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Observatório do CDCC - USP/SC Setor de Astronomia (OBSERVATÓRIO) (Centro de Divulgação da Astronomia - CDA) Centro de Divulgação Científica e Cultural.

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2 Observatório do CDCC - USP/SC

3 Setor de Astronomia (OBSERVATÓRIO) (Centro de Divulgação da Astronomia - CDA) Centro de Divulgação Científica e Cultural - CDCC Universidade de São Paulo - USP Endereço: Av. Trabalhador São-Carlense, n.400 São Carlos-SP Tel: 0-xx (Observatório) Tel: 0-xx (CDCC) Localização: Latitude: 22° 00' 39,5"S Longitude: 47° 53' 47,5"W Imagem: O Inicio do Observatório

4 Sessão Astronomia

5 As Sessões Astronomia são palestras proferidas pela equipe do Setor de Astronomia todos os sábados às 21h00. Iniciadas em 1992, foram criadas com o objetivo de falar sobre Astronomia ao nosso público em uma linguagem simples e acessível a todas as faixas etárias. Estas palestras se tornaram uma opção de diversão e informação para a comunidade local e também para visitantes de nossa cidade. Os temas abordados são os mais variados possíveis. O material multimídia contido aqui consiste numa opção audiovisual complementar que o professor do Sistema de Ensino pode utilizar como auxílio às suas aulas. O conteúdo das Sessões Astronomia pode ser acessado no seguinte endereço: Crédito do logo: Sessão Astronomia, CDCC-USP/SC, criado por Andre Fonseca da Silva Observação: Padrão e resolução da apresentação: 800 x 600 pixel com imagens a 96 dpi ou 38 pixel por centímetro com dimensão de 8,35 polegadas x 6,26 polegadas ou 21,2 cm x 15,9 cm respectivamente. Editado normamente em Office 97, podendo haver incompatibilidade de execução no Office XP e vice-versa.

6 O Renascimento Astronômico: Autor: Adalberto Anderlini de Oliveira de Copérnico a Newton

7 Renascimento astronômico: Título : O Renascimento Astronômico - de Copérnico a Newton Nome do Autor : Adalberto Anderlini de Oliveira Data da Apresentação: 22/01/05 Número de Espectadores no Audiório: 35 Nome do Apresentador: Adalberto Anderlini de Oliveira Resumo/ABSTRACT: A palestra tem como intuito inserir os grandes astrônomos (Copérnico, Tycho Brahe, Kepler, Galileu e Newton) no contexto da época em que viveram, mostrando a preocupação de todos em compreender a obra divina. Para tanto, foi utilizado o livro E a Luz se Fez de Rudolf Thiel. Crédito da Imagem de Abertura: autoria desconhecida. figure-9.jpg. Disponível em:. Acesso em: 14/01/2005 Frontispício de Giovanni Battista Riccioli, Almagestum novum (Bologna, 1651). Urania segura a escala, em que o sistema Tychonico compensa o sistema heliocentrico de Copérnico. O sistema geocentrico é rejeitado claramente na direita inferior. Na esquerda está o Argus (com 100 olhos), observando o sol com um telescópio prendido a um olho em seu joelho. No alto estão as descobertas recentes indicadas, incluindo os anéis de Saturno (ainda não interpretados como anéis), as quatro luas de um Júpiter unido, e as fases crescentes de Mercúrio e de Vênus. No alto está o trabalho hebreu Yah-Veh. Cortesia, Biblioteca De Dibner, Bibliotecas Smithsonian Institution.

8 Feudalismo: Política: poder descentralizado Sociedade: Rei / Nobreza / Clero / Servo / Homem Livre Economia: agrícola (baixa tecnologia)/ escambo Cultura / Sabedoria: Monopólio da Igreja Católica Filosofia Teocêntrica: Justifica as atitudes da Igreja para a defesa da fé Excomunhão Inquisição (Fogueira)

9 Feudalismo Comentário: Para compreender o espírito da época Renascentista, é preciso retornar um pouco na história, para verificar como o Feudalismo se transformou em Renascentismo. O Feudalismo foi o sistema sócio poítico econômico e cultural da Idade Média, se estendendo por cerca de 1000 anos, desde o séc. III até o séc. XIV. Ele foi formado com a decadência do império romano, e as invasões bárbaras. Politicamente era caracterizado pelo poder descentralizado, pois o Rei dava terras em troca de proteção. Assim, o Senhor Feudal, que possuía o exército, mandava mais que o rei. A sociedade era extratificada: os nobres (possuíam a terra), o clero, o servo, e o homem livre (artesãos, comerciantes…). A economia era agropastoril, pouco desnvolvida, e o comércio se dava através do escambo, sem moedas. A cultura e a sabedoria eram monopólio da Igreja Católica, que alimentava a filosofia teocêntrica da época, o que justificava seus atos para a defesa da fé. Imagem: autoria desconhecida. Feudal_3.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

