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MSc. Fernando de Azevedo Alves Brito Professor de Direito do IFBA, Vitória da Conquista Marco Civil da Internet Lei nº 12.965/2014.

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1 MSc. Fernando de Azevedo Alves Brito Professor de Direito do IFBA, Vitória da Conquista Marco Civil da Internet Lei nº /2014

2 Abstração 01 Qual seria o ponto de partida para a vida em sociedade?

3 Abstração 02 Mas qual a importância do Direito para a vida em sociedade? Sociedade + Estado + Direito Limitar as liberdades alheias em prol da Segurança e da paz social

4 Abstração 03 Por qual motivo estabelecer regulamentações para a Internet? Onde há ser humano e relações humanas, há Direito!

5 EIS A QUESTÃOO! O grande dilema... > < LIBERDADE X SEGURANÇA Eis a questão!

6 Como solucionar esse dilema? LIBERDADE SEGURANÇA

7 Com a palavra o Anonymous...

8 Para o Anonymous - O Marco Civil é o S.O.P.A. brasileiro; - A internet deve ser livre e sem regulamentações governamentais; - A liberdade na internet foi aspecto essencial para a intensificação das denúncias contra governos em todo o mundo e para as manifestações de rua em todo o mundo; - O maior objetivo do Marco Civil seria a legitimação da atuação estatal como maior regulador da internet no país;

9 Problemas do Marco Civil... - Como as pessoas por trás de cada site serão encontradas, poderão ser presas e mortas com muita facilidade, por atuarem contra o governo ou comentarem algo contra algum político em grupos, blogs ou redes sociais; - Se muitos já eram perseguidos e processados antes do Marco Civil, depois isso será intensificado, pois o governo terá aval para regular a internet; - O Marco Civil é uma tentativa para calar a única voz ativa e que ainda funciona: a que se dá pela internet;

10 - Os políticos não querem resolver os problemas digitais do povo, pois já não age com esse interesse em outros setores, uma vez que só se interessam em proteger os seus próprios interesses.

11 E na atualidade? O projeto de lei nº 2.126/2011 foi aprovado; Publicação da Lei nº12.965/2014; Ainda não está em vigência, pois foi publicada em 24/04/2014 e o período de Vacatio legis é de 60 dias (art. 32);

12 Mal nasceu e já foi rotulada! Alguns já chamam de “a constituição da internet”, pois estabelece princípios, garantias, deveres e direitos para o seu uso no país, com a intenção de regular todo o arcabouço jurídico sobre o tema; Algumas normas terão aplicação subsidiária à lei do Marco Civil. É hierarquicamente inferior à Constituição Federal de 1988.

13 Como se organiza? 05 Capítulos, em 32 artigos: Capítulo I – Disposições Preliminares - Fundamentos do acesso à internet (art. 2º); - Princípios da disciplina do uso da internet no Brasil (art. 3º); - Objetivos do uso da internet no Brasil (art.4º); - Definições legais relevantes para a aplicação da lei (art. 5º);

14 Fundamentos do uso da Internet o reconhecimento da escala mundial da rede; os direitos humanos, o desenvolvimento da personalidade e o exercício da cidadania em meios digitais; a pluralidade e a diversidade; a abertura e a colaboração; a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor; e a finalidade social da rede.

15 Princípios 1 - LIBERDADE DE EXPRESSÃO Art. 18. O provedor de conexão à internet não será responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros. Art. 19. (...) o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente (...) se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.

16 2 – PRIVACIDADE Art. 8 o A garantia do direito à privacidade e à liberdade de expressão nas comunicações é condição para o pleno exercício do direito de acesso à internet. Parágrafo único. São nulas de pleno direito as cláusulas contratuais que violem o disposto no caput, tais como aquelas que: I - impliquem ofensa à inviolabilidade e ao sigilo das comunicações privadas, pela internet; ou II - em contrato de adesão, não ofereçam como alternativa ao contratante a adoção do foro brasileiro para solução de controvérsias decorrentes de serviços prestados no Brasil.

17 Art. 21. O provedor de aplicações de internet que disponibilize conteúdo gerado por terceiros será responsabilizado subsidiariamente pela violação da intimidade decorrente da divulgação, sem autorização de seus participantes, de imagens, de vídeos ou de outros materiais contendo cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado quando, após o recebimento de notificação pelo participante ou seu representante legal, deixar de promover, de forma diligente, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço, a indisponibilização desse conteúdo. Parágrafo único. A notificação prevista no caput deverá conter, sob pena de nulidade, elementos que permitam a identificação específica do material apontado como violador da intimidade do participante e a verificação da legitimidade para apresentação do pedido.

18 3 – NEUTRALIDADE Art. 9 o O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação. § 1 o A discriminação ou degradação do tráfego será regulamentada nos termos das atribuições privativas do Presidente da República (...), para a fiel execução desta Lei, ouvidos o Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações, e somente poderá decorrer de: I - requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações; e II - priorização de serviços de emergência.

19 São outros capítulos da lei... - CAPÍTULO II DOS DIREITOS E GARANTIAS DOS USUÁRIOS - CAPÍTULO III DA PROVISÃO DE CONEXÃO E DE APLICAÇÕES DE INTERNET - CAPÍTULO IV DA ATUAÇÃO DO PODER PÚBLICO - CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS

20 É possível fazer um balanço positivo?

21 No mais, Muito Obrigado!


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