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NARRAÇÃO Definição Narrar é contar uma história (real ou fictícia). O fato narrado apresenta uma seqüência de ações envolvendo personagens no tempo e no.

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1 NARRAÇÃO Definição Narrar é contar uma história (real ou fictícia). O fato narrado apresenta uma seqüência de ações envolvendo personagens no tempo e no espaço. São exemplos de narrativas a novela, o romance, o conto, ou uma crônica; uma notícia de jornal, uma piada, um poema, uma letra de música, uma história em quadrinhos, desde que apresentam uma sucessão de acontecimentos, de fatos. Situações narrativas podem aparecer até mesmo numa única frase. Exemplos: “O menino caiu.” “Minha sogra ficou avó.” (Oswald de Andrade). Repare que a última frase resume ações que envolvem o casamento, a maternidade e a transformação da sogra em avó.

2 Estrutura da narração Convencionalmente, o enredo da narração pode ser assim estruturados: ›exposição (apresentação das personagens e/ou do cenário e/ou da época); ›desenvolvimento (desenrolar dos fatos apresentando complicação e clímax) ; ›desfecho (arremate da trama). Entretanto, há diferentes possibilidades de se compor uma trama, seja iniciá-la pelo desfecho, construí-la apenas através de diálogos, ou mesmo fugir ao nexo lógico de episódios. Elementos básicos da narração São elementos básicos da narração: enredo (ação), personagem, tempo e espaço. Quando a história é curta, como na narração escolar, são imprescin- díveis: enredo e personagens. A perspectiva de quem escreve é dada pelo foco narrativo ( de 1ª ou 3ª pessoa). Os discursos (direto, indireto e indireto livre) representam a fala da personagem.

3 No texto a seguir, “Um homem de consciência”, foram apontados os elementos básicos, a estrutura narrativa – exposição, desenvolvimento e desfecho -, os vários discursos e o foco narrativo. A onisciência do narrador revela-se no conhecimento íntimo que tem da personagem, desenvolvendo-lhe os pensamentos e apreensões. Um homem de consciência – Monteiro Lobato 1.º parágrafo Chamava-se João Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro. [Até aqui é exposição.] 2.º parágrafo Nunca fora nada na vida, nem admira a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos ali queriam: mudar-se para terra melhor.

4 3.º parágrafo Mas João acompanhava com aperto de coração o deperecimento visível de sua itaoca. [Nesses dois parágrafos, discurso do narrador.] 4.º parágrafo - Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons – agora só um bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal há serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando... [Monólogo interior.] 5.º parágrafo João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível. [Discurso do narrador.] 6.º parágrafo - É isso, deliberou lá por dentro. Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então arrumo a trouxe e boto-me fora daqui. [Monólogo interior.]

5 7.º parágrafo Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que na era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada... 8.º parágrafo Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. É o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado – e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!...[Discurso do narrador.] 9.º parágrafo João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas. Pela madrugada botou-as num burro, montou seu cavalo magro e partiu.[Clímax da história.] 10.º parágrafo - Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?

6 11.º parágrafo - Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim. 12.º parágrafo - Mas, como? Agora que você está delegado? 13.º parágrafo - Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus. [Discurso direto.] 14.º parágrafo E sumiu. [Desfecho.]

7 A narrativa deve tentar elucidar os acontecimentos, respondendo às seguintes perguntas essenciais: O QUÊ? – o(s) fato(s) que determina(m) a história; QUEM ? _ a personagem ou personagens; COMO? _ o enredo, o modo como se tecem os fatos; ONDE? _ o lugar ou lugares da ocorrência; QUANDO? _ o momento ou momentos em que se passam os fatos; POR QUÊ? _ a causa do acontecimento. (FONTE: narrativa.php)

8 VAMOS PRATICAR? Imagine a seguinte situação: Dois jovens, viciados em computador, conhecem-se numa sala de bate-papo da internet. Durante meses, eles conversam, trocam ideias, compartilham problemas e sentimentos. Um dia, a garota recebe a seguinte mensagem: Heloísa, As coisas estão se tornando difíceis para mim. Não vou escrever de novo para você. Nosso relacionamento está ficando intenso demais, real demais, e acho que você não existe. Eu inventei você, nossas conversas, seu endereço. Eu me sentia só, queria ardentemente uma amiga, mas perdi o controle. [...] Abelardo

9 Prontamente, a garota responde: Abelardo, tolinho Você não pode me transformar num fantasma porque está com medo. Um poeta não dispensa sua musa por capricho. Se você não vier me encontrar, eu irei até você. Heloísa PROPOSTA ÚNICA: Crie um texto narrativo tematizando o encontro ou o desencontro entre as personagens. Construa o tempo e o espaço em que os fatos ocorrem. Não se esqueça de construir o tempo e o lugar em que os fatos ocorrem. Se quiser, introduza novas personagens. O narrador pode ser observador ou personagem.

10 Leia o começo das histórias abaixo e imagine um fato inesperado que pode acontecer. Depois complete o texto. a) Uma minhoca botou a cabeça de fora para tomar um ar e deixou o rabo aparecendo do outro lado do buraco. De repente surgiram dois passarinhos doidos para almoçar a minhoca. Um agarrou a cabeça dela com o bico e o outro agarrou o rabo. Pobre minhoca! b) O menino dormia tranquilo em sua cama. Pela janela entreaberta, entrava um ar bem fresquinho. De repente... c)Babi estava sentada no tapete do seu quarto, lendo um livro de histórias. Ao seu lado, Belinha, sua gata, tirava uma soneca. De repente... d) Todos os alunos da nossa sala estavam na quadra de esportes. Alguns meninos estavam jogando futsal. Os outros estavam torcendo, o jogo estava empolgante. De repente...


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