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PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO 1ª etapa SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO.

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1 PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO 1ª etapa SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO AMAPÁ PROF. MAGNO JOSÉ TÁVORA DE MENDONÇA 1

2 “Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver.” (Rubem Alves) Alguns princípios de trabalho... “Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento; onde está o conhecimento perdido na informação” (T. S. Eliot) As relações humanas forjaram a atual sociedade em rede que, nascida como sociedade da informação, se tornou sociedade do conhecimento.... Tenho esperanças que se transforme em sociedade da sabedoria.

3 “Atualmente há um novo tipo de liberdade em que é mais compensador fazer explorações do que chegar a conclusões; mais satisfatório surpreender do que saber e mais estimulante procurar do que fixar-se em determinada posição” (Margareth Wheatley. “Liderança e a nova ciência”. Cultrix, 2006) Alguns princípios de trabalho... “A pesquisa como princípio pedagógico” (DCNEM) ou “educar pela pesquisa” (P. Demo)

4 “Nossa principal premissa é de que as fontes dos problemas não podem ser remediadas por mais conselhos de especialistas, melhores consultores e pessoas mais comprometidas. Essas fontes estão na nossa forma mais básica de pensar. E se elas não mudarem, qualquer nova contribuição acabará por produzir os mesmos tipos de ações fundamentalmente improdutivas... Não basta mudar as estratégias, estruturas e sistemas, a não ser que também mude o pensamento que as produziu” (Peter Senge. A Dança das Mudanças. Campus) Alguns princípios de trabalho...

5 As mudanças significativas são locais, e de baixo para cima Pequenas ações podem produzir grandes transformações Uma andorinha também é preciso para fazer verão Alguns princípios de trabalho...

6 As mudanças significativas são locais, e de baixo para cima Pequenas ações podem produzir grandes transformações Alguns princípios de trabalho... 6 Mudar, mudança, nova mudança, “mundo líquido”... Discurso da moda em todos os cantos e recantos. Mas o que, em meio a mudança, permanece? O que deve ser pensado para permanecer? O que de belo e gostoso existe e que deve ser enaltecido? Hiperlink – Vídeo (5:51 – 7:00)

7 “As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos.” Rubem Alves

8 “Minha gratidão aos homens e mulheres de quem me apossei das ideias” (Attico Chassot) Saiu o semeador a semear. Semeou o dia todo. A noite o apanhou ainda Com as mãos cheias de semente. Ele semeava tranquilo, sem pensar na colheita. Porque muito tinha colhido Do que os outros semearam. (Cora Coralina)

9 E vamos lá fazer o que será...

10 EIXO CENTRAL DOS CONTEÚDOS PARA A Os conteúdos visam FUNDAMENTAR a discussão da temática: “Sujeitos do Ensino Médio e Formação Humana Integral, em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio”; A Formação quer criar tempo-espaço para reflexão coletiva sobre a prática docente (reescrita do Projeto Pedagógico da escola com participação de todos os autores do processo educativo). 10 FORMAÇÃO CONTINUADA No tempo e na carga horária de trabalho. Não se reduz ao estudo dos Cadernos.

11 EIXO CENTRAL DOS CONTEÚDOS PARA A Os conteúdos visam FUNDAMENTAR a discussão da temática: “Sujeitos do Ensino Médio e Formação Humana Integral, em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio”; A Formação quer criar tempo-espaço para reflexão coletiva sobre a prática docente (reescrita do Projeto Pedagógico da escola com participação de todos os autores do processo educativo). 11 FORMAÇÃO CONTINUADA (ou REFERENCIAR?!) É pacote fechado “goela abaixo” ? “Não vi novidade alguma!” “Leia, não para contradizer ou negar, nem para acreditar ou aceitar sem crítica... mas sim para pesar e refletir” (F. Bacon) Nós não levaremos novidade (seria arrogância esse querer?!). Nós podemos construir novidades na relação!

