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Princípio da Patrimonialidade (realidade) da Execução Princípio da Patrimonialidade (realidade) da Execução Art. 591 do CPC: O devedor responde, para o.

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1 Princípio da Patrimonialidade (realidade) da Execução Princípio da Patrimonialidade (realidade) da Execução Art. 591 do CPC: O devedor responde, para o cumprimento de suas obrigações, com todos os seus bens presentes e futuros, salvo as restrições estabelecidas em lei. Art. 591 do CPC: O devedor responde, para o cumprimento de suas obrigações, com todos os seus bens presentes e futuros, salvo as restrições estabelecidas em lei. Débito # Responsabilidade Débito # Responsabilidade

2 Bens do devedor não sujeitos à responsabilidade patrimonial: Bens do devedor não sujeitos à responsabilidade patrimonial: A) BENS ABSOLUTAMENTE IMPENHORÁVEIS: A) BENS ABSOLUTAMENTE IMPENHORÁVEIS: A.1 – art. 649 do CPC Art São absolutamente impenhoráveis: I - os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução; II - os móveis, pertences e utilidades domésticas que guarnecem a residência do executado, salvo os de elevado valor ou que ultrapassem as necessidades comuns correspondentes a um médio padrão de vida; III - os vestuários, bem como os pertences de uso pessoal do executado, salvo se de elevado valor; IV - os vencimentos, subsídios, soldos, salários, remunerações, proventos de aposentadoria, pensões, pecúlios e montepios; as quantias recebidas por liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e sua família, os ganhos de trabalhador autônomo e os honorários de profissional liberal, observado o disposto no § 3º deste artigo; (§ 2º O disposto no inciso IV do caput deste artigo não se aplica no caso de penhora para pagamento de prestação alimentícia)

3 V - os livros, as máquinas, as ferramentas, os utensílios, os instrumentos ou outros bens móveis necessários ou úteis ao exercício de qualquer profissão; VI - o seguro de vida; VII - os materiais necessários para obras em andamento, salvo se essas forem penhoradas; VIII - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família; IX - os recursos públicos recebidos por instituições privadas para aplicação compulsória em educação, saúde ou assistência social; X - até o limite de 40 (quarenta) salários mínimos, a quantia depositada em caderneta de poupança. XI - os recursos públicos do fundo partidário recebidos, nos termos da lei, por partido político

4 A) BENS ABSOLUTAMENTE IMPENHORÁVEIS: A) BENS ABSOLUTAMENTE IMPENHORÁVEIS: A.2 – Bem de família – Lei n /90 Conceito: Conceito: O imóvel residencial próprio do casal, ou da entidade familiar, é impenhorável e não responderá por qualquer tipo de dívida civil, comercial, fiscal, previdenciária ou de outra natureza, contraída pelos cônjuges ou pelos pais ou filhos que sejam seus proprietários e nele residam, salvo nas hipóteses previstas nesta lei. Súmula n. 364 do STJ: O conceito de impenhorabilidade de bem de família abrange também o imóvel pertencente a pessoas solteiras, separadas e viúvas

5 A.2 – Bem de família – Lei n /90 Art. 5º (...), considera-se residência um único imóvel utilizado pelo casal ou pela entidade familiar para moradia permanente. Parágrafo único. Na hipótese de o casal, ou entidade familiar, ser possuidor de vários imóveis utilizados como residência, a impenhorabilidade recairá sobre o de menor valor, salvo se outro tiver sido registrado, para esse fim, no Registro de Imóveis e na forma do art. 70 do Código Civil. Se o devedor oferecer o bem à penhora – renúncia ao benefício Se o devedor oferecer o bem à penhora – renúncia ao benefício

6 Bem de família pode ser penhorado: Art. 3º A impenhorabilidade é oponível em qualquer processo de execução civil, fiscal, previdenciária, trabalhista ou de outra natureza, salvo se movido: I - em razão dos créditos de trabalhadores da própria residência e das respectivas contribuições previdenciárias; II - pelo titular do crédito decorrente do financiamento destinado à construção ou à aquisição do imóvel, no limite dos créditos e acréscimos constituídos em função do respectivo contrato; III -- pelo credor de pensão alimentícia; IV - para cobrança de impostos, predial ou territorial, taxas e contribuições devidas em função do imóvel familiar; V - para execução de hipoteca sobre o imóvel oferecido como garantia real pelo casal ou pela entidade familiar; VI - por ter sido adquirido com produto de crime ou para execução de sentença penal condenatória a ressarcimento, indenização ou perdimento de bens. VII - por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato de locação.

7 Bens do devedor não sujeitos à responsabilidade patrimonial: Bens do devedor não sujeitos à responsabilidade patrimonial: B) BENS RELATIVAMENTE IMPENHORÁVEIS: B) BENS RELATIVAMENTE IMPENHORÁVEIS: Art. 650 do CPC: Podem ser penhorados, à falta de outros bens, os frutos e rendimentos dos bens inalienáveis, salvo se destinados à satisfação de prestação alimentícia Art. 650 do CPC: Podem ser penhorados, à falta de outros bens, os frutos e rendimentos dos bens inalienáveis, salvo se destinados à satisfação de prestação alimentícia Impenhorabilidade é questão de ordem pública. Impenhorabilidade é questão de ordem pública.

8 Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial: Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial: Art. 592 do CPC Art. 592 do CPC Art Ficam sujeitos à execução os bens: I - do sucessor a título singular, tratando-se de execução fundada em direito real ou obrigação reipersecutória; I - do sucessor a título singular, tratando-se de execução fundada em direito real ou obrigação reipersecutória;

9 Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial: Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial: II - do sócio, nos termos da lei; II - do sócio, nos termos da lei; Art Os bens particulares dos sócios não respondem pelas dívidas da sociedade senão nos casos previstos em lei; o sócio, demandado pelo pagamento da dívida, tem direito a exigir que sejam primeiro excutidos os bens da sociedade. Art Os bens particulares dos sócios não respondem pelas dívidas da sociedade senão nos casos previstos em lei; o sócio, demandado pelo pagamento da dívida, tem direito a exigir que sejam primeiro excutidos os bens da sociedade. § 1o Cumpre ao sócio, que alegar o benefício deste artigo, nomear bens da sociedade, sitos na mesma comarca, livres e desembargados, quantos bastem para pagar o débito. § 1o Cumpre ao sócio, que alegar o benefício deste artigo, nomear bens da sociedade, sitos na mesma comarca, livres e desembargados, quantos bastem para pagar o débito.

10 Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial III - do devedor, quando em poder de terceiros; III - do devedor, quando em poder de terceiros; IV - do cônjuge, nos casos em que os seus bens próprios, reservados ou de sua meação respondem pela dívida; IV - do cônjuge, nos casos em que os seus bens próprios, reservados ou de sua meação respondem pela dívida;

11 Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial Bens de terceiros sujeitos à responsabilidade patrimonial V - alienados ou gravados com ônus real em fraude de execução. Art Considera-se em fraude de execução a alienação ou oneração de bens: I - quando sobre eles pender ação fundada em direito real; II - quando, ao tempo da alienação ou oneração, corria contra o devedor demanda capaz de reduzi-lo à insolvência; III - nos demais casos expressos em lei.


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