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Para estudo e prática. Ligue o som e use o mouse Sebastião de Melo.

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2 Para estudo e prática. Ligue o som e use o mouse Sebastião de Melo

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4 O estudo do XAMANISMO HAVAIANO tem sido fator primordial no sentido teórico e prático, para o conhecimento da Psicofilosofia HUNA. A base desse estudo são os SETE PRINCÍPIOS, seus ATRIBUTOS, TALENTOS e DESAFIOS.

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6 Os sete Talentos são : Visão, Esclarecimento, Focalização, Presença, Bênção, Permissão e Tecelão de Sonhos.

7 Os sete desafios são : Ignorância, Limitação, Confusão, Procrastinação, Raiva, Medo e Dúvida.

8 Deles enfatizamos o estudo dos quatro primeiros, por crermos que são os que estão ligados aos sonhos básicos de vida: IGNORÂNCIA, LIMITAÇÃO, CONFUSÃO E PROCRASTINAÇÃO. Nesta apresentação vamos abordar o DESAFIO C O N F U S Ã O do terceiro PRINCÍPIO – MAKIA ( A energia segue o curso do pensamento ) que tem como Talento a Focalização.

9 Estudamos os vários DESAFIOS dos Princípios Xamânicos Havaianos enfatizando situações geradoras de cada um deles. Cada DESAFIO por si só, gera causas que são sentidas e vivenciadas dentro do sonho básico de vida. A dinamização dessas causas provoca reações que são sentidas como conseqüências que estão ligadas às palavras atribuídas a cada DESAFIO, mas que, no entanto, fazem parte somente do próprio DESAFIO abordado.

10 Por exemplo: O DESAFIO CONFUSÃO pode gerar: Procrastinação, Raiva, Medo, Dúvida, Ignorância e Limitação, que são frutos do próprio desafio confusão; não são os desafios dos PRINCÍPIOS do Xamanismo Havaiano. Partimos da premissa de que os TALENTOS são os dinamizadores dos PRINCÍPIOS que vão fazer movimentar os DESAFIOS de acordo com o sonho básico de vida de cada pessoa.

11 Os PRINCÍPIOS são abordados como ARQUÉTIPOS, e, como arquétipos são sagrados e imutáveis. Assim, não conseguimos entendê-los a não ser intelectualmente; portanto, só podem ser percebidos através de símbolos que, no caso são as vivências percebidas nas experiências, pela significação simbólica de cada TALENTO. Eles nos dão a dinâmica do sonho básico de vida, por meio do aprendizado de cada um dos DESAFIOS dos quatro primeiros PRINCÍPIOS: IKE, KALA, MAKIA e MANAWA. Podemos percebê-los pelo desenvolvimento e crescimento espiritual, intelectualmente pela interpretação dos símbolos, o que vai, aos poucos, nos dando uma clareza do sentido que a palavra em si encerra.

12 Para que isso aconteça a própria natureza através de sua sabedoria divina nos faz agir de maneira a ir formando as memórias aprendidas. Repetindo, para cada DESAFIO existem causas que provocam a movimentação dele. Os resultados vêm pelas ações praticadas nas vivências do dia a dia, em cada IKE que experienciamos. O que nos induz às vivências é nossa VONTADE, o grande indutor na prática das ações que vão formando as memórias advindas de nossa imaginação, ideação e pensamentos, no decorrer de cada sonho básico de vida.

13 A IGNORÂNCIA, DESAFIO do primeiro PRINCÍPIO – IKE – que tem como TALENTO a VISÃO, no sentido de clareamento Interior. Este TALENTO é que faz girar a roda dos DESAFIOS. É o indicador da movimentação de todos os outros, por ser a IGNORÃNCIA a mãe de todas as situações que devem ser desenvolvidas para o crescimento espiritual. Pelo TALENTO VISÃO, aos poucos nosso caminho vai clareando.

14 Atribuímos ao DESAFIO CONFUSÃO três causas, que deverão ser trabalhadas para que nossa FOCALIZAÇÃO seja despertada no sentido do crescimento espiritual.

