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PROF. REGINALDO MILANI ESTATISTICA- AULA Nº 1. INTRODUÇÃO Á DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Quando se estuda uma variável, o maior interesse do pesquisador.

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1 PROF. REGINALDO MILANI ESTATISTICA- AULA Nº 1

2 INTRODUÇÃO Á DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Quando se estuda uma variável, o maior interesse do pesquisador é conhecer o comportamento dessa variável, analisando a ocorrência de suas possíveis realizações. Distribuição de frequência é a maneira de dispor um conjunto de realizações, para se ter uma ideia global sobre alas, ou seja, de sua distribuição.

3 INTRODUÇÃO À DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA São dados agrupados de acordo com intervalos de valores das variáveis. EXEMPLO: Estatura de 100 alunos Estaturas (cm)Número de alunos 140≤ x < ≤ x < ≤ x < ≤ x < ≤ x < ≤ x < ≤ x < 1751 Total 100

4 INTRODUÇÃO À DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Dados absolutos – São aqueles resultantes da coleta direta da fonte, sem outra manipulação senão contagem ou medida. Dados Relativos São resultados de especificações por quociente (razões) para facilitar a compreensão entre as quantidades.

5 INTRODUÇÃO À DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Porcentagem – Os dados relativos são especificados como uma razão relativa ao total, que equivale a uma centena ou uma unidade. Exemplo: Total do rebanho: (100%) Bovinos: 860/1456 – 0,59 → 59% Ovinos: 354/ ,243 → 24% Caprinos: 30/ ,020 → 2% Suínos: 212/ ,1456→ 15%

6 INTRODUÇÃO À DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Rebanho de uma fazenda – ESPÉCIESQuantidadesPorcentagem Bovinos86059 Ovinos35424 Caprinos302 Suínos21215 Total

7 INTRODUÇÃO À DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Índices – Os índices são razões entre duas grandezas tais que uma não inclui a outra. Exemplo: Densidade demográfica = população/ superfície. Renda per capita = Renda/ população.

8 INTRODUÇÃO À DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Coeficientes Os coeficientes são razões entre o número de ocorrências e o número total (ocorrências e não ocorrências). Exemplo: Coeficiente de natalidade Número de nascimentos/ população total. Coeficiente de evasão escolar: Número de evadidos/total inicial de matriculas.

9 INTRODUÇÃO À DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA TAXAS: As taxas são os coeficientes multiplicados por uma potência de 10, para tornar o resultado mais legível. Exemplo: Taxa de mortalidade = coeficiente de mortalidadex1000

10 GRÁFICOS ESTATÍSTICOS GRÁFICO ESTATÍSTICO é uma forma de apresentação dos dados estatísticos cujo objetivo é o de produzir uma impressão mais rápida e viva do fenômeno em estudo. A representação gráfica da distribuição de uma variável tem a vantagem de, rápida e concisamente, informar sobre a sua variabilidade. Existem vários tipos de gráfico que podem ser utilizados

11 GRÁFICOS ESTATÍSTICOS 1)Gráfico em Linha ou Curva – este tipo de gráfico usa uma linha poligonal para representar a série estatística. Para ficar mais claro, ele pode ser hachurado ou preenchido.

12 GRÁFICO EM LINHA OU CURVA

13 GRÁFICOS ESTATÍSTICOS 2) Gráfico em colunas ou barras – este tipo de gráfico usa colunas para representar a série estatística. Podem ser verticais ou horizontais e conter barras múltiplas.

14 GRÁFICO EM COLUNAS OU BARRAS

15 GRÁFICOS ESTATÍSTICOS 3) GRÁFICOS DE SETORES (PIZZAS) - É o tipo de gráfico construído com base num círculo. É útil para representar frações em relação a um total.

16 GRÁFICO DE SETORES (PIZZA)

17 EXERCICIO Fornecida a tabela de dados abaixo, construir um gráfico de linha e um gráfico de coluna ou barra. Consumo de água potável mensal de uma residência: Janeiro - 41 m³ - Julho – 19 m³ Fevereiro- 36 m³ - Agosto – 21 m³ Março - 35 m³ - Setembro- 29 m³ Abril - 33 m³ -Outubro - 30 m³ Maio - 28 m³ - Novembro – 32 m³ Junho - 22 m³ - Dezembro - 36 m³

18 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA TABELA PRIMITIVA E ROL - A tabela em que os elementos não foram organizados numericamente chama-se tabela primitiva. Por exemplo, considere o levantamento de dados da estatura de 40 alunos da escola A (variável x), cujos resultados, em centímetros, mostrados abaixo estão colocados na sequência em que foram obtidos: Estatura de 40 alunos da escola A (cm)

19 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA O primeiro passo para organização dos dados é ordená- los de forma crescente ou decrescente. A tabela assim organizada recebe o nome de Rol: A simples organização dos dados em um rol de ordem crescente já permite determinar diretamente o menor valor (x = 150cm), o maior valor (x=173 cm), o valor que mais ocorre (x=160 cm), e a amplitude de variação (a distância entre o maior e o menor, ∆x= = 23 cm).

