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Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Balanço e Perspectiva da.

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1 Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Balanço e Perspectiva da Inovação e Empresa Nacional

2 Política de Estado Política Econômica Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Plano de Desenvolvimento da Saúde Plano de Desenvolvimento da Agropecuária Plano de Aceleração do Crescimento Infraestrutura PAC Política Nacional de Defesa Política de Desenvolvimento Produtivo PDP Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação PACTI Gestão Compartilhada MCT/MDIC/MEC/MS/ MAPA/MF/MP

3 Prioridades Estratégicas Promover a popularização e o aperfeiçoamento do ensino de ciências nas escolas, bem como a difusão de tecnologias para a inclusão e o desenvolvimento social Expandir, integrar, modernizar e consolidar o Sistema Nacional de C,T&I Fortalecer as atividades de pesquisa e inovação em áreas estratégicas para a soberania do País Intensificar as ações de fomento para a criação de um ambiente favorável à inovação nas empresas e o fortalecimento da PDP Plano de Ação Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional

4 A política brasileira de ciência, tecnologia e inovação, deu intenso apoio à capacitação e formação de recursos humanos e à modernização da infraestrutura de laboratórios em universidades e centros de pesquisa, é responsável pelo incremento expressivo dos indicadores relativos a mestres e doutores titulados, pesquisadores e artigos científicos publicados. e a política de inovação... ganhou impulso nos últimos 5 anos. A política de C&T vem sendo consolidada há 50 anos Para as empresas, o instrumento dos fundos setoriais e o marco legal instituído entre 2003 e 2008 contribuíram fortemente para a absorção de pesquisadores e para o aumento de sua capacidade tecnológica. Plano de Ação Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional

5 MISSÃO DO MCT MISSÃO DO MCT: Introduzir a Cultura da Inovação nas Empresas e na Sociedade EI ABSORÇÃO DA CULTURA DA INOVAÇÃO Motivação Superação de Exigências Técnicas do Mercado Parcerias com ICT SBRT Extensão Tecnológica Serviços Tecnológicos Centros de Inovação SIBRATEC INSTRUMENTOS Recursos próprios Financiamentos Subvenção econômica Incentivos fiscais Bolsas para P,D&I Cursos de capacitação em P,D&I Outros INOVAÇÃOINOVAÇÃO

6 O SBRT é um sistema de informação tecnológica gratuito onde especialistas de diversas áreas respondem dúvidas técnicas de micro, pequenas e médias empresas e de pessoas físicas SBRT - Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Ministério da Ciência e Tecnologia Exemplo de consulta no site do SBRT Solicitação: Como calcular a força de um pistão pneumático, para saber qual comprar corretamente? Assunto: Máquinas e equipamentos Instituição Respondente: SENAI-RS Solução Apresentada: Ver código da Resposta nº 3714 Conclusões e recomendações: Existem outros tipos de cilindros disponíveis no mercado, aqui foram descritos os mais comuns. Quanto aos critérios de seleção, outros fatores relevantes também devem ser considerados na hora de fazer a escolha do equipamento, tais como: forma de fixação, acessórios, vida útil, velocidade de deslocamento, etc. Recomendamos fazer uma consulta com o fabricante do equipamento escolhido, pois eles podem auxiliar na definição do cilindro mais adequado para cada aplicação, bem como dimensionar corretamente o componente de acordo com os critérios mencionados anteriormente. Apoio:

7 Programas para apoio às Empresas Inovadoras EI PRÓ-INOVAPRÓ-INOVA Empreendedorismo Intensivo em Conhecimento Empresas de Base Tecnológica em consolidação PNI Incubadoras Parques Tecnológicos INOVAR Incubadora de fundos Fórum Brasil de inovação Portal capital de risco Brasil Rede inovar Capacitação/Treinamento de agentes PRIME Subvenção Econômica Juro Zero Agregação de Valor aos Produtos/Processos para Aumentar a Competitividade Empresas Consolidadas Financiamento Inova Brasil Juro Zero Outros Subvenção Econômica Subvenção à Inovação Pappe-Subvenção Outros Incentivos Fiscais Lei do Bem Lei de Informática Outros RH para P,D&I Capacitação de dirigentes de PME RHAE – Pesquisador na Empresa Outras bolsas de P,D&I do CNPq Outros SIBRATEC