15 Essas causas são: PECADO, FÉ e CRENÇA.

16 O talento VISÃO estando no PRINCÍPIO MAKIA (CÍRCULO DO HO’O HUA) – (próximo slide) nos mostra que o DESAFIO CONFUSÃO é o que devemos trabalhar para que nossas vivências, através das experiências, tenham no final uma FOCALIZAÇÃO para o crescimento espiritual. Quando falamos em pecado, o que geralmente vem à nossa mente é o significado dessa palavra relacionando-a a um modelo religioso, principalmente o cristão, que diz ser o erro o causador de nossos males por ofensas a Deus. Geralmente, esse tipo de pecado procede de erros morais e religiosos que não foram reformulados, o que mostra o quanto é difícil transformar um valor, principalmente os de cunho moral e religioso, em memórias reformuladas que provoquem crescimento espiritual verdadeiro.

17 Círculo do HO’O HUA

18 PECADO – O sentido de pecado para a Huna é o que vem da palavra grega (hamartia), da hebraica (chatá) e da língua havaiana (hala, hewa e lawehala), com os significados principais de: sair do eixo, desviar de rumo, errar a direção.

19 PECADO segundo Serge King, deriva de três situações provocadas pelo ser humano em suas atitudes e ações, na ordem a seguir:

20 1.OMISSÃO – Desviamos muitas vezes de nosso eixo que é a vivência do sonho básico de vida, por deixarmos de tomar atitudes e executar ações físicas ou mentais, o que vem prejudicar nosso desenvolvimento espiritual. É um pecado em que nos encolhemos e perdemos a oportunidade de experiências que poderiam ser muito valiosas. Com o decorrer da vida, é a omissão o que possivelmente mais nos prejudica nas fases posteriores de nossa existência, por não ser possível corrigir o que não foi feito. Isso nos conduz a querer viver no passado, nos esquecendo de que nossas experiências só podem ser vividas no aqui/agora, pois o único tempo que existe para nós é o presente.

21 2. EXCESSO – Talvez seja esse pecado o mais criticado por ser o que mais aparece. São muitas de nossas atitudes e ações que ficam expostas ao julgamento social, mas o que mais nos faz sofrer, é principalmente o nosso próprio julgamento. Seu perigo é a criação de culpas que nos conduz a memórias de fixações, que podem até causar o aparecimento de doenças físicas ou mentais.

22 3. INTENÇÃO – Este é o mais grave de todos os pecados; nele está implícito o desejo de ferir não só aos outros, mas como conseqüência, a nós mesmos. Quando a intenção nos “tira do eixo” estamos sujeitos a grandes sofrimentos e também a causar nos outros problemas sérios, o que dificulta termos uma visão clara das situações criadas. Isso pode, nos conduzir a desperdiçar em parte, vivências que foram programadas em nosso sonho básico de vida e, assim, não conseguimos enxergar o mal que estamos fazendo a nós mesmos. A ignorância causada por essa CONFUSÃO nos conduz a apegos que já pensávamos estar superados. São experiências amargas e pelas quais sofremos espiritualmente e às vezes mental e fisicamente. Creio que foi para esse tipo de pecado que Jesus nos alertou: ORAI E VIGIAI.

23 Sob o jugo desses pecados procrastinamos, não cumprindo o que determinamos para nós mesmos na formação do sonho básico de vida em Po. Uma das dificuldades é que, como a energia segue o curso do pensamento, nós continuamos praticando ações que não permitem mudar a “intenção” e voltarmos ao eixo do sonho básico de vida.

24 FÉ e CRENÇA.

25 A sensação de que a fé nos causa CONFUSÃO, à primeira vista parece ser uma situação estranha. Podemos dar à fé uma conotação, que tem origem na frase latina “bona fides” (fidelidade, confiança, sinceridade, convicção), e que ela nos conduz a estabelecer ou ter sintonia e harmonia entre o espírito humano e o Divino. É o que em Huna chamamos de “Paulele” ou “mana’o’io” (fé sem dúvida). Esta condição nos leva a formar uma crença como um ato de boa vontade, mostrando-nos que ter “paulele” é uma atitude de intensa vivência que nos permite atingir um estado de consciência.

