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Economia em crise  Desde o início do ano, alguns indicadores econômicos já indicavam o início de uma crise: o modelo do consumo e do endividamento das.

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2 Economia em crise  Desde o início do ano, alguns indicadores econômicos já indicavam o início de uma crise: o modelo do consumo e do endividamento das famílias e do Estado se esgotou;  As eleições presidenciais não alteraram em nada a evolução da crise;  Após as eleições os indicadores apenas confirmam a necessidade urgente de medidas para superar a crise.

3 Inflação cresce e PIB cai

4 Taxa de juros sobe e endivida as famílias do país e o Estado

5 Queda do PIB indica recessão econômica

6 Crise industrial brasileira também confirma recessão

7 Crise derruba a folha de pagamentos e a massa salarial

8 Crise derruba ocupação e afeta emprego dos trabalhadores

9 Dívida pública consome mais de 40% de todo o orçamento do país, apenas os juros somam mais de R$ 200 bilhões em 2014

10 Problemas graves para 2015 Crise fiscal e excesso de gastos do governo; Inflação acima da meta; Dívida crescente do Estado e das famílias; Infraestrutura precária; Nível dos investimentos baixíssimo; Desemprego e salários achatados; Crise política com corrupção da Petrobrás; Estado aparelhado e inchado; Pessimismo do setor privado.

11 Situação da Construção Civil : Espelho aumentado da crise do país

12 Atividade econômica da Construção civil recua em 2014  Projeções do Banco Central, indicam que PIB da Construção Civil são de um declínio de -2,3% em 2014 e de -1,5% em 2015.

13 Inflação no setor da Construção é maior que o índice nacional A taxa de inflação dos custos para a construção civil está subindo gradativamente sendo que no último mês subiu mais que o dobro agravando a crise no setor imobiliário; Segundo um levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas, a inflação referente ao setor da construção civil aumentou 2,03% no mês de maio. O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) já acumula alta de 8,18% nos últimos 12 meses, enquanto o índice nacional está em 6,5%.

14 Evolução dos aumentos reais por setor econômico nas negociações salariais (em % acima da inflação) Atividade Econômica Alimentação0,860,610,861,321,680,81,46 Construção e Mobiliário1,731,252,82,393,411,772,00 Fiação e Tecelagem0,730,230,760,611,20,561,31 Gráfica0,80,61,570,781,420,831,23 Metalúrgica, Mecânica e Mat. Elétrico1,250,651,571,782,571,271,87 Química e Farmacêutica0,770,181,011,11,510,791,08 Vestuário0,220,250,990,721,530,991,14 Fonte: DIEESE. SAS-DIEESE – Sistema de Acompanhamento de Salários

15 Salário médio da Construção e de outros setores econômicos Evolução da remuneração média real mensal da Construção Civil e de outros setores econômicos (em R$) a 2013 Fonte: IBGE

16 O desemprego já preocupa  Desde janeiro de 2014 o aumento das demissões vem sendo verificado. Não há uma expectativa de recuperação no curto prazo, principalmente do setor de infraestrutura, que é menos otimista e depende mais de encomendas governamentais ;  Os três setores da construção pesquisados (infraestrutura, edifícios e serviços especializados) também registraram queda no emprego nos últimos meses.

17 Situação do emprego na Construção e em outros setores O Desemprego atinge mais a Constr ução Civil Fonte: CAGED/MTE

18 Evolução dos acidentes de trabalho na Construção Civil O setor da construção civil é um dos que mais registram acidentes de trabalho no Brasil, eles dobraram em seis anos.

19 Perspectivas para 2015 para o setor da construção civil  BNDES e Bancos Públicos (CEF, Banco do Brasil, BNB e BASA e Bancos estaduais) serão fortalecidos para investimentos?  Investimentos em infraestrutura (PAC III?);  Programa “Minha Casa, Minha Vida” é uma incógnita.

20 Em defesa das aposentadorias especiais A Aposentadoria Especial é uma espécie de benefício previdenciário concedida ao segurado que tenha trabalhado em condições prejudiciais à saúde ou integridade física. Tem direito a esse benefício o “segurado empregado, trabalhador avulso e o contribuinte individual que seja cooperado filiado a cooperativa de trabalho ou de produção”. O total das aposentadorias especiais emitidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2013 foi de cerca de num universo total de mais de 31 milhões de aposentadorias e pensões pagas pela previdência social. Isso representa em termos percentuais apenas 1,21% do total de benefícios previdenciários. As despesas com as aposentadorias especiais também são muito pequenas em relação às despesas totais da previdência social. Elas somaram em 2013 R$ 9,0 bilhões, enquanto que as despesas totais do INSS com pagamento de benefícios somaram R$ 435 bilhões, o que representa apenas 2,11%.

