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Características das superfícies respiratórias Apesar da grande diversidade das superfícies respiratórias, é possível encontrar em todas elas um conjunto.

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2 Características das superfícies respiratórias Apesar da grande diversidade das superfícies respiratórias, é possível encontrar em todas elas um conjunto de características que aumentam a eficácia das trocas que lá ocorrem: são superfícies úmidas → o que permite a dissolução, necessária à difusão dos gases; são superfícies finas → constituídas apenas por uma camada de células epiteliais; são superfícies vascularizadas, no caso da difusão indireta; possuem uma área grande relativamente ao volume dos órgãos em que se situam.

3 RESPIRAÇÃOANIMAIS Difusão Esponjas, celenterados, platelmintos e nematelmintos Cutânea Minhocas e planárias Traqueal Insetos, quilópodes e diplópodes Filotraqueal Aracnídeos Branquial Invertebrados (alguns anelídeos, crustáceos, alguns moluscos e equinodermas) Vertebrados (ciclóstomos, peixes e larvas de anfíbios) Pulmonar Moluscos terrestres, Anfíbio adultos, répteis, aves e mamíferos

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7 Tipos de Respiração

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9 ARTRÓPODES - Respiração Insetos – traqueal

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11 ARTRÓPODES - Respiração Aracnídeos – Filotraqueal

12 ARTRÓPODES - Respiração Crustáceos – Branquial

13 EQUINODERMAS

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17 AnfíbiosRepteisAvesmamíferos AnfíbiosRepteisAves

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20 CORDADOS

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25 SISTEMA RESPIRATÓRIO HUMANO FOSSAS NASAIS LARINGE TRAQUÉIA, BRÔNQUIOS E BRONQUÍOLOS

26 PULMÕES e ALVÉOLOS

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30 HEMATOSE = TROCAS GASOSAS

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32 Imediatamente, um comando localizado no bulbo – ou medula oblonga (um órgão componente do nosso sistema nervoso central) enviaria a mensagem aos músculos respiratórios, fazendo com que se contraíssem. Esse centro de comando, conhecido como centro respiratório bulbar, é altamente sensível ao aumento de CO 2 no sangue e à diminuição do pH sanguíneo decorrente do acúmulo desse gás. Lembre-se que o CO 2 em solução aquosa forma H 2 CO 3, ácido carbônico, que se ioniza em H + e H 2 CO 3 -. O aumento da acidez e o próprio CO 2 em solução física no plasma estimulam os neurônios do centro respiratório. Consequentemente, impulsos nervosos seguem pelo nervo que inerva o diafragma e a musculatura intercostal, promovendo a sua contração e a realização involuntária dos movimentos respiratórios. De início, ocorre uma hiperventilação, ou seja, o ritmo dos movimentos respiratórios aumenta na tentativa de expulsar o excesso de gás carbônico. Lentamente, porém, a situação se normaliza e a respiração volta aos níveis habituais.

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34 Durante a apnéia a pessoa deixa de respirar e o sangue deixa de ser oxigenado. Com isso, o teor de CO 2 aumenta no sangue. Com mais CO 2, há uma maior produção de ácido carbônico no sangue, o que explica a variação de pH para menos na parte inferior da curva Y (1).

35 Logo depois, a pessoa volta a respirar profundamente fazendo aquele barulhão danado do ronco (hiperventilação). O CO 2 começa a ser expulso pela hematose e a concentração de ácido carbônico começa a diminuir, o que explica a subida de pH da curva Y (2).

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37 DIAFRAGMA

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40 GásConcentração no arFração X Pressão atmosférica Pressão parcial O2O2 21%0,21 X 760 mmHg= 160 mmHg CO 2 0,03%0,003 X 760 mmHg= 0,23 mmHg

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