A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

ARQUITETÔNICO VISTO DO ENGº ANALISTA INFORMAÇOES SOBRE TIPO DE SISTEMA PREVENTIVO VIAS DE ABANDONO / ESCADAS CENTRAIS DE GLP.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "ARQUITETÔNICO VISTO DO ENGº ANALISTA INFORMAÇOES SOBRE TIPO DE SISTEMA PREVENTIVO VIAS DE ABANDONO / ESCADAS CENTRAIS DE GLP."— Transcrição da apresentação:

1 ARQUITETÔNICO VISTO DO ENGº ANALISTA INFORMAÇOES SOBRE TIPO DE SISTEMA PREVENTIVO VIAS DE ABANDONO / ESCADAS CENTRAIS DE GLP

2 PREVINCÊNDIO APROVAÇÃO DO ENGº ANALISTA E CHEFE DO SETOR PREVENTIVO DO CORPO DE BOMBEIROS ART ESPECIFICA; PROJETO ARQUITETÔNICO; PROJETO INCÊNDIO COMPLETO; PLANILHA DE CÁLCULO; MEMORIAL DESCRITIVO; MEMORIAL INDUSTRIAL (SE FOR O CASO); MEMORIAL DE CÁLCULO DAS SAÍDAS (SE FOR O CASO); ARTS DE INSTALAÇÕES ESPECIAIS (GLP / CALDEIRA);

3 ELEMENTOS DO PROJETO: PLANTA DE SITUAÇÃO-MODELO PADRÃO CB; PLANTA DE TODOS OS PAVIMENTOS; CORTE ESQUEMÁTICO / SISTEMA FIXO POR HIDRANTES; DETALHES (ESCADA / GLP / EXTINTORES / HIDRANTES); OUTROS DETALHES (MOTO BOMBAS / PRESSURIZAÇÃO); INFOMAÇÕES SOBRE PROTRÇÃO TUBULAÇÕES; TIPO DE SISTEMA PREVENTIVO

4 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES CONSTRUÇÕES: COMBUSTÍVEIS RESISTENTE AO FOGO INCOMBUSTÍVEIS

5 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES MATERIAL DEPOSITADO: TIPO 1 – COMBUSTÍVEL TIPO 2 – COMERCIAL / RESIDENCIAL TIPO 3 – INCOMBUSTÍVEL

6 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES ALTURA: TÉRREA BAIXAS H <= 6,00 m. MÉDIA 6,00m. < H < 12,00m. MED. ALTAS 12,00m.< H < 30,00m. ALTAS H > 30,00m.

7 EXIGÊNCIAS DE PROJETO Obras novas > 100 m2 – excluídas residências unifamiliares Obras existentes: parágrafo 2º artigo 10 Obras antigas: parágrafo 3º artigo 10 artigo 169 – CPI

8 Classificação das edificações: Risco leve: Potencial calorífico baixo / sutil Risco moderado: Potencial calorífico médio Risco elevado: Potencial calorífico intenso

9 São consideradas áreas de risco: Cobertas ou não Edificadas em material incombustível Resistentes ao fogo Descobertas, quando utilizadas para depósito de materiais combustíveis

10 ÁREAS CONSTRUÍDAS ÁREAS ISOLADAS Dimensionamento em separado, peculiar a cada agrupamento ÁREAS COMPARTIMENTADAS Dimensionamento sobre risco de cada área compartimentada de acordo com o somatório das áreas Quando os compartimentos não ultrapassarem a m2, obedecer risco imediatamente inferior ÁREAS INCORPORADAS Obedecer exigência mínima do risco predominante

11 MEIOS DE ABANDONO – NBR9077/93 TODOS OS DISPOSITIVOS UTILIZADOS PARA OFERECER SEGURANÇA NA EVACUAÇÃO DO LOCAL ESCADAS – RAMPAS – ACESSOS – CORREDORES DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA REVESTIMENTO DE PISO RESISTÊNCIA AO FOGO LARGURA MÍNIMA ACESSO A TODOS OS PAVIMENTOS ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SINALIZAÇÃO DE SAÍDA

