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DogmasMarianos. Quantos são os dogmas Marianos? Maternidade Virgindade Imaculada Assunção.

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1 DogmasMarianos

2 Quantos são os dogmas Marianos? Maternidade Virgindade Imaculada Assunção

3 Dogmas Marianos Maternidade e VirgindadeImaculada e Assunção Declarados no OrienteDeclarados no Ocidente Nos primeiros séculosNos dois últimos séculos Por decisões de ConcíliosPor decisões de Papas Contra os hereges (dentro da Igreja) Contra ideais do tempo (fora da Igreja) Clara base na BíbliaBase na Tradição, só indireta na Bíblia Comuns às Igrejas cristãs em geral Dogmas exclusivos da Igreja Católica

4 Os dogmas estão fundamentados na Bíblia, lida de acordo com a Tradição. A Bíblia contém materialmente toda a Revelação. Também os quatros dogmas: os dois primeiros explicitamente ou quase; os dois últimos, só implicitamente. Para explicá- los, é necessária justamente a Tradição. Esta não substitui a Bíblia, mas a esclarece e a interpreta, conferindo-lhe “certeza”.

5 Os dogmas são “mistérios”, maravilhas, milagres – palavras que evocam tudo o que Deus operou em Maria. São como janelas que se abrem para o mistério infinito. Ficar no texto dos dogmas, sem ver o que tem por baixo, é ficar examinando a janela em vez de lançar o olhar ao panorama que dela se descortina.

6 Os dogmas nos fazem ver a face mais interna e mais profunda da pessoa da Mãe de Deus. Revelam como o próprio Deus vê Maria, em toda a sua verdadeira riqueza.

7 Que significam os Dogmas Marianos? Falam finalmente do quê? de Maria “... falam naturalmente e diretamente de Maria: são privilégios, graças muito especiais que ela recebeu de Deus. de Cristo... falam de Cristo: a Virgem recebeu essas graças, em função de Cristo. de nossa salvação... falam de nossa salvação: representam tarefas que Maria assumiu em proveito de toda a humanidade. Em outras palavras, os dogmas falam da Virgem para falar de Jesus e também de nós” (Fr. Clodovis M. Boff, p. 11)

8 Nos faz contemplar a Virgem como que tirando o véu e fazendo ver seu rosto de luz e de beleza. Eles evidenciam, na Toda-bela, a que extremos chegou Deus em sua potência, amor e sabedoria.

9 Esquema 1.Bases Bíblicas 2.Magistério 3.Senso da fé III. Aplicação do Dogma II. Explicação teológica do Dogma I. Dados da fé

10 Maternidade Divina

11 I. Dados da Fé 1. Bases bíblicas a) Mãe de meu Senhor (Lc 1,43); b) Ele será grande e será chamado filho do Altíssimo (Lc, 1,32); c) Eis que uma Virgem conceberá e dará à luz um filho, que se chamará Emanuel, que significa: Deus conosco (Mt 1,23 e Is 7, 14). O NT usa em geral a expressão “Mãe de Jesus” para falar de Maria. Sabemos que Jesus é Deus. Logo, Maria é Mãe de Deus.

12 2. Magistério O Concílio de Éfeso – 431 – declarou que Maria é “Mãe de Deus” (Theotókos); porém, “segundo a carne” assumida pelo Verbo. S. Cirilo a Nestório: “Eles não duvidaram em chamar a Santa Virgem de Theotókos... Porque nasceu d´Ela o Verbo... Segundo a carne”. O patriarca da Constantinopla só aceitava o título “Mãe de Cristo” (Christotókos). O título Theotókos foi confirmado: Calcedônia (451); Constantinopla II (553) e Constantinopla III (681).

13 3. Senso dos fiéis Primeiros séculos – theotókos – pagãos – deusas-mães grande deusa egípcia Ísis – mãe do deus Hórus. O povo cristão – Theotókos – a verdadeira “Mãe de Deus”. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus (III e IV). Hoje – segunda parte da Ave-Maria Santa Maria, Mãe de Deus... Imagem: “Mãe com o Menino” catacumbas desde o século II.