12 “Anda, quero te dizer nenhum segredo. Falo desse chão da nossa casa, Vem que está hora de arrumar...” (Beto Guedes) “Uma verdadeira viagem de descoberta não é a de pesquisar novas terras, mas de ter um novo olhar.” (Marcel Proust)

13 “Refletir quer dizer, ao mesmo tempo: a) pesar, repesar, deixar descansar, imaginar sob diversos aspectos o problema, a idéia; b) olhar o seu próprio olhar olhando, refletir-se a si mesmo na reflexão... É preciso alimentar o conhecimento com a reflexão; é preciso alimentar a reflexão com o conhecimento” Edgar Morin

14 Carmen Sylvia Vidigal Moraes - USP Dante Henrique Moura - IFRN Dirce Djanira Pacheco e Zan - UNICAMP Jorge Alberto Rosa Ribeiro - UFRGS CADERNO 1 ENSINO MÉDIO E FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL 14

15 Organização do caderno 1 O caderno 1 apresenta as seguintes temáticas : 1.Ensino Médio – Um balanço institucional 1.1. O império 1.2. A República 1.3. Os anos 1930, o Estado Novo e as Leis orgânicas do Ensino 1.4. Do fim da ditadura Vargas à ditadura civil militar: dos anos 1950 aos Da redemocratização ao período atual 2. Desafios para o Ensino Médio 2.1. Quadro geral do Ensino Médio: o que nos dizem os indicadores sociais 3. Rumo ao Ensino Médio de qualidade social: as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, o Direito à Educação e à Formação Humana Integral 4. Outros desafios às políticas públicas de Ensino Médio 15

16 Objetivos do caderno 1 Contribuir para a reflexão a respeito da realidade atual do Ensino Médio partindo de uma rápida retomada de suas origens e conformação histórica no país. Apresenta indicadores e informações; Enumera desafios a serem enfrentados 16 Sob o ponto de vista dos autores! “Todo ponto de vista é a vista de um ponto” (L. Boff)

17 A que se refere a expressão “ensino médio"? “Designa em todos os países a etapa de ensino situada entre a educação elementar e o ensino superior. Basicamente destinada a formação de jovens adolescentes e de jovens e adultos que a ela não tiveram acesso na chamada idade própria”. 17

18 Balanço histórico... Outro recorte 18 Marco do recorte: 2ª Guerra Mundial País agroexportador: industrialização incipiente; Escola pública, mas dedicada às elites: educação erudita através dos grandes temas da humanidade; Escola como amplos espaços, teatros e jardins: templos do saber. Ascenção escolar é prêmio aos melhores; Corrida desenvolvimentista: sociedade industrial; Progresso através da ciência e da tecnologia: verdades científicas, predomínio do especialista. Escola de massa, como promessa de ascensão social: modelo técnico-fabril – fragmentado, instrumental, sem reflexão crítica; Para as elites, formação propedêutica: intensifica-se o processo seletivo (via vestibular); Para as massas: formação profissionalizante baseada em ordem, disciplina, medo, sonho de futuro, sem estimular a criticidade ou criatividade; 1)Rapidinha... “A vida escolar...” 2)Por que a escola prepara para a vida, em vez de ser a vida exercida no presente?

19 Mais alguns elementos do pós-guerra... O crescimento demográfico-urbano, as pressões populares e as pressões de mercado (nacional e internacional – Teoria do Capital Humano) provocam: expansão do ensino para a juventude: técnico profissionalizante (federal e estadual) e magistério estadual; a LDB 4024/61: estabelece equivalência dos cursos propedêutico e técnico (magistério e mais de 52 habilitações) para acesso em cursos superiores; A LDB 5692/71: estabelece obrigatoriedade do ensino de oito anos (funde primário ao ginasial, criando o 1º grau); e profissionalização compulsória ao ensino para a juventude (2º grau). 19

20 Redemocratização política (CF de 1988) - princípio da PARTICIPAÇÃO influenciando todas as dimensões da educação escolar: gestão democrática, sistemas de avaliação interna e externa (institucional) da escola, projeto político pedagógico, Conselho Escolar, autonomia financeira, aparecimento de diversas propostas de currículo, etc. Na LDB 9394/96 – a) o EM ganha identidade própria como parte da Educação Básica; b) estabelece o projeto de FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL, visando “integrar cultura e trabalho, fornecendo uma educação integrada e unitária capaz de propiciar a compreensão da vida social, da evolução tecno- científica, da história e da dinâmica do trabalho”. 20 Outros elementos... Pós-ditadura militar

21 Uma Generalização... Histórica “O Ensino Médio, ao longo da história, oscilou entre uma finalidade voltada ora para a formação acadêmica, destinada a preparação para o ingresso no ensino superior, ora voltada para uma formação de caráter técnico, com vistas a preparar para o trabalho” (Caderno 3, p. 6) Dualidade no EM Currículo Enciclopédico-propedêudico (acúmulo de informação ) Currículo Pragmático (treinamento ) 21

22 22 CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO?

23 23 Fonte: Censo Escolar INEP/MEC 19,3 % 65,9 % 14,8 % CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO?

