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Gabriela Oliveira Campos Borges (1) Engenheira Civil Coordenadora do Núcleo de Planejamento de Obras do Departamento Municipal de Água e Esgoto, DMAE –

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Apresentação em tema: "Gabriela Oliveira Campos Borges (1) Engenheira Civil Coordenadora do Núcleo de Planejamento de Obras do Departamento Municipal de Água e Esgoto, DMAE –"— Transcrição da apresentação:

1 Gabriela Oliveira Campos Borges (1) Engenheira Civil Coordenadora do Núcleo de Planejamento de Obras do Departamento Municipal de Água e Esgoto, DMAE – Uberlândia (MG), desde Alexandre Silva Engenheiro Civil Diretor Adjunto do DMAE – Uberlândia (MG). Tatiane Andrade Pereira Bióloga, Engenheira Ambiental pela Universidade de Uberaba, UNIUBE Coordenadora do Núcleo de Efluentes Não Domésticos do DMAE – Uberlândia (MG).

2 BREVE EXPLANAÇÃO ACERCA DO PREMEND: Programa de Recebimento e Monitoramento de Efluentes Não Domésticos do Departamento Municipal de Água e Esgoto da Cidade de Uberlândia –MG. As empresas são notificadas e possuem prazo de 60 dias para entrega do RAE. Um dos itens que compõem o relatório é o projeto hidrossanitário, utilizado para realização das vistorias, onde define-se o ponto de coleta.

3 OBJETIVOS DA VISTORIA: Determinar os pontos de amostragem; Verificar inadequações tais como:  Ligações Cruzadas;  Contribuições de água pluvial na rede de esgoto;  Lançamentos de esgoto na rede de água pluvial;  Ausência de caixas de gorduras; Serve como instrumento para elaboração das Instruções Técnicas.

4 RECORRÊNCIA DE INADEQUAÇÕES: Verificou-se que as inadequações são recorrentes dentro dos ramos de atividades semelhantes; Exemplos:  Indústrias Químicas: Disposição dos produtos e de suas embalagens;  Comércio de Alimentos: Ausência de Caixas de Gorduras ou do desconector das mesmas.

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8 METODOLOGIA: Análise das vistorias realizadas no período de janeiro de 2010 a março de 2014; Levantamento da quantidade de vistorias realizadas, sendo:  1020, considerando a meta atual de 20 vistorias por mês;  572 empresas vistoriadas Levantamento do grupo que possuiu maior número de vistorias realizadas.

9 METODOLOGIA: Divisão em Grupos para os diversos ramos de atividade: Grupo I: Indústrias de alimentos, bebidas e atividades afins. Grupo II: Indústrias químicas, de processamento e atividades afins. Grupo III: Postos de combustíveis, Lava jatos, Oficinas e atividades afins. Grupo IV: Construção civil, marmorarias, serrarias e atividades afins. Grupo V: Hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e atividades afins. Grupo VI: Comércio de alimentos, restaurantes, açougues e atividades afins. Grupo VII: Indústria metalúrgica e atividades afins. Grupo VIII: Outras indústrias não enquadradas nos grupos anteriores.

10 METODOLOGIA: Posteriormente, adotando a divisão indicada, foram estabelecidas as porcentagens de cada Grupo, onde foi verificado que o grupo que apresentou maior número foi o Grupo III, referente a Postos de combustíveis, Lava jatos, Oficinas e atividades afins, representando 38,29% das empresas vistoriadas. Levantamento através dos relatórios de vistoria das inadequações que apresentaram maior n° de recorrências, sendo elas:  Redes não segregadas;  Ausência de CSAO;  Falta de manutenção no sistema.

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19 RESULTADOS: Com o intuito de comparar o resultado das análises físico químicas dos efluentes, foram consideradas as empresas enquadradas neste grupo – III, que já possuem Contrato de Recebimento e Monitoramento de Efluentes Não Domésticos – CREND junto ao PREMEND, garantindo com isso dados para comparação, visto que as empresas que possuem CREND, fizeram pelo menos a coleta conjunta para elaboração do laudo de análise. As empresas que se encaixaram nesta situação são 77 (setenta e sete).

