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1 Desequilíbrios Ecológicos e seus Impactos Ambientais e Sociais Prof.ª Dr.ª Maria Dolores Peres Lassala

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Apresentação em tema: "1 Desequilíbrios Ecológicos e seus Impactos Ambientais e Sociais Prof.ª Dr.ª Maria Dolores Peres Lassala"— Transcrição da apresentação:

1 1 Desequilíbrios Ecológicos e seus Impactos Ambientais e Sociais Prof.ª Dr.ª Maria Dolores Peres Lassala

2 2 Desequilíbrios Ecológicos e seus Impactos Ambientais e Sociais DESEQUILÍBRIO x DISTÚRBIO.

3 3 Distúrbios Ecológicos Distúrbio é uma alteração transitória em um ecossistema. Fogo, queda de árvores. Deslizamentos de terras. Atividades vulcânicas. Inundações. Dimensões do Distúrbio: Espaço. Tempo. Magnitude.

4 4 Desequilíbrios Ecológicos causados pelo homem Invenções nucleares. Excesso de pesca/caça. Uso inadequado dos recursos não renováveis. Cortar ou queimar Florestas. Resíduos químicos lançados no mar. Estes desequilíbrios têm afetado não somente os humanos, mas todos os seres vivos, sendo causas das mudanças climáticas e perda de biodiversidade.

5 5 Perdas da Biodiversidade 99% das espécies ameaçadas estão em risco de atividades humanas. Perda e degradação de habitat são as principais ameaças: 86% de todas as aves ameaçadas. 86% dos mamíferos. 88% dos anfíbios. Introduções de espécies exóticas: Mexilhão – zebra. Predadores de topo (peixes, felinos).

6 6 Perdas da Biodiversidade e Mudanças Climáticas Exploração e extração de recursos Caça e a pesca para alimentação. Animais de estimação. Medicina. Poluição e doenças. Mudanças Climáticas. Branqueamento de recifes de corais. Alteração nos padrões de espécies migratórias.

7 7 RESILIÊNCIA AMBIENTAL Resiliência é a capacidade de um determinado ecossistema de retomar sua forma original após uma perturbação/distúrbio. Também definida como limite-resistência do ecossistema a uma mudança para que esta não se converta numa situação irreversível.

8 8 O poder do IMPACTO Após um IMPACTO nada permanece como antes. Impacto Ambiental e/ou Social. Potenciais impactos devem ser identificados antecipadamente e, quando possível, evitados ou mitigados através do feedback de equipe de profissionais multidisciplinares. Toda atividade humana gera impacto ambiental, em maior ou menor escala. Instalação de aeroportos, rodovias ou hidrelétricas.

9 9 Desequilíbrios Ecológicos e seus Impactos Ambientais e Sociais I.Desequilíbrios Ecológicos. Usina Nuclear Fukushima – Japão. Desmatamento da Amazônia – Brasil. Deslizamento de Encostas - Brasil. II.Dados e consequências Ambientais e Sociais.

10 10 Desequilíbrios Ecológicos e seus Impactos Ambientais e Sociais III. Ações do Estado e da Sociedade. Medidas Governamentais. Planos de Mobilização da Sociedade Civil. Medidas de Comportamento e Concientização.

11 11 Desequilíbrios Ecológicos Acidente Nuclear Fukushima – Japão/ 2011

12 12 Acidente Nuclear Fukushima Catástrofe tripla no JAPÃO : Terremoto 8,9 escala Richter. Tsunami ondas 40m de altura. Entre os piores Acidentes Nucleares do Mundo.

13 13 Acidente Nuclear Fukushima Reatores derreteram no desastre. Provocando série de explosões. Vazamentos de Radioativos. Nível 7 (INES) + grave prevista.

14 14 Dados e consequências Ambientais e Sociais hec. de terra infecunda. 560 km de estradas destruídas. Aprox mortos. Indústria pesqueira de 3 a 10 anos de recuperação. 90% das embarcações destruídas. Aprox. 440 pescadores mortos. Escassez de terrenos aproveitáveis para moradias.

