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Periféricos e interfaces. 2 Dispositivos de E/S Diversos dispositivos comportamento (entrada vs. saída) parceiro (quem está do outro lado?) taxa de dados.

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1 Periféricos e interfaces

2 2 Dispositivos de E/S Diversos dispositivos comportamento (entrada vs. saída) parceiro (quem está do outro lado?) taxa de dados

3 3 Um sistema típico de Hardware main memory I/O bridge bus interface ALU register file CPU chip system busmemory bus disk controller graphics adapter USB controller mousekeyboardmonitor disk I/O bus Expansion slots for other devices such as network adapters.

4 4 Barramento (bus) Contem um conjunto de linhas de controle e um conjunto de linhas de dados, cujo acesso é compartilhado entre os dispositivos que são conectados. Os dispositivos conectados num barramento, podem ser em geral: processador, memória e dispositivos de E/S. As linhas de controle são usadas para sinalizar solicitações e confirmações e, também, para indicar que tipo de informação se encontra nas linhas de dados. As linhas de dados transportam informações entre a origem e o destino. Essa informação pode consistir de dados, comandos complexos ou endereços.

5 5 Barramentos (Bus) Projeto difícil: pode ser um gargalo (bottleneck) comprimento do barramento numero de dispositivos compromisso(buffers para bandwidth superior aumenta a latência) suporte para muitos dispositivos diferentes custo Tipos de barramentos: processador-memória (pequeno, alta velocidade, projeto específico) backplane (alta velocidade, em geral padronizado, p.ex., PCI) E/S (dispositivos diferentes, padronizado, p.ex., SCSI) Síncrono vs. Assíncrono usa um clock e um protocolo síncrono, rápido e pequeno mas todos os dispositivos devem operar a uma mesma taxa e a distorção (skew) do clock requer barramento curto não usar um clock e ao invés usar handshaking

6 6 Tipos de dispostivos conectados num barramento Num barramento são realizadas transações de transmissão de dados dos dispositivos origem para os dispositivos destino e para essas transações deve ter um controle. –Mestre – é quem controla o barramento –Normalmente é o processador. – Escravo – é quem é controlado –Normalmente são memórias e E/S –Mestre temporário – é quem assume o controle temporariamente.

7 7 Tipos de transações do processador 8088 S2´S1´S0´TIPO DE CICLO 000Reconhecimento de interrupção 001Leitura de porto de E/S 010Escrita de porto de E/S 011Halt 100Acesso a código 101Leitura de memória 110Escrita de memória 111Liberação de barramento 8088

8 8 Tipos de ciclos de barramento S2´S1´S0´TIPO DE CICLO 000Reconhecimento de interrupção 001Leitura de porto de E/S 010Escrita de porto de E/S 011Halt 100Acesso a código 101Leitura de memória 110Escrita de memória 111Liberação de barramento

9 9 Um exemplo de transação assíncrona

10 10 Exemplo de transação síncrona

11 11 Arbitração do Barramento Quando num barramento existem vários dispositivos considerados mestres, deve existir um esquema de arbitração para determinar quem deve exercer a função de mestre num determinado instante. Arbitração de barramento: arbitração daisy chain (não muito justo) arbitração centralizada (requer um árbitro), p.ex., PCI auto seleção, p.ex., NuBus usado no Macintosh detecção de colisão, p.ex., Ethernet

12 12 Comunicação com o Processador - Polling Polling – é a forma mais simples para um dispositivo de E/S se comunicar com o processador. O dispositivo de E/S coloca a informação no registrador de status, e o processador deve ler essa informação. A desvantagem do polling é que ele desperdiça tempo de processador, pois os processadores são muito mais rápidos que os dispositivos de E/S; e o processador lê o registrador de status muitas vezes enquanto o dispositivo não completa uma operação de E/S.

13 13 Comunicação com o processador - Interrupção Interrupçao – é um artifício usado para notificar o processador quando um dispositivo de E/S exige atenção do processador, interrompendo o processador. Uma interrupção de E/S é assíncrona com relação à execução da instrução. A unidade de controle do processador só verifica uma interrupção de E/S no momento em que começa uma nova instrução. Quando uma interrupção de E/S ocorre, são transmitidas informações adicionais, como a identidade do dispositivo que está gerando a interrupção. As interrupções representam dispositivos que podem ter diferentes prioridades em relação ao seu atendimento.