8 Manual Prático de Inovação para Empresas OBJETIVO: Este material tem por objetivo ser uma referência para o acesso a benefícios, recursos e gestão da inovação Pró-inova - Programa Nacional de Sensibilização e Mobilização para a Inovação Conheça o Simulador Financeiro de Incentivos Fiscais da Lei do Bem (Lei n.º , de ), que permite o usufruto de incentivos fiscais pelas pessoas jurídicas que realizem pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica.Simulador Financeiro de Incentivos Fiscais da Lei do Bem A empresa poderá simular os benefícios que poderá auferir. Uma iniciativa:

9 Pró-Inova Pró-Inova Parceiros do Programa MCT, FINEP, CNPq, CGEE, MDIC, INPI, INMETRO, ABDI, BNDES, SEBRAE, CNI, IEL, ANPEI, ANPROTEC, MBC, PROTEC, CONFAP, ABIPTI Principais resultados: BNDES: 65 operações de serviços de inovação do Cartão BNDES - Total R$ 577 mil – RS cada CNI: MEI - Mobilização Empresarial para a Inovação – Inovação como prioridade para a indústria. Meta: 60 mil empresas inovadoras em 4 anos. ANPEI: 16 eventos, para pessoas sobre utilização da Lei do Bem, gestão de projetos e planejamento para a inovação CGEE/ABDI: Nova versão do Portal Inovação – nova interface gráfica, geração de mapas de competência, informações sobre PI, redes de relacionamento SEBRAE: Programa ALI – Agentes Locais de Inovação: em 2009, 90 agentes para atender empresas (DF, RN, PR) IEL: Programas de Educação Executiva (Estratégia e Inovação nas Empresas, Gestão Estratégica para Inovação para Dirigentes) e Capacitação Empresarial (para MPE, Inovação e financiamento da ação inovadora, PI na Indústria) PROTEC: 25 cursos para empresas em parceria com ABDI sobre Projetos de Inovação Tecnológica e dois eventos nacionais sobre Inovação (720 participantes em todo o país). 2 eventos temáticos (396 participantes) Articulação e acompanhamento dos eventos de inovação dos parceiros

10 Pró-Inova Pró-Inova Parceiros do Programa MCT, FINEP, CNPq, CGEE, MDIC, INPI, INMETRO, ABDI, BNDES, SEBRAE, CNI, IEL, ANPEI, ANPROTEC, MBC, PROTEC, CONFAP, ABIPTI Principais resultados: - Edital de Eventos - R$ 8 milhões em 2009 e projetos aprovados. Cerca de 300 eventos e cursos apoiados. - Edital ETS - apoio à Entidades Setoriais de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação: R$ 7 milhões Objetivo: fortalecer e criar entidades setoriais que contribuem para o incremento das atividades inovativas nas empresas: 20 projetos aprovados em todas as regiões do país. - Reconhecimento Nacional à Gestão da Inovação - Valor: R$2 milhões ao MBC: reconhecer empresas que adotam a inovação como estratégia de crescimento, com vistas a auemntar o grau de competitividade no mercado. Foi inserido como categoria do Prêmio FINEP em Parceria Pró-Inova/MEI - Mobilização Empresarial pela Inovação: 1. R$50 milhões - para apoio aos Núcleos de Apoio à Gestão da Inovação – NAGI, visando a elaboração de Planos e Projetos de Gestão da Inovação nas empresas brasileiras - CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP - AT-PRÓ-INOVA - NÚCLEOS DE APOIO À GESTÃO DA INOVAÇÃO - 11/ Apresentação das propostas: de 25/08/10 (disponibilização do formulário) a 27/09/10 (prazo final p/ envio eletrônico das propostas) CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP - AT-PRÓ-INOVA - NÚCLEOS DE APOIO À GESTÃO DA INOVAÇÃO - 11/ Parceria Pró-Inova MEI/CNI para a criação da Rede de Núcleos de Inovação (parceria MCT/SETEC/CNPq/Sistema CNI) 5 milhões, em negociação

