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( Aula Nº 1 ) Apresentação e Conceitos Fundamentais.

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1 ( Aula Nº 1 ) Apresentação e Conceitos Fundamentais

2 Apresentação do Curso Módulo I Carga horária: 13 semanas Aproximadamente Local : GEPE Água Fria Horário : 18:30 h as 21:00 h Informações :

3 Objetivos: -Apresentar as diversas tradições religiosas da humanidade. -Mostrar os princípios fundamentais de cada tradição religiosa e compará-los com o pensamento Espírita. -Estimular o espírito ecumênico e o ideário de fraternidade universal. Apresentação do Curso

4 Metodologia Aulas Expositivas ministradas por colaboradores Espíritas e integrantes de outras Religiões e escolas Espiritualistas Acesso a base de Informações na Web Seminários virtuais realizados em ambiente de Videoconferência (PALTALK). Realização de Lista de debates na comunidade criada no Orkut. Utilização de Vídeos Temáticos. Trabalhos em Grupos

5 Aula Nº1 – Conceitos Fundamentais sobre Religião. Aula N°2 – Epistemologia Espírita. Aula N°3 - Religiões primitivas e das pequenas sociedades. - O poder dos Mitos - O Xamanismo Aula Nº4 - Religiões da Antiguidade - Religiões : Egípcia, Persa e Celta Aula Nº5 - Religiões do Oriente ( O Hinduismo ) Aula Nª6 - Religiões do Oriente ( O Budismo ) Aula Nº7 - Religiões do Oriente ( O Taoísmo e o Confucismo) Aula Nº8 – Religiões do Oriente ( O Xintoísmo e o Zen) Módulo I

6 Aula Nº1 - Introdução ao Estudo das Religiões e do Conhecimento Espírita. Aula N°2 - Comparativo entre os princípios das Principais Religiões do Oriente com os princípios Espíritas. Aula Nº3 – Religiões Grego-Romanas Aula Nº4 - Religiões Reveladas ( O Judaísmo ) Aula Nª5 - Religiões Reveladas ( O Cristianismo ) - O nascimento do Cristianismo e o contexto histórico. Aula Nº6 - Religiões Reveladas ( O Cristianismo – Continuação ) - Analise Espírita da Vida de Jesus. Aula Nº7 - Religiões Reveladas ( O Cristianismo – Continuação) - O Cristianismo Esotérico Aula Nº8 - Religiões Reveladas ( O Cristianismo – Continuação) - A estrutura do Cristianismo Primitivo Módulo II

7 Aula Nº 9 - Religiões Reveladas ( O Islamismo ) Aula Nº10 - Religiões Afro-latinas Aula Nº11 - Historia do Ocultismo - A idade Média e a Idade Moderna Aula Nº12 - Espiritismo e as Escolas Esotéricas - Teosofia x Espiritismo - Rosa-cruz x Espiritismo Aula N°13 - Espiritismo e as Escolas Esotéricas - Antroposofia X Espiritismo Módulo II

8 Leitura Recomendada Joseph Campbell VOL. I - Mitologia Primitiva VOL. II - Mitologia Oriental VOL. III - Mitologia Ocidental Mitos, sonhos e Religião O Herói de Mil Faces O poder do Mito

9 Leitura Recomendada Mircea Eliade. O Conhecimento sagrado de todas as eras. História das crenças e das idéias religiosas ( 5 Volumes) O Sagrado e o profano Imagens e símbolos O mito do eterno retorno

10 Literatura Espírita Recomendada Deolindo Amorim O Espiritismo e as Doutrinas Espiritualistas Africanismo e Espiritismo Doutrina Espírita J.Herculano Pires A Agonia das Religiões Filosofia Espírita Celso Martins Evolução do Pensamento Religioso da Humanidade Carlos Imbassahy Religião Edgard Armond Religiões e Filosofias

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12 Existe somente uma religião, a religião do amor; existe somente uma linguagem, a linguagem do coração; existe somente uma casta, a casta da humanidade; existe somente um Deus e ele é onipresente. Todas as religiões são facetas da mesma verdade. Todas as Escrituras são sagradas, todos os locais de devoção são sagrados. Todas as religiões estão procurando o único e mesmo Deus, embora elas o chamem por diferentes nomes Sathya Sai Baba Não Existe Religião Superior a Verdade (Helena Petrovena Blavatisky)

13 Religião Sabedoria Cristianismo Budismo Hinduismo Todas as Religiões são galhos de uma mesma arvore (Helena Petrovena Blavatisky)

14 A Grande Busca do Ser Desde que adquiriu consciência de que existia, o homem se indaga quem ele é e porque ele existe, porque vem à vida e porque sai dela, de onde ele vem para onde ele vai como deveria se comportar enquanto viver. O Estudo da religião revela que um de seus importantes aspectos é o anseio de encontrar valor na vida, uma crença de que a vida não é acidental e sem significado.

