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VOX ACADEMICAE INFORMATIVO DO 1º ANO DE MEDICINA ANO I – Nº 5 – Maceió, AL, outubro de 2010 EDITORIAL Salve 15 de Outubro, Dia do Professor. A Turma do.

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1 VOX ACADEMICAE INFORMATIVO DO 1º ANO DE MEDICINA ANO I – Nº 5 – Maceió, AL, outubro de 2010 EDITORIAL Salve 15 de Outubro, Dia do Professor. A Turma do 1º Ano de Medicina prestou uma simples, mas significativa homenagem aos mestres, por ocasião da passagem do seu dia. Neste exemplar: lançada a ideia de pintar a UNCISAL, artigos sobre avaliação, crônica sobre as séries médicas americanas, poesia, história da Medicina. O Conselho Estadual de Educação de Alagoas recomenda que seja instalada uma assessoria para desenvolver um novo modelo pedagógico, para a UNSICAL. Contribuir com essa difícil missão é preciso. É uma tarefa dos acadêmicos, também. 4 AMOR Amor é fogo que arde sem se ver É ferida que dói e não se sente É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer É solitário andar por entre a gente É nunca contentar-se de contente É cuidar que se ganha em se perder. É querer estar preso por vontade É servir a quem vence, o vencedor É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Texto criado pelo método enumerativo Luís de Camões, poeta português PINTANDO O SETE E A UNCISAL A Turma do 1º Ano de Medi- cina anda pintando o sete e quer pintar a nossa universidade. Como diziam os gregos, As aparências enganam. A UNCISAL está muito mais bonita por dentro do que por fora. A Turma lançou a ideia: PINTAR A UNCISAL POR FORA. Está em busca de parcerias, de patrocinadores, de quem queira participar. Se você tem alguma ideia, junte-se a nós e vamos deixar a nossa universidade muito mais bonita do que está. TROPA DE ELITE Dia 18, após as aulas, a turma se reuniu no Shopping Farol para assistir ao filme Tropa de Elite, uma contundente análise sobre a corrup- ção político-administrativa na Polí- cia Militar do Rio de Janeiro. Vale a pena assistir. A vida é maravilhosa. Cabe a gente saber vivê-la. José Sometti MEDICINA POPULAR Coberto de glória por ter realiza- do, na África do Sul, o primeiro trans- plante cardíaco do mundo, o cirurgião Christian Barnard estava em visita ao Brasil, quando foi abordado por uma repórter que lhe dirigiu uma típica per- gunta de leigo: Qual foi a primeira vida que o senhor salvou? O Dr. Barnard não se fez de rogado e foi logo respondendo: Eu era recém-formado e fui chamado a atender uma criança pobre atacada de pneumonia. Chegando ao casebre, vi amarrado à porta um cabrito que iria ser sacrificado para ter sua pele, ainda quente e sangrante, enrolada ao tórax da criança e aí deixada por dois ou três dias. Tal era o tratamento popular usado na região há séculos. Estávamos então iniciando o uso da penicilina, arma recém-introduzida no arsenal terapêutico. Administrei-a à criança, que ficou completamente restabele- cida. - Então, a vida desta criança foi a primeira que o Sr. salvou?, perguntou a repórter. - Não! A primeira vida que salvei foi a daquele pobre cabrito, respondeu risonho o cirurgião. In: Estórias da História da Medicina, de Marcelo Lopes Costa VISITA AO HGUJP A Turma do 1º Ano de Medicina visitará o Hospital de Guarnição de João Pessoa, organização de saúde modelo do Exército Brasileiro. Vai conhecer a rotina do hospital e da carreira do médico militar. A visita está prevista para o 12 de novembro e o retorno, 13. É, também, uma oportunidade para conhecer a bela capital paraibana. Nosso muito obrigado aos monitores MARCELO e ISABELA pelas ótimas aulas práticas de neuroanatomia no sábado, dia 24/10.