11 Áreas: TIC, Biotecnologia, Nanotecnologia, Energia, Saúde, Temas Estratégicos e Desenvolvimento Social Ano Edital (R$ milhões) DemandaResultado NºR$ bilhõesNºR$ milhões , , , , , ,0 + 64, , TOTAL ,2 Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica Chamada Pública MCT/FINEP

12 Valor do Edital: R$ 300 milhões Demanda: projetos, R$ 1,9 bilhão Resultado: 145 propostas aprovadas, R$ 272,5 milhões Valor do Edital: R$ 450 milhões Demanda: projetos, R$ 4,9 bilhões Resultado: 174 propostas aprovadas, R$ 313,8 milhões 2008 Valor do Edital: R$ 450 milhões Demanda: projetos, R$ 6,0 bilhões Resultado: 245 propostas aprovadas, R$ 514,6 milhões Desenvolvimento Social 12,8% Saúde 15,4% Biotecnologia 10,0% TICs 42,2% Energia 8,2% Defesa nacional e Segurança pública 9,7% Distribuição % por temas da demanda 2009 Valor do Edital: R$ 450 milhões Demanda: projetos, R$ 5,2 bilhões Resultado: 261 propostas aprovadas, R$ 466 milhões 2009 Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica Chamada Pública MCT/FINEP

13 Participação de micro e pequenas empresas 2006: 50,2% 2007: 45,2% 2008: 70,4% 2009: 80,8% Por porte da empresa Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica Chamada Pública MCT/FINEP

14 Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica Seleção Pública MCT/FINEP/FNDCT - Subvenção Econômica – 01/2010 OBJETIVO: apoiar por meio da concessão de recursos de subvenção econômica (recursos não-reembolsáveis) o desenvolvimento por empresas brasileiras de produtos, processos e serviços inovadores, visando ao desenvolvimento das áreas consideradas estratégicas nas políticas públicas federais. ÁREAS TEMÁTICAS: Tecnologias da Informação e Comunicação Energia Biotecnologia Saúde Defesa Desenvolvimento Social Contrapartida a ser aportada: de acordo com o porte da empresa Apresentação das propostas: de 31/08/2010 (disponibilização do formulário) a 07/10/2010 (Término do prazo para envio eletrônico das propostas) Para mais informações acesse: Página FINEP - Subvenção Econômica-01/2010 Página FINEP - Subvenção Econômica-01/2010

15 Lei do Bem: Incentivos Fiscais à Inovação Investimentos em P&D 2006, 2007 e 2008 Empresas beneficiadas em 2006, 2007 e : R$ 5,10 Bi 2006: 130 empresas 2007: 300 empresas 2006: R$ 2,19 Bi 2008: 460 empresas 2008: R$ 8,79 Bi Ano Base 2009 – 635 Formulários recebidos das empresas (em análise)

16 RHAE – Pesquisador na Empresa Objeto apoiar as atividades de pesquisa tecnológica e de inovação por meio da inserção de mestres e doutores em empresas de micro, pequeno e médio porte Apoio Serão financiadas somente Bolsas de Fomento Tecnológico, que devem estar diretamente relacionadas ao objeto e às atividades do projeto Contrapartida As instituições proponentes ou executoras deverão aportar ao projeto a contrapartida mínima de 20% do valor do projeto

17 Chamada Pública MCT/SETEC/CNPq nº 62/2009 RHAE – Pesquisador na Empresa Valor global: R$ 30 milhões + R$ 10 milhões para parceria com as FAP (+ R$ 5 milhões das FAP) 3 Rodadas: máximo de R$ 300 mil por projeto Resultados esperados: Inserção de 200 novos pesquisadores em atividades de P,D&I nas empresas 1ª Rodada (resultado em abril/2010): 60 empresas aprovadas. 2ª Rodada (resultado em julho/2010): 70 empresas aprovadas. 3ª Rodada (submissão das propostas até 27agosto/2010): para mais informações sobre a 3ª rodada acesse:

