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LOJAS AMERICANAS 1 Demonstrações Financeiras | 2003 LOJAS AMERICANAS Demonstrativos Financeiros Relatório Anual 2003 e 2002.

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1 LOJAS AMERICANAS 1 Demonstrações Financeiras | 2003 LOJAS AMERICANAS Demonstrativos Financeiros Relatório Anual 2003 e 2002

2 LOJAS AMERICANAS 2 Demonstrações Financeiras | 2003 Eliane Mange Francisco Mellone Jameson Miguel Sérgio Gandra Integrantes Gestão Econômico Financeira Prof. Carlos Alberto dos Santos Silva Gerência de Projetos - GP18 Janeiro/2005

3 LOJAS AMERICANAS 3 Demonstrações Financeiras | 2003 Índice Integrantes ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………. Índice ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………… Perfil Corporativo …………………………………………………………………………………………………………………………………………………… Resultado Operacional Consolidado ………………………………………………………………………………………………………………………. Estrutura Acionária ………………………………………………………………………………………………………………………………………………… Dados Operacionais ………………………………………………………………………………………………………………………………………………. Posicionamento Estratégico …………………………………………………………………………………………………………………………………… Destaques Financeiros …………………………………………………………………………………………………………………………………………… Indicadores de Desempenho …………………………………………………………………………………………………………………………………. Balanço …………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………… Indicadores Econômico-Financeiros ………………………………………………………………………………………………………………………. Índices de Estrutura Patrimonial ……………………………………………………………………………………………………………………….. Índices de Liquidez ……………………………………………………………………………………………………………………………………………… Índices de Rentabilidade ……………………………………………………………………………………………………………………………………. Índices de Prazos Médios …………………………………………………………………………………………………………………………………… Outros Índices ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………. Notas Explicativas e Comentários …………………………………………………………………………………………………………………………. Conclusão ………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

4 LOJAS AMERICANAS 4 Demonstrações Financeiras | 2003 Perfil Corporativo Fundada em 1929 em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, a Lojas Americanas S.A. ocupa hoje posição destacada no ranking das maiores redes de varejo do país. A empresa, que reúne cerca de 7,8 mil colaboradores, opera com uma cadeia formada por 121 lojas de departamentos, distribuídas por 18 estados brasileiros – cerca de 70% dos estados da federação, além do Distrito Federal. Oferece aos seus clientes a garantia de preços competitivos em relação à concorrência e produtos de grandes marcas reunidos nas categorias Lazer (bomboniere, biscoitos, CDs e DVDs, papelaria), Lar (cama, mesa e banho, decoração, eletrodomésticos, utilidades domésticas, esportes, camping), Beleza (cosméticos, coloração, perfumaria, higiene, lingerie), Infantil (brinquedos, fraldas, vestuário e acessório infantil, juvenil e para bebê), Confecção (vestuário e acessório para adultos, calçados, bolsas, meias e lenços) e Alimentos de Conveniência (lanchonete, padaria, frios e fatiados, mercearia, hortifruti).

5 LOJAS AMERICANAS 5 Demonstrações Financeiras | 2003 Resultado Operacional Consolidado

6 LOJAS AMERICANAS 6 Demonstrações Financeiras | 2003 Estrutura Acionária Valores em 31 de Dezembro de 2003 – Total de Ações

