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O ponto de partida para a análise marxista da sociedade é a existência de seres humanos que se interagem com a natureza e com outros indivíduos,buscando.

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1 O ponto de partida para a análise marxista da sociedade é a existência de seres humanos que se interagem com a natureza e com outros indivíduos,buscando suprir suas necessidades,ou seja a sobrevivência.

2 Os homens ao produzir meios para as suas necessidades organizam-se socialmente,estabelecendo relações sociais. A partir daí o trabalho tornou-se o fundamento do materialismo histórico,pois através dele que homem se humaniza e humaniza a natureza. Um exemplo dessa humanização é o homem transformando o algodão em camisa.

3 A natureza ganhando feições humanas Para Marx o homem só se realiza em sociedade e com as sua relações de trabalho. A forma de organização do trabalho e ditada pelas condições materiais concretas Essas condições materiais concretas são ditadas pelos meios de produção. Meios de produção que é tudo que faz a intermediação (homem – Natureza)

4 O exemplo seriam as máquinas,que aliada ao trabalho humano formam as forças produtivas. As forças produtivas determinam as relações sociais de produção.

5 Trabalho Meios de produção Forças produtivas

6 Para Marx as forças produtivas são o resultado da energia práticas que determinam o estágio de desenvolvimento das relações sociais de produção, é como os homens se organizam socialmente para produzir,pois ao produzir ocorre o contato entre os homens e isso lhe confere uma dimensão social. As relações sociais de produção independem da vontade dos indivíduos e é imposta a toda sociedade.

7 As noções de forças produtivas e relações sociais de produção se interligam de tal maneira em que mudanças em um provocam alterações na outra. Para Marx não são os homens de acordo com os seus desejos particulares que determinam a sociedade,apesar de ser esta o produto da ação recíproca dos homens.

8 Forças produtivas Relações sociais de produção Infra- estrutura

9 superestrutura RELIGIÃOAS IDEOLOGIAS AS REPRESENTAÇÕES COLETIVAS

10 O CONJUNTO FORMADO PELA INFRA- ESTRUTURA MAIS A SUPERESTRUTURA RESULTA NO QUE MARX DEFINIU COMO MODO DE PRODUÇÃO

11 Modo de produçãosuperestruturaInfraestrutura

12 A superestrutura é denominada pela infra- estrutura,pois as explicações das formas sociais jurídicas,políticas,consciência... encontram-se nas relações de produção que constituem a base econômica e material da sociedade.

13 Não é a consciência do homem que determina o seu ser é o seu ser social que inversamente determina a sua consciência Essas estruturas não são estáticas mas antes de verificar como se dá o processo de mudança existe um conceito importante que é o de classe social.

14 A sobrevivência dos membros de uma sociedade só se garantia por meio de lutas constantes para que pudessem extrair da natureza o indispensável. Antes a organização do trabalho era simples e existia apenas uma divisão natural do trabalho,segundo a idade e o sexo.

15 É o surgimento de uma produção excedente que torna possível a divisão social do trabalho assim como as apropriações das condições de produção por parte de alguns membros da comunidade e estabelecem algum direito sobre o produto ou sobre os próprios trabalhadores. A criação de um excedente possibilita a apropriação privada das condições de produção.

16 Um exemplo seria a relação de produção capitalista pressupõe que alguns indivíduos não tem acesso aos meios de produção e para isso tenha que vender sua mão de obra- proletários- excluídos ao proprietário burguesia, em troca do capital

17 Então para Marx as classes sociais são resultado de determinadas relações sociais de produção,logo as classes sociais surgem das relações desiguais que os indivíduos estabelecem no processo produtivo. Para Marx a luta de classes é o motor das transformações históricas. A luta de classes é a contradição entre relação de produção com os meios de produção

18 È a diferenças entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador, que seria a base de exploração do sistema capitalísta.


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