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1 A NATUREZA DOS ESPÍRITOS Se a identidade absoluta dos Espíritos é, em muitos casos, uma questão acessória e sem importância, o mesmo já não se dá com.

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1 1 A NATUREZA DOS ESPÍRITOS Se a identidade absoluta dos Espíritos é, em muitos casos, uma questão acessória e sem importância, o mesmo já não se dá com a distinção a ser feita entre bons e maus Espíritos. Pode ser-nos indiferente a individualidade deles; suas qualidades, nunca. ( Item Livro dos Médiuns) É preciso distinguir como os Espíritos são, para podermos tratar com eles. Conforme o caso, advertir, esclarecer, confortar; ou, então, pedir ajuda e receber instruções.

2 2 COMO AVALIAR A NATUREZA DE UM ESPÍRITO? Apreciam-se os Espíritos pela linguagem de que usam e pelas suas ações. Estas se traduzem pelos sentimentos que eles inspiram e pelos conselhos que dão. Admitindo que os bons Espíritos só podem dizer e fazer o bem, de um bom Espírito não pode provir o que tenda para o mal.

3 3 Pelos frutos os conhecereis, ensinava Jesus.

4 4 Não há outro critério senão o bom senso, para se aquilatar do valor dos Espíritos. Absurda será qualquer fórmula que eles próprios dêem para esse efeito e não poderá provir de Espíritos Superiores. O bom senso não poderá se enganar, se analisarmos o caráter dos Espíritos com cuidado e, principalmente, sob o ponto de vista moral. Para julgar os Espíritos, como para julgar os homens, é preciso, primeiro, que cada um saiba julgar-se a si mesmo. (Com retidão de juízo e não por suas idéias, sistemas e preferências). COMO AVALIAR A NATUREZA DE UM ESPÍRITO?

5 5 NAS COMUNICAÇÕES INSTRUTIVAS Quando o Espírito comunicante quer nos instruir e orientar, é necessário, mais do que nunca: 1) analisar sua mensagem, comportamento e linguagem, para avaliar a sua natureza(saber se é um bom ou mau espírito); 2) dialogar com ele, pedindo explicações para esclarecermos pontos para nós obscuros;

6 6 3) Devemos rejeitar tudo que não nos parecer aproveitável, benéfico, lógico e de bom senso. Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea. ( Erasto,Cap. 20, item 230, O Livro dos Médiuns). NAS COMUNICAÇÕES INSTRUTIVAS Quando o Espírito comunicante quer nos instruir e orientar, é necessário, mais do que nunca:

7 7 Não poderemos permitir que o Espírito use um nome querido e venerado se não se mostrar à altura da identidade assumida. Se usar de nomes famosos ou históricos, também é preciso avaliar se o que diz e faz está de acordo com o nome sob o qual se apresenta. Mas não basta que um Espírito tenha sido, na Terra, um grande homem para que, no mundo espiritual, se ache de posse da soberana ciência; pode estar, ainda, sob o império dos preconceitos da vida corpórea. Não constituem sinal de superioridade os conhecimentos de que alguns Espíritos se enfeitam, se não acompanhados de pureza de sentimentos morais. NAS COMUNICAÇÕES INSTRUTIVAS Quando o Espírito comunicante quer nos instruir e orientar, é necessário, mais do que nunca:

8 8 GUIAS E PROTETORES São os que amparam e orientam médiuns ou Centros. Nem sempre são Espíritos Superiores(os da 2ª classe, que em si mesmos reúnem a sabedoria e a bondade e sua superioridade os torna mais aptos do que outros a darem noções exatas sobre as coisas do mundo incorpóreo, dentro dos limites do que é permitido ao homem saber). Boa parte deles são apenas Espíritos Benévolos(os da 5ª classe, em que a bondade é qualidade dominante, pois lhes apraz prestar serviços aos homens e protegê-los, mas limitados são os seus conhecimentos). Muitos pretensos guias e protetores, espíritos de luz, nem benévolos são e dominam pessoas e comunidades que buscam na mediunidade apenas interesses imediatistas. Estes pertencem à categoria dos Espíritos Imperfeitos, na classe de pseudo-sábios ou na dos neutros.

