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Objetos transicionais e fenômenos transicionais. A primeira possessão  Encontra-se uma ampla variação numa seqüência de eventos que começa com as primeiras.

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1 Objetos transicionais e fenômenos transicionais

2 A primeira possessão  Encontra-se uma ampla variação numa seqüência de eventos que começa com as primeiras atividades punho na boca do bebê até a ligação a um ursinho, uma boneca, um brinquedo macio ou duro;  Os objetos transicionais ou fenômenos transicionais correspondem à área intermediária de experiência entre:  o polegar e ursinho,  o erotismo oral e as verdadeiras relações de objeto,  a atividade criativa primária e a projeção do que já foi introjetado,  o desconhecimento primário da dívida e o reconhecimento desta;

3  Por se tratar de uma zona intermediária, os objetos utilizados pelo bebê não fazem parte de seu corpo, mas inda não são plenamente reconhecidos como pertencentes à realidade externa;  Existência de um enunciado triplo: realidade interna, realidade externa e uma área intermediária de experimentação que recebe contribuições tanto da realidade interna quanto externa;

4  Trata-se de uma área que não é disputada. Ela existe enquanto lugar de repouso para o indivíduo, pois este precisa lutar constantemente para manter as realidades externa e interna separadas e inter- relacionadas;  Envolve, portanto, um estado intermediário entre a inabilidade do bebê e sua crescente habilidade em perceber e aceitar a realidade: entre o subjetivo, a ilusão e o que é objetivamente percebido;

5 Desenvolvimento de um padrão pessoal  Da experiência primitiva da mão na boca até o manuseio de objetos verdadeiramente “não-eu” existem experiências distintas de um indivíduo para outro;  Juntamente com o sugar do polegar podem surgir experiências envolvendo objetos tais como: uma bola de lã, a ponta de um cobertor ou edredom, uma palavra ou uma melodia;  A vivência destas experiências que envolvem o uso destes objetos se tornam vitalmente importantes para o bebê, principalmente no momento de ir dormir, pois constituem uma defesa contra a ansiedade;

6  Os pais sabem do valor do objeto transicional e levam consigo quando viajam. A mãe permite que fique sujo e até mesmo mal-cheiroso, pois lavá-lo significaria uma ruptura de continuidade da experiência do bebê, ruptura que pode até mesmo destruir o significado e o valor que o objeto tem para ele;  Os padrões estabelecidos pelo bebê podem se perpetuar ao longo da infância. Assim, o objeto pode continuar a ser necessário na hora de dormir, em momentos de solidão, ou quando um humor depressivo ameaça manifestar-se;

7  Conforme prosseguir o desenvolvimento, ocorre uma ampliação gradual do âmbito de interesses, que por fim passa a ser mantido, mesmo quando a ansiedade depressiva se aproxima. Isso não impede que a eleição de um objeto transicional possa se dar em uma idade posterior;  Não há diferenças significativas entre os objetos transicionais escolhidos por meninas e meninos;  Por vezes, podem não existir objetos transicionais além da própria mãe. Algumas crianças perturbadas em seu desenvolvimento emocional tem dificuldades de fruir e manter uma relação com objetos transicionais;

8 Qualidades especiais da relação 1. o bebê assume direitos sobre o objeto e concordamos com isso; 2. O objeto é afetuosamente acariciado, bem como excitadamente amado e mutilado; 3. Ele nunca deve mudar, a menos que seja mudado pelo bebê; 4. Deve sobreviver ao amor pulsional e ao ódio também;

9 5. Deve parecer ao bebê que lhe dá calor, ou que se move, ou que possui textura, demonstrando vitalidade ou realidade próprias; 6. Ele é oriundo do exterior, mas pelo ponto de vista do bebê não o é. Também não é visto como interno nem como alucinação; 7. Seu destino é ser descatexizado, perdendo gradativamente o significado para a criança até ser esquecido;

10 Relação do objeto transicional com o simbolismo  Os objetos transicionais indicam o acontecimento de um processo de tornar-se capaz de aceitar diferenças e similaridades;  O objeto transicional é o símbolo de algum objeto parcial. O fato de o bebê utilizá-lo demonstra sua capacidade de simbolização, ou seja, de distinguir entre fantasia e fato, entre o subjetivo e o objetivo;  O objeto transicional passa em alguns momentos a ser mais importante que a própria mãe, uma parte inseparável do bebê;

11 Observações psicanalíticas sobre o objeto transicional 1. Representa o seio ou o objeto da primeira relação; 2. Precede o teste de realidade estabelecido; 3. Na relação com este objeto, o bebê passa do controle onipotente para o controle para a manipulação; 4. O objeto transicional pode se transformar em um objeto fetiche e constituir parte da vida sexual adulta; 5. O objeto transicional pode representar fezes;

12 Relação do objeto transicional com o conceito de objeto interno  O objeto transicional não é um objeto interno, é uma possessão. Também não é visto pelo bebê como um objeto externo;  O objeto transicional jamais está sob controle mágico tal como o objeto interno, nem tampouco fora de controle, como a mãe real;

13 Ilusão -desilusão  Não há possibilidade de um bebê progredir do princípio do prazer para o princípio de realidade sem uma mãe suficientemente boa;  A adaptação quase completa por parte da mãe permite que o bebê desenvolva a ilusão de seu seio faz parte dele, está sob seu controle mágico;  Se o desenvolvimento corre bem o bebê irá poder lucrar com as experiências de frustração, já que a adaptação incompleta à necessidade torna reais os objetos;

14  Os fenômenos transicionais representam os primeiros estágios do uso da ilusão, sem os quais não existe significado na idéia de uma relação com um objeto que é por outros percebido como externo;  A área intermediária é a área concedida ao bebê entre a criatividade primária e a percepção objetiva baseada no teste de realidade;  A mãe fornece ao bebê a ilusão de que existe uma realidade externa correspondente à própria capacidade do bebê de criar;

15  A mãe após proporcionar os fenômenos de ilusão deve gradativamente ir proporcionando ao bebê experiências de desilusão que proporcionarão ao bebê condições de lidar gradualmente com a experiência de desmame;

16 Observações finais  A área intermediária é necessária para o início do relacionamento entre a criança e o mundo.  O essencial desta experiência é não questionamento a respeito da subjetividade ou da objetividade exatamente neste ponto onde está o objeto transicional;  O objeto transicional é ao mesmo tempo algo criado pelo bebê e fornecido pelo ambiente;


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