21 Posição da CONTRICOM  Defesa da concessão de aposentadoria especial para os trabalhadores na indústria da construção civil e do mobiliário por perfil profissional, prevista já no Projeto de Lei Complementar nº 60 de 1999, é uma forma de fazer justiça às especificidades de trabalho, dar mais segurança aos trabalhadores de cada tipo de trabalho executado e uma contrapartida para minimizar os efeitos da alta rotatividade e das condições de trabalho precárias.  Obrigatoriedade do empregador em disponibilizar aos SINDICATOS REPRESENTATIVOS DA CATEGORIA os respectivos LAUDOS TÉCNICOS PERICIAIS SOBRE OS MALES DO AMIANTO. Isso trará mais um instrumento para a defesa coletiva, para uma atuação mais eficaz na defesa do trabalhador.

22 Onde se encontram os recursos para as aposentadorias especiais?  O governo alega falta de recursos para concordar com as aposentadorias por categoria profissional;  Entretanto está mais do que claro que o custo é baixo e que existem recursos para isso;  Os recursos se encontra no Orçamento da Seguridade Social em seus artigos 194 e 195.

23 A Seguridade Social e seus superávits (R$ bilhões) Como prova da sobra de recursos dentro do Orçamento da Seguridade Social apresentamos o superávit do sistema nos últimos quatro anos. Como se pode verificar o superávit da Seguridade Social foi, respectivamente, de R$ 55 bilhões em 2010, de R$ 76 bilhões em 2011, de R$ 83 bilhões em 2012 e de R$ 78 bilhões em O total nos recursos que sobraram nesse período foi de R$ 292 bilhões.

24 A previdência social pública também é superavitária DISCRIMINAÇÃOTOTAL SALDO INICIAL RECEBIMENTOS PAGAMENTOS Saldo Operacional (Receita Total - Pagamento Total) - ( ) 8. Saldo Final (Saldo inicial + Saldo operacional) FONTE: Divisão de Programação Financeira do INSS. O Fluxo de Caixa do INSS apresentou em 2013 R$ 18,3 bilhões de superávit, valor suficiente para custear as aposentadorias especiais da Construção Civil.

25 CONTRICOM reivindica junto ao governo A CONTRICOM vem participando de reuniões junto aos técnicos do Ministério da Previdência Social e outras instituições no sentido de viabilizar a aprovação das aposentadorias especiais por categoria profissional; Nesse sentido, a CONTRICOM fará parte de uma comissão especial para realizar os estudos técnicos necessários, inclusive junto a instituições acadêmicas, por exemplo a Universidade de Brasília.

26 Uma pauta para o debate com os trabalhadores da Construção e do Mobiliário  DATA BASE NACIONAL UNIFICADA;  PISO NACIONAL DE SALÁRIO POR CATEGORIA PROFISSIONAL;  REAJUSTE SALARIAL PELO MAIOR ÍNDICE DE INFLAÇÃO DIVULGADO;  AUMENTO REAL DE SALÁRIO PELA TAXA MÉDIA NACIONAL DE CRESCIMENTO REAL DAS REMUNERAÇÕES DOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO;  AUMENTO NA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS;

27 Uma pauta para o debate com os trabalhadores da Construção e do Mobiliário  AUMENTO DOS INVESTIMENTOS EM QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E CRIAÇÃO DE COMISSÃO PARITÁRIA PARA IMPLEMENTAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL;  CRIAÇÃO DE COMISSÃO PARITÁRIA PERMANENTE PARA FISALIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO;  PAGAMENTO DE UM (01) SALÁRIO MÍNIMO PERMANENTE PELA EMPRESA RESPONSÁVEL PARA O TRABALHADOR QUE SE TORNOU INCAPAZ PELO ACIDENTE DE TRABALHO;  REDUÇÃO DA ROTATIVIDADE DO TRABALHO ATRAVÉS DE ESTABELECIMENTO DE CONTRATO DE TRABALHO DE LONGO PRAZO;

28 Uma pauta para o debate com os trabalhadores da Construção e do Mobiliário  CRIAÇÃO DE COMISSÃO PARITÁRIA PARA ACOMPANHAR CRONOGRAMA DE OBRA;  REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO SEM REDUÇÃO SALARIAL;  FIM DA TERCEIRIZAÇÃO;  CRIAÇÃO DE COMISSÃO PARITÁRIA ESPECÍFICA PARA DISCUTIR CAUSAS E PREVENÇÕES DE DOENÇAS DE TRABALHO;  CRIAÇÃO DE COMISSÃO PARITÁRIA ESPECÍFICA PARA DISCUTIR E CALCULAR ÍNDICE DE PRODUTIVIDADE DO SETOR;  DISCUSSÃO DE CRITÉRIOS DE ESTABILIDADE NO EMPREGO EM TEMPOS DE CRISE NO SETOR.

29 Obrigado!!!!!!!!!


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