7 LOJAS AMERICANAS 7 Demonstrações Financeiras | 2003 Dados Operacionais

8 LOJAS AMERICANAS 8 Demonstrações Financeiras | 2003 Posicionamento Estratégico Lojas Americanas busca os melhores resultados a partir de frentes distintas: Gente: assim definimos nosso time de associados, uma equipe motivada e comprometida, que representa o pilar fundamental para a conquista de novos patamares de desempenho e, por conseqüência, de geração de valor. Nosso processo de desenvolvimento de talentos está consolidado num rigoroso método de seleção, nos programas de estágio e trainee, e inclui ações de treinamento e capacitação, além de uma política de remuneração e reconhecimento baseada na meritocracia. Gestão: o principal trunfo é o acompanhamento imediato dos desvios das principais variáveis comerciais em relação às metas traçadas. O nosso sistema de gestão conta com diversas ferramentas, entre elas o EVA (Economic Value Added) que norteia o processo de decisão da Companhia. Outro instrumento fundamental é a disseminação da informação de forma rápida e confiável através do sistema de gestão integrada SAP. Produto: colocamos como prioridade a revisão contínua do sortimento de itens oferecidos a nossos clientes. Reforçamos nosso compromisso de oferecer a nossos clientes o produto certo, na hora certa, na quantidade adequada e com preço justo. Canal de Vendas: estamos trabalhando na criação e aprimoramento de novos canais de vendas. Além das inúmeras oportunidades existentes em nosso modelo tradicional de lojas e no comércio eletrônico, inauguramos em 2003 as três primeiras unidades da Americanas Express. Este modelo, adequado ao conceito de Vizinhança, vem permitindo a implementação de novas práticas internas e a revisão de processos na Companhia.

9 LOJAS AMERICANAS 9 Demonstrações Financeiras | 2003 Destaques Financeiros e Indicadores de Desempenho

10 LOJAS AMERICANAS 10 Demonstrações Financeiras | 2003 Destaques Financeiros

11 LOJAS AMERICANAS 11 Demonstrações Financeiras | 2003 Indicadores de Desempenho

12 LOJAS AMERICANAS 12 Demonstrações Financeiras | 2003 Indicadores de Desempenho (continuação)

13 LOJAS AMERICANAS 13 Demonstrações Financeiras | 2003 Indicadores de Desempenho (continuação)

14 LOJAS AMERICANAS 14 Demonstrações Financeiras | 2003 Balanço

15 LOJAS AMERICANAS 15 Demonstrações Financeiras | 2003 Balanço Patrimonial

16 LOJAS AMERICANAS 16 Demonstrações Financeiras | 2003 Balanço Patrimonial (continuação)

17 LOJAS AMERICANAS 17 Demonstrações Financeiras | 2003 Indicadores Econômico-Financeiros Índices de Estrutura Patrimonial

18 LOJAS AMERICANAS 18 Demonstrações Financeiras | 2003 Relações entre as Fontes de Recursos Análise: No ano de 2003 a LASA aumentou a participação de capital de terceiros, que já era bastante expressiva, para ampliação de sua rede de lojas e para sedimentar a Americanas.com.

19 LOJAS AMERICANAS 19 Demonstrações Financeiras | 2003 Endividamento Geral Análise: O aumento do endividamento geral de 2002 para 2003 foi de 4%. Que confirma uma tendência de política de obtenção de capitais de terceiros para o financiamento de seu ativo.

20 LOJAS AMERICANAS 20 Demonstrações Financeiras | 2003 Composição das Exigibilidades Análise: Houve uma significativa mudança no perfil da dívida passando do longo prazo para o curto prazo. Isto poderá resultar em problemas no fluxo de caixa na empresa caso o aumento das vendas não seja significativo.

21 LOJAS AMERICANAS 21 Demonstrações Financeiras | 2003 Imobilização do Patrimônio Líquido Análise: Houve um aumento de mais de 27% no IPL decorrente do aumento dos Investimentos e do Imobilizado, que ocorreu através de capitais de terceiros. Cabe ressaltar que tais investimentos foram realizados a partir de financiamentos de curto prazo.

22 LOJAS AMERICANAS 22 Demonstrações Financeiras | 2003 Passivo Oneroso sobre Ativo Análise: O índice manteve-se praticamente estável em relação a 2002, com uma forte dependência de capital de terceiros.

23 LOJAS AMERICANAS 23 Demonstrações Financeiras | 2003 Indicadores Econômico-Financeiros Índices de Liquidez

24 LOJAS AMERICANAS 24 Demonstrações Financeiras | 2003 Liquidez Corrente Análise: Houve um decréscimo de quase 100% na sua capacidade financeira de cumprir com seus compromissos de terceiros, em decorrência do grande aumento do PC em função da mudança do perfil da dívida de longo Prazo para curto prazo.