14 14 DMA – Direct Memory Access Nos casos de polling e interrupção, o trabalho de mover dados fica a cargo do processador. Para dispositivos de largura de banda (bandwidth) alta, como discos rígidos, as transferências consistem de blocos de dados relativamente grandes (centenas a milhares de bytes). Para esses casos, foi inventado o mecanismo chamado acesso direto à memória (DMA – Direct Memory Access). No DMA a interrupção é também usada, mas somente no término da transferência de dados, ou quando ocorre um erro. O DMA usa um controlador especializado, que transfere dados entre um dispositivo de E/S e a memória independente do processador. O controlador de DMA passa a ser o mestre do barramento e direciona as leituras e escritas entre si mesmo e a memória.

15 15 Barramentos do Pentium 4 No Pentium 4, o processador se conecta aos periféricos por meio de dois chips principais. O chip próximo à CPU é o hub controlador da memória, normalmente chamado de bridge norte. O chip conectado a ele é o hub controlador de E/S, chamado de bridge sul. O Bridge norte basicamente é um controlador de DMA, conectando o processador à memória, ao barramento gráfico AGP e ao chip da bridge sul. O Bridge sul conecta a uma série de barramentos de E/S. A Intel e outros fabricantes oferecem uma grande variedade de conjunto de chips para conectar o Pentium 4 ao mundo exterior.

16 16 Barramentos do PENTIUM 4

17 17 Exemplos de conjunto de chips (bridge norte) Chip set 875PChip set 845GL Barram. sistema (64 bits)800/533MHz400MHz Tamanho do chip, pinos42,5x42,5 mm, ,5x37,5, 760 Velocidade de memóriaDDR400/333/266 SDRAMDDR266/200, PC133 SDRAM Barram. de memória, larguras 2x721x64 Número de DIMMs, suporte a Mbit da DRAM 4,128/256/512 MBits2, 128/256/512MBits Cap. máxima de memória4GB2GB Correção de erro da memória disponível? Simnão Barram. gráfico AGP, veloc. Sim, 8x ou 4xNão Controlador gráficoexternoInterno (extreme graphics) Int. CSA Gigabit EthernetsimNão Velocidade de interface com bridge sul (8bits) 266MHz

18 18 Exemplos de conjunto de chips (bridge sul) Chip set 875PChip set 845GL Tamanho do chip, pinos31x31 mm, 46031x31, 421 Barram. PCI: largura, velocidade, masters 32 bits, 33 MHz, 6 masters Controlador MAC ethernet, interface 100/10 Mbits portas USB 2.0, controladores 8, 46, 3 Portas ATA Controlador serial ATA 150, portas Sim, 2não Controlador RAID 0SimNão Controlador de audio AC/97, interface sim Gerenciamento de E/SSMbus 2.0, GPIO

19 19 Exemplo de uso de um barramento ACESSO A DISCO RÍGIDO Leitura de setor

20 20 Leitura de um setor de disco: passo 1 main memory ALU register file CPU chip disk controller graphics adapter USB controller mousekeyboardmonitor disk I/O bus bus interface O CPU inicia uma leitura de disco escrevendo um comando, número de bloco lógico e endereço de memória num porto associado a um controlador de disco.

21 21 Leitura de um setor de disco: passo 2 main memory ALU register file CPU chip disk controller graphics adapter USB controller mousekeyboardmonitor disk I/O bus bus interface O controlador de disco lê o setor e realiza a transferência usando o acesso direto à memória (DMA- Direct Memory Access).

22 22 Leitura de um setor de disco: passo 3 main memory ALU register file CPU chip disk controller graphics adapter USB controller mousekeyboardmonitor disk I/O bus bus interface Quando a transferência usando DMA termina, o controlador de disco notifica a CPU usando uma interrupção (usando um pino especial de interrupt da CPU)

23 23 drives de Disco Para fazer acesso a dados: busca: posicionar a cabeça sobre a trilha ( média 3 a 14 ms) latência rotacional: espera por um setor desejado (.5 / RPM) transferência: leitura dos dados (um ou mais setores) 30 a 80 MBits/s

24 24 Drives de disco A latência média para a informação desejada está a meio caminho ao redor do disco. Como os discos giram entre rpm a rpm, a latência rotacional média está entre: 0.5 / rpm = 0.5 /(5.400/60) = 5,6 ms e 0.5 / rpm = 0.5/(15.000/60) = 2,0 ms. O tempo de transferência é uma função do tamanho do setor, da velocidade de rotação e da densidade de gravação de uma trilha. Ex. 30 a 80 Mbits/s. A maioria dos controladores tem uma cache interna que armazena setores; as taxas de transferência da cache são da ordem de 320 Mbits/s.

