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PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO USO RÁPIDO NA CLINICA GERAL E NOS PRONTO ATENDIMENTOS Dr. Alexandre Firmo de Souza Cruz MÉDICO PSIQUIATRA Prefeitura Municipal.

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1 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO USO RÁPIDO NA CLINICA GERAL E NOS PRONTO ATENDIMENTOS Dr. Alexandre Firmo de Souza Cruz MÉDICO PSIQUIATRA Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto

2 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO Segundo a Organização Mundial de Saúde, anualmente, um milhão de pessoas falecem em decorrência de suicídios. A taxa global (mundial) é de 16 suicídios para cada habitantes

3 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  Segundo a Organização Mundial de Saúde, taxas de suicídio de até 5/ habitantes são consideradas baixas; entre 5 e 15, médias; entre 15 e 30, altas e acima de 30, muito altas  A taxa de suicídio no Brasil era de 3,9 em  Em 2004 passou a 4,5 para cada 100 mil habitantes “

4 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  O Rio Grande do Sul figura como o estado brasileiro com maior prevalência de suicídio tendo evoluído de 9 nos anos 80, para 11 para habitantes em 1999.(7)  No extremo oeste de Santa Catarina as taxas atingem 10 para cada habitantes

5 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  Um paciente morre a cada 40 segundos no mundo por suicídio.”  A OMS aponta que a maior parte ocorre no sexo masculino e em idosos, mas registra um crescimento do suicídio entre jovens adultos”

6 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  As tentativas de suicídio têm uma frequência 10 a 30 vezes maior do que o suicídio finalizado. “  Na Europa e Norte da África, o suicídio aparece mais relacionado a transtornos mentais.”  Na Ásia há uma associação maior com a impulsividade. A relação homem/mulher nos suicídios é de 3 para 1.(1,2 e 5)”

7 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  Sobre as intervenções estatais efetivas no controle do suicídio temos: Politicas de redução de acesso a pesticidas e/ou armas de fogo (Esta observação vale também para os atendimentos individuais). Tratar adequadamente os casos de depressão, alcoolismo e uso de drogas. “ 

8  Outras medidas:  oSuporte e tratamento para populações de risco (pessoas com depressão e idosos);”  oReforçar as redes de suporte aos sobreviventes de tentativas;”  oTreinamento de profissionais de saúde.” PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO

9 DESEJO VERSUS IDEAÇÃO Há uma diferença entre desejar o suicídio e ter ideias eventuais de suicídio.

10 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO PERGUNTE SE O PACIENTE REALMENTE QUER SE MATAR. ( A pergunta deve ser direta e de preferência feita individualmente. Em alguns casos, o desejo de se matar é uma quase ameaça aos familiares por algum motivo específico. Neste caso a presença dos mesmos familiares na sala pode induzir uma resposta nem sempre muito real)  AÇÃO PRÁTICA

11 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO AGORA PERGUNTE SE O PACIENTE PLANEJOU ALGUMA FORMA DE SE MATAR E SE EXECUTOU ALGO NESTA DIREÇÃO  AÇÃO PRÁTICA

12 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO Alguns pacientes psicóticos ouvem vozes que lhes dão ordens. As alucinações podem ordenar que se mate. Geralmente, alucinações de comando são um indício de maior gravidade do quadro. Geralmente, alucinações de comando são um indício de maior gravidade do quadro.  AÇÃO PRÁTICA

13 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO PERGUNTE SE O PACIENTE JÁ TENTOU O SUICIDIO ALGUMA VEZ, QUANDO FOI E DE QUE FORMA.  AÇÃO PRÁTICA (ATENÇÃO COM TENTATIVAS COM MÉTODO VIOLENTO OU MUITO RECENTES)

14 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA

15 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA

16 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA  Se você já fez as perguntas dos slides anteriores então provavelmente cobriu praticamente 90% dos casos de maior risco de suicídio.  As próximas perguntas vão tornar a avaliação mais precisa.

17 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA  Investigue :  A) Se tem suporte familiar  B) Se vive sozinho  C) Se está empregado no momento  D) Se houve acidente (de automóvel ou não) recente e as circunstâncias)  E) Se já esteve internado por tentativa de suicídio e a gravidade da tentativa.