26 Esse sentido de fé parece uma um tanto paradoxal, pois é para a fé que geralmente apelamos para resolver nossos problemas, mas também podemos usá-la nas situações que nos sustentam “fora do eixo”. Pensemos que uma pessoa bem inteligente se torne um bandido, e que como sabe desenvolver idéias ligadas a um ou mais dos pecados vai se aprimorando, até atingir uma fé em si mesmo e nos cúmplices, que o sustente e ajude a desenvolver suas ações com mais perícia e com menos chance de ser incriminado. Forma uma crença que é um ato da vontade.

27 Temos exemplos de grandes contraventores que assim vivem e que mesmo presos continuam dominando o mundo do crime, ao qual está ligado. É dessa fé que estamos falando como causa do DESAFIO CONFUSÃO (mala fides). Mesmo que tenha uma visão intensa (dentro do desvio) das situações vivenciadas, ela está voltada no sentido de provocar grandes ferimentos nos outros e, no final, atingem principalmente a eles mesmos.

28 Essa fé conduz à formação de CRENÇAS que fortalecem nossas atitudes e ações e, assim, as intenções serão sempre direcionadas para fins que não contribuem para o desenvolvimento do sonho básico como foi formado em Po. A VONTADE, mola propulsora do ser humano e que simbolicamente representa o livre arbítrio quando estamos reencarnados, se fortalece dando árvores que não produzem bons frutos.

29 Um exemplo do desvio que leva a essa fé, são as crenças que se formam e conduzem a um excesso de confiança em um sonho básico de vida com o eixo desviado, e se forem religiosas, levam ao fanatismo. O fanatismo é fruto de uma verdadeira falta de visão espiritual por provocar um enorme apego às crenças desenvolvidas, que passamos a crer serem as únicas reais, e que estamos praticando um bem para nós mesmos e para a humanidade. É uma IGNORÂNCIA como fruto da CONFUSÃO.

30 No mundo atual, o que vemos são essas condições se desenvolverem e também a tecnologia de guerra, que contribui cada vez mais, para o crescimento de um ódio religioso sem limites. Estamos separados por limitações causadas pelo DESAFIO CONFUSÃO e só nos sentiremos melhores, quando conseguirmos ver em cada ser, um possível irmão que está interligado a nós, e que todos merecemos uma chance de perceber que o caminho atualmente seguido só gerará mais CONFUSÃO. Continuamos procrastinando com a grande ilusão causada por memórias de fixação que acreditamos resolver os conflitos. Esquecemos que a mãe natureza quando é sumamente agredida reage e elimina as causas que geram os pecados, isto é, a fé mal interpretada (mala fides) e as crenças fanatizadoras.

31 Existem muitas outras causas de CONFUSÃO como DESAFIO do terceiro PRINCÍPIO. Creio que essas já são suficientes para nos levar a uma reflexão sobre o todo e essencialmente sobre nós mesmos. Geralmente por omissão não formamos uma crença de que tudo poderá ser resolvido com uma maneira diferente de agir. Mudemos nossa FOCALIZAÇÃO, com o pensamento e a fé de que podemos voltar para nossos eixos, com uma fé renovada que criará novas e benéficas crenças.

32 Autor: Sebastião de Melo Formatação: Consolação Monducci kc

33 Hamartia do Grego – A palavra grega hamartia tem os significados de: “Sair do eixo”, “errar o alvo”, “ desviar de rumo”, no sentido de que a pessoa errou o alvo estabelecido no sonho básico de vida em PO. Chatá do Hebraico – Palavra hebraica para pecado: “Errar o alvo ou direção”. Hala, hewa elawehala – Palavras havaianas com o mesmo significado de pecado, como vimos nesta apresentação.


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