24 24 Fonte: INEP/MEC/DEEP EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO? CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO

25 Algumas questões: 1.Qual a importância-necessidade dos dados quantitativos na qualidade do fazer pedagógico do professor? Melhora os olhos? Como esses dados te tocam? 2.Quais indicadores poderiam ser construídos para “objetivar” as dimensões não cognitivas do fazer pedagógico nas escolas? 25

26 EM privado EM Integrado (Rede Federal) “Ensinos médios” EM Integrado Estadual Jovens pobres fora da escola CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO? Formação propedêutica academicista para os mais abastados Profissionalizando nas atividades sociais mais complexas EM Regular Estadual Profissionalizando em precárias estruturas EM EJA 26 Precária formação propedêutica academicista Crise de identidade mais grave Desigualdades Regionais

27 CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO? Além de diversificado, o Ensino Médio é desigual. 27

28 CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO? Além de diversificado, o Ensino Médio é desigual. 28 Por isso, as DCNEN afirmam como, seja na escola pública ou privada, uma FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL - omnilateralidade, que envolve todas as dimensões facilitadoras da emancipação das potencialidades das pessoas. direito de todos

29 CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO? Além de diversificado, o Ensino Médio é desigual. 29 Por isso, as DCNEN afirmam como, seja na escola pública ou privada, uma FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL - omnilateralidade, que envolve todas as dimensões facilitadoras da emancipação das potencialidades das pessoas. direito de todos “Direito à educação não é direito de ir à escola, de ser matriculado em uma escola; é direito de aprender na escola” (Moacir Gadotti)

30 CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO? Além de diversificado, o Ensino Médio é desigual. 30 Por isso, as DCNEN afirmam como direito de todos, seja na escola pública ou privada, uma FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL - omnilateralidade, que envolve todas as dimensões facilitadoras da emancipação das potencialidades das pessoas. Querem superar a histórica dualidade do currículo do EM

31 As DCNEM elegem como eixo integrador e atribuidor de sentido a cada componente curricular, as dimensões do TRABALHO, da CIÊNCIA, da TECNOLOGIA e da CULTURA ( trabalhado no caderno 3) Superação da histórica dualidade do currículo do EM CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO 31 Em que compreensão deve ser tratada a categoria cultura?... Os cadernos não tratam com ênfase as dimensões afetiva-espiritual- ambiental da formação humana integral.

32 O currículo não deve centrar-se exclusivamente nos conteúdos voltados para o acesso ao ensino superior (vestibular ou ENEM), tampouco o foco pode ser a formação instrumental para o mercado de trabalho (empregabilidade), ambos são mutiladores do ser humano e unilaterais; As DCNEM elegem como eixo integrador e atribuidor de sentido a cada componente curricular, as dimensões do TRABALHO, da CIÊNCIA, da TECNOLOGIA e da CULTURA ( trabalhado no caderno 3) Superação da histórica dualidade do currículo do EM CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO 32 “As singularidades de cada escola- comunidade devem ser consideradas no PROJETO PEDAGÓGICO, garantindo a base comum prevista nas Diretrizes”.

33 Superação da histórica dualidade do currículo do EM CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO No conhecer-viver, usar lanterna e poronga! Enxergar a árvore e a floresta, ao mesmo tempo. 33

34 As DCNEM sinalizam ainda com: 1. Integração dos diferentes níveis e modalidades da educação escolar; CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO 34 PROPOSTA: Colocar em discussão, através dos Seminários do Pacto, a tessitura existente entre o Ensino Médio, o Ensino Fundamental e os cursos de formação inicial de docentes nas Universidades e Faculdades privadas, a partir das DCNEM. “Produto” – Ensaios Temáticos coordenados pelos Formadores IES EM Licenciaturas EF

35 As DCNEM sinalizam ainda com: 1. Integração dos diferentes níveis e modalidades da educação escolar; CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO Articulação orgânica entre as políticas educacionais e as políticas públicas das outras dimensões sociais: saúde, economia, segurança, meio ambiente, etc. Articulação não mecânica, que transcenda o necessário apoio logístico, financeiro, de pessoal, etc.... Em uma visão complexa, possíveis soluções para os problemas educacionais podem estar em outros âmbitos. No planejamento, as fronteiras entre as esferas sociais precisam se tornar mais porosas.