20 RESULTADOS: EMPRESADQOSSTEMPRESADQOSST 1 A 54<600< ,00450, ,31450, ,48150, ,00450, ,97450, ,00450, ,50450, ,00450, ,00450, ,00450, ,60450, ,00450, ,00631, ,00450, ,00450, ,00450, ,00450, ,00450, ,801463, ,00450, ,80450, ,90450, ,003586,66

21 RESULTADOS: Para elaboração desta planilha, considerou-se apenas os resultados referentes a DQO e SST, visto que de acordo com o Decreto, o fator de carga poluidora é definido a partir destes dois parâmetros, através da seguinte fórmula: K1 = 0,26 + 0,38 x (DQO/600) + 0,36 x (SST/450) Os resultados que deram inferior ao limite permitido, ou seja, DQO abaixo de 600mg/L, e Sólidos Suspensos Totais – SST abaixo de 450mg/L, foram considerados o valor limite, visto que assim trata o Decreto. Com estes dados, segregou-se as empresas que obtiveram parâmetros acima do limite permitido, para verificar quais destas apresentaram as inadequações citadas anteriormente, onde obteve-se a seguinte planilha:

22 RESULTADOS: EMPRESA INADEQUAÇÕES REDES SÃO SEGREGADAS? POSSUI CSAO? MANUTENÇÃO CORRETA? EMPRESA 55NÃOSIMNÃO EMPRESA 56NÃOSIMNÃO EMPRESA 57NÃOSIM EMPRESA 58SIM NÃO EMPRESA 59NÃOSIM EMPRESA 60NÃOSIM EMPRESA 61NÃOSIM EMPRESA 62SIM EMPRESA 63NÃOSIMNÃO EMPRESA 64NÃOSIM EMPRESA 65SIM NÃO EMPRESA 66NÃOSIM

23 RESULTADOS: EMPRESA REDES SÃO SEGREGADAS?POSSUI CSAO? MANUTENÇÃO CORRETA? EMPRESA 67NÃOSIMNÃO EMPRESA 68SIM NÃO EMPRESA 69SIM NÃO EMPRESA 70NÃOSIMNÃO EMPRESA 71NÃOSIM EMPRESA 72NÃOSIMNÃO EMPRESA 73NÃOSIMNÃO EMPRESA 74SIM EMPRESA 75NÃOSIMNÃO EMPRESA 76NÃOSIMNÃO EMPRESA 77NÃOSIMNÃO

24 RESULTADOS: Conforme verificado, apenas duas empresas não tiveram nenhuma das inadequações verificadas – Empresas 62 e 74. A partir dos resultados, espera-se poder relacionar o quanto estas inadequações podem prejudicar a qualidade dos efluentes lançados na rede pública de esgoto, e ainda servir para que a equipe de aprovação de projetos observe se estes itens estão em conformidade no projeto, e posteriormente a construção, a equipe de habite-se poderá observar se foi construído conforme projeto.

25 DISCUSSÃO : Os dados obtidos não comprovam relação quanto as inadequações encontradas e os valores obtidos nas análises dos efluentes. A segregação das redes pode não interferir diretamente nos resultados, podendo inclusive em dias chuvosos, diluir uma amostra caso haja lançamento de água pluivial na rede de esgoto, mas não havendo caixa de areia, poderá encaminhar sólidos, e apesar de não ser objeto de estudo deste trabalho, vale ressaltar o custo de operação de uma Estação de Tratamento de Esgoto perdido para tratar água pluvial.

26 CONCLUSÃO: Em um universo de 77 (setenta e sete) empresas, verificou-se que 23 (vinte e três) apresentaram parâmetros fora do estipulado pelo Decreto, destas, apenas duas empresas não apresentaram inadequações e ainda assim obtiveram resultados acima do admitido pelo Decreto. Das empresas analisadas, 43,48% apresentaram recorrência em dois itens analisados, e 92% apresentaram recorrência em pelo menos um dos itens. Ainda que não seja verificado relação entre os resultados e as inadequações, este trabalho poderá servir para atuações preventivas, devendo ser observados estes itens nos setores de aprovação de projetos e habite-se.

27 CONTATO: Telefone: (34) Obrigada!!!


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