20 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Uma maneira mais fácil de mostrar os dados do rol é apresentar cada um seguido do número de vezes que ocorre, ao invés de repeti-los. O número de ocorrências de um determinado valor recebe o nome de frequência. Por exemplo, a estatura de 155 cm ocorre 4 vezes que se escreve f(155) = 4; a estatura de 150 cm ocorre uma vez ou f(150) = 1. A tabela que contem os valores com a sua frequência recebe o nome de distribuição de frequência.

21 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA A distribuição de frequência construída a partir a partir do rol anterior fica: EstaturaFrequência EstaturaFrequência EstaturaFrequência Total 40

22 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Ainda assim, o processo exige muito espaço em especial quando o número da variável (n) aumenta. O mais razoável é agrupar os valores por intervalos. Desse modo, ao invés de listar cada um dos valores que ocorrem, listam-se os intervalos de valores e a frequência correspondente, isto é, ao invés de colocar um aluno com 150 cm, um aluno com 151 cm, etc.. Coloca-se 4 alunos entre 150 e 154cm. Esse intervalo é escrito como 150 │─ 154 que corresponde a 150 ≤ x < 154 ( a variável pode estar desde 150 cm, inclusive, até 154, exclusive)

23 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Definindo o rol de acordo com intervalos, tem-se a seguinte tabela. Estaturas dos alunos do colégio A Estaturas (cm) Frequência 150 │─ │─ │─ │─ │─ │─ 174 Total

24 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Procedendo-se dessa forma, perde-se em informações detalhadas mas ganha-se em simplicidade, pois a análise dos dados fica simplificada. Examinando a tabela anterior, podemos verificar: a)A maioria dos alunos tem estatura entre 154 e 166cm. b)A minoria dos alunos é menor que 154 cm ou maior que 170cm. Frequentemente procedemos dessa forma numa análise estatística, pois o objetivo da estatística é justamente fazer o apanhado geral das características de um conjunto de dados, desinteressando-se por casos particulares.

25 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA CLASSE - As classes são intervalos de variação de uma variável. As classes são representadas simbolicamente por i, sendo i = 1,2,3, k, onde k é o numero total de classes. O numero total de valores é simbolizado por n. Assim, no exemplo estudado, o intervalo 154│─ 158 define a segunda classe (i= 2), o intervalo 166│─ 170 define a quinta classe e assim por diante. Como a distribuição tem seis classes, logo k = 6, a variável x assume 40 valores, logo n = 40.

26 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA

27 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA

28 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA

29 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA AMPLITUDE AMOSTRAL - a amplitude amostral (AA) é o intervalo entre o maior valor { máx.(x)} e o menor valor {min.(x)} dos dados da amostra. AA = máx(x) – min.(x) No exemplo de estudo, a maior estatura é 173 cm e a menor estatura é 150 cm, logo: AA = 173 – 150 = 23 cm

30 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA

31 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA

32 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA iEstaturas (cm) fi

33 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE CLASSES E INTERVALO DE CLASSE- Quando dispomos de uma tabela primitiva ou de um Rol, precisamos estabelecer a quantidade e o intervalo das classes que vamos criar, de outro modo a distribuição de frequência pode não ser útil para a nossa análise. Uma das maneiras de determinar o número de classes é usando a REGRA DE STURGES que determina k em função de n. k ≈ 1 + 3,3 log n, onde k é o número de classes e n o número de dados.

34 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA

35 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA

36 ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA Assim, a tabela completa do exemplo fica: i Estatura (cm) xififriFiFri , ,225130, ,275240, ,200320, ,125370, ,075401,00 Ʃ fi=40 Ʃ fri=1

37 CONCLUSÕES Examinando a tabela, vemos, por exemplo que a terceira classe corresponde a maior fração de alunos (fr3= 0,275), isto é, a maioria dos alunos tem estatura entre 158 e 162 cm. Também é possível ver que 80% dos alunos tem estatura inferior a 166 cm pois a frequência acumulada até a quarta classe (L4= 166) é de 0,800 que corresponde a 80%.

38 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UMA DISTRIBUIÇÃO HISTOGRAMA - É formado por um conjunto de retângulos justapostos cujas bases se localizam sobre o eixo horizontal, de tal modo que os seus pontos médios coincidam com os pontos médios dos intervalos de classe e seus limites coincidam com os limites da classe.

39 EXERCÍCIO As notas obtidas por 50 alunos em uma classe foram: – Responda: B) Qual a amplitude amostral? Qual a amplitude de distribuição? Qual o numero de classes de distribuição? Qual o limite inferior da quarta classe? Qual o limite superior da classe 2? Qual a amplitude do segundo intervalo de classe?

40 EXERCÍCIO


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