36 As DCNEM sinalizam ainda com: 1. Integração dos diferentes níveis e modalidades da educação escolar; CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO Articulação orgânica entre as políticas educacionais e as políticas públicas das outras dimensões sociais: saúde, economia, segurança, meio ambiente, etc. 3. Efetiva colaboração entre as esferas federal, estadual e municipal, evitando sobreposição de programas e desperdício de dinheiro;  Isso se faz mais importante ainda nos pequenos municípios; PROPOSTA: Um dos “produtos” da formação dos Orientadores de Estudos pode ser a construção de uma articulação orgânica entre as ações do Ensino Médio Inovador com o Pacto

37 As DCNEM sinalizam ainda com: 1. Integração dos diferentes níveis e modalidades da educação escolar; CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO Articulação orgânica entre as políticas educacionais e as políticas públicas das outras dimensões sociais: saúde, economia, segurança, meio ambiente, etc. 3. Efetiva colaboração entre as esferas federal, estadual e municipal, evitando sobreposição de programas e desperdício de dinheiro; 4. Incorporação da categoria TRABALHO como princípio educativo que dará base ao currículo. Deve ser tomado em seu duplo sentido: ontológico e histórico. Tomar o Trabalho como princípio educativo significa que a prática educativa decorre da reflexão sobre o mundo do trabalho, da cultura do trabalho, das correlações de forças dos saberes construídos a partir do trabalho, e das relações produtivas.

38 CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO Incorporação da categoria TRABALHO como princípio educativo que dará base ao currículo. Deve ser tomado em seu duplo sentido: ontológico e histórico. Tomar o Trabalho como princípio educativo significa que a prática educativa decorre da reflexão sobre o mundo do trabalho, da cultura do trabalho, das correlações de forças dos saberes construídos a partir do trabalho, e das relações produtivas. Sentido ontológico: o trabalho como mediador entre a natureza e o homem. “É na produção da própria existência que o conhecimento é gerado”. Sentido histórico: visão das diferentes formas assumidas pelo trabalho nas sociedades. “Como práxis produtiva baseada em conhecimento, produz novos conhecimentos”.

39 CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO Incorporação da categoria TRABALHO como princípio educativo que dará base ao currículo. Deve ser tomado em seu duplo sentido: ontológico e histórico. Cotejando com as DCNEN, que outra categoria poderia ser eleita como princípio educativo? Que teorias fundamentam essa escolha?

40 As DCNEM sinalizam ainda com: 1. Integração dos diferentes níveis e modalidades da educação escolar; CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO Articulação orgânica entre as políticas educacionais e as políticas públicas das outras dimensões sociais: saúde, economia, segurança, meio ambiente, etc. 3. Efetiva colaboração entre as esferas federal, estadual e municipal, evitando sobreposição de programas e desperdício de dinheiro; 4. Incorporação da categoria TRABALHO como princípio educativo que dará base ao currículo. Deve ser tomado em seu duplo sentido: ontológico e histórico. 5. Superação da compreensão curricular baseada em “expectativas de aprendizagem” a partir do viés individualista e centrado em resultados (competências e habilidades). De outro modo, a aprendizagem deve ser vista como processo relacional entre sujeitos e saberes de forma complexa;

41 41 A existência da Casa do Professor, com tendência à virar “mansão”; TEXTO: “Cenário contemporâneo” Mesmo acreditando na beleza da auto-organização, sem controle, mais do que outra maneira de fazer, precisamos dialogicamente, de outra maneira de pensar-sentir..... TEXTO: Viviane Mosé Que outros elementos podemos destacar no cenário-rio atual do EM? Que outros desafios-ciriringas conseguimos enxergar nesse cenário? CIRIRINGAS DO ENSINO MÉDIO EM QUAL ÁGUA ESTAMOS NAVEGANDO?

42 42 Diante desse cenário-rio e das ciriringas que enxergamos, o que o professor precisa saber para ensinar? Talvez seja preciso fazer uma pergunta precedente: “como o professor precisa SER para ensinar?” E para finalizar... por enquanto!

43 “Em graus diferentes, todos nós fazemos parte da aventura científica, todos poderemos compartilhar o êxtase que surge a cada nova descoberta; se não por intermédio de nossas próprias atividades de pesquisa, ao menos ao estudarmos as idéias daqueles que expandiram e expandem as fronteiras do conhecimento com criatividade e coragem intelectual. Nesse sentido, você, eu, Heráclito, Copérnico e Einstein somos todos parceiros da mesma dança, todos dançamos com o universo. É a persistência do mistério que nos inspira a criar” (Marcelo Gleiser, in “A Dança do Universo”)


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