15 Etimologia A palavra portuguesa religião deriva da palavra latina religio A palavra "religião" foi usada durante séculos no contexto cultural da Europa e significava o estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão. Em outras civilizações não existe uma palavra equivalente. Cícero, na sua obra De natura deorum, (45 a.C.) afirma que o termo se refere a relegere, reler, sendo característico das pessoas religiosas prestarem muita atenção a tudo o que se relacionava com os deuses, relendo as escrituras. Lactâncio (século III e IV d.C.) rejeita a interpretação de Cícero e afirma que o termo vem de religare, religar, argumentando que a religião é um laço de piedade que serve para religar os seres humanos a Deus.

16 Conceitos de Religião "Qualquer sistema de pensamento que proponha ligar o Ser Humano com um possível Plano Místico, tendo como um dos principais objetivos ou pressupostos a superação vitoriosa da mortalidade." A Religião pode ser definida como um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que a humanidade considera como sobrenatural, divino e sagrado, bem como o conjunto de rituais e códigos morais que derivam dessas crenças.

17 Concepção Histórica: a religião é a crença em forças, poderes, deuses sobre-humanos; impotência perante esses poderes; desejo de salvação. Concepção Psicológica: segundo Freud a religião é uma neurose obsessiva. Concepção Fenomenológica: a religião está ligada ao sagrado: objeto, lugar, tempo, ritual, palavra etc. Concepção Antropológica: para a Antropologia a experiência do terror é a origem da religião. Para a Doutrina Espírita o conceito de Religião é formulado com base na origem etimológica da palavra: do latim religare, religar, tornar a unir; religião como processo de religação do homem ao divino, de onde se originou e para onde há de retornar. Conceitos sobre Religião

18 História do estudo da religião As primeiras reflexões sobre a religião foram feitas pelos antigos Gregos e Romanos. Xenofonte (Ξενοφ ν), discípulo de Sócrates relativizou o fenômeno religioso, argumentando que cada cultura criava deuses à sua semelhança. Herodoto comparou os deuses gregos com os deuses de outras culturas. O sofista Protágoras declarou desconhecer se os deuses existiam ou não. Crítias defendeu que a religião servia para disciplinar os seres humanos e fazer com que estes aderissem aos ideais da virtude e da justiça. Nos primeiros séculos da era actual, os autores cristãos produziram reflexões em torno da religião fruto dos ataques que experimentaram por parte dos autores pagãos.

19 História do estudo da religião Para os primeiros autores cristãos, a humanidade era de início monoteísta, mas tinha sido corrompida pelos cultos politeístas que identificavam como obra de Satanás. Durante a Idade Média, os pensadores do mundo muçulmano revelaram um conhecimento mais profundo das religiões que os autores cristãos. Nicolau de Cusa realizou um estudo comparado entre o cristianismo e o islão em obras como De pace fidei e Cribatio Alcorani. Em Marcílio Ficino encontra-se um interesse em estudar as fontes das diferentes religiões; este autor via também uma continuidade no pensamento religioso. Giovanni Pico della Mirandola interessou-se pela tradição mística do judaísmo, a Cabala. Os missionários cristãos realizaram descrições das várias religiões, entre as quais se encontram as de Roberto de Nobili e Matteo Ricci, jesuítas que conheceram bem as culturas da Índia e da China, onde viveram durante anos.

20 O estudo cientifico das religiões O estudo científico da religião é atualmente realizado por várias disciplinas das ciências sociais e humanas. A História das Religiões, nascida na segunda metade do século XIX, estuda a religião recorrendo aos métodos da investigação histórica. Ela estuda o contexto cultural e político em que determinada tradição religiosa emergiu. A Sociologia da Religião analisa as religiões como fenômenos sociais, procurando desvendar a influência dela na vida do indivíduo e da comunidade. A Sociologia da Religião tem como principais nomes Emile Durkheim, Karl Marx, Ernest Troeltsch, Max Weber e Peter Berger. A Antropologia, tradicionalmente centrada no estudo dos povos sem escrita (embora os seus campos de estudo possam ser também as modernas sociedades capitalistas), desenvolveu igualmente uma área de estudo da religião, na qual se especulou sobre as origens e funções da religião.