18 Capacitação Empresarial em Gestão e Estratégias de Inovação Objetivo: visa a oferecer cursos de 90h sobre gestão estratégica da inovação em todo o País, compreendendo disciplinas de gestão da inovação, gestão da tecnologia, gestão do conhecimento, estratégias para a inovação, entre outros temas que contribuam para melhorar a competência para absorver ou criar novas tecnologias e processos produtivos Valor global R$ 6,9 milhões Meta Capacitar empresários em 130 cursos Etapa piloto do programa 14 cursos do projeto piloto estão sendo realizados nos seguintes estados: AL, BA, CE, ES, GO, MA, MG, MS, RN, RS, RO, SC e SE. Convênio MCT/CNPq – Sebrae – IEL

19 Objetivo: Apoio financeiro a projetos que ofereçam cursos de curta duração para melhorar a competência para absorver ou criar novas tecnologias e processos produtivos. Valor FNDCT R$ 8,0 milhões Custo médio por turma R$ 50 mil Meta Capacitar empresários em cursos de 40 a 90 h/a Resultado: Oito propostas selecionadas DF, MT, RJ, PR, SE, SC, SP(2) Capacitação Empresarial em Gestão e Estratégias de Inovação Edital MCT/CNPq nº 27/2009 – Capacitação Empresarial para a Inovação

20 Programa Nacional de Apoio às Incubadoras e aos Parques Tecnológicos (PNI) Programa Nacional de Apoio às Incubadoras e aos Parques Tecnológicos (PNI) Incubadora de Empresas São mecanismos de estímulo e apoio logístico, gerencial e tecnológico ao empreendedorismo inovador e intensivo em conhecimento com o objetivo de facilitar a implantação de novas empresas que tenham como principal estratégia de negócios a inovação tecnológica. Objetivos específicos: Capacitar empresários empreendedores Criar uma cultura empreendedora Gerar empregos Apoiar a introdução de novos produtos, processos e serviços no mercado Promover a agregação de conhecimento e a incorporação de tecnologias nas MPE Reduzir a taxa de mortalidade de novas micro e pequenas empresas Consolidar MPE que apresentem potencial de crescimento Promover a interação entre micro e pequenas empresas e instituições que desenvolvam atividades tecnológicas

21 Parques Tecnológicos São complexos de desenvolvimento econômico e tecnológico que visam fomentar e promover sinergias nas atividades de pesquisas científicas e tecnológicas e de inovação entre as empresas e instituições científicas e tecnológicas, públicas e privadas, com forte apoio institucional e financeiro entre os governos federal, estadual, municipal, comunidade local e setor privado. Total: 74 Programa Nacional de Apoio às Incubadoras e aos Parques Tecnológicos (PNI) Programa Nacional de Apoio às Incubadoras e aos Parques Tecnológicos (PNI) Objetivos: Fomentar tecnologias do futuro Estimular inovações tecnológicas baseadas na ciência Proporcionar um adequado retorno sobre o investimento do capital Estabelecer confiança entre os diferentes agentes

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23 SIBRATEC – Sistema Brasileiro de Tecnologia O Que é? É um dos principais instrumentos de articulação e aproximação da comunidade científica e tecnológica com as empresas Foi instituído pelo Decreto nº 6.259, de 20 de novembro de 2007 e integra o Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (PACTI ) Preconiza um conjunto de ações de fomento com vistas à criação de um ambiente favorável à inovação tecnológica nas empresas

24 SIBRATEC – Sistema Brasileiro de Tecnologia Como funciona? CIÊNCIA E TECNOLOGIA A SERVIÇO DA EMPRESA BRASILEIRA OBJETIVO ORGANIZAÇÃO GOVERNANÇA Promover condições para que as empresas ampliem os atuais índices de inovação. Isso significa: maior valor agregado ao faturamento, mais produtividade, mais competitividade e maior inserção do Brasil no mercado global. Organizado em 3 tipos de Redes denominados componentes: Centros de Inovação Serviços Tecnológicos Extensão Tecnológica Âmbito nacional gerido por: Comitê Gestor Três Comitês Técnicos Secretaria Executiva Agência Executora Um Núcleo de Coordenação para cada Rede