25 25 Exemplo: Tempo de leitura do disco Qual é o tempo médio para ler ou escrever um setor de 512 bytes em um disco rígido girando a rpm? O tempo de seek médio anunciado é de 6 ms, a taxa de transferência é de 50 Mbytes/s e o overhead da controladora é de 0,2 ms. Suponha que o disco esteja ocioso, de modo que não existe um tempo de espera. O tempo médio de acesso é igual ao tempo médio de seek + latência rotacional média + tempo de transferência média + overhead da controladora. 6,0 ms + 0,5/(10/60) + 512/ ,2 ms = 6,0 ms + 3,0 ms + 0,01 ms + 0,2 ms = 9,2 ms

26 26 RAID – Redundant Arrays of Inexpensive Disks Substituindo discos grandes por muitos discos pequenos, o desempenho melhora porque há mais cabeças de leitura, e há vantagens no custo, consumo e espaço ocupado, pois discos menores são mais eficientes que os discos maiores. A redundância é necessária porque muito mais discos menores tem menor confiabilidade do que alguns discos grandes. De quanta redundância é necessária? Evolução do número de discos de verificação extras: –RAID 0 – nenhuma redundância –RAID 1 – espelhamento –RAID 2 – Não usado –RAID 3 - paridade intercalada por um bit –RAID 4 – paridade intercalada por bloco –RAID 5 – paridade distribuída intercalada por bloco –RAID 6 – redundância P + Q

27 27 Estudos sobre razões de falhas operadorsoftwarehardwaresistemaAno da pesquisa 42%25%18%Data center (Tandem) %55%14%Data center (Tandem) %44%39%Data center (DEC VAX) %20%30%Data center (DEC VAX) %14%19%US Public telephone network %7%30%US Public telephone network %25%15%Internet services 2002

28 28 RAID 0 – sem redundância Striping – espalhamento de dados por vários discos. O striping por um conjunto de discos faz com que pareça como um único disco grande. O desempenho é melhor que um único disco, pois muitos discos operam ao mesmo tempo. Os sistemas de edição de vídeo, por exemplo, normalmente repartem dados e podem não se preocupar com a confiabilidade tanto quanto a um banco de dados. Muito usado.

29 29 RAID 1 - ESPELHAMENTO OU SHADOWING Utiliza o dobro da quantidade de discos do RAID 0. Sempre que os dados são gravados em disco, esses dados também são gravados em um disco redundante. Se um disco falhar, o sistema simplesmente vai ao espelho e lê seu conteúdo para obter a informação desejada. O espelhamento é solução de RAID mais dispendiosa, pois exige mais discos. USADO POR: EMC, HP (Tandem), IBM

30 30 RAID 2 Utiliza um esquema de detecção e correção de erros que é mais usado para memórias. Caiu em desuso Bits de dados Bits de detecção e correção

31 31 RAID 3 – usa bit de paridade Só acrescenta informações redundantes suficientes para restaurar a informação perdida em uma falha. Todos os discos do grupo são usados simultaneamente, com um disco extra para manter as informações para verificação e correção de falha – Paridade. A correção é possível quando se sabe o disco que apresentou crash. RAID 3 é popular para aplicações com grande conjunto de dados, como multimídia. Todos os discos precisam ser lidos para determinar os dados, diferentemente do RAID 1 USADO PELA: Storage Concepts

32 32 RAID 4 – paridade por bloco (strip) Usa a mesma quantidade de discos de verificação que o RAID 3, mas eles acessam dados de forma diferente. A paridade é armazenada por blocos e associada a um conjunto de bloco de dados. USADA POR: Network Appliance

33 33 RAID 5 – paridade por blocos distribuída A informação de paridade é espalhada por todos os discos, de modo que não haja um único gargalo para escritas, como no RAID 4. BASTANTE USADO

34 34 RAID 6 Redundãncia P + Q Os esquemas baseados em paridade protegem contra uma única falha auto-identificável. Quando uma correção de única falha não é suficiente, a paridade pode ser generalizada para ter um segundo cálculo sobre os dados e outro disco de verificação. Esse segundo bloco de verificação permite a recuperação de uma segunda falha. O overhead de armazenamento é o dobro do RAID 5. RARAMENTE USADO

