têm o controle; O acesso aos dispositivos virtuais é encaminhado aos dispositivos reais pelo SO.

301 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Máquinas virtuais X Aplicações Uma máquina virtual para cada aplicação MS-DOS (o DOS não sabe compartilhar dispositivos) Uma máquina virtual para todas as aplicações Windows 16 bits (compatibilidade gerando falhas de estabilidade) Uma máquina virtual para cada aplicação Windows 32 bits, com memória protegida

302 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Trânsito de Mensagens Aplicação 16 bits I Aplicação 16 bits II Aplicação 16 bits III Thread 1 da Aplic. 32 bits A Thread 2 da Aplic. 32 bits A Mensagens Mensagens são geradas por ocorrências : –Interrupções –Outros programas –SO Se um pára : –Todos ok –Win 16 ?

303 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Drivers de dispositivos O que é um driver ? Drivers suportados pelo Windows 9X & Millenium : –MS-DOS em modo real : arquivos *.SYS –Windows em modo real : arquivos *.DRV listados no SYSTEM.INI –Windows em modo protegido : arquivos *.VXD ou *.386 –Qual deve ser utilizado ? O melhor ! Carga de drivers : boot em modo real e depois em protegido Os drivers normalmente ficam em \WINDOWS\SYSTEM

304 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O Registro Armazenamento de Informações de Configuração do Windows –Substitui os arquivos *.INI –Alguns *.INI são mantidos para compatibilidade Pode ser acessado via rede para administração Constituído de dois arquivos : –SYSTEM.DAT - configurações associadas ao hardware –USER.DAT - configurações associadas ao usuário –Estrutura em árvore com seis sub-divisões

305 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Multiprocessamento O conceito de processo –Essencialmente é um programa –Reserva memória para código e para dados –Cria pelo menos um thread Aplicações MS-DOS e Windows 16 bits O conceito de thread –Unidade de execução –Utiliza os recursos reservados pelo processo –Aplicações 32 bits podem possui mais de um thread

306 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Plug-and-Play Características Básicas Funções Recursos Críticos O Device Manager

307 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O registro Perfis de hardware Perfis de usuário Instalando usuários móveis (roving users) Administração Remota

308 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Perfis de hardware Adequam o SO à configuração de hardware atual da máquina; Alterável no ícone Sistema do Painel de Controle Orelha Gerenciador de Dispositi- vos ajusta o hardware às configurações criadas Configuração é selecionada no boot

309 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Perfis de Usuário Armazena configuração básica para cada usuário Podem ser armazenados em um servidor comum Diversos usuários usam máquinas diferentes com a mesma interface (roving users) USER1.DAT USER2.DAT USER3.DAT SYSTEM.DAT

310 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica A Guerra ! O Windows ganha... O Netware ganha... Pontos de Cooperação Pontos de Concorrência Windows X Netware

311 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O Windows ganha... Características do S.O. Plataforma de hardware Interface com o Usuário Preço do S.O. Fabricante

312 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Características do S.O. Sistema Operacional de 32 Bits Multitarefa Real Preemptivo

313 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Características do S.O. Sistema Operacional de 32 Bits –Suporte à arquitetura de 32 bits dos processadores atuais –Permite multiprocessamento simétrico Multitarefa Real Preemptivo

314 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Características do S.O. Sistema Operacional de 32 Bits Multitarefa Real –Proteção de memória –Uso dos modos especiais dos novos processadores Preemptivo

315 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Características do S.O. Sistema Operacional de 32 Bits Multitarefa Real Preemptivo –Garante que as aplicações em uso devolverão o controle ao Sistema Operacional; –Evita o travamento por aplicações mal-comportadas –Reduz a performance

316 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Plataforma de hardware Arquitetura INTEL –128 MBytes ou superior Arquitetura RISC Escalabilidade –Multiprocessamento Outras arquiteturas ? –Portabilidade ?

317 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Interface com o Usuário Interface gráfica no próprio servidor Padrão já conhecido –Windows 9X ? Treinamento facilitado

318 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Preço do S.O. Custo reduzido em comparação a produtos equivalentes no Netware Produtos/Serviços Incluídos : –Nó remoto –Gerenciamento

319 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Fabricante Microsoft tem o domínio do mercado de aplicações, o que é fato consumado; Aplicações e S.O. Microsoft provavelmente terão acesso mais simples aos recursos do Windows; Integração proporcionada por fabricante único.

320 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica O Netware ganha... S.O. Especializado Sistema de Arquivos Interface com clientes NDS Mercado

321 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica S.O. Especializado Controle sobre aplicações permite menor segurança; Menor segurança implica em maior performance; Proteção está disponível de forma simplificada. Anel 3 Anel 2 Anel 1 Anel 0 Kernel

322 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Sistema de Arquivos Sub-Alocação de blocos –Elimina slack space; –Pode significar até 40% do disco; Compressão de dados inteligente; Integração multi-plataforma; Algoritmos rápidos e seguros; Migração de Dados imbutida

323 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Interface com Clientes Amplo suporte a clientes de diversas plataformas : –DOS/Windows –OS/2 –Windows –UNIX –Macintosh

324 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Network Directory Services - NDS Árvore de Serviços; Integra diversos objetos em uma estrutura única; Simplifica gerência do ambiente; Padronização X-500

325 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Network Directory Services - NDS Facilidade de Instalação e Administração Segurança Integração Completa

326 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Network Directory Services - NDS Facilidade de Instalação e Administração –Orientação a Objeto –Interface Gráfica Segurança Integração Completa

327 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Network Directory Services - NDS Facilidade de Instalação e Administração Segurança –Gerenciamento por exceção –Direitos atribuídos a ramos da árvore Integração Completa

328 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Network Directory Services - NDS Facilidade de Instalação e Administração Segurança Integração Completa –Aplicativos são administrados na mesma plataforma –Clientes para outros ambientes (inclusive NT)

329 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Escolhendo o Ambiente Pontos de Concorrência Pontos de Cooperação Integrando as soluções ?

330 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Pontos de Concorrência Windows e Netware oferecem serviços de rede; Ambos são extrema- mente robustos; O mercado não sabe exatamente a diferença entre eles.

331 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Pontos de Cooperação O perfil do Windows envolve serviços de aplicação; O perfil do Netware envolve serviços de arquivo sofisticados; Ambos são compatíveis em diversos pontos.

332 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Integração entre Ambientes Servidores de Arquivo Netware Servidores de Aplicação Windows

333 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Integração entre Ambientes Servidores de Arquivo Netware –Recursos Avançados para grandes redes –Suporte para aplicações distribuídas Servidores de Aplicação Windows

334 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Integração entre Ambientes Servidores de Arquivo Netware Servidores de Aplicação Windows –Sistema Operacional poderoso –Multiprocessamento/Suporte a plataformas hardware –Interface conhecida

335 Engenharia de Telecomunicações Redes de Computadores Professor : Marco Antônio C. Câmara Escola Politécnica Dúvidas ? Marco Antônio C. Câmara Tel FAX Home page


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