12 LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO LOCAIS DEFINIDOS PELA NBR 9077/93 DEVEM ATENDER: Saídas de emergência Sinalização Iluminação de emergência Escadas/rampas Ventilação (natural ou forçada) Revestimento de piso

13 CENTRAL DE GLP Exigência: Todas edificações RL 3 ou + pvtos Todas edificações RL > 1.500m2 Todas edificações RM ou RE Hospitais, clínicas, escolas, e outros com público transitório que tenham GLP; Todas as edificações que utilizem GLP com abastecimento a Granel.

14 Sistema Fixo de Proteção - HIDRANTES RISCO MÉDIO ou ELEVADO 3 ou mais pavimentos / >= 1.000m2 RISCO LEVE 4 ou mais pavimentos / >= 1.500m2

15 CÔMPUTO DE ÁREAS Soma de edificações no mesmo imóvel; Áreas de depósito materiais combustíveis a céu aberto;

16 EXTINTORES SISTEMA MÓVEL DE PROTEÇÃO: Exigido em todas as edificações sujeitas ao código; (INCLUSIVE NOS CASOS EM QUE FOR EXIGIDO SISTEMA FIXO)

17 SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME SISTEMA DE ALARME - NBR 9077/93 SISTEMA DE DETECÇÃO Hospitais, clínicas com internações; Teatros, boates, salões de baile, cinemas; Museus, galerias de arte; Hotéis e similares; Edificações comerciais/depósitos Fábricas ou depósitos de explosivos

18 Tipos de Proteção Contra Incêndio Elementos Construturais Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Aberturas na compartimentação Passagens protegidas Meios de Proteção contra Incêndio

19 Elementos Construturais Paredes corta fogo: RL: TRF 02 HORAS RM / RE: TRF 04 HORAS Portas corta fogo; Paredes, tetos, coberturas resistentes ao fogo; Pisos, escadas e rampas incombustíveis; Vidro aramado; Instalações elétricas classificadas; Muros de contenção;

20 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL UNIDADES NO MESMO PAVIMENTO SEJAM CONSIDERADAS COMPARTIMENTADAS: SEPARADAS ENTRE SÍ – PAREDES TRF 2H PAREDES ATÉ TETO OU 1,00 METRO ACIMA ABERTURAS PROTEGIDAS TRF IGUAL PAREDE ÁREAS DE SUB SOLO NO MÁX 500 M2 – EXETO GARAGENS POSSUIR VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO DE FUMAÇA

21 COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL EXTERNAMENTE: AFASTAMENTO ENTRE VERGAS E PEITORIS INTERNAMENTE: INTERLIGA PAVIMENTOS CONSECUTIVOS SERÃO CONSIDERADOS COMPARTIMENTADOS: PAVIMENTOS COM ANTEPISO CONCRETO ARMADO; PAREDES EXTERNAS RESITENTES A FOGO 2 HORAS; AFASTAMENTO MÍNIMO 1,30 M. ENTRE VERGA E PEITORIL; VEDAÇÃO INTERNA QUE IMPEÇA PASSAGEM DE CALOR;

22 Aberturas na Compartimentação Devem limitar- se a uma porta para escape e que tenha mesma classe de resistência Em outras paredes ou pisos: –Passagem de tubulação –Dutos de ventilação –Chaminés –Passagens protegidas

23 Passagens Protegidas Caixa de escada ou passagem de um compartimento para outro – protegida Passagem protegida deve forma uma barreira de incêndio Escadas e elevadores não devem conter tubulações para óleos/gás/tubos de ventilação

24 Dispositivos Corta Fogo Todas as aberturas (dutos) em número tão reduzido quanto possível; Materiais reforçados com produtos incombustíveis Sistemas de selagem Aplicação de outros materiais corta-fogo –(argamassa de gesso/escória de alto forno/pedra triturada/mastiques intumescentes/cerâmica)

