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Maria - Um modelo de fé O Evangelho de Lucas é o que mais apresenta a figura de Miriam (em nossa língua: Maria) como participante dos mistérios de Cristo.

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2 Maria - Um modelo de fé

3 O Evangelho de Lucas é o que mais apresenta a figura de Miriam (em nossa língua: Maria) como participante dos mistérios de Cristo. O evangelista quer mostrar em Maria um perfeito modelo de vida cristã ou uma preocupação de querer dizer às comunidades nascentes que em Maria, se antecipa a vocação da Igreja e de cada cristão em relação à revelação divina dada em Jesus Cristo.

4 Maria é sempre apresentada como uma presença discreta, preocupada somente com a compreensão e a realização da vontade do Pai, a partir dos acontecimentos na vida de Jesus, segundo nos permite dizer o evangelista: Maria, contudo, conservava cuidadosamente todos esses acontecimentos em seu coração.

5 Assim, como não se pode falar de Jesus, sem falar de sua mãe, Maria de Nazaré; assim, não se pode falar da verdadeira Igreja de Cristo, sem tomar em consideração o amor e a devoção com que, desde o começo, o povo de Deus invoca Nossa Senhora; assim, não podemos deixar falar do papel de Maria Santíssima em nossa vida de Cristãos.

6 MARIA É A MÃE DA IGREJA Eis aí tua Mãe.: a Igreja sempre acreditou que estas palavras-testamento de Jesus do alto da cruz ao apóstolo e evangelista João, são para todos os discípulos de Jesus, de todos os tempos. Assim, desde o começo, os cristãos amam, veneram e a invocam como Mãe.

7 A mãe de Jesus, verdadeiramente, é mãe do povo de Deus, Mãe da Igreja! A concepção virginal de Maria é um sinal de caráter gratuito da redenção. Esta se deve não à vontade da carne, nem à vontade do homem, mas a gratuita e livre iniciativa de Deus. O que a Igreja Católica Apostólica Romana crê acerca de Maria funda- se no que ela acredita a respeito de Cristo, o que a fé ensina sobre Maria é iluminada por sua fé em Cristo.

8 E não há dúvida: o povo de Deus ama Nossa Senhora! Foi o amor e a devoção a ela, que, durante séculos, sustentou a fé de nosso povo, também onde não existia quase nenhuma presença Pastoral. Ela foi preservada de toda a mancha do pecado original no primeiro instante de sua conceição (Imaculada Conceição). Ela permaneceu sempre virgem (Virgindade Perpétua) durante o nascimento de Jesus e durante toda a sua vida terrena.

9 A Imaculada Mãe de Deus, sempre virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma... (Assunção ao Céu).

10 Ela não teve outros filhos, pois qual seria o significado de Jesus entregá-la à João, o discípulo mais amado, aos pés da cruz? Jesus estava indo para a casa do Pai e José já havia morrido, logo, Maria ficaria sozinha. Se tivesse outros filhos, Jesus não poderia fazer isso.

11 Foi o carinho para com a Mãe de Deus, que fez com que o povo inventasse para ela uma porção de nomes e imagens correspondentes. Cada nome é uma prova da certeza do povo de que Maria está presente em todos os momentos de sua vida; ou é uma lembrança dos lugares de maior devoção Mariana: N.sra. de Lourdes, de Fátima, de Guadalupe, etc.

12 No Brasil, o povo escolheu como forma predileta de venerá-la o nome de N.sra. Aparecida. A profecia da moça de Nazaré (todas as gerações hão de me chamar de bem-aventurada) tornou-se realidade! Como os apóstolos que nos dias, que antecederam ao dia de Pentecostes, reuniram- se com Maria. Queremos que Maria esteja junto da gente. Precisamos dela: como mãe e companheira de Caminhada

13 A VIDA DE MARIA DE NAZARÉ É bom lembrarmos um pouco a vida de Maria. Na simplicidade dos fatos narrados no Evangelho, é revelada a nós a humanidade e, ao mesmo tempo, toda a grandeza de Maria. O chamado de Deus e o Sim de Maria (Lc 1, 26-38); Maria visita e ajuda sua prima Isabel (Lc 1, 39-56); Maria e o nascimento de Jesus (Lc 2, 1-20), (Mt 1, 18-25), (Mt 2, 13-23); Maria, José e o menino Jesus vão ao Templo (Lc 2, 21-51); Maria e Jesus na festa de Casamento em Cana da Galiléia (Jo 2, 1-12); Maria aos pés da cruz (Jo 19, 25-27); Maria no Cenáculo com a Igreja de seu filho (At 1, 12-14)

14 Texto – Juberto Santos – Imagens – Google – Música Maria de Nazaré Pe. Zezinho Formatação – Altair Castro


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