10 Crise do Sistema Feudal (~séc. XI) teve início com o aumento da população: Fome moral decadente Igreja: Cruzadas expande para Oriente Nobres: mais terras

11 Crise do Sistema Feudal Comentário: O início da crise se dá com o aumento da população. Essa cresceu muito mais do que a produção de alimentos, e consequentemente os senhores feudais começaram a expropriar os camponeses que foram para as vilas. O nível de vida era péssimo, a saúde era precária, a fome era muita, o que resultou na decadência da moral das pessoas, e junto, do sistema. Foi nesse contexto que a Igreja teve uma grande idéia: as cruzadas. Seria bom para todos: a população excedente iria ter algo para lutar, a nobreza teria mais terras, e a Igreja expandiria seus domínios para o Oriente. autoria desconhecida. organizandocruzada.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

12 Conseqüências das Cruzadas contato do Ocidente com o Oriente comércio de especiarias surge nova classe: BURGUESIA Grande crise do séc. XIV: a Peste e as Guerras vieram sepultar, de uma vez por todas, o Feudalismo.

13 Conseqüências das Cruzadas Comentário: Não deixa de ser interessante que foi uma iniciativa da Igreja que levou ao declínio do sistema onde ela era bem sustentável. Com as cruzadas, aumentou o contato entre o Ocidente e o Oriente, na volta, as especiarias começaram a ser comercializadas (com o incentivo dos senhores feudais) dando origem a uma nova classe social: a Burguesia. Com o comércio e o lucro, e o excedente populacional, surgiram os ladrões, as vilas começaram a ser cercadas, mas com o péssimo saneamento básico, isso culminou na proliferação dos ratos e a doença: epidemias. Além disso, as cruzadas e a Guerra do Cem Anos, e a peste negra, assolaram a Europa, sepultando o Sustema Feudal.

14 Transição do Feudalismo para o Capitalismo Burguesia: tem o $ dinheiro $, quer o PODER. aliança com Reis e Senhores Feudais Mercantilismo: política econômica que prega o acúmulo de metais preciosos. Expansão Marítima e Comercial da Europa Burguesia = acúmulo, lucros, empréstimos, usura criticado pela Igreja Católica Burguesia financia nova produção cultural (reforço da imagem do burguês)

15 Transição do Feudalismo para o Capitalismo Comentário: A burguesia que possuía o dinheiro começou a querer algo mais: o Poder. Assim, ela não tardou a se unir aos Senhores Feudais e aos Reis. Isso resultou no Mercantilismo: política econômica que pregava o acúmulo de metais preciosos. Com isso, iniciou-se a expansão marítima, e com a necessidade, a ciência despertou do seu sono profundo, e revolucionou o mundo e a maneira de pensar, ainda que com a dificuldade de convencer a Igreja. A Igreja, entretanto, criticava o lucro, os empréstimos, o acúmulo e a usura (juros exagerados). A burguesia rechaçada, como que por instinto iniciou o financiamento de uma nova filosofia, novas artes, que reforçassem a imagem do burguês e quebrassem a oposição (a crítica da Igreja).

16 Renascimento da cultura greco-romana (havia sobrevivido graças aos árabes) burguesia financia filósofos - justificar o poder dos Reis (ABSOLUTISMO) Surge HUMANISMO: Antropocentrismo (x Teocentrismo)

17 Renascentismo Comentário: Como a burguesia surgiu primeiro nas zonas de portos, principalmente a Itália, nada mais natural do que os italianos tentarem resgatar os momentos de glória do Império Romano. Assim, quando os artistas começaram a ser financiados, eles reconnstruíram a arte Greco- Romana, e por isso a época ficou conhecida como Renascentismo. Essa nova cultura foi baseada no Humanismo, filosofia antropocêntrica, em oposição ao teocentrismo medieval que justificava os atos da Igreja. Além disso, os filósofos escreveram livros que justificavam a nova política. Surge, assim, o Absolutismo: o poder absoluto na mão dos Reis.