14 II. Explicação da Maternidade Divina de Maria Como Maria pode ser Mãe de Deus se Deus é eterno? Éfeso – Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, mas “segundo a carne”, ou seja, segundo a humanidade de Jesus. Pois Jesus é uma pessoa, e ser mãe é ser mãe de uma pessoa, que, no caso, é Deus. Os Credos professam que Jesus nasceu de Maria e não em Maria ou por Maria. Para os Padres da Igreja, Maria é a origem de Cristo e não mero lugar. Assim como se diz que Deus (Cristo) sofreu e morreu, também se pode dizer que ele teve uma mãe.

15 A maternidade de Maria foi plenamente consciente e voluntária A gravidez de Maria não foi de modo algum uma “gravidez indesejada”. Em Lucas a vemos uma mulher consciente, livre e decidida (fiat). Diz o Vaticano II: “Os Santos Padres julgam que Deus não se serviu de Maria como de instrumento meramente passivo, mas julgam-na cooperadora para a salvação humana com livre fé e obediência” (LG 56). A Theotókos está a serviço de Cristo e de nossa Salvação. Deus mandou seu Filho, feito de mulher... para que nós recebêssemos a adoção filial (São Paulo) Santo Agostinho – se Maria é mãe da Cabeça, ela é também mãe dos membros. Ela é, portanto, mãe do “Cristo total”.

16 III.Aplicação do Dogma da Maternidade Divina III. Aplicação do Dogma da Maternidade Divina 1. O que aconteceu na Encarnação – nossa salvação; 2. Modelo maternidade espiritual – cada um pode “conceber” Cristo em seu coração pela fé e “gerá-lo” por meio do próprio testemunho de vida; 3. Para as mães, ensina a superar uma maternidade meramente biológica (carnal), fechada sobre o próprio filho, para elevar-se a uma maternidade mais alta: a maternidade espiritual (comunicando a fé e a graça), a maternidade moral (transmitindo valores) e mesmo a maternidade comunitária (abrindo-se aos filhos dos outros), como Maria fez, assumindo todos os humanos como seus filhos.

17 Virgindade Perpétua de Maria

18 Tal Concílio convocado sem o papa, foi depois aprovado por este (Vigílio) e declarado ecumênico pelo seu sucessor Pelágio I (+561) Concílio de Constantinopla II Concílio de Constantinopla II “encarnou-se (tomou carne) da gloriosa Theotókos e sempre- virgem Maria”

19 I. Dados da Fé 1. Bases Bíblicas a) Em Mateus 1,18-25 temos quatro referencias á virgindade da Mãe de Jesus: “Antes de coabitarem... Ela concebeu...” “O que n´Ela foi concebido vem do Espírito Santo” “Eis que uma Virgem conceberá...” “E, sem que José a tivesse conhecido, ela deu à luz o seu filho...” b) Em Lucas 1,34-35 “Como se fará isso, pois não conheço homem?”

20 2. Magistério a) Credo apostólico: “Nasceu da Virgem Maria”. Credo Constantinopolitano: “E se encarnou pelo Espírito Santo no seio da Virgem Maria” b) Constantinopla II (553) - “sempre virgem Maria”. c) Sínodo de Latrão (649) – “Que Maria, a sempre Virgem imaculada... verdadeiramente concebeu sem sêmen por obra do Espírito Santo, deu à luz... o Deus Verbo e permaneceu inviolada também depois do parto... d) Constituição de Paulo IV (1555) – que Maria é virgem “antes do parto, no parto e depois do parto”

21 3. Senso dos fiéis Virgem é o nome que o povo mais usa para se referir a Maria. Contestações contra virgindade de Maria – Igreja – cedeu convencida de que a virgindade de Maria pertence à esfera do mistério e do milagre. Mesmos os grandes reformadores Lutero, Calvino e Zwínglio, nunca duvidaram da virgindade perpétua de Maria, o que se perdeu com o tempo. Mesmo para o Islá, Maria é sempre virgem, como se vê no Corão (19,20; 21,91; 66,12). Para o livro santo dos muçulmanos, os judeus, negando a virgindade de Maria, nada mais fazem que levantar contra Ela uma “calúnia enorme” (4,155)

22 II. Explicação teológica da Virgindade de Maria I. A virgindade implica: a) “virgindade do corpo”: é a normal integridade física; b) virgindade dos sentidos: é a não experiência de relação sexual; c) virgindade do coração: é a entrega total e perpétua a Cristo e a seu Reino. Essa é a essência da virgindade, que Maria realizou de forma insuperável. Portanto, a virgindade de Maria não é mera virgindade simbólica ou metafórica como pensam alguns.

