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Quando, na última Ceia, Jesus afirmou: “Tomai e comei isto é o meu Corpo”; e mais adiante disse: “ Tomai e bebei é o Cálice do meu Sangue”, estava a.

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3 Quando, na última Ceia, Jesus afirmou: “Tomai e comei isto é o meu Corpo”; e mais adiante disse: “ Tomai e bebei é o Cálice do meu Sangue”, estava a referir-se ao dom pleno de Si mesmo, à entrega total da sua vida, do seu amor, de todo o seu ser. Por isso dizemos: Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, Filho de Deus e Filho de Maria.

4 O Senhor Jesus que Se oferece na Ceia e renova a sua oferta no Banquete sagrado do altar, é o Filho de Maria de Nazaré. Daí que o Senhor que temos no sacrifício do altar, que renova o do Calvário, é carne da carne de Maria, é sangue do seu sangue. Verdadeiro Filho, gerado no seio de Nossa Senhora, oferece a sua vida por nós. Mas essa vida veio de Maria, esse corpo foi gerado no ventre sagrado da Virgem Puríssima Santa Maria.

5 A Eucaristia é, por isso, dádiva de Maria, foi Ela que O gerou, O deu à luz no Presépio, O ofereceu no Calvário. O “sim” de Jesus ao Pai e à sua vontade, a oferta de Jesus na Cruz, correspondem ao momento máximo do “ sim “ de Nossa Senhora. Ambos estão unidos pela mesma dádiva. Ele oferece-Se e Ela oferece-O e oferece-Se com Ele.

6 Em cada Eucaristia celebrada em Igreja e pela Igreja, Jesus renova a sua oferta e Maria está misticamente presente, oferecendo-o e oferecendo-Se. Ela é a Mãe do Pão Vivo descido do Céu, é a Senhora do Santíssimo Sacramento, é a Mãe de Jesus Vivo e Glorioso que Se dá a nós em cada Eucaristia.

7 Não sabemos, por dados da Escritura ou da Tradição, se Nossa Senhora esteve presente na última Ceia, mas sabemos que acompanhou os cristãos, nas comunidades primitivas, dum modo particular em Jerusalém, e que, porventura, teria participado alguma vez na “ fração do pão”, na Ceia, celebrada por S. João ou algum dos outros Apóstolos.

8 Fecha-se o círculo dos mistérios: volta a entrar n’Ela, pela Eucaristia, o que d’Ela saiu, no nascimento no Presépio. Ela é de todos os modos a Mãe de Jesus Eucaristia e sem Ela, não tínhamos o Corpo e o Sangue para ser oferecido na Cruz e, agora, ser recebido no altar no Banquete Sagrado.

9 Convidados ao mistério da vida de Nossa Senhora, podemos e devemos celebrá-lo em Eucaristia, preparando o nosso coração para recebê-lo todos os dias, alimento para a nossa alma, fortaleza para o nosso corpo. Quem melhor que Nossa Senhora, a Mãe do Pão do Céu, poderá ajudar-nos? Com Ela celebremos o amor eucarístico. Com Ela, cada dia, preparemos a Eucaristia.

10 Com Ela, a Mãe da eucaristia, o Mãe do Pão do Céu, celebremos o amor de Deus que nos dá a graça de participar no Banquete Sagrado. Maria está de tal modo, ligada ao mistério eucarístico que mereceu que o Papa João Paulo II a chamasse de “Mulher Eucarística”. Ela viveu este espírito eucarístico antes que o Sacramento da Eucaristia fosse instituído por Jesus, isto pelo fato de ter oferecido seu seio virginal à encarnação do Verbo de Deus.

11 Logo após o nascimento de Jesus, ela realizou um gesto puramente eucarístico e ao mesmo tempo, eclesial: apresentou o Menino Jesus aos pastores, aos magos e ao sumo sacerdote no templo em Jerusalém; o fruto bendito de seu ventre apresenta-o ao povo de Deus e aos gentios para que o adorassem e o reconhecessem como o Messias, o próprio Filho de Deus. Toda a vida de Maria se resume numa única palavra: adoração.

12 O venerável São Pedro Julião Eymard, em seu devocionário, afirma que “Maria foi a primeira a adorar o verbo encarnado, quando, ignorado por todo mundo, se achava seguro em seu seio virginal. Oh! Que homenagens tão dignas recebeu Nosso Senhor em seu primeiro tabernáculo animado!... Que bem servido se viu enquanto habitou nele!... Jamais se achou desde então, um cibório de ouro mais precioso ou mais puro!...”

13 Jesus se comprazia nesta adoração de Maria mais que na de todos os anjos do céu. “O Senhor colocou seu tabernáculo no sol !”, disse o salmista; este sol não é outra coisa que o coração de Maria... Em Belém, também foi Maria a primeira a adorar seu divino filho, reclinado sobre a manjedoura. Ela o adorou com um amor perfeito de virgem mãe, com um amor de dileção, somente depois Dela se aproximaram para O adorar São José, os pastores e os magos; Maria abriu este místico sulco que haveria de se bifurcar depois e ramificar-se por todo o mundo.”

14 Texto – Música – Maria da Eucaristia – Anjos de Resgate Imagem – Google Formatação – Altair Castro


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