15 15 Ações do Estado e da Sociedade Um ano após maior tragédia natural que aconteceu JAPÃO Medidas Governamentais Estradas refeitas. Serviços de água, luz e telefonia normalizados. Prefeitura sugere união dos vilarejos. Municípios maiores + dinâmicos e atrativos. “Residências temporárias”, casas pré-fabricadas. Alarmes de Tsunami.

16 16 Ações do Estado e da Sociedade Planos de Mobilização da Sociedade Civil. Reconstruir vidas (Ong’s e Grupos de Apoio). Sites de Relacionamentos. Agilidade na localização de sobreviventes Localização de animais de estimação

17 17 Ações do Estado e da Sociedade Medidas de Comportamento e Concientização Uso consciente de energias não renováveis. Mudanças no padrão de consumo: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Incentivo a pesquisas de fontes energéticas alternativas. Patrimônio histórico e cultural das cidades devastadas.

18 18 Desequilíbrios Ecológicos Desmatamento na Amazônia – Brasil.

19 19 Desmatamento na Amazônia Floresta Amazônica.

20 20 Dados e consequências Ambientais e Sociais Dez 2009 sistema de alerta detectou 16 km² de destruição na Amazônia área de desmate havia saltado para 175 km² queda de 28% em relação Apesar da queda geral, desmatamento cresceu: Rondônia. Mato Grosso. Acumulado 2011 (1.582km 2 ) Superior aos (1393km 2 ) 2010.

21 21 Dados e consequências Ambientais e Sociais As ações desencadeadas em 2011 na Amazônia Legal. Embargo de hec e de 55 serrarias. Emissão de autos de infração. 1,2 bilhão de reais em multas. Apreensão 127 tratores, 29 barcos e 226 caminhões.

22 22 Fogo e a Floresta amazônica Florestas tropicais úmidas são, normalmente, imunes ao fogo. Fogo rasteiro tem grande potencial de destruição dessas florestas (Epiderme protetora fina). Corte seletivo de madeira de lei (facilita a entrada de radiação solar, perda de umidade e aumenta a carga de combustível no sub-bosque e na serrapilheira). Fragmentação de Florestas (expõe km de bordas criando microclimas + secos). Aumentam a suscetibilidade de combustão.

23 23 Dados e consequências Ambientais e Sociais Florestas submetidas ao fogo. Redução significativa na fauna de vertebrados de médio e grande porte. Morte de aves asfixiadas pela fumaça. Alteração na estrutura de espécies da Flora e da Fauna (insetívoros + suscetíveis / néctar e grãos + beneficiados). Disponibilidade e qualidade de sementes no solo das florestas são diretamente influenciadas pelos distúrbios causados pelo fogo.

24 24 Ações do Estado e da Sociedade Medidas Governamentais Ampliação de fiscalização nas regiões que apresentavam maiores índices de desmatamento: como Boca do Acre (AC), São Félix do Xingu (PA), Novo Progresso (PA), Redenção (PA) e Sinop (MT). Aeronaves equipadas “bambi-bucket” – sacos que comportam 400 litros de água.

25 25 Ações do Estado e da Sociedade Bolívia, Itália e Brasil assinam acordo para evitar incêndios na Amazônia 3,3 milhões U$. 36 meses campanhas de capacitação cidadã. Prevenção de incêndios na Amazônia. Implementações práticas alternativas ao uso do fogo.

26 26 Ações do Estado e da Sociedade Planos de Mobilização da Sociedade Civil Acompanhamento e monitoramento em sites de Detecção de desmatamento em Tempo Real (Deter/Inpe). Divulgação dados desmatamentos na mídia. Promoção de fórum de discussão junto às comunidades afetadas.

27 27 Ações do Estado e da Sociedade Medidas de Comportamento e Concientização: Consumo de madeira certificada. Concientização em assentamentos rurais e colônias agrícolas de uso de queimas escalonadas e concentradas na época das primeiras chuvas. Floresta assume papel de “corta fogo”.