18 Alguns dos Gênios Renascentistas Dante Alighieri ( ) - A Divina Comédia Scala/Art Resource, NY

19 Alguns dos Gênios Renascentistas Comentário: Um dos primeiros homens a começar a criticar o sistema foi Dante. No livro A Divina Comédia, ele se apaixona por Beatriz, que é raptada pelo demônio Belasco, e é levada para o Limbo. Dante, com a ajuda de Virgílio, vai ao inferno. O inferno é dividido em camadas, onde ele encontra alguns inimigos, padres, e até o Papa. É o início da contestação da Igreja Católica. Autoria: Domenico di Michelino. T010667A.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

20 Alguns dos Gênios Renascentistas Leonardo da Vinci ( ) - De Divina Proportione

21 Alguns dos Gênios Renascentistas Comentário: É impossível falar em Renascimento sem citar Leonardo da Vinci. Gênio como poucos, com dons invejáveis, além de quadros mundialmente famosos e intrigantes, desenhou algumas máquinas, estudava o corpo humano… Fez de tudo um pouco. É bom reparar que a geometria, matemática desenvolvida pelos gregos, era tida como uma obra divina. A mais pura realização da simetria. Isso pode ser visto no desenho do corpo que da Vinci fez, evidenciando bastante a geometria do corpo humano. last_supper.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 leonardo.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 vitruvian1.gif. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 leomona.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 p8.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

22 Alguns dos Gênios Renascentistas Nicolau Maquiavel ( ) - O Príncipe

23 Alguns dos Gênios Renascentistas Comentário: Um dos filósofos que justificou o absolutismo foi Maquiavel, cujo livro O Príncipe é uma aula de política autoria desconhecida. machiavelli.gif. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 autoria desconhecida. machiavelli.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

24 Alguns dos Gênios Renascentistas William Shakespeare ( ) - Hamlet

25 Alguns dos Gênios Renascentistas Comentário: Além disso, escritores como Shakespeare foram fundamentais para analisar e criticar a moral e os hábitos da época. Autoria: Domenico di Michelino. T010667A.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 william-shakespeare-200x282.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

26 A Grande Invenção réplica da prensa de Johann Gutenberg ( )

27 A Grande Invenção Comentário: Toda essa revolução foi impulsionada por uma invenção que mudou a história da humanidade: a prensa de Gutenberg. Com ela, os livros que antes eram privilégio apenas da Igreja, começaram a ser produzidos em larga escala. Juntando à isso, o fato de os Árabes possuírem documentação grega, os livros impressos serviram de base para que grandes pensadores renascentistas não começassem do zero, empolgando-se cada vez mais com as maravilhas produzidas pelos gregos. Gutenberg.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 Gutenberg.press.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005 gutenberg.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

28 Renascentismo Astronômico Mikolaj Koppernigk ( ) Tycho Brahe ( ) Johannes Kepler ( ) Galileo Galilei ( ) Isaac Newton ( )

29 Renascentismo Astronômico Comentário: Vamos ver como a ciência, mais especialmente a Astronomia, evolui nessa época. Vamos analisar a evolução da compreensão do Universo.

30 Nicolau Copérnico ( ) cônego - estudou até 32 anos Surgiram ~ livros em uma geração espírito humanista não o tirou da devoção, mas o salvou do fanatismo religioso.

31 Copérnico Comentário: Sinais da nova época… Koppernigk pode segundo um novo batismo, latinizar seu nome. Copérnico, que era Polonês, possuía a prebenda de cônego, logo, pode dar-se ao luxo de estudar por quinze anos (até os 32) de universidade em universidade, principalemente na Itália. E valia a pena ser estudante nessa época, com mais de livros surgidos em uma geração, o que antes era enfadonho ao ler as poesias simples de monges tornou-se audacioso na leitura dos Gregos… A mocidade mergulhou na literatura antiga. Por algum tempo (antes da Contra-Reforma da Igreja), os pensadores alçaram vôo sem barreiras. Leigos e clérigos se confundiam nessas peripécias. Essa era a atmosfera em que vivia Copérnico. Ela nada lhe tirou de sua devoção, mas o salvou do fanatismo religioso, que em breve viria para sufocar o humanismo pagão. copernico.jpg. Disponível em:. Acesso em: 13/01/2005

32 Nicolau Copérnico ( ) Contexto Científico: formato da Terra Polo Norte Celeste Eixo de Rotação Polo Sul Celeste Esfera Celeste Polo Norte da Terra

33 Copérnico Comentário: Finalmente ousou-se representar a Terra como uma esfera, tal qual os gregos. A velha geração ainda opunha resistência a essa imagem da Terra. Eles alegavam que do lado de baixo do globo (logicamente eles se sentiam em cima) os rios pulariam dos sus leitos, as pedras cairiam no vácuo, as criaturas (antípodas) viveriam de ponta cabeça presas aos galhos das árvores. Mas vem da Espanha a sensacional notícia: Colombo voltara da sua aventura temerária, e não havia sido engolido pela serpente monstruosa. E para provar que encontrara as Índias, trazia índios de pele avermelhada, corpo de homem normal, mas em vez de cabelo, com penas nas cabeças. Sim, valia a pena ser estudante nessa época… Ainda mais por 15 anos. celsph.gif. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

