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1 Everson Scherrer Borges João Paulo de Brito Gonçalves.

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1 1 Everson Scherrer Borges João Paulo de Brito Gonçalves

2 Introdução ao Linux e Instalação do Ubuntu Linux

3 História Em 1973, um pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, reescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs. A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado, sendo assim, o sistema mais arrojado da época.

4 Qual a relação entre o Unix e o Linux? O Minix é uma versão do Unix, porém, gratuita e com o código fonte disponível. Isso significa que qualquer programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado originalmente para uso educacional, para quem quisesse estudar o Unix "em casa". No entanto, ele foi escrito do zero e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T e por isso pode ser distribuído gratuitamente. Em 1991, por hobby, Linus Torvalds decidiu desenvolver um sistema mais poderoso que o Minix. Para divulgar sua idéia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela Usenet (uma espécie de antecessor da Internet). No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994 disponibilizou a versão 1.0. O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds.

5 Open Source(Código Aberto) Linus Torvalds, quando desenvolveu o Linux, não tinha a intenção de ganhar dinheiro e sim fazer um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas necessidades. O estilo de desenvolvimento que foi adotado foi o de ajuda coletiva. Ou seja, ele coordena os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema que criou. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor.

6 Significados GPL General Public License GNU Nome de Animal (parecido com búfalo) é um projeto e não uma Sigla Distribuições Linux (Red Hat, ubuntu, CentOS Mandriva, Fedora, Slackware, etc.)

7 Licença GPL O Linux está sob a licença GPL, permite que qualquer um possa usar os programas que estão sob ela, com o compromisso de não tornar os programas fechados e comercializados. Ou seja, você pode alterar qualquer parte do Linux, modificá-lo e até comercializá-lo, mas você não pode fechá-lo (não permitir que outros usuários o modifiquem) e vendê-lo.

8 GNU Mas a história do Linux não termina por aqui. É necessário também saber o que é GNU. GNU é um projeto que começou em 1984 com o objetivo de desenvolver um sistema operacional compatível com os de padrão Unix. Linus Torvalds, na mesma época que escrevia o código-fonte do kernel, começou a usar programas da GNU para fazer seu sistema. Gostando da idéia, resolveu deixar seu kernel dentro da mesma licença. O kernel é a parte mais importante, pois é o núcleo e serve de comunicador entre o usuário e o computador. Por isso, com o uso de variantes dos sistemas GNU junto com o kernel, o Linux se tornou um sistema operacional.

9 Visão Geral do Linux O linux Possui varias características que diferenciam dos outros sistemas operacionais e que aproximam do UNIX, sendo um dos motivos da sua escolha em várias aplicações nas quais são necessárias estabilidade e segurança. Kernel É o nucleo do sistema operacional, a parte mais próxima do nível físico (hardware). Composta de chamadas ao sistema, de acesso aos dispositivos de entrada e saída e de gerência dos recursos da máquina. Shell Shell é o nome genérico de uma classe de programas que funcionam como interpretador de comandos e linguagem de progromação script(interpretada) no Unix. Os shells mais populares são bash, csh, tcsh, ksh e zsh. O shell é a interface entre o usuario e o kernel. O usuário pode escolher qual dos shells vai utilizar. O shell-Padrão do linux é o bash.

10 Visão Geral do Linux Shell Kernel Hardware

11 Distribuições Raramente o usuário instala o Linux isoladamente, geralmente o Linux é instalado por meio de uma distribuição. Uma distribuição consiste em um conjunto de programas que são acrescidos ao kernel, a configuração básica desses programas e do kernel e uma filosofia de uso e administração.

12 A distribuição Linux mais antiga ainda em desenvolvimento é a Slackware, surgida em abril de A Slackware é uma distribuição de Linux para uso geral e que tenta se aproximar ao máximo de outras versões de UNIX. Distribuições

13 Uma outra distribuição de uso comum que merece destaque é a Debian. Baseado no Debian, o Ubuntu surgiu como uma iniciativa do milionário Mark Shuttleworth, e seu nome é um conceito sul-africano que significa humanidade para com os outros. Sua proposta pauta em ofertar um SO completo que possa ser utilizado sem dificuldades e que seja baseado totalmente em software livre. Distribuições

14 Instalação O processo de instalação de um sistema Linux varia de uma distribuição para outra. A maioria das distribuições atuais de uso geral possuem interface gráfica de instalação, tornando o processo relativamente simples. Mesmo alguns instaladores em modo texto não oferecem dificuldade. De uma forma sintética, uma instalação Linux consiste em três passos:

15 Instalação 1. Particionamento do disco e formatação dos sistemas de arquivo; 2. Seleção, por parte do usuário, de quais aplicativos (pacotes) serão instalados inicialmente; 3. Estabelecimento de configurações básicas, como senha de root e informações de rede e instalação do gerenciador de boot.

