A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista. O homem para Marx O indivíduo é um ser social Ponto de partida de Marx Não é a consciência do homem que.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista. O homem para Marx O indivíduo é um ser social Ponto de partida de Marx Não é a consciência do homem que."— Transcrição da apresentação:

1 Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista

2 O homem para Marx O indivíduo é um ser social Ponto de partida de Marx Não é a consciência do homem que determina seu ser, mas é seu ser social que determina sua consciência. O homem é tirado de si mesmo, perdendo as autenticas possibilidades humanas de existência.

3 A interpretação dialética Analisa a história como um movimento Analisa a história como um movimento Movimento conseqüente das próprias ações dos homens Movimento conseqüente das próprias ações dos homens Reflexão crítica sobre a realidade Reflexão crítica sobre a realidade Somente a dialética consegue apreender os movimentos do real Somente a dialética consegue apreender os movimentos do real Papel central do pensamento na apreensão do real Papel central do pensamento na apreensão do real O pensamento está inserido no próprio real O pensamento está inserido no próprio real

4 A infra-estrutura como base da sociedade Todo o sistema de pensamento de Marx é erigido a partir do modo de produção capitalista Todo o sistema de pensamento de Marx é erigido a partir do modo de produção capitalista A anatomia da sociedade deve ser procurada na análise das relações de produção A anatomia da sociedade deve ser procurada na análise das relações de produção

5 O modo de produção capitalista É composto pelos meios de produção e as relações de produção É composto pelos meios de produção e as relações de produção Meios de produção: Maquinas, ferramentas, tecnologia, força de trabalho Meios de produção: Maquinas, ferramentas, tecnologia, força de trabalho Relações de produção: Somente por meio delas se realiza a produção. Elas variarão de acordo com os meios de produção. São as próprias relações e organizações entre os homens Relações de produção: Somente por meio delas se realiza a produção. Elas variarão de acordo com os meios de produção. São as próprias relações e organizações entre os homens

6 O modo de produção capitalista É apenas no intercambio entre relações de produção e forças produtivas que se transformam em capital, somente por meio do trabalho tal relação é concretizada É apenas no intercambio entre relações de produção e forças produtivas que se transformam em capital, somente por meio do trabalho tal relação é concretizada As relações de produção condicionam as relações sociais As relações de produção condicionam as relações sociais O capital é também uma relação social de produção. Relação de produção da sociedade burguesa O capital é também uma relação social de produção. Relação de produção da sociedade burguesa

7 O capital como relação social de produção O capital não se constitui somente como meio de subsistência, de instrumento de trabalho e de matéria prima O capital não se constitui somente como meio de subsistência, de instrumento de trabalho e de matéria prima Forma o chamado valor de troca, em que todos os produtos de que ele se constitui são mercadorias Forma o chamado valor de troca, em que todos os produtos de que ele se constitui são mercadorias

8 A ALIENAÇÃO Marx analisa a alienação dos trabalhadores industriais em Manuscritos Económicos e Filosóficos (1848). A propriedade privada e o controle da produção por uma elite são causas do trabalho alienado. O trabalho alienado retira a humanidade (species being) das pessoas. Marx analisa a alienação dos trabalhadores industriais em Manuscritos Económicos e Filosóficos (1848). A propriedade privada e o controle da produção por uma elite são causas do trabalho alienado. O trabalho alienado retira a humanidade (species being) das pessoas. Para Marx, a alienação residia, sobretudo, no dinheiro. «O dinheiro é o valor universal e autoconstituído de todas as coisas. Despojou, assim, o mundo inteiro, tanto o mundo humano como a natureza, do seu próprio valor. O dinheiro é a essência alienada do trabalho e da vida do homem, e esta essência alienígena domina-o enquanto ele a idolatrar.»

9 A FETICHIZAÇÃO DA MERCADORIA A mercadoria encobre características sociais do próprio trabalho dos homens; Oculta a relação social entre os trabalhos individuais dos produtores e o trabalho total; Através dessa dissimulação, os produtos do trabalho se tornam mercadoria, com características perceptíveis ou imperceptíveis aos sentidos; Os produtos do cérebro humano parecem dotados de vida própria, figuras autônomas que mantem relações entre si e com os seres humanos. É o que ocorre com os produtos da mão humana, no mundo das mercadorias.