28 28 Desequilíbrios Ecológicos Deslizamentos de Encostas RJ – Brasil/2011.

29 29 Deslizamento de Encostas - Brasil Região Serrana RJ – Brasil/2011

30 30 Dados e consequências Ambientais e Sociais Tragédia Região Serrana – RJ Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis e Sumidouro. Construções irregulares foram primeiras soterradas. Relação entre desmatamento e deslizamentos foram constatados. Maior tragédia Natural das últimas 4 décadas/Brasil. Chuvas torrenciais. Deslizamentos de terra como principal causa das mortes. 399 mortos. 14 mil desabrigados.

31 31 Dados e consequências Ambientais e Sociais

32 32 Ações do Estado e da Sociedade Medidas Governamentais Regras mais rígidas para as construções. Limites maiores de áreas florestais. Desocupação de áreas de risco e criação de sistemas de alerta. Ampliar infraestrutura de apoio a desastres.

33 33 Ações do Estado e da Sociedade Medidas Governamentais Investimentos significativos em capacitação de socorristas (Defesa Civil, bombeiros, exército). Grandes cidades: metade do espaço construído esteja na esfera do irregular e do informal. Urgente criação de uma base de dados sobre riscos ambientais nos municípios brasileiros.

34 34 Ações do Estado e da Sociedade

35 35 Ações do Estado e da Sociedade Planos de Mobilização da Sociedade Civil Institutos de Pesquisas, Ong’s. Mapeamento dessas áreas, considerando características geológicas como declive e espessura do solo, para restringir a ocupação em pontos críticos. Monitoramento constante do nível de saturação das encostas. Orientações da remoção de espécies não nativas da Mata Atlântica. Incentivar o uso de vegetação nativa nas barreiras.

36 36 Ações do Estado e da Sociedade Medidas de Comportamento e Concientização Moradores de áreas vulneráveis a deslizamentos Não remover a vegetação das encostas. Não dificultar o caminho das águas de chuva com lixo. Não fazer cortes no terreno de encostas sem licença pois agrava declividade. Atenção ao aparecimento de fendas ou depressões no terreno. Rachaduras nas paredes das casas. Inclinações de troncos de árvores ou postes.

37 37 Protocolo de Kyoto De Kyoto (1997) a Rio +20 (2012). Relacionar temas abordados com Tratado de Kyoto e últimas conferências sobre clima (COP’s) e meio ambiente e Novo Código Florestal.

38 38 Novo Código Florestal Alteração do Código Florestal promoverá desmatamentos, destruição de ecossistemas e colocará em risco a integridade de nossas florestas. Novo Código Florestal pode agravar depredação dos maguezais. Brasil abriga 3ª área de manguezais do planeta. Estima-se que ¼ da região de mangue original tenha sido destruída. Em parte, para instalação de salinas e fazendas marinhas Código atual mangues APPs. Não podem ser ocupados ou desmatados.

39 39 Novo Código Florestal O texto do novo Código Florestal permitirá desmatar 10% dos manguezais (Amapá, Pará e Maranhão) e 35% demais. Impactos na Biodiversidade 70% das espécies pescadas(peixes, moluscos e crustáceos) comercialmente no Brasil depende dos manquezais em alguma fase da vida. Ponto de parada para alimentação e descanso de aves migratórias (Canadá e EUA). Vegetação dos mangues filtra poluição produzida por centros urbanos (Cubatão refino de petróleo). Apicum(tupi)“brejo de águas salgadas” rico em nutrientes.

40 40 Rio +20 Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável 20 anos depois da Eco-92. Estima-se que, no Brasil, os danos ambientais geram prejuízos da ordem de 700 milhões U$/ano. Ampliação de fundos para pesquisa e educação. Investimentos pesados em fontes de energias limpas. Diminuição do uso de combustíveis fósseis. Sustentabilidade para populações indígenas. Economia verde é crescimento, erradicação da pobreza e justiça social.

41 41 Desequilíbrios Ecológicos e seus Impactos Ambientais e Sociais Prof.ª Dr.ª Maria Dolores Peres Lassala


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