23 2. A virgindade de Maria é integral, não só no sentido da real entrega de corpo e alma a Deus, mas também no sentido de uma entrega perpétua. Ela não foi só toda de Deus, mas foi também sempre de Deus. Orígenes: “A dignidade de Maria exige que aquele corpo, destinado a servir ao Verbo e sobre o qual descera o Espirito Santo... Não conhecesse relação sexual com homem nenhum”.

24 3. A teologia do século IV já especificava os três momentos a) Antes do parto: dado incontestável do NT b) Depois do parto: a Tradição explicou todas as intenções contrárias a isto, como é o caso dos “irmãos de Jesus”. Jesus moribundo não teria confiado sua Mãe ao Discípulo amado caso tivesse tido outros irmãos. c) No parto: é o ponto mais delicado, que, como a concepção, só se explica porque a Deus nenhuma coisa é impossível. Diz Santo Agostinho: “Nessas coisas, a razão do fato está na onipotência de quem o fez”. Santo Tomás afirma: o parto de Maria foi “totalmente miraculoso”. E o Vaticano II: nascendo de Maria, Cristo “não lhe violou, mas consagrou a integridade virginal” (LG 57)

25 O sentido teológico da virgindade “no parto” é riquíssimo e belíssimo: é um “parto divino”, isto é, digno de Deus ou conveniente à dignidade do Verbo. O corpo da Virgem foi comparado por Sto Ambrósio e S. Jerônimo à “Porta oriental” do novo templo descrito por Ezequiel (44,2), porta que ficaria sempre fechada e só se abriria à passagem do “Príncipe do Povo”. O corpo da Virgem é também visto como o jardim fechado, a fonte selada, só acessível ao Amado, Deus (Ct 4,12). é um “parto paradisíaco”, como teria sido o de Eva, antes do pecado. A Imaculada não foi submetida à maldição do “parto com dores”, fruto do pecado (Gn 3,16) é um “parto messiânico”, como o da Jerusalém do fim dos tempos, a qual antes de sentir as dores, deu à luz um filho (Is 66,7), segundo Sto. Irineu e S. João Damasceno.

26 III. Aplicação do Dogma da Virgindade de Maria 1. Virgindade de Maria: sinal da identidade de Jesus como o Messias divino; 2. A virgindade de Maria marca o início do novo Povo de Deus: Tertuliano: “O Iniciador do novo nascimento devia nascer de forma nova”. Ou seja, a Virgindade de Maria mostra que, assim como Jesus nasceu da Virgem por obra do Espírito Santo, também o povo da Nova Aliança não nasce simplesmente da carne e do sangue, mas nasce virginalmente da Igreja e espiritualmente do Espirito Santo.

27 4. Cristo veio pelo caminho da virgindade: relativização do sexo A virgindade não é em absoluto a condenação do sexo, pois esse foi feito pelo Criador e tem sua função própria: a vida e o amor humano. Isto é muito relevante num mundo como o nosso, onde o sexo é idolatrado. 3. Como Maria, a Igreja gera os filhos de Deus sendo virgem e mãe Os fiéis são gerados virginalmente pela Igreja, enquanto fecundada pela Espirito Santo através da Palavra e dos Sacramentos. Daí ser a Igreja ao mesmo tempo virgem (enquanto concebe esta vida como obra do Espirito Santo) e mãe (enquanto gera a vida divina em nós).

28 Imaculada Conceição

29 I. Dados da fé 1. Magistério Imaculada Conceição Bula Ineffabilis Deus (1854), declarou infalível a doutrina da Imaculada Conceição Pontificado mais longo depois de S. Pedro 31 anos de pontificado 16/06/ /02/1878 Beato Pio IX

30 Temos da definição dogmáticas:... com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos santos Apóstolos Pedro e Paulo e com a Nossa, DECLARAMOS, PRONUNCIAMOS E DEFINIMOS como doutrina revelada por Deus o seguinte: A Beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua concepção, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do Gênero humano, FOI PRESERVADA IMUNE DE TODA MANCHA DE PECADO ORIGINAL.... quem presumir deliberadamente (que Deus não o permita!) pensar em seu coração uma opinião contrária a essa definição, conheça e saiba que seu condena a si mesmo por seu próprio juízo...