34 Esfera das Estrelas Fixas Esfera de Saturno Esfera de Júpiter Esfera de Marte Esfera do Sol Esfera de Vênus Esfera de Mercúrio Esfera da Lua Movimento do Sol e dos planetas: círculos. Nicolau Copérnico ( ) Solstício de verão Solstício de inverno 182 voltas (espiras) Uma por dia Seria absolutamente indigno do Criador excelso, necessitar Ele de tantas voltas, para mover o Sol, a Lua e cinco planetas, em torno da Terra

35 Copérnico Comentário: O estudo de astronomia de Copérnico começou pela enciclopédia Capella, que estava em uso há mil anos. A maior parte dela era em verso; só a matemática e a astronomia que eram em prosa. Aprendia-se nessa obra como o Sol se movia, ao longo de 182 voltas espirais, uma por dia… e é essa a descrição exata do que realmente o Sol faz no céu. E isso para todos os planetas, em suas esferas. Assim, ao todo, as voltas das esferas deveriam ser para representar o que vemos no céu todas as noites. Seria absolutamente indigno do Criador excelso, necessitar Ele de tantas voltas, para mover o Sol, a Lua e cinco planetas, em torno da Terra. ptolemei.gif. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

36 Nicolau Copérnico ( ) Dois gregos: Cícero e Plutarco - a Terra se move Verão Inverno A Terra gira Revolução anual do Sol

37 Copérnico Comentário: Copérnico estudou grego para saber a opinião de Ptolomeu sobre as voltas, e acabou descobrindo em outros gregos, Cícero e Plutarco, que para eles a Terra se movia.

38 Nicolau Copérnico ( ) Ptolomeu (séc. II) X Copérnico Ventos, nuvens e projéteis sopram para oeste Terra arrasta o envoltório atmosférico Velocidade de rotação estilhaçaria a Terra A esfera Celeste giraria com velocidade maior Geocentrismo: o homem é o objetivo da criação Heliocentrismo: Deus é o centro do Universo Copérnico usou do mesmo argumento para afastar a Terra do centro definitivamente Ptolomeu considerava as esferas com os centros deslocados da Terra - horizonte não muda Geocentrismo X Heliocentrismo

39 Copérnico Comentário: A idéia que a Terra se move não data de Copérnico. Ela era tão conhecida na antiguidade que Ptolomeu resolveu refutá-la. Se a Terra gira para Leste, os ventos, as nuvens e os projéteis virariam sempre para o Oeste. Além disso, a velocidade de rotação seria tão alta que a Terra se despedaçaria. A resposta à primeira pergunta só seria respondida por Galileu e Newton, mais tarde; mas Copérnico teve um ótimo argumento para a questão da velocidade de rotação: imagine só a velocidade de rotação que deveriam possuir as esferas celestes, uma vez que são maiores do que a Terra. O Universo é que espatifaria… Quando pensou isso, não demorou a ler mais dos gregos, procurando algo mais, e o descobriu. Aristarco de Samos admitia que a Terra girasse num círculo inclinado, e em torno do seu eixo. Logo percebeu que se o Sol fosse o centro, também não estaria contrariando Deus, uma vez que muitas religiões representavam seu Deus como o Sol. Faltava agora encontrar provas. Alias, o Sol nos dá luz, nos dá a vida, compete-nos deixá-lo no centro.

40 Nicolau Copérnico ( ) Faltava uma prova convincente… movimento retrógrado

41 Copérnico Comentário: Ainda faltava uma prova convincente, e ele a obteve do movimento retrógrado dos planetas. Passou, então, a acreditar que sua teoria não era devaneio, mas a mais pura verdade. ANIMAÇÃO: MARSLOOP_03_T.GIF Disponível em:.Acesso em: 21/01/2005

42 Nicolau Copérnico ( ) Faltava uma prova convincente… movimento retrógrado epiciclos X corrida de cavalos x

43 Copérnico Comentário: E o conseguiu através de uma imaginação singular: comparando seu modelo à uma corrida de cavalos, quando o jóquei, ao ultrapassar o oponente, tem a impressão de que ele está andando para trás.