16 Particionamento do Disco Temos geralmente duas interfaces IDE na placa-mãe, onde cada uma permite a conexão de dois HDs, configurados como master ou slave. O primeiro HD, conectado à interface IDE primária e configurado como master é reconhecido pelo Linux como hda, o segundo HD, slave da IDE primária é reconhecido como hdb, enquanto os dois HDs conectados à IDE secundária são reconhecidos como hdc e hdd.

17 Particionamento do Disco Ao mesmo tempo, cada HD pode ser dividido em várias partições. A primeira partição primária, do primeiro HD (hda) é chamada de hda1. Caso o HD seja dividido em várias partições, as demais partições primárias são camadas de hda2, hda3 e hda4. Caso o HD seja SATA, as partições aparecem como sda1, sda2.

18 Particionamento do Disco Além da partição do sistema, é importante também criar a partição de swap. A partição swap não é obrigatória, você pode instalar o Linux sem ela, mas é importante lembrar que sem swap o sistema pode ficar sem memória ao abrir muitos programas ao mesmo tempo ou editar arquivos de imagem, som ou vídeo muito grandes. A partição swap serve justamente como uma malha de segurança para quando a memória física se esgota. A partição swap permite o uso da memória virtual, que possibilita que uma parte do HD seja utilizada, caso sua memória principal não seja suficiente para armazenar todos os programas em execução.

19 Particionamento do Disco O Linux pode ser instalado em partições EXT2, EXT3, ReiserFS e XFS. O ReiserFS era o sistema de arquivos default, pois é o mais seguro, mais rápido e aproveita melhor o espaço do HD, entretanto problemas com o seu criador, o faz ser visto hoje como um sistema pouco confiável. Desta forma, atualmente recomenda-se o uso de ext3 ou ext4. Após a formatação e o processo de escolha da partição e sistema de arquivos, é necessário escolher o nome do usuário básico do sistema e da sua respectiva senha. Após a apresentação do resumo de instalação, o processo segue automaticamente.

20 Particionamento do Disco Após particionar o disco, as partições podem ser visualizadas com o comando cfdisk ou fdisk –l /dev/sda, sendo que /dev/sda é o disco rígido SATA. Já o uso da memória RAM e da partição de swap pode ser visualizado com o comando free O uso das partições juntamente com os seus respectivos pontos de montagem pode ser visualizado com o comando df

21 Gerenciador de Boot Existem vários gerenciadores de boot disponíveis no mercado capazes de inicializar o Linux. É possível, inclusive, usar gerenciadores de boot comerciais (como o gerenciador disponível no Windows NT ou Windows 2000). Os mais conhecidos e utilizados no mundo Linux são, com certeza, o LILO e o GRUB.

22 Lilo LILO é a abreviação de LInux boot LOader, ou seja, é um aplicativo responsável pela carga do sistema operacional na máquina. O LILO apresenta a flexibilidade de poder fazer a carga a partir de qualquer sistema de arquivo, além de possibilitar ao usuário escolher o sistema operacional que será carregado. As modificações também poderão ser realizadas manualmente, atuando diretamente no arquivo /etc/lilo.conf (ou /etc/lilo/config para as versões mais antigas do LILO).

23 Grub GRUB (GRand Unified Bootloader), foi originalmente projetado e implementado por Erich Stefan Boleyn e hoje é distribuído como software livre. Como características principais, podem ser destacadas as seguintes: Utiliza um arquivo de configuração textual; Interface por meio de menus; Possui flexibilidade mediante linha de comando; Suporta múltiplos tipos de sistemas de arquivos; A configuração manual pode ser realizada mediante a edição em um dos arquivos /boot/grub/menu.lst ou /etc/grub.conf

24 Grub


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