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ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Governo do Estado do Pará Secretaria Especial de Promoção Social Instituto de Artes do Pará Alexandre Sequeira.

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1 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Governo do Estado do Pará Secretaria Especial de Promoção Social Instituto de Artes do Pará Alexandre Sequeira Fevereiro de 2014 Workshop de Elaboração de Projetos de Pesquisa em Arte

2 Não se trata ainda da caracterização do problema, mas apenas de situar o tema de modo geral, quer dizer, em que área ele se situa, localizá-lo no tempo e espaço. Toda pesquisa parte de um ponto, de um lugar mental e social determinado que, de certo modo, justifica sua importância. 1. Contextualização do tema:

3 Já tem alguma experiência sobre o assunto? Já fez algum trabalho prévio que o (a) tenha levado para este tema? De onde vem a motivação para realizar essa pesquisa? Evitar cair em discursos subjetivos ou meros relatos pessoais. Trata-se de indicar os elementos que deram origem ao trabalho, pois nenhuma pesquisa nasce do nada. A direção e a orientação, o trajeto e o percurso, sempre partem de um ponto, de uma inquietação e buscam a direção do esclarecimento das questões que o originaram. 2. Histórico da pesquisa:

4 Focalizar com objetividade e clareza o problema, quer dizer, a indagação que tem em mente e que a pesquisa visará abordar. Estamos diante da pergunta: o que será pesquisado? Todas as demais decisões a serem tomadas pelo pesquisador, dependerão da formulação do problema e, portanto, serão tanto mais adequadas quanto maior for a clareza em relação a ele. Devemos no entanto atentar que, especialmente no campo das Artes, a clareza na definição do problema não significa que o pesquisador não decida/precise reformular o problema posteriormente. O processo de pesquisa é essencialmente dinâmico. 3. Definição da questão, do problema:

5 Ligado ao item anterior, o problema não apenas tem que ser claramente definido, mas também deve apresentar justificativas para a sua realização. Por que tal pesquisa é importante? Qual a relevância dela? Indicar a relevância nos encaminha diretamente para o próximo item - o da bibliografia comentada. Na justificativa, estamos diante da pergunta: por que esse problema merece ser pesquisado? A discussão bibliográfica deve indicar que no campo em que o problema se insere, a pesquisa tem algo que contribui para o escopo de conhecimento que já se tem até então sobre a questão. 4. Justificativa:

6 Trata-se de mostrar certo conhecimento sobre o problema que se quer pesquisar. Mostrar familiaridade com o corpo de conhecimento disponível. É ele que dá suporte ao ponto de partida do processo de investigação. Com o conjunto de conhecimento a nosso dispor, podemos nos lançar à busca que, a princípio, foi deflagrada por perceptos que trazemos em nossa mente. 5. Discussão bibliográfica:

7 As hipóteses são possíveis certezas (mesmo que provisórias) que guiarão a pesquisa. Há um problema que foi definido no item 03. O pesquisador imagina um caminho que surge das inquietações que esse problema suscita. No caso de uma pesquisa que culmina em um resultado de natureza artística, as hipóteses se desenham como possíveis bases conceituais nas quais a proposição poética se sustenta, servindo ao final como indutores à reflexão aos que se disponham a sua fruição. 6. Hipóteses:

8 Trata-se de responder à seguinte pergunta: como será conduzida a pesquisa? Quais os meios de aproximação do objeto da pesquisa? Que procedimentos investigativos a pesquisa lançará mão na busca por possíveis resultados? Mesmo considerando o grau de consciência e do domínio intelectual sobre um determinado objeto de estudo, é impossível não considerar a existência de forças intuitivas e sensíveis contidas no processo e a dificuldade de, principalmente numa pesquisa em arte, se apontar previamente caminhos ou métodos de investigação a serem utilizados. 7. Metodologia:

9 Uma experiência no campo da arte é incompatível com a certeza – arte não opera com verdades, mas sim, levanta questões – e uma experiência que se torna calculável e certa, perde imediatamente sua autoridade. Diante do exposto, e por reconhecer que o campo das experimentações e do jogo criativo entre realidade, ficção e imaginário, se constitui em uma das formas mais recorrentes de aproximação das questões que animam as investigações artísticas, é que se aponta como possível opção metodológica, o desenvolvimento de uma pesquisa de natureza teórico-prática de análise qualitativa.

10 O que se pretende alcançar como resultado da pesquisa? Como o artista/pesquisador prevê a apresentação desses resultados? Uma exposição? Com quantos trabalhos? Na forma de um espetáculo? Uma ação artística? Um caderno de artista? Cabe salientar que uma previsão (mesmo que aproximada) da natureza, da forma e da quantificação desse resultado, pode ser de grande importância para a formulação da planilha de previsões orçamentárias. 8. Resultados esperados:

11 Neste item devem ser detalhadas as etapas da pesquisa. Quais os passos que serão seguidos para se alcançar os resultados pretendidos. 9. Cronograma:

12 10. Bibliografia Quais os autores (e os títulos/publicações) que norteiam as ações?

13 Fim


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