25 LOJAS AMERICANAS 25 Demonstrações Financeiras | 2003 Liquidez Seca Análise: A redução do índice de 2002 para 2003 reflete o aumento do endividamento da Empresa a curto prazo. O resultado menor que 1 deve ser avaliado considerando-se o perfil da empresa varejista e onde o Estoque representa 20% do seu Ativo.

26 LOJAS AMERICANAS 26 Demonstrações Financeiras | 2003 Liquidez Geral Análise: A empresa, no longo prazo, demonstra capacidade de pagar seus compromissos.

27 LOJAS AMERICANAS 27 Demonstrações Financeiras | 2003 Indicadores Econômico-Financeiros Índices de Rentabilidade

28 LOJAS AMERICANAS 28 Demonstrações Financeiras | 2003 Rentabilidade do Patrimônio Líquido Análise: A rentabilidade foi excelente nestes 2 últimos períodos, ultrapassando a média de 50%. O índice de rentabilidade aumentou em 18%.

29 LOJAS AMERICANAS 29 Demonstrações Financeiras | 2003 Margem Operacional de Lucro Análise: Do ano de 2002 para 2003, o índice melhorou, indicando que houve um acréscimo na lucratividade nas vendas (lucro sobre vendas), ou seja, a empresa melhorou a capacidade em gerar resultado com suas vendas.

30 LOJAS AMERICANAS 30 Demonstrações Financeiras | 2003 Margem Líquida de Lucro Análise: No ano de 2002 a LASA obteve um ganho líquido nas unidades de venda na ordem de 6,54%, e no ano de 2004 esses valores cairam para 5,98%, demonstrando uma pequena perda de capital.

31 LOJAS AMERICANAS 31 Demonstrações Financeiras | 2003 Rotação do Ativo Análise: Esses índices demonstram que a LASA possui uma receita muito maior que seu ativo, portanto seus investimentos justificam muito bem. A queda em relação ao ano anterior é muito pequena mas demonstra que a receita cresceu menos do que o investimento realizado.

32 LOJAS AMERICANAS 32 Demonstrações Financeiras | 2003 Rentabilidade dos Investimentos Análise: Em 2002 o retorno do investimento foi de 6,64% e no ano 2003 esse valor subiu para 8,54. Esses valores são muito bons para setor e tendem a melhorar.

33 LOJAS AMERICANAS 33 Demonstrações Financeiras | 2003 Indicadores Econômico-Financeiros Índices de Prazos Médios

34 LOJAS AMERICANAS 34 Demonstrações Financeiras | 2003 Prazo Médio de Compras Análise: Em 2002 o prazo médio de compras era de 103 dias, ou seja, a LASA tinha 103 dias para seus fornecedores e em 2003 esse prazo subiu para 117 dias, demonstrando que a situação da empresa melhorou, pois está financiando o seu giro com recursos não onerosos.

35 LOJAS AMERICANAS 35 Demonstrações Financeiras | 2003 Prazo Médio de Estoques Análise: No ano de 2002 o prazo de renovação do estoque já estava em um nível considerado alto, 66 dias. Em 2003 esse prazo subiu para 84 dias, demonstrando alteração nos custos dos estoques.

36 LOJAS AMERICANAS 36 Demonstrações Financeiras | 2003 Prazo Médio de Recebimentos Análise: Em 2002 o prazo para recebimento de clientes era de 22 dias e em 2003 devido a maiores concessões de crédito, esse valor subiu para 28 dias. Isso não é um bom indicador, uma vez que o PME de 2004 também subiu para 84 dias.