21 O estudo cientifico das religiões John Lubbock, no livro The Origin of Civilization and the Primitive Condition of Man apresentou um esquema evolutivo da religião: do ateísmo (entendido como ausência de ideias religiosas), passa-se para o xamanismo, o antropomorfismo, o monoteísmo e finalmente para o monoteísmo ético. Este visão evolucionista foi colocada em questão por outros investigadores, como E.B. Taylor que considerava o animismo como a primitiva forma de religião. A Fenomenologia da Religião, que deriva da filosofia fenomenológica de Edmund Husserl, tenta captar o lado único da experiência religiosa. Utiliza como principal método científico a observação, explicando os mitos, os símbolos e os rituais. Ela procura compreender a religião do ponto de vista do crente, bem como o valor dessas crenças na vida do mesmo. Por estas razões evita os juízos de valores (conceito de epoje ou abandono de qualquer juízo de valor). Os principais nomes ligados à Fenomenologia da Religião são Nathan Soderblom, Garardus van der Leeuw, Rudolf Otto, Friedrich Heiler e Mircea Eliade.

22 Características das religiões É fato que toda religião possui um sistema de crenças no sobrenatural, geralmente envolvendo divindades ou deuses. As religiões possuem grandes narrativas, que explicam o começo do mundo ou que legitimam a sua existência. As religiões tendem igualmente a sacralizar determinados locais. Os motivos para essa sacralização são variados, podendo estar relacionados com determinado evento na história da religião (por exemplo, a importância do Muro das Lamentações no judaísmo) ou porque a esses locais são associados acontecimentos miraculosos (santuários católicos de Fátima ou de Lourdes). As religiões estabelecem que certos períodos temporais são especiais e dedicados a uma inteiração com o divino. Esses períodos podem ser anuais, mensais, semanais ou podem mesmo se desenrolar ao longo de um dia. Algumas religiões consideram que certos dias da semana são sagrados (Shabat no judaísmo ou o Domingo no cristianismo). As religiões propõem festas ou períodos de jejum e meditação que se desenvolvem ao longo do ano.

23 Características das religiões Religiões constituem sistemas simbólicos com plausibilidade próprias. Do ponto de vista de um individuo religioso, a religião caracteriza- se como a afirmação subjetiva da proposta de que existe algo transcendental, algo extra-empirico, algo maior, mais fundamental ou mais poderoso do que a esfera que nos é imediatamente acessível através do instrumentário sensorial humano. As religiões se compõem de várias dimensões: particularmente temos que pensar na dimensão de fé, na dimensão institucional, na dimensão ritualista, na dimensão da experiência religiosa e na dimensão ética. Religiões podem ter funções políticas, no sentido de legitimar e estabilizar um governo ou de estimular atividades revolucionárias. Além disso, religiões integram socialmente, uma vez que membros de uma comunidade religiosa compartilham a mesma cosmovisão, seguem valores comuns e praticam sua fé em grupos.

24 Evolução do Pensamento Religioso Animatismo Animismo Totemismo Ancestralismo Politeísmo Monoteísmo Monismo Fetichismo

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28 Evolução do Pensamento Religioso Panteísmo Politeísmo Monoteísmo Ateísta Animista Monismo

29 Número de adeptos por religião

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31 Se assim é, dir-se-á, o Espiritismo é, pois, uma religião? Pois bem, sim! sem dúvida, Senhores; no sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e disto nos glorificamos, porque é a doutrina que fundamenta os laços da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre as bases mais sólidas; as próprias leis da Natureza. Por que, pois, declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Pela razão de que não há senão uma palavra para expressar duas idéias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; que ela desperta exclusivamente uma idéia de forma, e que o Espiritismo não a tem. Se o Espiritismo se dissesse religião, o público não veria nele senão uma nova edição, uma variante, se assim nos quisermos expressar, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com um cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não o separaria das idéias de misticismo, e dos abusos contra os quais a opinião freqüentemente é levantada. O Espiritismo, não tendo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não se poderia, nem deveria se ornar de um título sobre o valor do qual, inevitavelmente, seria desprezado; eis porque ele se diz simplesmente: doutrina filosófica e moral. Revista Espírita de Dezembro de 1868 Espiritismo é uma Religião?