35 35 FORMAS DE GRAVAÇÃO EM DISCO MAGNÉTICO FM CADA BIT É REPRESENTADO POR UM CLOCK E DADO MFM X FM RLL (Run Length Limited) 1,5 X MFM ARLL (Advanced RLL) 2XMFM

36 36 Modo FM

37 37 Modo MFM

38 38 CÓDIGO RLL 2.7 DATA BIT RLL Cada 2 bits 1 deve ter no máximo 7 bits 0. O dado deve ser re-codificado usando a tabela: Ex: (011) (010)

39 39 RLL 2.7 Exemplo: para Só tem pulsos para bits de dados iguais a 1.

40 40 Cache de disco Os discos rígidos IDE tem uma pequena memória. Quanto o SO lê um setor, o disco rígido lê a trilha inteira e armazena nessa memória Como é muito provável, pelo princípio da localidade espacial, que o próximo setor que o SO irá pedir se encontre na mesma trilha, existe uma alta probabilidade de acerto.

41 41 Interface IDE (Integrated Drive Electronics) Para eliminar o ruído no cabo da interface controladora com o disco, a Western Digital criou um disco rígido com a interface controladora integrada diretamente na mesma placa dos circuitos de controle do mecanismo do disco. Essa tecnologia passou a ser chamada de IDE

42 42 Interface IDE: ATA e ATAPI –A conexão de um disco IDE ao computador é chamada ATA (AT Attachment – Ligação AT), provida através de um conector para flat-cable de 40 pinos –Há um segundo padrão de conexão, ATAPI ( AT Attachment Packet Interface) ou ATA-2. Esse padrão, permite conexão de outros dispositivos IDE ao computador, como unidades de CD-ROM, DVD, gravadores de CD-R e CD-RW, unidades Zip, etc. Fisicamente o flat- cable é também de 40 pinos. A única mudança é o protocolo de transferência de dados, que permite transferência de dados em taxas mais elevadas. Conector IDE/ATA

43 43 Exemplo 1: Placa Multi-IO com interface IDE Conector IDE (ATA)

44 44 Exemplo 2: Placa multi-IO

45 45 Exemplo 3: placa mãe com conector IDE Conector IDE (ATA)

46 46 Cuidado! interconexão do disco com flat-cable 40 pinos funcionando como antena evitar Funciona como antena

47 47 Desempenho Modo PIO (Processador de IO) Taxa de transferênciaConexão Modo 03,3 MB/sATA Modo 15,2 MB/sATA Modo 28,3 MB/sATA Modo 311,1MB/sATA-2 Modo 416,6MB/sATA-3

48 48 SATA – Serial ATA PinNameDescription 1GNDGround 2A+Transmit + 3A-Transmit - 4GNDGround 5B-Receive - 6B+Receive + 7GNDGround SATA 1.5 Gb/s SATA 3.0 Gb/s VELOCIDADE

49 49 SATA Serial ATA conecta todos os dispositivos ATA e ATAPI, incluindo CDs, DVDs, fitas, dispositivos removíveis, zip drives, e CD-RWs à placa mãe e substitui a interface paralela ATA. Serial ATA reduz o custo e aumenta o desempenho incluindo a possibilidade de conexão quente (hot-plugability) Serial ATA começa com throughput de 1.5 Gbps, e é escalável para 2x, 4x em diante. Serial ATA é compatível com os drivers de software atualmente existente para ATA e roda em SOs padrões sem modificação.

50 50 Comparação ATA x Serial ATA Modo PIO (Processador de IO) Taxa de transferênciaConexão Modo 03,3 MB/sATA Modo 15,2 MB/sATA Modo 28,3 MB/sATA Modo 311,1MB/sATA-2 Modo 416,6MB/sATA-3 SATA 1.5 Gb/s SATA 3.0 Gb/s

51 51 INTERFACES SCSI INTERFACE SCSI (Small Computer Systems Interface) – pronúncia = scûzi É um padrão de conexão de periféricos ao micro -barramento de periféricos Periféricos que podem ser conectados: –Discos rígidos, CD-ROM, CD-R, DVD, ZIP drives, Scanners de mesa, Fitas streammer, etc. –Permite conectar até 15 periféricos usando o SCSI-3 –E usar cabos de até 6 metros

52 52 SCSI usa um controlador (host adapter)

