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Comportamento. ForrageioLocomoção Especializações Alimentares Presas mais comuns Reprodução e cuidado parental Variedade de modos reprodutivos.

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Apresentação em tema: "Comportamento. ForrageioLocomoção Especializações Alimentares Presas mais comuns Reprodução e cuidado parental Variedade de modos reprodutivos."— Transcrição da apresentação:

1 Comportamento

2 ForrageioLocomoção Especializações Alimentares Presas mais comuns Reprodução e cuidado parental Variedade de modos reprodutivos

3 Forrageio Métodos utilizados para encontrar, subjugar e deglutir as presas são diversificados entre as espécies de uma comunidade;

4 Especializações evoluídas: Cabeças arredondadas e mandíbulas alongadas – retirada de caramujos dentro de sua concha; Serpentes desprovidas de dentes – deglutição de ovos de aves intacto; A biologia trófica das serpentes enfatiza as especializações morfológicas associadas aos hábitos alimentares.

5 Locomoção Há quatro tipos de locomoção: Curvilínea ou serpentina; Retilínea; Sanfonada; Ondulação lateral ou alças laterais

6 Locomoção curvilínea ou serpentina Movimentação em uma série de curvas; As curvas podem ser irregulares Cada curva é empurrada para trás; Velocidade de 7,6 cm / segundo

7 Locomoção retilínea Uso primário por serpentes de corpo pesado; As seções alternadas da superfície ventral são mantidas afastadas do solo e puxadas para a frente por músculos que se originam nas costelas e inserem-se nas escamas ventrais; Ondas de contração deslocam-se da frente para trás, movimentando-se em linha reta

8 Locomoção sanfonada Utilizada em passagens estreitas como tocas de roedores devido ao pouco espaço físico; Ancora-se a porção posterior do corpo e, pressionando várias alças contra a parede da toca, e estende a porção anterior do corpo

9 Locomoção por ondulação lateral ou alças laterais Utilizadas primariamente por serpentes que vivem em desertos, onde as dunas de areia proporcionam um substrato que desmorona durante a locomoção serpentina; Ocorre a elevação do corpo em alças, apoiando-o apenas em dois ou três pontos no substrato;

10 Estas alças são impulsionadas para a frente no ar e colocadas no substrato, e os pontos de contato movem-se suavemente ao longo do corpo; A força é exercida para baixo

11 Especializações Alimentares Crânio mais flexível que dos lagartos; Oito ligações pareadas com articulações entre si atuando independentemente; O ligamento quadrado-pterigóide e o vínculo quadrado- supratemporal são flexíveis; Movimentação tridimensional do crânio.

12 Os movimentos de deglutição ocorrem lentamente; A deglutição normalmente se iniciará pela cabeça, de forma que as patas sejam pressionadas contra o corpo; Presas pequenas podem ser deglutidas pela cauda, ou mesmo de lado; Várias serpentes deglutem presas ainda vivas e, por isso há um grande risco de injúria;

13 Desenvolvimento de algumas características anatômicas para proteção: Osso frontal e parietal estendendo-se para baixo e envolvendo totalmente o encéfalo; Apófises ventrais das vértebras do pescoço desenvolvendo-se para baixo proporcionando proteção a medula espinhal Constrição e peçonha são especializações para a predação que permitem a manipulação de presas grandes sem riscos de injúria;

14 Constrição é característica de todos os Boídeos e grande parte dos colubrídeos; Há três tipos de inoculação de peçonha; As serpentes solenóglifas permitem a fuga de sua presa após a inoculação da peçonha evitando e diminuindo o risco de injúria; Através do odor a serpente encontra a sua presa;

15 A forma triangular da cabeça, é resultado não só da glândula venenífera, mas também da extensão para fora da porção anterior do crânio, especialmente dos quadrados; Os quadrados muitos expansíveis permitem a passagem através da boca presas de até três vezes o seu diâmetro

16 Presas mais comuns Lesmas Caramujos Anfíbios Répteis – Serpentes, Lagartos Aves – Seriema, Psitacídeos, aves marinhas Mamíferos – Roedores, Gambás, Capivaras, Cervos,

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22 Reprodução e cuidado parental A fêmea levanta a cauda em sinal de recepção para a cópula; O macho responde pressionando sua região cloacal contra a região cloacal da fêmea; Os machos possuem órgãos copuladores pareados denominados de hemipênis – nome derivado de uma crença errônea de que os dois órgãos são utilizados ao mesmo tempo;

23 Cada hemipênis consiste em sua estrutura ôca, com a extremidade fechada e, ao ficar ereto, é preenchido por sangue; Há algumas espécies que possuem seu órgão bifurcados, onde este, também é utilizado classificações; Há algumas espécies que demonstram cuidado parental com a prole – Lachesis muta muta e L. muta rhombeata, algumas pítons; Há registros de que a prole de pítons retornam à noite para suas cascas de ovos vazias, onde a mãe enrolou-se em torno deles para mantendo-os aquecidos ( POUGH, 1993; P.518 ).

24 Crotalus durissus

25 Variedade de modos reprodutivos Oviparidade – ovos depositados em um ninho com desenvolvimento sustentado inteiramente por vitelo; Viviparidade – ovos retidos nos ovidutos com desenvolvimento sustentado pela transferência de nutrientes da mãe para os fetos;

26 FamíliaNº provável de origens da viviparidade Espécies vivíparas na família (%) Typhlopidae11 Leptotyphlopidae00 Acrochordidae1100 Aniliidae?100 Uropeltidae1100 Xenopeltidae00 Boidae161 Colubridae149 Elapidae11 Hidrophiidae3100 Laticaudidae00 Viperidae1283 Ocorrência de viviparidade entre serpentes Fonte: D. G. Blackburn, 1982, Amphibia-Reptilia 3: ; e 1985, Amphibia-Reptilia 6: , in POUGH, 1993.

27 Homocromia

28 Bitis peringueyi


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