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MARX E O FRACASSO DA REVOLUÇÃO 1. Revolução : esgotamento do capitalismo. 2. Não só possível como inevitável. 3. A exploração e a mais-valia. 4. A conscientização.

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2 MARX E O FRACASSO DA REVOLUÇÃO 1. Revolução : esgotamento do capitalismo. 2. Não só possível como inevitável. 3. A exploração e a mais-valia. 4. A conscientização e a desalienação. 5. As conquistas trabalhistas: participação nos lucros, melhores salários, estabilidade, planos de assistência previdenciária, educacional, etc. 6. O aburguesamento do trabalhador. 7. A social democracia.

3 WEBER E A SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO 1. A ética do trabalho como vontade de Deus e o caminho para a salvação. 2. A teoria da graça e da predestinação. 3. Abominação da preguiça e da ociosidade. 4. O catolicismo e o pecado da usura. 5. O trabalho como degradação humana. 6. Visões opostas formatando o mundo. 7. O capitalismo como espírito da reforma.

4 DURKHEIM E A EDUCAÇÃO 1. Intimamente ligada aos aspectos morais. 2. O cidadão voltado ao interesse coletivo. 3. A construção da consciência social. 4. Fuga ao individualismo. 5. igualitarismo social/desigualdade material. 6. A construção da solidariedade. 7. A revivificação: culto às tradições, aos valores éticos e morais.

5 MAX WEBER( ): 1. As religiões nascem de um ato sobrenatural, mas com o decorrer do tempo tendem a criar um corpo sacerdotal e burocrático e se afastam, muitas vezes, dos princípios espirituais que lhes deram origem. 2. A reforma protestante, ao fundamentar seus princípios numa ética ligada ao trabalho como caminho da salvação se afastou dos dogmas da igreja católica e sua condenação a usura. 3. Esta base racional pregada pelo protestantismo foi a base de profundas transformações econômicas e estruturais do mundo moderno.

6 MAX WEBER 1. A tendência do mundo ocidental é a do estabelecimento da dominação com base no racional-legal, ou seja, o império das leis. 2. Toda conduta que interfere consigo próprio e com os outros é denominada por Weber de Ação Social. 3. Ao contrário de Marx e seu foco central na economia, Weber procurava ver na sociedade estudada qual esfera de vida que predominava (status).

7 ÉMILE DURKHEIM ( ) 1. Os fatos sociais devem ser vistos como coisas e analisadas, ao modo das ciências naturais, de fora para dentro, com base em observações neutras e sistematizadas. 2. Para Durkheim a sociedade é um feixe de forças que agem sobre o indivíduo arrastando-o para o coletivo. 3. A educação visa, dentre outras coisas, fazer despertar uma consciência social, pois fora do coletivo nada somos.

8 ÉMILE DURKHEIM 1. A divisão do trabalho, ao invés de causar uma visão individualista e fragmentária, daria lugar a uma interdependência entre as pessoas e ao surgimento do sentimento de solidariedade social. 2. A solidariedade,segundo Durkheim, pode ser de dois tipos: a mecânica mais natural dos grupos primitivos e a orgânica onde as diferenças unem os indivíduos pelas necessidades comuns. 3. A base de toda sociedade é o fato moral que se impões sobre as pessoas como o imperativo moral de Immanuel Kant, ou seja, de modo coercitivo, geral e externo ao ser humano.

9 KARL MARX ( ) 1. O valor de uma mercadoria só pode ser a quantidade de trabalho para produzir o bem, e a mais-valia é justamente a diferença entre o tempo necessário à produção da mercadoria e o preço pago a menos por ela. 2. A mais-valia pode ser de dois tipos: a absoluta que consiste na exploração direta sobre o trabalhador e a relativa que, mantendo a jornada de trabalho e o salário, aumenta a produção pelo emprego de tecnologia moderna. 3. As invenções propiciadas pelo avanço da ciência, ao invés de melhorar a vida do homem, serviram à sua exploração.

10 KARL MARX 1. Cada um produza de acordo com sua capacidade e receba de acordo com sua necessidade (Saint-Símon). 2. O Manifesto Comunista lançado em 1848 e o Capital que teve sua publicação iniciada em 1867 são as obras mais conhecidas de Marx, embora seu acervo seja vastíssimo. 3. A Classe Dominante exerce a alienação sobre o trabalhador que não se vê como o verdadeiro produtor das riquezas.


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