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Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim EMERGÊNCIAS E ACIDENTES AMBIENTAIS Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia.

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1 Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim EMERGÊNCIAS E ACIDENTES AMBIENTAIS Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC

2 22 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC O QUE É? Emergência Ambiental: é uma ameaça súbita ao bem estar do meio ambiente ou à saúde pública devido à liberação de alguma substância nociva ou perigosa ou, ainda, devido a um desastre natural. Acidente Ambiental: é um acontecimento inesperado e indesejado que pode causar, direta ou indiretamente, danos ao meio ambiente e à saúde.

3 33 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC O QUE É? Esses acontecimentos perturbam o equilíbrio da natureza e, normalmente, estão associados também a prejuízos econômicos. Os acidentes podem ser causados pela própria natureza, como é o caso dos vulcões, raios, ciclones, etc. Porém, na maioria das vezes, são causados pelo próprio homem. São os acidentes tecnológicos.

4 44 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC AS OCORRÊNCIAS Há uma série de acidentes que podem gerar danos ambientais, alguns deles são: Derramamento ou vazamento de produtos nocivos; Incêndios; Explosões; Descarrilamentos; Colisões etc. Combate a incêndio. (Fonte: P2R2-MMA)

5 55 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC A gravidade do acidente para o meio ambiente é determinada por uma série de fatores: AS OCORRÊNCIAS VULNERABILIDADE e SENSIBILIDADE do local da ocorrência; Características do PRODUTO; QUANTIDADES envolvidas; Características CLIMÁTICAS no momento da ocorrência; EFICIÊNCIA e rapidez do combate.

6 66 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC AS OCORRÊNCIAS Emergência Química. (Fonte: P2R2-MMA)

7 77 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC Entre as várias consequências de um acidente ou emergência ambiental podemos citar: AS OCORRÊNCIAS Poluição do ar; Contaminação do solo e dos recursos hídricos; Danos à fauna e flora; Destruição de ecossistemas; Danos à saúde humana; Prejuízos econômicos etc.

8 88 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC GERENCIAMENTO DO ACIDENTE O combate a uma situação emergencial deve ser planejado com antecedência para evitar decisões de última hora, retardamento no combate e ações inadequadas. Vale lembrar que em certos casos as vítimas em um acidente não são as que se encontravam no local, e sim pessoas que chegam para tentar ajudar, curiosos e desinformados.

9 99 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC GERENCIAMENTO DO ACIDENTE Nem todos os acidentes ocorrem durante o horário comercial, existem casos de ocorrências à noite, em feriados e fins de semana. Além disso, podem se dar em locais de difícil acesso, não somente para a equipe de combate mas principalmente para os equipamentos e veículos de resgate.

10 10 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC GERENCIAMENTO DO ACIDENTE É necessário prever todos esses fatores, ou seja, é preciso GERENCIAR O ACIDENTE. O gerenciamento de um acidente se divide em duas vertentes: Prevenção e Plano de Ação Emergencial.

11 11 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PREVENÇÃO Uma das técnicas de prevenção de acidentes é chamada de Análise de Riscos. Nessa etapa deve-se responder às seguintes perguntas: O que pode dar errado? Quais são as possíveis causas desses erros? Qual a chance dos erros ocorrerem? Qual é a consequência associada a cada erro? Os riscos são toleráveis? As medidas de segurança existentes são suficientes?

12 12 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PREVENÇÃO Apesar de as perguntas serem relativamente simples, envolvem uma série de tarefas complexas, como: caracterização de todas as atividades, cálculo de frequências, avaliação de vulnerabilidade, simulações matemáticas, criação de estimativas, elaboração de critérios de tolerância, entre outros.

13 13 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PREVENÇÃO Toda essa análise irá possibilitar o GERENCIAMENTO DE RISCOS, que é a formulação e implantação de procedimentos (técnicos e administrativos), que visam controlar e reduzir os riscos existentes. O gerenciamento deve também permitir que a instalação opere dentro dos níveis de segurança considerados toleráveis.

14 14 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PLANOS DE EMERGÊNCIA Os planos de ação para combate a emergências estão previstos em legislação, como na Lei nº. 9966/00, para os casos de poluição por substâncias nocivas ou perigosas em águas jurisdicionais brasileiras.

15 15 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PLANOS DE EMERGÊNCIA A elaboração do Plano de Emergência também é exigida pelo processo de licenciamento ambiental, regulamentado pela Resolução 237/97 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

16 16 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PLANOS DE EMERGÊNCIA Um bom plano de emergência tem que ser prático, deve contemplar ações e procedimentos para cada tipo de cenário emergencial, estabelecendo de forma clara quem são as pessoas envolvidas e qual a atribuição de cada uma.

17 17 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PLANOS DE EMERGÊNCIA Ressalta-se que todas essas ações de prevenção e combate não irão eliminar a possibilidade de ocorrer um acidente, mas podem evitar que um acidente pequeno se transforme em uma tragédia.

18 18 Universidade Federal de Alagoas – UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia – CTEC PLANOS DE EMERGÊNCIA É importante lembrar, ainda, que a resposta a um acidente ambiental não se restringe à contenção dos danos. É fundamental acompanhar o processo de descontaminação e recuperação da área por meio de monitoramento ambiental.


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