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A CIVILIZAÇÃO ÁRABE A Arábia, terra de origem do povo árabe, é uma extensa península banhada pelo Oceano Índico, Mar Vermelho e águas do Golfo Pérsico.

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1 A CIVILIZAÇÃO ÁRABE A Arábia, terra de origem do povo árabe, é uma extensa península banhada pelo Oceano Índico, Mar Vermelho e águas do Golfo Pérsico. A Arábia, terra de origem do povo árabe, é uma extensa península banhada pelo Oceano Índico, Mar Vermelho e águas do Golfo Pérsico. A maior parte do território é formada por desertos onde a vida humana é possível apenas nos oásis nos quais a água brota do subsolo. A maior parte do território é formada por desertos onde a vida humana é possível apenas nos oásis nos quais a água brota do subsolo. Os árabes que habitavam os desertos eram os beduínos, nômades, que viviam da escassa produção agrícola nos oásis (trigo, tâmaras) e da criação de animais domésticos (cabras, camelos). Os árabes que habitavam os desertos eram os beduínos, nômades, que viviam da escassa produção agrícola nos oásis (trigo, tâmaras) e da criação de animais domésticos (cabras, camelos). Eram agressivos e com frequência faziam guerras contra outras tribos ou atacavam cidades. Eram agressivos e com frequência faziam guerras contra outras tribos ou atacavam cidades. Os árabes urbanos habitavam as cidades. Os árabes urbanos habitavam as cidades. As mais importantes ficavam na região do Yemen, próximas do litoral do Mar Vermelho; eram as cidades de Yatreb, Djedad, Meca, Moca. As mais importantes ficavam na região do Yemen, próximas do litoral do Mar Vermelho; eram as cidades de Yatreb, Djedad, Meca, Moca.

2 PENÍNSULA ARÁBICA

3 BEDUÍNOS NO DESERTO

4 A CIVILIZAÇÃO ÁRABE A principal atividade econômica das populações urbanas era o comércio, praticado até em nível internacional. A princípio, os árabes eram politeístas, acreditavam em vários deuses, nas forças da natureza e até em gênios invisíveis (djins). Na cidade de Meca existia um templo de forma cúbica, a Caaba, no interior da qual existia uma Pedra Negra, caída do céu, adorada pelos árabes. Com muita frequência, os beduínos faziam peregrinações religiosas a Meca para beijar a Pedra Negra e fazer comércio na feira local.

5 A CAABA

6 MAOMÉ E O MUNDO ÁRABE No ano de 570, nasceu em Meca o Profeta Maomé, na tribo coraixita. Órfão com pouca idade, ficou sob a guarda de seu avô e viveu algum tempo em uma tribo do deserto. Na adolescência passou a ser caravaneiro. Já adulto, desposou Kadidja, uma viúva rica, proprietária de vários camelos com os quais praticava o comércio em várias regiões. Maomé realizou inúmeras viagens e esteve em contato com judeus e cristãos que muito influenciaram pelas suas crenças monoteístas. Teve visões do arcanjo Gabriel que lhe teria dito: Só Alá é Deus e Maomé é seu Profeta.

7 MAOMÉ E O MUNDO ÁRABE Maomé começou a pregar uma crença monoteísta que contrariava os caraixitas, pois a cidade de Meca, politeísta, atraía muitos peregrinos, principalmente beduínos, que incrementavam o comércio. Sofrendo pressões, no ano de 622 partiu para Yatreb que passou a chamar-se Medina, a Cidade do Profeta. Este fato chamou-se Hégira e assinalou o início do calendário muçulmano. No ano de 630, Maomé tomou Meca dando prosseguimento à sua Guerra Santa que logo difundiu a crença muçulmana. Maomé acreditava ser o profeta de Deus, por isso, após converter sua família, ele começou a pregar a nova crença aos beduínos, convidando-os a abandonar os deuses locais, reconhecer Alá como o único Deus e submeter-se à sua vontade, respeitando os mandamentos que lhes foram revelados. Os seguidores do profeta passaram a ser conhecidos como muçulmanos (entregue ao Islã), islamitas ou maometanos.