25 Redes Temáticas de Centros de Inovação São constituídas por, no mínimo, três Centros de Inovação com experiência na interação com empresas e que possuam política de propriedade intelectual e, no caso de instituições públicas, Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) estruturado Cada Rede tem um Núcleo de Coordenação, composto por no máximo cinco representantes integrantes da rede, que tem, entre outras atribuições, encaminhar os projetos cooperativos que serão desenvolvidos pela Rede para atender demandas de empresas Os projetos cooperativos devem ter valor mínimo de R$ 500 mil e o SIBRATEC/FINEP aporta até 95% do seu valor, de acordo com o porte da empresa gerar e transformar conhecimentos científicos e tecnológicos Destinam-se a gerar e transformar conhecimentos científicos e tecnológicos em produtos, processos e protótipos com viabilidade comercial (inovação radical ou incremental)

26 Redes Temáticas de Centros de Inovação 14 Redes SIBRATEC de Centros de Inovação em implementação DF Insumos para Saúde e Nutrição Animal (em articulação) Manufatura e Bens de Capital Microeletrônica Eletrônica para Produtos Vitivinicultura Energia Solar Fotovoltaica Plásticos e Borrachas Visualização Avançada Bioetanol Equipamento Médico, Hospitalar e odontológico Insumos para a Saúde Humana Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação Nanocosméticos Veículos Elétricos

27 Redes Temáticas de Serviços Tecnológicos São constituídas por, no mínimo, quatro laboratórios e entidades acreditadas ou que possuam sistema de gestão da qualidade laboratorial implantado, com experiência na prestação de serviços tecnológicos para atender demandas de empresas Cada Rede tem um Núcleo de Coordenação, composto por no máximo cinco representantes integrantes da rede Este componente não aporta recursos para o pagamento do serviço tecnológico e sim promove o fortalecimento da infraestrutura laboratorial colocada a serviço da empresa Destinam-se a ofertar às empresas serviços de avaliação da conformidade (calibração, ensaios, análises, certificação) para auxiliá-las na superação de exigências técnicas para o acesso aos mercados interno e externo

28 Redes Temáticas de Serviços Tecnológicos 20 Redes SIBRATEC de Serviços Tecnológicos Produtos para a saúde Insumos farmacêuticos, medicamentos e cosméticos Sangue e hemoderivados Análises físico-químicas e microbio p/ alimentação Biotecnologia Saneamento e abastecimento dágua Radioproteção e dosimetria Equipamentos de proteção individual Produtos e dispositivos eletrônicos TIC aplicáveis às novas mídias: TV Digital, comunicação sem fio, internet Geração, transmissão e distribuição de energia Componentes e produtos da área de defesa e segurança Biocombustíveis Produtos de manufatura mecânica Produtos de setores tradicionais: têxtil, couro e calçados, madeira e móveis Instalações prediais e iluminação pública Monitoramento ambiental Transformados plásticos Gravimetria, orientação magnética, intensidade de campo magnético e compatibilidade eletromagnética Resíduos e Contaminantes em Alimentos 488 participações laboratoriais

29 Redes Estaduais de Extensão Tecnológica São formadas por entidades especializadas na extensão tecnológica, atuantes na região, por meio da organização de um arranjo institucional Setores atendidos: opção do Estado, visando o fortalecimento dos sistemas produtivos locais Atendimento às MPME: - SIBRATEC/FINEP – 70% no máximo - Rede Estadual – 20% no mínimo - MPME beneficiada -10% no mínimo Valor máximo do atendimento: R$30 mil Destinam-se a promover extensão tecnológica solucionar pequenos gargalos para solucionar pequenos gargalos na gestão tecnológica, projeto, desenvolvimento e produção das MPME