10 A exploração capitalista sobre o trabalhador : é a quantidade de trabalho não paga ao trabalhador Mais Valia: é a quantidade de trabalho não paga ao trabalhador Duas formas de extração da mais-valia Duas formas de extração da mais-valia Absoluta: Aumento da jornada de trabalho, com apropriação pelo capital do tempo excedente. Absoluta: Aumento da jornada de trabalho, com apropriação pelo capital do tempo excedente. Relativa: Aumento da intensidade do trabalho. Que pode se dar pelo incremento de tecnologia na produção, aumentando a produtividade da produção Relativa: Aumento da intensidade do trabalho. Que pode se dar pelo incremento de tecnologia na produção, aumentando a produtividade da produção

11 A exploração capitalista sobre o trabalhador O valor da força de trabalho e a mais-valia variam em direções opostas O valor da força de trabalho e a mais-valia variam em direções opostas É só por meio da exploração da força de trabalho que o Capital consegue reproduzir seu ciclo. É só por meio da exploração da força de trabalho que o Capital consegue reproduzir seu ciclo. Somente o trabalho humano gera valor, por isso a necessidade do capitalismo explorar o trabalho Somente o trabalho humano gera valor, por isso a necessidade do capitalismo explorar o trabalho

12 A resolução das contradições do Meios de Produção Capitalista Para Marx os antagonismos do MPC desembocam na revolução proletária Para Marx os antagonismos do MPC desembocam na revolução proletária Essa revolução será resultado das próprias ações dos capitalistas, que produzirão os meios de sua destruição e seus próprios coveiros (o proletariado). Essa revolução será resultado das próprias ações dos capitalistas, que produzirão os meios de sua destruição e seus próprios coveiros (o proletariado).

13 As classes sociais Duas classes fundamentais para entender o capitalismo Duas classes fundamentais para entender o capitalismo Burguesia: detentora dos meios de produção Burguesia: detentora dos meios de produção Proletariado: Vendedor de sua própria força de trabalho Proletariado: Vendedor de sua própria força de trabalho Lupemproletariado: Classe muito baixa (volúvel, manipulada) Lupemproletariado: Classe muito baixa (volúvel, manipulada)

14 INFRAESTRUTURA E SUPERESTRUTURA IE – conjunto das forças produtivas e das relações sociais de produção que formam a base sobre a qual se constituem as demais instituições sociais. IE – conjunto das forças produtivas e das relações sociais de produção que formam a base sobre a qual se constituem as demais instituições sociais. SE- está representada pelas ideologias, a política, a concepção religiosa, os códigos morais(leis) e estéticos, a educação, o sistema de ensino, a comunicação, o conhecimento etc... SE- está representada pelas ideologias, a política, a concepção religiosa, os códigos morais(leis) e estéticos, a educação, o sistema de ensino, a comunicação, o conhecimento etc...

15 Infra-estrutura e superestrutura Infra-estrutura Infra-estrutura Meios de produção Meios de produção Relações de produção Relações de produção Produção de mercadorias Produção de mercadorias Estado Estado Direito Direito Justiça Justiça Religião Religião Ideologias Ideologias

16 Infra-estrutura e superestrutura: Existência e Consciência É a infra-estrutura que condiciona o modo de vida dos homens É a infra-estrutura que condiciona o modo de vida dos homens O modo de produção da vida material condiciona o processo de vida social, política e intelectual. Não é a consciência dos homens que determina a realidade; ao contrário, é a realidade social que determina sua consciência O modo de produção da vida material condiciona o processo de vida social, política e intelectual. Não é a consciência dos homens que determina a realidade; ao contrário, é a realidade social que determina sua consciência

17 As análises de Marx para entender a contemporaneidade Mercantilização de todas as relações humanas Mercantilização de todas as relações humanas A política também se torna mercantilizada A política também se torna mercantilizada A ciência como trabalho morto é utilizada cada vez mais para explorar o trabalhador A ciência como trabalho morto é utilizada cada vez mais para explorar o trabalhador A globalização (ou a mundialização) do capital foi um fenômeno previsto por Marx em suas análises A globalização (ou a mundialização) do capital foi um fenômeno previsto por Marx em suas análises


Carregar ppt "Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista. O homem para Marx O indivíduo é um ser social Ponto de partida de Marx Não é a consciência do homem que."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google