44 Nicolau Copérnico ( ) Estava entusiasmado com descoberta… 20 anos escrevendo livro Falhou no quinto volume: cálculo da órbita de marte não quis publicar o livro incompleto mas sua idéia já havia se espalhado, passou a ser caçoado não conseguia compreender a inclinação do eixo - uma arma para quem era contrário à teoria Reforma Religiosa: Católicos X Protestantes - fanatismo

45 Copérnico Comentário: Entretanto, copérnico teve um problema. Após 20 anos escrevendo seu livro, teve um erro no quinto volume: o cálculo da órbita de marte. (O problema é que ele imaginava círculos, onde, na verdade, temos elipses) Como não quis lançar o livro incompleto, mas sua idéia já havia se espalhado, virou alvo de chacotas. Tanto pior quando não conseguia entender o porquê da necessidade de o planeta possuir o eixo inclinado. Pior ainda foi isso ter ocorrido na época da Contra Reforma Religiosa, onde ele acabou sendo alvo de fanatismo.

46 Nicolau Copérnico ( ) Biblia: Josué mandou parar o Sol …e não a Terra... Astrônomo Copérnico conversando com Deus

47 Copérnico Comentário: Ainda alvo de fanatismos, ele teve de ouvir a seguinte argumentação: …está na sagrada escritura, que Josué mandou parar o Sol e não a Terra. Foi quando ele respondeu: A matemática se escreve só para os matemáticos Interessante notar que Copérnico era religioso, e só estava tentando entender a obra de Deus. Jan_Matejko-Astronomer_Copernicus-Conversation_with_God.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

48 Nicolau Copérnico ( ) Discípulo lhe dá ânimo Sobre a Revolução das Esferas Terrestres Nuernberg, 1543 com 70 anos: pensava em sepultar o livro consigo

49 Copérnico Comentário: Já com 70 anos, pensava em sepultar o livro consigo, mas após conversa com discípulo, esse lhe convenceu a publicá-lo. akopern.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005http://www.mb.vu.lt/bukletas/images/atvir/akopern.jpg

50 Tycho Brahe ( ) A Humanidade não guarda o nome de observadores Copérnico não era dado à medidas enfadonhas: confiava nos dados de Ptolomeu Sistema Ticônico Explica o movimento retrógrado Estava salva a dignidade humana

51 Tycho Comentário: Poucos conhecem Tycho Brahe, nem que fosse apenas de nome. É a maior prova de que ninguém se lembra dos astrônomos observadores. É muito mais conhecido o nome de Copérnico, Kepler e Newton. Entretanto, vale ressaltar que muitas das dificuldades de Copérnico se devem ao fato de que ele confiava nos dados de Ptolomeu e os achava infalíveis. Fato interessante é o de que Tycho não utilizou instrumentos novos de início, e tampouco utilizou o telescópio que não era da sua época. Na verdade, Tycho começou aperfeiçoando instrumentos gregos, com miras e escalas mais precisas. Além de fazer cada medida quatro vezes, ele calculava o erro devido à refração da luz do Sol na atmosfera. Uma mente extremamente cuidadosa. Tycho também quis brincar um pouco de teórico, pois não se conformava com a retirada da humanidade do centro do universo. Assim, bolou o sistema Ticônico, tentando melhorar a teoria do Copérnico. Assim, a Terra era o centro do universo, e tudo o mais rodava a volta do Sol, que rodava em volta da Terra. Era possível explicar a laçada dos planetas com ela; e além disso, continuávamos o centro de tudo. A idéia só não vingou pois apareceu um jovem talentoso: Kepler. Brahe.jpeg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

52 Tycho Brahe ( ) Aceita temerariamente para assistente Johannes Kepler, que não se dava a observações e preferia fazer cálculos

53 Tycho Comentário: Tycho aceita como assistente o Kepler, que não nos achava dignos de estar no centro do universo, e procurou estudar a teoria de Copérnico. E Tycho resolve inovar, ao invés dos instrumentos baseados em retas (por exemplo: triquetrum), inventa instrumentos curvos e de dimensões enormes, começa medidas ainda mais precisas. Com os novos instrumentos, fez medidas que foram utilizadas pelos preciosos cálculos de Kepler. Mediu a duração do ano, fez catálogos precisíssimos, os primeiros desde Hiparcos. E, por sorte não viu seus instrumentos serem esquecidos com o advento dos telescópios. brahe71.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 triquetrum.gif. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 mquadrant.gif. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

54 Giordano Bruno ( )

55 Giordano Bruno Comentário: Só para mostrar como estava a sociedade depois dessas novas idéias, inserimos aqui Giordano Bruno. O fato é que a astrologia havia voltado com força total, o medo das bruxas, e afins. E quando Giordano Bruno começou suas profecias de maneira eloquente, logo a Igreja se amedrontou. Ele defendia belamente as idéias de Copérnico, dizia que o Universo é infinito, que o Sol é apenas mais uma estrela, defendia que as leis da Física são as mesmas em todo o Universo, defendia que a mesma química permeava o universo. Defendia que existia vida em outros planetas. Não foi um cientista, não utilizava o método científico, mas sabia como ninguém defender a ciência, era a encarnação da heresia. E foi morto na fogueira.