2 CONSELHO EDITORIAL Editor-Chefe Acad. José Carlos Equipe Acad. Maria Carolina Acad. Rafael Costa Acad. Rose Viviane Acad. Thaysa Fernanda Revisores Acad. José Carlos Acad. Rose Viviane Correspondências: 23 ETIMOLOGIA Eicosanoides ou icosanoides? Essa palavra vem de um radical grego: eikos-, eikosas-, e significa vinte. Não existe, em Português, uma única palavra com esse significado que comece com eico. Portanto, a forma icosanoides tem tudo a ver com o que falamos. FANTASIA E REALIDADE Quem nunca assistiu a Greys Anatomy, House ou Emergency Room e pensou: Quero essa vida pra mim? É ou não comum ver estudantes de Medicina acompanhando ao menos uma dessas mundialmente mais famosas séries médicas? Tal fenômeno parece refletir os anseios dos acadêmicos, uma vez que esses TV shows mostram um mundo mágico do exercício da Medicina, que envolve o telespectador e aguça nele a vontade de colocar logo a mão na massa, resolver casos. Confesso que, às vezes, eu mesma me sinto assim depois de assistir a um episódio do drama Greys Anatomy. E, como todos aqueles médicos da TV são sempre os suprassumos, os melhores em suas áreas, quem os assiste também nutre o desejo de ser o melhor, projetando-se nas personagens. Mas, todo esse envolvimento com a realidade médica que está nos scripts televisivos por aí afora é bom até certo ponto. Se os seriados iluminam nossa fantasia, também subtraem-nos horas de leituras obrigatórias. Há quem diga que de bom esses programas não têm nada, pois frustram quem espera encontrar na profissão a realidade idealizada da TV. Nada é perfeito assim, comentam; e o pior é que é verdade, mas isso não deve ser motivo de frustração, deve, sim, servir para superarmos nossas expectativas sobre nós mesmos fazendo com que sejamos os melhores apesar de uma realidade não tão perfeita. Tudo é uma questão de sabedoria; com ela conseguimos extrair o melhor das coisas! Acadêmica Maria Carolina Malafaia MIMETISMO CONTRADITÓRIO Não é uma patologia. No sentido figurado, conforme o dicionário Aulete Digital, é mudança consoante o meio, adaptação. Um exemplo: durante o regime militar, era comum o governo fazer dossiês de supostos integrantes dos partidos de esquerda. Eles e outros políticos sempre condenaram essa prática abusiva. Hoje, essas mesmas pessoas usam de dossiês como arma política contra seus adversários. Tal atitude atende pelo nome de mimetismo contraditório. AVALIAÇÃO A avaliação é uma atividade das mais difíceis da prática educativa. Existem muitos conceitos sobre avaliação, formados no decorrer do tempo, que passam pela classificação, descrição, julgamento, negociação, envolvendo aspectos objetivos e subjetivos. Seguindo-se um princípio didático, costuma-se classificar a avaliação em diagnóstica, formativa e somativa, conforme ela seja aplicada no início, durante ou após o processo de ensino-aprendizagem. Li obras de grandes mestres, que escreveram sobre avaliação: Maria Thereza Penna Firme, da UFRJ; Pedro Demo, da UnB e Cipriano Carlos Luckesi, da UFBA. Com a primeira, tive o prazer de conversar, a quem considero a maior autoridade em avaliação no Brasil. Na revista Anais, publicada pela editora da UFRJ, voltada para a prática avaliativa, ela enumera quatro critérios avaliativos: justiça, exatidão, utilidade e viabilidade. A justiça é o critério ético: avalia-se o que se ministrou, o que se acordou, e não, as notas de rodapé. A avaliação não deve ser usado como instrumento disciplinar. A exatidão é o critério técnico: mais objetividade e menos subjetividade, formas variadas, enunciados precisos, questões factíveis e não idealizadas. A utilidade é o critério político-social: a avaliação deve ser útil ao estudante, para saber o seu progresso; ao docente, a fim de constatar se os objetivos educacionais estão sendo atingidos; à instituição, para confirmar o perfil do profissional que está sendo formado; e à sociedade, a fim de que ela possa saber se o cidadão que está sendo formado atende as suas necessidades. A viabilidade é um critério técnico: a avaliação precisa ser exequível, possa ser posta em prática. Pedro Demo abordou mais a avaliação qualitativa, que permite acompanhar o progresso do avaliado. Avalia-se o progresso, e não, a nota em si. Como um exemplo rudimentar, usando-se notas, quem passou de 4 para 7 teve um progresso bem maior do que aquele que saiu de 8 para 9. Quanto ao conceito de avaliação, cito aqui o de Cipriano Carlos Luckesi: Avaliação é um instrumento de compreensão do estágio de aprendizagem em que se encontra o aluno, tendo em vista tomar decisões suficientes e satisfatórias para que ele possa avançar no seu processo de aprendizagem. Gosto desse conceito, pois ele é formativo. A avaliação é um momento a mais para aprender, corrigir metas, mudar o que não deu certo. É muito comum avaliação ser confundida com prova. Prova é, apenas, uma das formas de avaliar; todavia, é a mais usada pelos docentes, por ser a mais fácil de aplicar, principalmente as objetivas. Miniaulas, seminários, resumos, práticas, pesquisas, questões abertas, debates, perguntas, respostas, observações, autoavaliação, avaliação discente, jornadas, congressos, dentre muitos outros, são algumas formas de avaliar a aprendizagem. A avaliação integrada prevê dois fatores básicos: parâmetros factíveis ou alcançados e enfoque interdisciplinar dos resultados. Oxalá, eles nos alcancem muito breve, para que possamos ultrapassar o aspecto apenas classificatório. Acadêmico José Carlos de Freitas


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