32 O Espiritismo é ao mesmo tempo uma ciência de observação é uma doutrina filosófica. Como Ciência prática, ele consiste nas relações que se podem estabelecer com os Espíritos ; como filosofia, ele compreende todas as conseqüências morais que decorrem dessas relações. Pode-se defini-lo assim: O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, da origem e da destinação dos Espíritos, e das suas relações com o mundo corporal. ( O que é Espiritismo, Preâmbulo, Allan Kardec ) O Espiritismo é uma nova Ciência que, com provas irrecusáveis vem revelar aos homens a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo corporal(...) (ESE,Cap I, Item 5)

33 O Espiritismo é ao mesmo tempo uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática, ele consiste nas relações que se podem estabelecer com os Espíritos; como filosofia, ele compreende todas as conseqüências morais que decorrem dessas relações. ( O que é Espiritismo, pág. 12) O Espiritismo sendo independente de toda forma de culto, não prescreve nenhum deles, e não se ocupa de dogmas particulares, não é uma religião especial, porque não tem nem seus sacerdotes e nem seus templos ( O que é Espiritismo, pág. 190) Eis porque sem ser, em si mesmo, uma religião, ele (o Espiritismo) leva essencialmente às idéias religiosas, as desenvolve naqueles que não as têm e as fortifica naqueles em que elas são hesitantes ( O que é Espiritismo, pág. 107 )

34 (...) O Espiritismo, melhor observado depois que se vulgarizou, veio lançar luz sobre uma multidão de questões até aqui insolúveis ou mal compreendidas. Seu verdadeiro caráter, pois, é o de uma ciência, e não de uma religião; e a prova disso é que conta entre seus adeptos homens de todas as crenças, que não renunciaram por isso às suas convicções : católicos fervorosos que não praticam menos todos os deveres de seu culto, quando não são repelidos pela Igreja, protestante de todas as seitas, Israelitas, muçulmanos, e até budistas e brâmanes. Ele repousa, pois, sobre princípios independentes de toda questão dogmática.(...) ( O que é Espiritismo, Terceiro Diálogo – O Padre, pág. 90) Espiritismo é uma Religião?

35 (...) A aquisição de qualquer ciência exige tempo e estudo. Ora, o Espiritismo, que toca nas mais graves questões de filosofia, em todos os setores da ordem social, que abrange ao mesmo tempo o homem físico e o homem moral, é em si mesmo toda uma ciência, toda uma filosofia, que não podem ser adquiridas em apenas algumas horas.(...) ( Livro dos Médiuns, Cap II, Item 13 ) "O Espiritismo é antes de tudo uma ciência e não se ocupa de questões dogmáticas. Essa Ciência tem conseqüências morais, como todas as ciências filosóficas. (...) Seu verdadeiro caráter é portanto o de uma Ciência e não o de uma religião." (p – Terceira parte: o diálogo com o padre).

36 O site: realizou, no período de novembro a dezembro de 2001, uma entrevista para conhecer e disponibilizar aos internautas o perfil de cada um de seus colunistas. Entre as várias perguntas destacamos uma, já que ela ainda gera polêmica no meio Espírita: O Espiritismo é Religião? Espiritismo é uma Religião?

37 O Espiritismo é uma religião num sentido filosófico que é denotado pela comunhão de sentimentos, princípios e crenças (Herculano Pires, apud: Rizzini, 1987, p. 99). O espiritismo tem, pois, um aspecto religioso, visto que nele se ensina e prega o que pregam as outras religiões.... ( Carlos Imbassahy,apud: Rizzini, 1987, p. 100) O fundador do Espiritismo, Allan Kardec, evitou aplicar à dita doutrina o termo religião, notando que, no sentido usual, tal palavra não exprime a real natureza dela. Mostrou que há dois conceitos diferentes e uma única voz para designá-los. Achava, portanto, que o Espiritismo é religião somente em certo sentido. Considerando o sentimento religioso (ou necessidade) um estado íntimo individual, presente mesmo nos povos primitivos – parece mais consentâneo com sua índole declarar o Espiritismo uma religião interior. (Carlos Toledo Rizzini,1987, p. 103)

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