9 9 Pseudo-sábios - Dispõem de conhecimentos bastante amplos, porém crêem saber mais do que realmente sabem. Na linguagem e conceitos, fazem mistura de algumas verdades com erros grosseiros, através dos quais penetram a presunção, o orgulho, o ciúme e a obstinação de que ainda não se puderam despir. Neutros -- Nem bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal, não ultrapassaram a condição comum da Humanidade, tanto no moral quanto na inteligência.

10 10 A FILTRAGEM DA MANIFESTAÇÃO Ao avaliar a produção de um espírito através da mediunidade, é preciso lembrar que médium e meio sempre exercem influência na manifestação do espírito. Assim, convém Levar em conta: 1) as condições do ambiente da reunião e as qualidades do médium que serviu de intermediário; 2) qual o clima mental do médium na oportunidade da comunicação(nem sempre o médium consegue a melhor sintonia com o espírito). (Item 186, Cap. XVI, 2ª Parte, de O Livro dos Médiuns).

11 11 DIFERENÇA NAS ATITUDES DOS BONS E DOS MAUS ESPÍRITOS Os bons Só dizem o que sabe; calam-se ou confessam a sua ignorância sobre o que não sabem. Se conveniente, fazem que coisas futuras sejam pressentidas mas nunca determinam datas. Os maus Falam de tudo com desassombro, sem se preocuparem com a verdade. Os levianos, com facilidade, predizem o futuro; precisam fatos materiais que não temos como verificar, apontam época determinada para um acontecimento.

12 12 Os Bons Nunca ordenam; não se impõem, aconselham; se não escutados, retiram-se. Não lisonjeiam; aprovam o bem feito mas sempre com reservas. Os maus São imperiosos; dão ordens, querem ser obedecidos; não se afastam por nada.Exclusivistas e absolutos; pretendem ter o privilégio da verdade. Exigem crença cega e jamais apelam para a razão, pois seriam desmascarados. DIFERENÇA NAS ATITUDES DOS BONS E DOS MAUS ESPÍRITOS

13 13 DIFERENÇA NAS ATITUDES DOS BONS E DOS MAUS ESPÍRITOS Os Bons São escrupulosos no aconselhar atitudes; quando o fazem, objetivam sempre um fim sério e eminentemente útil. Só prescrevem o bem e o que é perfeitamente racional e dentro das leis da natureza. Os maus Prodigalizam exagerados elogios, estimulam o orgulho e a vaidade, embora pregando a humildade, e procuram axaltar a importância pessoal daqueles a que desejam dominar. Ligam importância às particularidades mesquinhas, incompatíveis com idéias verdadeiramente elevadas. Fazem prescrições meticulosas.

14 14 DIFERENÇA NAS ATITUDES DOS BONS E DOS MAUS ESPÍRITOS Os Bons Guardam reserva sobre assuntos que possam trazer comprometimento. Repugna- lhes desvendar o mal. Procuram atenuar o erro e pregam a indulgência. Atuam com calma e doçura sobre o médium. Os maus Dão conselhos pérfidos, aconselham atitudes más, tolas, improdutivas, irracionais, fora do bom senso e das leis naturais. Gostam de por o mal em evidência; exageram-no e, com insinuações pérfidas, semeiam a intriga e a discórdia. Para se impor à credulidade e desviar os homens da verdade: Adotam nomes singulares e ridículos e nomes extremamente venerados. Excitam a desconfiança e a animosidade.

15 15 Bibliografia O Livro dos Médiuns Cap. XXIV, 2ª parte - Allan Kardec Apostila Curso para doutrinadores __________________________________________ Organização: Graça Maciel Site:

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