18 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  Investigue se o paciente é impulsivo e se teve episódios neste sentido que lhe trouxeram problemas.  Pergunte sobre “atitudes” que o deixaram em situação complicada.  AÇÃO PRÁTICA

19 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA  SE JÁ FEZ TODAS ESTAS PEGUNTAS, PARABENS.  VOCE COBRIU A MAIOR PARTE DAS TENTATIVAS DE SUICIDIO NA PRÁTICA CLÍNICA

20 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA  CUIDADO COM O PACIENTE EM MUTISMO ACENTUADO OU COM SINAIS DE PSICOSE.

21 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA  NOS PACIENTES PSICÓTICOS (COM ALUCINAÇÕES OU DELÍRIOS PERSECUTÓRIOS) COM FREQÜÊNCIA SERÁ NECESSÁRIO USAR NEUROLÉPTICOS INJETÁVEIS

22 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA MEDICAÇÕES ANSIOLÍTICAS 1) DIAZEPAM 10MG pode ser usada IM ou V.O. 2) LORAZEPAM 2MG pode ser usado IM ou V.O. * RARAMENTE É NECESSÁRIO O USO EV. CASO VENHA A SER FEITA, A APLICAÇÃO DEVE SER LENTA E COM MONITORAMENTO DO RITMO RESPIRATÓRIO E CARDÍACO

23 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA MEDICAÇÕES ANTIPSICÓTICAS: 1) HALOPERIDOL 5MG 1 AMP IM 2) OLANZAPINA 10MG ½ A 1 AMP IM 3) CLORPROMAZINA 25MG ½ A 1AMP IM EXISTEM OUTRAS OPÇÕES DE NEUROLÉPTICOS INJETÁVEIS. EXISTEM OUTRAS OPÇÕES DE NEUROLÉPTICOS INJETÁVEIS. A CLORPROMAZINA (AMPLICTIL) PODE LEVAR À QUEDA DA PA NECESSITANDO DE ACOMPANHAMENTO A CLORPROMAZINA (AMPLICTIL) PODE LEVAR À QUEDA DA PA NECESSITANDO DE ACOMPANHAMENTO As doses poderão ser repetidas se houver necessidade. Lembrar que alguns neurolépticos demoram 45 minutos ou mais até o efeito As doses poderão ser repetidas se houver necessidade. Lembrar que alguns neurolépticos demoram 45 minutos ou mais até o efeito

24 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA MEDICAÇÕES ANTIHISTAMÍNICAS 1) PROMETAZINA (Fenergan)1 amp IM- tem sido usado por alguns psiquiatras quando se usa o Haloperidol, no sentido de diminuir a possibilidade de reação de impregnação. 1) PROMETAZINA (Fenergan)1 amp IM- tem sido usado por alguns psiquiatras quando se usa o Haloperidol, no sentido de diminuir a possibilidade de reação de impregnação.

25 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA MEDICAÇÕES ANTIDEPRESSIVAS: A Rede Municipal dispõe de tricíclicos (Amitritpitilina, Clomipramina, Imipramina e Nortriptilina) e Inibidores da Recaptação de Serotonina (Fluoxetina e Serotonina) *Observe no entanto que o efeito dos antidepressivos em geral demora 15 a 45 dias.

26 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA ESTABILIZADORES DE HUMOR: Carbamazepina, Ácido Valproico e Carbolitium são estabilizadores de humor. A indicação das medicações geralmente está associada aos quadros de Transtorno Afetivo Bipolar que podem vir acompanhados de depressão. Lamotrigina e Gabapentina têm sido alternativas utilizadas. O ideal é que a avaliação do tipo de estabilizador de humor mais indicado seja feita pelo psiquiatra Carbamazepina, Ácido Valproico e Carbolitium são estabilizadores de humor. A indicação das medicações geralmente está associada aos quadros de Transtorno Afetivo Bipolar que podem vir acompanhados de depressão. Lamotrigina e Gabapentina têm sido alternativas utilizadas. O ideal é que a avaliação do tipo de estabilizador de humor mais indicado seja feita pelo psiquiatra

27 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA OBRIGADO PELA ATENÇÃO ESPERO QUE TENHA SIDO ÚTIL PARA A DELIMITAÇÃO DO RISCO

28 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA POR FAVOR, NÃO SE ESQUEÇA DE ENCAMINHAR O PACIENTE PARA TRATAMENTO ESPECIALIZADO TÃO LOGO SEJA POSSÍVEL.

29 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA A INTERNAÇAO É UMA MEDIDA PROTETORA NÃO PUNITIVA.

30 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO OBRIGADO A TODOS PELA OPORTUNIDADE.

