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1 Introdução Transmissão de pacotes. Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 2 Introdução O que são pacotes? Por que.

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1 1 Introdução Transmissão de pacotes

2 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 2 Introdução O que são pacotes? Por que dividimos os dados em pacotes?

3 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 3 Introdução Em redes de computadores modernos a transmissão de dados não ocorre através de bits contínuos. Os dados são divididos em pequenos blocos de dados que são chamados de pacotes (comutação de pacotes).

4 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 4 Introdução Motivação para uso de pacotes em transmissão de rede: – Tratamento de erros de transmissão; – Acesso compartilhado do meio de transmissão (custo); – Compartilhamento justo entre outros computadores.

5 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 5 Compartilhamento Recursos compartilhados: – Os primeiros sistemas de redes para computadores não permitia o compartilhamento do meio para mais de dois computadores; – Quando um computador utilizava a conexão, só liberava quando terminava sua transmissão; – O uso de pacotes vem trazer justiça ao uso de uma conexão entre os vários computadores.

6 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 6 Pacotes Nos sistemas modernos, o uso de pacotes em computadores, por exemplo, tem direito de enviar apenas um pacote por vez, dando a chance para outros computadores terem acesso para utilizar a conexão. Como os pacotes são pequenos, um computador esperaria muito pouco tempo para transmitir outros pacotes mesmo tendo que esperar a sua vez na transmissão.

7 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 7 Ocupação exclusiva do canal Exemplo: – Um arquivo de 5 mb em um sistema de com taxa de transferência de bits/s. Levaria 12 minutos.

8 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 8 Acesso justo e imediato Com o uso de pacotes, um computador A pode iniciar sua comunicação com D para enviar seu primeiro pacote. Logo em seguida, a rede permitirá que o computador B transmita também seu pacote para C.

9 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 9 Multiplexação por divisão de tempo Acesso compartilhado normalmente é baseado na idéia de multiplexação por divisão de tempo:

10 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 10 Quadros Os pacotes não tem tamanho padrão ideal. Cada tecnologias definem seus próprios formatos exato de um pacote. O termo quadro serve para diferenciar o formato de um pacote usado com um tipo específico de rede.

11 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 11 Um quadro para RS-232 O padrão rs-232 não especifica quando inicia ou termina um bloco de caracteres. Por tanto, um quadro de dados para este padrão pode ser definido através caracteres não utilizados como dados: ex:

12 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 12 Enquadramento de dados Vantagens. Facilita o tratamento para falhas na transmissão em comunicações assíncronas. Desvantagens. Overhead.

13 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 13 Byte Stuffing Byte Stuffing é a técnica utilizada para os sistemas de redes de computadores (maioria) que tem a necessidade de transmitir qualquer caracter na informação. O problema potencial é a confusão que o receptor poderá fazer quando um caractere de dados for interpretado erroneamente como um caractere de controle: soh, eot e esc.

14 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 14 Byte Stuffing Para evitar este problema, o remetente deve fazer uma varredura dos dados para fazer um mapeamento dos caracteres incidentes com os caracteres de marcação. O remetente por outro lado, deve interpretar esse mapeamento. Ex:

15 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 15 Erros de transmissão Principal causa é a interferência: Raios; O meio( outros equipamentos). Efeitos: Alteração nos dados; Geração de dados; Perda de dados. Em resumo, gera erro de transmissão!

16 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 16 Erros de transmissão Técnicas para identificar os erros de transmissão: Bit de paridade; CheckSum; CRC.

17 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 17 Bits de paridade Bit de paridade é a técnica utilizada para verificar os caracteres recebidos. Consiste em enviar um bit a mais para garantir a paridade dos numero de bits numa transmissão. O erro é detectado, quando o receptor recebe os bits numa paridade não esperada.

18 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 18 Bits de paridade Existem duas formas de paridade: – Par; – Impar. Paridade par – garante que o número de bits 1 sejam sempre par. Paridade impar – garante que o número de bits 1 sejam sempre impar.

19 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 19 Bits de paridade Vantagens x desvantagens. – Vantagem – simples de ser implementado. – Desvantagem – probabilidade de encontrar erros muito fraca.

20 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 20 Detecção de erros Existem três formas para melhorar a detecção de erros: – Aumentando as informações adicionais; – Aumentando a complexidade; – O número de bits que podem ser detectados.

21 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 21 CheckSums Computa a soma dos inteiros enviados e anexa ao pacote de dados. Ex:

22 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 22 CheckSums Vantagens: – É simples de implementar; – Exige tamanho mínimo ocupado; – Processamento mínimo. Desvantagens: – Não detecta erros comuns como a mudança de bits na mesma posição de uma informação.

23 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 23 CheckSums Exemplo de problema com o uso do CheckSum:

24 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 24 CRC Verificação de redundância cíclica. – Melhor detecção de erros sem aumentar a quantidade de informações adicionais em cada pacote.

25 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 25 CRC O hardware básico utiliza um registrador de deslocamento e uma unidade OU EXCLUSIVA.

26 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 26 CRC Registrador de deslocamento:

27 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 27 CRC Combinando blocos: – Calculo de CRC de 16 bits.

28 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 28 CRC Vantagens: – Um único bit pode mudar drasticamente o valor do CRC; – Detectam erros verticais; – Detectam erros de rupturas.

29 Professor: Arlindo Tadayuki Noji Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF 29 Quadro com CRC Formato de quadro:


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