56 Johannes Kepler ( ) A geometria era a única ciência verdadeira; o espírito humano foi criado por assim dizer para o conhecimento das proporções geométricas Não aceitava o modelo Ticônico, e procurou resolver os problemas de Copérnico

57 Kepler Comentário: Kepler era professor de matemática, apaixonado pela geometria. Ele achava que Deus havia inserido no nosso cérebro a mesma regularidade do cosmo para que pudéssemos compreendê-lo. Ele pretendia decifrar o plano da estrutura do universo. kepler11.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

58 Johannes Kepler ( ) Começou a fazer perguntas que Copérnico não havia feito Em que leis se apoiam as distâncias totalmente diversas dos planetas? Devia ser alguma coisa geométrica... FAMA

59 Kepler Comentário: Queria saber o motivo da disposição dos corpos celestes. Quando, em uma aula, lembrou-se do último livro de Euclides que dizia existirem apenas cinco corpos regulares, ele deu um exercício difícil para seus alunos, e tentou verificar esses corpos cabiam exatamente entre as seis órbitas dos planetas. Eis o que consegiu: Entre Saturno e Júpiter: o cubo Entre Júpiter e Marte: a pirâmide triangular Entre Marte e Terra: o dodecaedro Entre Terra e Vênus: o icosaedro Entre Vênus e Mercúrio: o octaedro Desvendara o método euclidiano de Deus, ficou famoso. 275px-Kepler-solar-system-1.png. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 Kepler-solar-system-2.png. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

60 Johannes Kepler ( ) os planetas orbitam em torno do Sol, e não em torno de um ponto próximo. E como ora se aproximam, ora se afastam, a sua órbita não pode ser um círculo Heresia Calculou a órbita de Marte com os dados de Tycho Brahe a órbita de marte não é um círculo - refez o cálculo 70 vezes derrocada de Ptolomeu e de toda a astronomia Helênica

61 Kepler Comentário: …nós, os astrônomos, também somos os pregadores de Deus, segundo o Livro da Natureza. - dizia ele nessa época. Não achava que Deus fazia os planetas girarem em torno de um ponto hipotético, tal qual o achava Ptolomeu. Esforçou-se para aperfeiçoar o modelo copernicano. Além disso, duvidou do ponto sobre o qual se fundou a Astronomia Helênica, as formas circulares. E teve sua genialidade ao se imaginar em uma estrela distante, vendo o sistema solar, e assim, utilizando os dados conhecidos da distância da Terra ao Sol, e da distância da Terra à Marte, calculou a distância de Marte ao Sol… e verificou: não era um círculo perfeito.

62 Johannes Kepler ( ) O Sol não está apenas no centro do Universo, é sua força motriz Queria saber como Deus animara sua criação… Os movimentos entrelaçados obedecem à ação de uma única força magnética - conceito de Força Assim deu a solução para o problema das velocidades variáveis: a Força do Sol diminui à medida que cresce a distância - mas o cálculo não funcionou

63 Kepler Comentário: Por fim, parou ele de querer saber apenas a geometria do sistema, mas sim, queria entender o porquê de ele ser assim, o que o sustentava… Surge o conceito de força. Só com o modelo Heliocêntrico o seu conceito de força faria sentido, sendo uma força com um ponto como origem, e esse ponto não podia ser o vazio, tal como no modelo de Ptolomeu. Pagou seu preço, o clamavam herege. Mas com o conceito de força deu a solução para o problema da velocidades variáveis (que os gregos descartavam dizendo que era ilusão de óptica): a Força do Sol diminui à medida que cresce a distância. Mas no cálculo, ela não funcionou. Deixou ele sua hipótese de lado e desenvolveu a idéia de raio vetor, que também só veio a ser resolvido no séc. XIX.

64 Johannes Kepler ( ) Que forma tem a órbita? Elipse: dois focos - Deus não faria isso Ovo: um foco - conclusão precipitada Cães precipitados dão à luz filhotes cegos. Ovo de Marte Elipse de Marte x x x

65 Kepler Comentário: Fez-se, então, uma pergunta mais simples: qual o formato da órbita de Marte? Duas podiam ser as formas: algo parecido com um ovo, ou uma elipse… Mas a elipse possui dois focos, e Deus não faria o planeta girar em torno do nada… escolheu o ovo. Conclusão precipitada. Com Newton, verificamos que na elipse, a força ainda pode ser central. E ele depois de muito penar, calculando da maneira como já foi explicada, a órbita, e vendo que não era um ovo, resolveu verificar se era uma elipse.