31 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO FIM. FIM.

32 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA BIBLIOGRAFIA 1) OMS- PREVENÇÃO DO SUICIDIO E PROGRAMAS ESPECIAIS- Relatórios nacionais e gráficos disponíveis- Brasil IN internet : dex.html 2) OMS- SUPRE (PREVENÇÃO DO SUICIDIO) In internet: ex.html 3)Erikson, Erik H.- Infãncia e Sociedade- Edtora Zahar –Rio de Janeiro 4) Gelder, M.; Mayou, R. e Cowen, P.- Tratado de Psiquiatria-Guanabara Koogan, 4ª ed. Rio de Janeiro )

33 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA BIBLIOGRAFIA 5) Epidemiologia do suicídio no Brasil ( ): caracterização de idade e sexo taxas de suicídio- Rev. Bras. Psiquiatr. vol.27 no.2 São Paulo June ) BARBOSA, Victório. Estudo descritivo do Suicídio não Município de São Paulo (Brasil) um 1968 Rev. Saúde Pública, São Paulo, v 8, n. 1, março ) MENEGHEL, Stela Nazareth et al. Características epidemiológicas do suicídio no Rio Grande do Sul. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 38, n. 6, Dec ) CARLINI-COTRIM, Beatriz; GAZAL-CARVALHO, Cynthia; GOUVEIA, Nélson. Comportamentos de saúde entre jovens estudantes das redes pública e privada da área metropolitana do Estado de São Paulo. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 34, n. 6, Dec. 2000

34 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA BIBLIOGRAFIA 9) Bertolote, José Manoel; MELLO-SANTOS, Carolina de; Botega, Neury José. Detecção do Risco de Suicídio nn Serviços de Emergência psiquiátrica. Rev. Bras. Psiquiatr., São Paulo, ) FU-I, Lee; WANG, Yuan Pang. Comparação das características demográficas e clínicas entre crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior. Rev. Bras. Psiquiatr., São Paulo, v 30, n. 2, junho de ) Santos, Viviane e al Tentativas de suicídio e mortalidade por suicídio em um município no interior da Bahia- J. bras. psiquiatr. vol.60 no.4 Rio de Janeiro ) Chavez-Hernandes, A M e al. Modelo psicoeducativo para la prevención del suicidio en jóvenes.Salud Ment v.31 n.3 México may./jun. 2008

35 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA BIBLIOGRAFIA 8) CARLINI-COTRIM, Beatriz; GAZAL-CARVALHO, Cynthia; GOUVEIA, Nélson. Comportamentos de saúde entre jovens estudantes das redes pública e privada da área metropolitana do Estado de São Paulo. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 34, n. 6, Dec ) Bertolote, José Manoel; MELLO-SANTOS, Carolina de; Botega, Neury José. Detecção do Risco de Suicídio nn Serviços de Emergência psiquiátrica. Rev. Bras. Psiquiatr., São Paulo, ) FU-I, Lee; WANG, Yuan Pang. Comparação das características demográficas e clínicas entre crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior. Rev. Bras. Psiquiatr., São Paulo, v 30, n. 2, junho de ) Santos, Viviane e al Tentativas de suicídio e mortalidade por suicídio em um município no interior da Bahia- J. bras. psiquiatr. vol.60 no.4 Rio de Janeiro ) Chavez-Hernandes, A M e al. Modelo psicoeducativo para la prevención del suicidio en jóvenes.Salud Ment v.31 n.3 México may./jun

36 PROTOCOLO PARA RISCO DE SUICÍDIO  AÇÃO PRÁTICA BIBLIOGRAFIA 13) Baggio, L. et al.Planejamento suicida entre adolescentes escolares: prevalência e fatores associados Cad. Saúde Pública vol.25 no.1 Rio de Janeiro Jan ) Botega, Neury José et al Prevalências de ideação, plano e tentativa de suicídio: um inquérito de base populacional em Campinas, São Paulo, Brasil Cad. Saúde Pública vol.25 no.12 Rio de Janeiro Dec ) Chachamovich, Eduardo et al Quais são os recentes achados clínicos sobre a associação entre depressão e suicídio?Rev. Bras. Psiquiatr. vol.31 supl.1 São Paulo May ) Palma, Sonia Maria Mota; Calil, Helana Maria- Suicídio em adolescentes no Brasil: problema de saúde publica? Rev. Bras. Psiquiatr. vol.33 no.1 São Paulo Mar. 2011,


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