31 2. Senso dos fiéis É fonte principal para o dogma da Imaculada. O Povo de Deus, meditando e degustando a Palavra de Deus, compreendeu que a Mãe de Jesus tinha sido, desde sempre, toda pura, sem mancha alguma. Sto Agostinho Sto Agostinho – “Quando se trata de pecado em Maria, pela honra devida ao Senhor, não quero nem discutir”. É impossível “entregar Maria ao Diabo”, sequer por um só momento. Dionísio, o Cartuxo Dionísio, o Cartuxo: “É horroroso para nós dizer que esta mulher, que iria esmagar a cabeça da Serpente, tenha sido alguma vez esmagada por ela...”. No Oriente - festa - século VIII. Outros Concílio, (Basiléia 1439 e Trento ) já tinham abordado. As aparições N. Sra das Graças (1830) e de N. Sra de Lourdes (1857). Pensamentos

32 3. Tradição dos Santos Padres Meditando as Escrituras, os Padres descobrem o mistério da Imaculada especialmente em duas passagens: a) Esta te ferirá a cabeça (Gn 3,15); b) Eis aqui a Serva do Senhor (Lc 1,38): b) Eis aqui a Serva do Senhor (Lc 1,38): os Padres veem Maria como a Nova Eva, que, ao contrário da primeira, sempre disse sim a Deus. Outras figuras que lhe são atribuídas: a) A esposa dos Cânticos: Ela é sem mancha (4,7), torre inexpugnável (4,4), jardim fechado e fonte selada (4,12), bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha (6,10), a princesa-noiva que ascende apoiada em seu esposo real (cf. 8,5; Sl 44).

33 b) A Tenda do Encontro com Deus (Ex 31, 1-11), a morada divina (Shekinah: cf. Lc 1,35), o Templo da Glória (1Rs 8). c) A Arca da Aliança (Ex 25,10; 1Sm 4-6; 2Sm 6; Sl 131; Ap 11,19); d) A escada de Jacó (Gn 28,12), a sarça ardente (Ex 3,2-3), a Sabedoria (Sb 24,14-31), etc.

34 4. Bases bíblicas a) Cheia de graça (Lc 1,28) a) Cheia de graça (Lc 1,28) “plenamente A expressão kecharitomen é única em toda a Bíblia. No sentido mais profundo: “plenamente agraciada”“repleta da graça” agraciada”, “repleta da graça” (S. Jerônimo).

35 b) O Poderoso fez em mim maravilhas Lc 1,49 O dogma da Imaculada é uma das maravilhas que Deus realizou em Maria.

36 II. Explicação teológica da Imaculada 1. O privilégio da Conceição imaculada está finalizado em Cristo A graça da Imaculada está a serviço da Encarnação redentora de Jesus. 2. Imaculada: manifesto em favor da graça original A graça é anterior ao pecado e mais forte do que ele. Na Imaculada, a graça triunfou totalmente, e isso desde o começo de sua existência.

37 III. Aplicação do dogma da Imaculada 1. Confiança inabalável na força radical da graça redentora A graça do Redentor pode sanar nossa vida pela raiz. Pode nos tornar “imaculados”. Faz-nos voltar ao Paraiso (cf. Ap 22,1-2). 2. Maria imaculada: no centro da luta contra o mal Dela foi profetizado: Uma espada transpassará a tua alma (Lc 2,35). A espada da Palavra de Deus atravessará toda a tua vida, fazendo sentir suas exigências extremas. A grande diferença conosco é que ela nunca cedeu ao Sedutor, mas foi sempre sim a Deus.