37 LOJAS AMERICANAS 37 Demonstrações Financeiras | 2003 Notas Explicativas e Comentários

38 LOJAS AMERICANAS 38 Demonstrações Financeiras | 2003 Receita Líquida, Custo dos Produtos Vendidos e Margem Bruta A receita líquida apurada registrou um crescimento significativo de 22,9%em 2003 em relação aos R$ 1577,2 milhões em 2002, chegando a R$ 1938,1 milhões. Quando analisado sobre o conceito mesmas lojas, o crescimento foi de 12,6% não contabilizando a Americanas.com. Uma das razões para esse crescimento foi devido a abertura de 16 novas lojas ao longo do ano de Além do crescimento em geral devido a evolução do desempenho do comércio eletrônico da Americanas.com. Assim sendo a margem bruta atingiu 30,2% da receita líquida, índice 0,7 pontos percentuais acima do apurado em O Custo de Produtos Vendidos também aumentou de 1,11 milhões em 2002 para 1,35 milhões em 2003 que é um aumento de 21,6%. Através desses resultados a Lojas Americanas demonstrou êxito na sua estratégia de investimento em um programa de expansão que está reformando, ampliando a rede das lojas e aumentando a rede de distribuição de produtos. Essa estratégia ajudou a fortalecer a presença das Lojas Americanas no mercado varejista. É de bom tom observar que o aumento do Custo de Produtos Vendidos e a influência desse aumento em dois índices descritos anteriormente (PMC e PME) em relação a estratégia da LASA.

39 LOJAS AMERICANAS 39 Demonstrações Financeiras | 2003 Receita Líquida, Custo dos Produtos Vendidos e Margem Bruta Primeiro o aumento do PMC indica melhora operacional através de melhores contratos com fornecedores e o aumento do PME indica a preocupação com a melhora na rede de distribuição ao construir novos locais de distribuição em mercados estratégicos como foi feito no final de 2003 em Jandira na Grande São Paulo. Então a tendência é que o índice PME diminua. Outro plano de ação que está sendo executado com sucesso é a identificação de melhores práticas e oportunidades para evoluir nos seus parâmetros operacionais. Um exemplo disso foi a atualização e aprimoramento da estrutura da tecnologia que contribuiu, e permitirá ainda mais, um melhor desempenho em termos de eficiência operacional.

40 LOJAS AMERICANAS 40 Demonstrações Financeiras | 2003 Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas As despesas com vendas totalizaram R$309,7 milhões em 2003, em comparação aos R$ 277,4 milhões registrados em Esse aumento de 11,6% foi causado pela pressão na estrutura de custos principalmente nos reajustes de tarifas públicas, aluguéis e dissídios coletivos. Um exemplo de reajustes de tarifas púbicas foram a ampliação das bases de cálculo do PIS e da Confins, recolhimento ao INSS do SAT (Seguro Acidente de Trabalho) e Salário Educação, e a majoração da alíquota de FGTS. Inclusive esses tributos estão sendo depositados em juízo já que a LASA está questionando judicialmente a legalidade da cobrança desses impostos.

41 LOJAS AMERICANAS 41 Demonstrações Financeiras | 2003 Resultado Financeiro Em 2003, as receitas financeiras totalizaram R$66,8 milhões, e as despesas financeiras somaram 116,1 milhões que gerou um resultado financeiro de negativos 49,3 milhões enquanto em 2002 foi de negativos 31,4 milhões. Este resultado demonstra a necessidade de melhorar a eficiência operacional cortando as despesas e aumentando as vendas.

42 LOJAS AMERICANAS 42 Demonstrações Financeiras | 2003 Geração Operacional de Caixa O EBITDA foi de R$ 217,6 milhões, 52,4% superior aos R$ 142,8 milhões acumulados de A margem do EBITDA sobre a receita líquida ficou em 11,2%, contra 9,1% do exercício anterior. Novamente esse resultado pode ser explicado pela estratégia de maximizar a combinação entre controle rígido de custos e uma maior eficiência operacional.