53 53 PADRÕES SCSI x ATA x Serial ATA PADRÃO8 BITS (50 PINOS) 16 BITS (68 PINOS) 32 BITS SCSI-15MB/s-- Fast SCSI (SCSI-2)10 MB/s20MB/s40MB/s Fast-20(Ultra SCSI, SCSI-3)20MB/s40MB/s80MB/s Fast-40(Ultra-2, SCSI-3)40MB/s80MB/s160MB/s Fast-80(Ultra-3,SCSI-3)80MB/s160MB/s320MB/s Modo PIO (Processador de IO) Taxa de transferência Conexão Modo 03,3 MB/sATA Modo 15,2 MB/sATA Modo 28,3 MB/sATA Modo 311,1MB/sATA-2 Modo 416,6MB/sATA-3 ATA SCSI SATA 1.5 Gb/s SATA 3.0 Gb/s

54 54 Transação no barramento SCSI ocorre entre o iniciador e target

55 55 FASES DO BARRAMENTO SCSI Barramento Livre : o barramento pode ser usado Arbitração : –uma unidade (iniciador) ativa o sinal BSY e coloca o SCSI-ID no bus de dados –após um pequeno delay verifica se alguma outra unidade com prioridade maior está tentando fazer uso do bus. Caso contrário, a unidade toma o controle do bus, ativando o sinal SEL. Seleção: –O iniciador seleciona uma outra unidade (target) e o avisa para realizar certas funções (por ex., ler ou escrever bloco de dados). –O iniciador calcula e coloca o OR da sua identificação (SCSI-ID) e da identificação do target, no bus, identificando os dois dispositivos –O target deve detectar que foi selecionado por um iniciador e ativa o sinal BSY.

56 56 FASES DO BARRAMENTO SCSI (cont.) Reseleção: –Nesta fase o target pode re-estabelecer uma conexão com o iniciador para continuar uma operação interrompida –Por ex., se o iniciador emite um comando de leitura a um drive target. Neste caso, o target libera o bus e realiza a leitura, mas lembra-se do SCSI-ID do iniciador. O bus fica então livre e pode ser usado para outra transação. Quando o target termina a operação de leitura, re-estabelece o contato com o iniciador, usando a fase de reseleção e faz a transferência do dado Comando: –Nesta fase o target pode requisitar os dados de comando do iniciador. Dado: –Nesta fase o target pode instruir o iniciador a transferir dados (em ambas as direções) Mensagem: –Nesta fase o target pode instruir o iniciador a transferir mensagens (em ambas as direções) Status: –Nesta fase o target fornece a informação de status para o iniciador

57 57 Conectores SCSI 50 pinos 25 pinos 68 pinos

58 58 BARRAMENTO USB (UNIVERSAL SERIAL BUS) –Pode conectar até 127 dispositivos ao barramento –Uma grande vantagem é que o próprio usuário pode instalar um novo periférico, sem nenhum conflito ou acidente. –Cada cabo USB pode ter até 5 ms de comprimento em cada trecho, entre um periférico e uma tomada. Como cada periférico concentrador amplifica o sinal do barramento que vem pelo cabo, pode-se ter um barramento muito grande. –O barramento é plug-and-play, ou seja, é possível encaixar e desencaixar periféricos com o computador ligado. –Isso é possível porque em geral o controlador USB está presente na placa-mãe, integrado no chipset (ponte sul)

59 59 Topologia do USB Combinação de daisy-chain/estrela

60 60 Exemplo

61 61 Barramento USB (cont.) Utiliza três taxas de transferência: USB Mbps, usada para dados de audio e MPEG-2 USB Mbps, usada por periféricos como câmeras digitais, modens, impressoras e scanners USB ,5 Mbps, para periféricos mais lentos (teclados, joysticks e mouse).

62 62 Comparação SCSI x USB x SATA PADRÃO8 BITS (50 PINOS) 16 BITS (68 PINOS) 32 BITS SCSI-15MB/s-- Fast SCSI (SCSI-2)10 MB/s20MB/s40MB/s Fast-20(Ultra SCSI, SCSI-3)20MB/s40MB/s80MB/s Fast-40(Ultra-2, SCSI-3)40MB/s80MB/s160MB/s Fast-80(Ultra-3,SCSI-3)80MB/s160MB/s320MB/s USB Mbps USB Mbps USB ,5 Mbps MB/s = Mega Bytes por segundo Mbps = Mega bits por segundo SATA 1.5 Gb/s SATA 3.0 Gb/s