66 Galileu Galilei ( ) Quando as descobertas de Galileu, com a luneta, se tornaram conhecidas, Kepler clamou, entusiasmado: Ó oniciente luneta, mais preciosa do que o cetro de um rei! Quem te tiver na mão é senhor do Universo! Quem poderá guardar silêncio ante coisas tão portentosas?

67 Galileu Comentário: Kepler fica admirado com as lunetas, estuda e dá uma ótima base para a óptica geométrica, e ainda escreve um livro de ficção de uma viagem à Lua. Galileu era conhecido por fazer os alunos observarem as coisas com os próprios olhos, Ele estava cansado dos cursos das universidades que nada mais faziam do que julgar prós e contras de Aristóteles. Era um experimental nato. Galileo_by_leoni.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

68 Galileu Galilei ( ) Lua Plêiades (50 estrelas) Via Láctea Luas Júpiter Fases Vênus `Orelhas´ em Saturno Dias e noites em outros planetas Sol - cego por uma semana (projeção-manchas) Mensageiro dos Astros, com Grandes e Assombrosas Novidades, Até a Esta Data Ignorada Pelos Homens

69 Galileu Comentário: Galileu foi além. Percebeu que não é só com filosofia que se faz a Astronomia, eram necessárias provas, evidências. Assim, iniciou-se no Ocidente o estudo da natureza. Quando ficou sabendo da luneta, deu para fabricar a sua própria, e, estupefato por ninguém tê-lo feito, ainda, apontou-a para o céu. O que se segue são maravilhosas descobertas. galileu50.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 galileu62.JPG. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

70 Galileu Galilei ( ) A tese de que Josué parou o Sol e não a Terra não deve ser considerada uma revelação do que concerne à natureza. A Bíblia não contém nenhuma astronomia; não figuram sequer os nomes dos planetas. É absolutamente certo que a Sagrada Escritura não pode errar; mas podem errar os intérpretes. Seria blasfemia colocar ao pé da letra as passagens da Bíblia relativas à cólera divina, ao ódio e ao arrependimento do Senhor; todos concordam nisto. Da mesma forma, não se devem interpretar literalmente as passagens da Bíblia que não coincidem com a ciência. Efetivamente, as leis da natureza cumprem-se com exação absoluta; e as leis da natureza também são criadas por Deus.

71 Galileu Comentário: Como já havia se tornado costume, Galileu foi advertido pela Igreja, mas tinha uma língua áspera para as acusações.

72 Galileu Galilei ( ) Inquisição Fez a sua cruzada - foi advertido Livro de Copérnico proibido O sistema copernicano não tardará a ser adotado nos países protestantes; então a ciência católica será menosprezada, a Igreja será tachada de obscurantismo

73 Galileu Comentário: Acabou na inquisição, por defender as teorias de Copérnico. E, quando o livro dele é proibido, afirma que a Igreja será taxada de obscurantismo. Ele não queria ver sua Itália passada para trás. Não queria ver o modelo aceito primeiro por outros povos... galileu21.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

74 Galileu Galilei ( ) Negar a defesa de Copérnico e aceitar Ptolomeu 70 anos Prova do Heliocentrismo: maré (não quis utilizar as laçadas para agumentar a favor do Heliocentrismo) escreveu livro didático (explicou questões: eixo e vento)

75 Galileu Comentário: Tenta, então, provar o heliocentrismo. Escreve um livro tido por muitos como um dos mais didáticos de toda aquela época. Um livro bastante convincente. Mas a Igreja descobre que ele publicou o livro sem ter o direito de fazê-lo. Por fim, então, para salvar a prpria vida, e não acabar como Giordano Bruno, nega a teoria de Copérnico, já aos 70 anos. galileu11.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

76 Galileu Galilei ( ) pêndulo oscila uniformemente - relógio mais perfeito Afinidade entre oscilação e queda comprimentos =s e massas s : velocidades =s Como seguir uma pedra na queda?

77 Galileu Comentário: Certa vez, quando colocaram um lustre novo na Torre de Pisa, ele, ao observar as oscilações desse lustre percebeu que elas se davam uniformemente. Apesar de parar de oscilar, o tempo que demorava para repetir cada ida e volta não mudava. Era o relógio mais perfeito, e ninguém o havia ainda percebido. Resolveu fazer experimentos com pêndulos, mantendo o mesmo tamanho da corda, mudava o peso das bolas, e verificava que a velocidade de oscilação continuava igual. Pensou ser essa, uma relação entre a queda livre e o pêndulo, e fez outro experimento: munido de bolas de massas diferentes, subiu à inclinada Torre de Pisa, e co cuidado, soltou as duas bolas concomitantemente, e percebeu que elas chegavam ao mesmo tempo ao solo, salvo a resistência do ar. Mas como era difícil fazer medidas naquela época, inventou um método para estudar a queda dos corpos: o plano inclinado. Demonstrou assim, que são os mesmos princípios que governam o pêndulo,a queda livre e o plano inclinado. art1_2.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 imperiaflex_0_1_0.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 imperiaflex_0_4_0.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