43 LOJAS AMERICANAS 43 Demonstrações Financeiras | 2003 Imposto de Renda e Contribuição Social Sobre o Lucro A LASA contabilizou em 2003 um total de R$ 15,3 milhões negativos de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro, em comparação ao total de R$ 34,5 milhões registrada em A razão principal desta diferença está principalmente em estudos técnicos de acordo com a instrução da CVM que fez com que a LASA revisse esse cálculo. Então foi reajustado o crédito fiscal de imposto de renda e contribuição fiscal decorrentes de prejuízos fiscais. Outro fator para essa diferença foram as variações cambiais de 2002 para 2003.

44 LOJAS AMERICANAS 44 Demonstrações Financeiras | 2003 Resultado Não Operacional Líquido O resultado não operacional líquido foi de R$ 14,7 milhões positivos em 2003 contra R$ 14,6 milhões negativos registrados em As razões para essa diferença é que em 2002 houveram os seguintes eventos negativos: recompra de ações, aumento de capital na controlada direta Klanil Services cujo valores foram maiores do que ganhos de capital na alienação de bens do ativos imobilizado. Em 2003 houve um evento de valor negativo que foi o aumento de capital na controlada indireta Americanas.com mas cujo valor fora menor do que os ganhos (positivo) da redução de capital da Klanil Services e da venda da exclusividade da controlada direta Facilita para o Unibanco e o Banco Fininvest.

45 LOJAS AMERICANAS 45 Demonstrações Financeiras | 2003 Lucro Líquido O lucro líquido consolidado em 2003 foi de 115,9 milhões contra 103,1 milhões no exercício anterior resultando em um aumento de 12,4%. Esse aumento de lucro líquido foi obtido principalmente pelas vendas como demonstra o índice MOL que mostra a capacidade da LASA para gerar resultado através de suas vendas. É bom observar que, no entanto, não se pode dizer o mesmo das receitas não operacionais que diminuíram o Lucro Líquido. O índice MLL demonstra bem o impacto das receitas (despesas) não operacionais no Lucro Líquido.

46 LOJAS AMERICANAS 46 Demonstrações Financeiras | 2003 Resultado de Equivalência Patrimonial A perda registrada no exercício de 2003 foi de R$ 1,2 milhão, contra um ganho de R$ 1,1 milhão em A variação decorre, principalmente, dos pagamentos dos dividendos, da redução de capital na controlada direta Klanil Services e da variação cambial além da compra de mais ações à Cheyney Financial S.A. para aumentar a participação da LASA na Americanas.com.

47 LOJAS AMERICANAS 47 Demonstrações Financeiras | 2003 Governança Corporativa O objetivo é o aumento da liquidez das ações o que, no longo prazo, permitirá a criação de valor ainda maior para os acionistas, todos com direito a voto.

48 LOJAS AMERICANAS 48 Demonstrações Financeiras | 2003 Conclusão A LASA do exercício de 2002 para o exercício de 2003, obteve bons resultados devido à estratégia adotada de aumento de vendas e melhora na eficiência operacional. Pelos balanços e índices demonstrados neste trabalho, pode-se observar que o varejo, ramo de atividade da LASA, tem como objetivo aumentar as vendas sem aumentar os custos operacionais. Para isso ocorrer, ocasionalmente, terá de fazer novos investimentos como em manutenção das lojas, novos mercados, novos centros de distribuição, novas tecnologias e recursos humanos. Outra observação é a preocupação com os financiamentos para fazer os investimentos necessários e os empréstimos para o capital de giro. Pode-se notar que existem financiamentos de curto prazo e também em dólar então, embora seja um aspecto do ramo de sua atividade, a LASA tem que sempre se preocupar com essa questão. Para o mercado do varejo é sempre necessário ter um alto Capital de Giro. Esse capital é feito através de empréstimos a curto prazo que força a empresa vender cada vez mais para pagar esses empréstimos. A Lojas Americanas S.A., resumindo, mostra um bom desempenho nas suas atividades e um acerto na sua estratégia para os anos que estão por vir.


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