8 OS MUÇULMANOS

9 O ISLÃ E OS PRECEITOS RELIGIOSOS Após a morte de Maomé, os califas continuaram a praticar o islamismo. Apoiados nas palavras do Corão ou Alcorão (livro sagrado dos islamitas), eles estenderam o domínio árabe por muitos lugares. De acordo com o livro sagrado, os adeptos do Islã tem por obrigação as seguintes práticas:

10 Profissão de fé: reconhecer Alá como o único Deus e Maomé como seu único profeta. Prece ritual: orar cinco vezes ao dia em direção a Meca. Jejum do Ramadã: jejuar todos os dias do mês do Ramadã (nono mês do calendário muçulmano, considerado o mês da revelação). Esmola Legal: praticar a caridade doando esmolas espontaneamente aos mais pobres. Peregrinação: peregrinar até Meca pelo menos uma vez na vida e dar sete voltas em torno da Caaba, onde se encontra a Pedra Negra.

11 ALCORÃO SAGRADO

12 Entre os preceitos do Islã, encontra-se também a ideia de Jihad (Guerra Santa) na qual, segundo Maomé, todo o muçulmano que morrer expandindo sua fé alcançará o Paraíso. Para os muçulmanos, o Alcorão é a fonte que indica a vontade de Alá, por esse motivo eles organizaram a sua vida de acordo com as ideias contidas neste livros. Além do Corão, existe outro texto sagrado para os muçulmanos, conhecido como Sunna ( A Conduta), que reúne informações sobre o profeta, seus ensinamentos e fatos de sua vida. Com isso, surgiram dois grupos com diferentes pontos de vistas religiosos: os sunitas, seguidores da Sunna e do Corão; e os xiitas, que aceitam somente o Corão como fonte de ensinamento.

13 Maomé recebendo as revelações do Anjo Gabriel

14 A EXPANSÃO ISLÂMICA Os califas que sucederam Maomé passaram a difundir o Islã dominando toda a Arábia. Unificados em um Estado, possuíam uma poderosa força militar; por essa razão, em pouco tempo, eles conquistaram Jerusalém, a Síria, a Pérsia, o Egito, o norte da África e a região do Crescente Fértil.

15 EXPANSÃO MUÇULMANA (SÉCULOS VII e VII)

16 ESPANHA MUÇULMANA: A JOIA DO ISLÃ A Espanha também foi um dos grandes centros culturais do Islã. Muitos judeus e cristãos trabalhavam, ao lado dos escravos, na construção de mesquitas, palácios, hospitais, banhos públicos, jardins e bibliotecas. As cidades foram divididas em subúrbios, que possuíam água encanada e áreas destinadas ao trabalho e ao lazer. Por esses motivos, Al-Andaluz (Terra dos vândalos), como era chamada a Espanha muçulmana, foi reconhecida em toda a Europa e Ásia como a jóia do Islã. A partir do século XI, os cristãos iniciaram uma guerra de reconquista contra os muçulmanos que ocupavam a Península Ibérica. Esse conflito terminou somente em 1492, quando os cristãos expulsaram definitivamente os muçulmanos da Espanha.

17 PALÁCIO DE ALHAMBRA, EM GRANADA NA ESPANHA

18

19 A CONTRIBUIÇÃO DOS ÁRABES MUÇULMANOS Com a bússola e o astrolábio, os árabes também aperfeiçoaram e introduziram no comércio o álcool, a pólvora e o sistema de numeração (números arábicos) utilizado até os dias atuais. Eles também estudaram e realizaram vários progressos na Matemática, Física, Química, Astronomia, Filosofia, entre outras, e obtiveram sucesso nessas áreas. A medicina foi a ciência que eles mais desenvolveram. As artes também tiveram um papel de grande importância na vida dos árabes. Na área da literatura, a poesia e o romance tiveram um importante papel na cultura árabe. Entre essas obras, destacam-se as histórias conhecidas, como As mil e uma noites e as poesias e demais escritos do sábio Omar Khayyan.

20 O astrolábio é um antigo instrumento astronômico, hoje em dia obsoleto, que teve muita importância na astronomia, principalmente na astronomia náutica, quando os astros visíveis no céu constituiam o principal referencial dos primeiros grandes navegadores. O modelo mais antigo, astrolábio planisférico, foi provavelmente inventado pelos gregos ou alexandrinos, em aproximadamente 150 a.C., e mais tarde aperfeiçoado pelos árabes.

21 A BÚSSOLA APERFEIÇOADA PELOS ÁRABES


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