30 Redes Estaduais de Extensão Tecnológica 22 Redes Estaduais TECPAR; FIEP; SEBRAE; SETI; F.ARAUCÁRIA SOCIESC; SEBRAE/SC; FAPESC IEL/RS; SCT/RS; CIENTEC; IBTEC; IFSul; PUC/RS; UNISINOS; UERGS; SEDAI/RS; SEBRAE/RS FIPT; IPT; CTI; CEETEPS; FDTE; SECDESESP RMI; CETEC; IEL/MG; SEBRAE/MG; SEDE/MG; SECTES/MG IEL/BA; UESC; CEPED; CETENE/PE; SECTI/BA; FAPESB; SEBRAE/BA; SICM/BA FCPC; NUTEC; UFC; CENTEC; INDI/CE; IFCE; Agropolos; BNB; SECITECE; FUNCAP; SEBRAECE FUNDETEC; SENAI/PI; IFPI; FUESPI; SEBRAE/PI; SEDET/PI FUNPEC; SENAI; UFRN; IFRN UERN; SENAI/CTGÁS; SEDEC FJA; SENAI/PB; UFPB; IFPB; SECTMAPB IEL/PE; ITEP; UFPE; SECTMA-PE NGPD; SENAI/PE; SEBRAE/PE,NECTAR IEL/AL; SENAI/AL; UFAL; UNEAL; FIEA, FAPEAL, SEBRAE/AL, SECTI/AL IEL/SE; ITPS; UFS, ITP, IFS, FAPITEC/SE, SEBRAE-SE,SERGIPE-ADM REDETEC; INT; SEBRAE/RJ; FAPERJ IEL/ES; SENAI/ES; UFES, IFES, CETEM, BANDES, SEBRAE-ES, FINDES, FAPES, SECTES IEL/MS; SENAI/MS ; UFMS; UEMS; UFGD; UCDB; SEBRAE/MS; SEMAC/MS FUNAPE; SENAI; UFG; IFGOIANO; SGM-SIC; SEBRAE; SECTEC SECITEC; SENAI/ FUFMT; IFMT; UNEMAT; INT; SEBRAE IEL/RO; SENAI/RO; IPEPATRO; Embrapa-RO/CEPAFRO; IJN; FIMCA; SEPLAN; SEBRAE/RO FDB; FUCAPI; FUA; INPA; UEA; IFAM; Embrapa/CPAA; CBA/; IDAM; SENAI/AM; SECT/AM; FAPEAM; SEBRAE-AM FADESP; SENAI/PA; UFPA, UEPA, CPATU, IFPA, SEDECT/PA FAPESPA IEL/TO; SENAI/TO; UNITINS; UFT; SECT/TO

31 Redes SIBRATEC no Estado de Sergipe REDES TEMÁTICAS DE SERVIÇOS TECNOLÓGICOS 1.Saneamento e Abastecimento Dágua: ITP; ITPS 2.Monitoramento Ambiental: ITP*; ITPS REDE DE EXTENSÃO TECNOLÓGICA DE SERGIPE IEL/SE; ITPS*; UFS; ITP; IFS; FAPITEC/SE; SEBRAE-SE; SERGIPE-ADM Setores Priorizados: Petróleo e Gás Alimentos Confecções Modalidades de Atendimento: Adequação de Produto para o Mercado Interno Adequação de Produto para o Mercado Externo Gestão do Processo Produtivo * Instituições Coordenadoras de Redes SIBRATEC

32 Informações das ICT ao MCT ano base 2006/2007/2008/2009 Informações das ICT ao MCT ano base 2006/2007/2008/2009 NATUREZA % Federal ,26 Estadual ,79 Municipal01121,28 PÚBLICA ,33 PRIVADA ,67 TOTAL REGIÃO % Sudeste ,82 Sul ,08 Centro- Oeste ,33 Nordeste ,15 Norte334159,62 TOTAL

33 NIT na ICT MCT/CGEE/FORTEC Conferência Nacional de Núcleos de Inovação Tecnológica – 08 e 09 de Novembro/2010 Informações das ICT ao MCT ano base 2006/2007/2008/2009 Informações das ICT ao MCT ano base 2006/2007/2008/2009

34 Muito obrigada! SETEC – Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta da SETEC


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