78 Galileu Galilei ( ) Cinemática: queda livre, fio e plano inclinado Basta dar a energia necessária União de dois movimentos

79 Galileu Comentário: Logo depois de negar a teoria de copérnico, volta a estudar o movimento dos corpos. Desnvolvendo a teoria da energia, e percebendo que a órbita é a união de dois movimentos: a queda livre, e o movimento circular; bastando para isso que seja dada a energia suficiente para o corpo ficar eternamente rodando à volta do outro. Galileu fecha definitivamente os olhos cegos no ano do nascimento de Newton. newton61.gif. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

80 Isaac Newton ( )

81 Newton Comentário: Newton foi uma mente ímpar, inovador em muitas áreas. Desgostoso dos problemas de coloração que os telescópios de lente possuíam, iniciou a fabricação de telescópios de espelho. E nesses estudos para melhorar os telescópios, descobriu o ospectro luminoso, explicou a tão intrigante luz, e desenvolveu a base para a espectroscopia. GodfreyKneller-IsaacNewton-1689.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 newton45.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 newton22.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005 PrismAndLight.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

82 Isaac Newton ( ) R 60 R Das leis de Kepler verifica que na Lua atua 1/3600 da força que atua na superfície da Terra Em um segundo a Lua cai mm / 3600 = 2,71 mm 1 seg ? 2,26 mm 1/6 a menos

83 Newton Comentário: Das leis de kepler, e deduz qual deve ser a razão das forças entre a Terra e a Lua, e ao ver cair uma maçã, imagina que a mesma força que derrubou a maça atraia a Lua. Foi a união da Terra com o Céu. Uma mesma força regendo tudo… E, com os métodos de Galileu, mediu a aceleração de um corpo na superfície da Terra, e supôs a Força que deveria agir na Lua… Mas os cálculos não deram certo. newton10.jpg. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

84 Isaac Newton ( ) R 60 R Novo cálculo do raio Terra 1/6 a mais Imaginou a força como dependente da massa Gravitação = Produto das massas Quadrado da distância

85 Newton Comentário: Quando chega da França a nova medida para o Raio da Terra, ele refaz as contas e verifica a validade do que pensou: é a fórmula matemática para a Lei que rege os movimentos na Terra e no Céu. Entretanto Newton desconhecia a causa dessa Força, não entendia o por quê.

86 Conseqüências Método Cietífico Determinismo Revolução científica como um todo Watt - máquina à vapor Lavoisier e Davy - ciência da matéria Galvani e Volta - Eletricidade Inevitável Revolução Industrial Iluminismo (Burguesia queria o poder, sem ter de sustentar Reis)

87 Cosequências Comentário: Assim, no período de 300 anos, o homem que se achava o centro do Universo, vivendo em uma Terra plana, se viu for a do centro, numa Terra redonda. Com esses nomes surgiu o método científico, contra a filosofia de Aristóteles, sem experimentação. Com as leis de Newton, afirmou-se o Determinismo, uma vez que bastava em suas leis dar dois passos de um corpo para saber todo o movimento futuro. E as revoluçãoes que se deram em todas as áreas, acabou por culminar na Revolução Industrial, com a burguesia desejando o poder só para si.

88 Final da Apresentação

89 O Binômio de Newton é tão belo quanto a Vênus de Milo. O que há é pouca gente para dar por isso. óóóó---óóóóóó óóó---óóóóóóó óóóóóóóó (O vento lá fora). Fernando Pessoa (Álvaro de Campos),

90 Fim Comentário: Assim, verificamos que as ciências exatas são tão belas quanto as humanas, ou a religião. Devemos, sim, reconhecer a liberdade de cada indivíduo ao escolher o seu caminho. Assim, ensinemos ciências e ensinemos religião, e deixemos que ele viva com as duas _IMG.JPG. Disponível em:. Acesso em: 15/01/2005

91 Referências e Bibliografia Livros: E a luz se fez - Rudolf Thiel GILBERT,A.(1982): Origens históricas da física moderna, Fund. Calouste Gulbenkian, Lisboa O Universo - Isaac Asimov Internet: Agradecimentos Ao Prof. Wilton S. Dias e ao Monitor Matheus Jatkoske Lazo pelos livros emprestados


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