38 Assunção de Maria

39 I. Dados da Fé 1. Magistério: declaração dogmática Pio XII (2/3/1939-7/10/1958) 01 de novembro de 1950 Munificentissimus Deus Munificentissimus Deus (Deus generosíssimo)

40 ... pela autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e pela Nossa, PRONUNCIAMOS, DECLARAMOS E DEFINIMOS ser dogma revelado por Deus que: A Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, FOI ASSUNTA À GLÓRIA CELESTE EM CORPO E ALMA. Por isso, se alguém (que Deus não o permita!) ousasse negar ou pôr em dúvida voluntariamente o que foi por nós definido, saiba que decaiu da fé divina e católica. Termos a proclamação do dogma:

41 2. Senso dos fiéis Este é outra vitória do senso dos fiéis. a) De fato, o movimento assuncionista jogou sobre Roma uma avalanche de petições em favor do dogma. Eis as etapas desse processo: – a 1ª solicitação pelo Pe. Cesário Shguanin (200 antes) – a rainha da Espanha, Isabela, sob sugestão de Sto. Antonio M. Claret. Pio IX respondeu a esses pedidos que a Assunção era, sim, uma verdade de fé, mas que não tinha ainda chegado o tempo de sua definição.

42 -No Vaticano I, Dom Luigi Vaccari, tentou mobilizar os bispos, para declarar o dogma, sendo silenciado; -No início do século XX, missionário Bártolo Longo, beato, recolheu milhares de assinaturas dos peregrinos em favor do novo dogma. Isto levou a devoção para vários continentes. No Brasil recolheram-se 100 mil assinaturas. -A reação dos Papas Pio X e Bento XV foi mandar aprofundar a questão do ponto de vista teológico. -Já a partir dos anos 30 do século XX, mais de 150 mil imagens da Assunta foram distribuídas pelo mundo. Resultado: de 1863 até 1921 tinham sido recolhidas mais de 1,6 bilhões de assinaturas em favor do dogma; e de 1921 até 1940, quase 6,5 bilhões. De cada cinco diocese no mundo, quatro tinham feito esse pedido. -Pio XII consultou, em 1946, os bispos do mundo inteiro para verificar o sentimento do povo fiel a respeito da doutrina da Assunção. Mais de 98% responderam positivamente.

43 b) Festas – celebrada – Assunção – século VI, na Basílica que a imperatriz Eudóxia (Século V) tinha mandando construir no lugar do “passamento” de Maria em Jerusalém. O imperador Maurício ( ) levou esta festa para Bizâncio e a difundiu por todo o Império, tornando-se a maior festa mariana. E no Ocidente, em Roma, no início do século VII.

44 4. Bases bíblicas Não há nenhum texto explícito e direto da Bíblia que fale da Assunção de Maria. O que há são temas bíblicos, a partir dos quais a Comunidade eclesial, em sua tradição viva, chegou à descoberta (não à invenção). Não está na Escritura, mas se deduz a partir da Escritura. Assim, não é este ou aquele texto, mas o conjunto da mensagem bíblica que depõe a favor da glorificação também corporal da Mãe de Jesus.

45 a) A Mulher vitoriosa sobre a serpente: Ela te ferirá a cabeça (Gn 3,15). Maria, portanto, vence o pecado e também suas consequências: morte e sua corrupção. b) A Nova Eva: como Ela não comeu do “fruto da morte” (Gn 3,6/Lc 1,38), Ela também não podia morrer corporalmente. c) A Igreja viu na “mulher” vestida de sol a figura da Virgem glorificada, “imagem escatológica da Igreja” (LG 68). d) Maria, a primeira pessoa humana tocada plenamente pelo poder da ressurreição de Cristo (Fl 3,1). Paulo: assim em Cristo todos reviverão. Cada qual porém, em sua ordem – como primícias, Cristo; em seguida, os que forem de Cristo... (1Cor 15,22-23).

46 II. Aplicações atuais do dogma da assunção 1. A Virgem na glória é “sinal de esperança segura e de conforto para o Povo de Deus peregrino” (LG 68). A festa da Assunção é a festa de nosso destino; 2. Glorificada em corpo e alma, a Virgem está presente a nós e pode mais junto de Deus; 3. A Virgem gloriosa é um sinal eloquente do jeito de Deus agir: Ele exalta os humildes (Lc 1,52b); 4. A Assunta afirma o valor da vida humana, que é sempre sagrada em sua dimensão biológica. A Assunção é um protesto contra todos os ataques à vida humana, como a guerra e a fome (Segunda Guerra);

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