63 63 conector Pin NameDescription 1VBUS+5 VDC 2D-Data - 3D+Data + 4GNDGround

64 64 Linhas Consiste de 4 linhas São usadas duas linhas diferenciais D+ e D- para dados A diferença é no máximo de 4 V (tipicamente 3.3V). O sinal lógico é 1 quando D+... D- > 200 mV O sinal lógico é 0 quando D-... D+ > 200 mV Não tem clock, usa o código NRZI (Non Return to Zero Inverted)

65 65 Codificação NRZI (Non Return do Zero Inverted) Cada vez que ocorre um 0 no dado o NRZI gera uma mudança de polarização. A polarização não muda se ocorre um 1, mas após 6 ocorrências de 1s é inserido um zero (no Bit-stuffed data stream) forçando a mudança de polarização.

66 66 Linhas (cont.) Vbus – representa a alimentação (power supply) GND – terra

67 67 Cabo USB Sinal diferencial trançado e helicoidal

68 68 Barramento FireWire (IEEE 1394) Também conhecido como High Performance Serial Bus/HPSB) Voltado para substituir o padrão SCSI Taxa de transferência muito maior que o USB. Atualmente a taxa de transferência é de 200 Mbps, podendo atingir 400 Mbps em sua segunda versão Periféricos alvo: –Câmera de vídeo, scanners de mesa, videocassetes, aparelhos de som, etc.

69 69 Conector de 4 pinos 4 PIN IEEE1394 (without Power) PinNameDescription 1TPB-Twisted-pair B, differential signals 2TPB+Twisted-pair B, differential signals 3TPA-Twisted-pair A, differential signals 4TPA+Twisted-pair A, differential signals ShellOutercable shield

70 70 Conector de 6 pinos 6 PIN IEEE1394 (with Power) PinNameDescription 1PowerUnregulated DC; 30 V no load 2Ground Ground return for power and inner cable shield 3TPB-Twisted-pair B, differential signals 4TPB+Twisted-pair B, differential signals 5TPA-Twisted-pair A, differential signals 6TPA+Twisted-pair A, differential signals ShellOutercable shield

71 71 Conector de 9 pinos 9 PIN IEEE1394b (with Power) PinNameDescription 1TPB-Twisted-pair B, differential signals 2TPB+Twisted-pair B, differential signals 3TPA-Twisted-pair A, differential signals 4TPA+Twisted-pair A, differential signals 5A ShieldInner shield for TPA 6PWR GNDGround for power 7- 8PWR +Unregulated DC; 30 V no load 9B ShieldInner shield for TPB

72 72 Características do FireWire – IEEE 1394 Fatores. Hot plug e umplug. 63 dispositivos físicos "S" numberData rate (Mbit/sec)relevant standard S (100 Mbps) , 1394a-2000 S (200 Mbps) , 1394a-2000 S (400 Mbps) , 1394a-2000 S (800 Mbps)1394b-2002, p1394c S (1,6 Gbps)1394b-2002* S (3,2 Gbps)1394b-2002* Throughput

73 73 Comparação FireWire x SATA x USB SATA 1.5 Gb/s SATA 3.0 Gb/s "S" numberData rate (Mbit/sec)relevant standard S (100 Mbps) , 1394a-2000 S (200 Mbps) , 1394a-2000 S (400 Mbps) , 1394a-2000 S (800 Mbps)1394b-2002, p1394c S (1,6 Gbps)1394b-2002* S (3,2 Gbps)1394b-2002* USB Mbps USB Mbps USB ,5 Mbps

74 74 Barramento IrDA (Infrared Developers Association) É um barramento sem fios A comunicação usa luz infravermelha. Pode ter até 126 periféricos IrDA conversando com a mesma porta. Comuns em notebooks O barramento pode ser conectado diretamente à placa-mãe do computador ou através de um adaptador IrDA conectado à porta serial. Existem dois padrões: –IrDA 1.0: comunicações até bps –IrDA 1.1: comunicações até bps (4Mbps)

75 75 Comparação IrDA x USB USB ,5 Mbps USB Mbps USB Mbps IrDA 1.0: comunicações até bps (~100Kbps) IrDA 1.1: comunicações até bps (4Mbps)

76 76 Motherboard IrDA Macho de 5 PIN IDC Pin NameDescription 1+5vPower 2n/cNot connected 3IRRXIR Module data received 4GNDSystem GND 5IRTXIR Module data transmit


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