25 SISTEMA MÓVEL DE PROTEÇÃO NÚMERO DE EXTINTORES Depende de: Natureza do fogo a extinguir Substância utilizada para extinção Quantidade de substância Natureza: Classe A: materiais celulósicos (madeira, tecido, algodão,papel) efeito de resfriamento – muita água; Classe B: Líquido inflamável, graxas, óleos – efeito abafamento; Classe C: Equipamentos energizados, extinção com substância não condutora de energia; Classe D: Metais pirofóricos, extinção por meios especiais;

26 ÁREA DE AÇÃO MÁXIMA Risco leve 500 m2 - distância máxima 20 metros Risco moderado 250 m2 - distância máxima 15 metros Risco elevado 150 m2 - distância máxima 10 metros

27 PROTEÇÃO POR HIDRANTES Fonte de abastecimento; Rede de abastecimento; Hidrantes e meios auxiliares; Registro de bloqueio;

28 PROTEÇÃO POR HIDRANTES ART.61 – ACIONAMENTO Gravidade; Moto-bomba de acionamento automático ou botoeira; ART.62 – HIDRANTE DE RECALQUE a 50 cm do meio fio; poderá ser interno (rua interna); tipo enterrado (obedecer parágrafo 2º ART.63); ART.65 – NÚMERO MÍNIMO HIDRANTES atender qualquer ponto da área com 02 jatos;

29 PROTEÇÃO POR HIDRANTES ART.68 – LOCALIZAÇÃO atingidos por caminhamento e aberturas normais de acesso; próximos ao acesso da obra; próximos a escadas e saídas; não estarem em rotas de fuga; locais visíveis de fácil acesso; não em locais providos de portas;

30 PROTEÇÃO POR HIDRANTES HIDRANTES EXTERNOS piso antiderrapante e pintura ABRIGOS DEVERÃO ESTAR JUNTO AOS HIDRANTES (INTERNOS OU EXTERNOS) RESISTÊNCIA E DIMENSÕES MÍNIMAS - HIDRANTE DUPLO (2 ABRIGOS OU 2 X DIMENSÃO) - PORTAS CHAPA METÁLICA OU VIDRO TEMPERADO

31 PROTEÇÃO POR HIDRANTES MANGUEIRAS Interno externo diâmetro RL 30,00m. 60,00m. 38 mm RM 30,00m. 60,00m. 38 ou 63 mm RE 30,00m. 60,00m. 63mm QUANDO MAIORES QUE 20 METROS DEVERÃO SER DIVIDIDAS EM LANCES

32 PROTEÇÃO POR HIDRANTES MANGUEIRAS - CARACTERÍSTICAS: Material não hidrófilo; Forração interna em borracha; Resistência (pressão de trabalho) 10 kgf/cm2; Mangueiras alojadas no interior dos abrigos – desconectadas do registro Indicações data/comprimento/marca

33 PROTEÇÃO POR HIDRANTES ESGUICHOS Metálicos não sujeitos à corrosão Resistência igual ou superior à da tubulação Jato compacto ou universal (ajustável) Classes RM ou RE, obrigatoriamente 50% serão ajustáveis em pontos alternados.

34 PROTEÇÃO POR HIDRANTES - reservatórios Estanques, paredes lisas e protegidas ao ataque de água; Dispositivos de descarga e extravasamento; Fechados e providos de meios de inspeção e acesso; Protegidos contra descarga atmosférica; Manobras acessíveis à inspeção; Tomadas que não permitam material decantado; Material incombustível; Envelopamento com material resistente a fogo 2 horas; Fonte de suprimento permanente; Nunca sujeitos a esvaziamentos periódicos; Poderá ser utilizada piscina, desde que observados os itens anteriores;

35 PROTEÇÃO POR HIDRANTES - reservatórios CAPACIDADE DOS RESERVATÓRIOS: V= 0,93 X C X A ½ V= Volume do reservatório (m 3 ) A= Área do risco (m 2 ) C= Coeficiente tomado de tabela específica; CAPACIDADE MÍNIMA DOS RESERVATÓRIOS: RL 10,00 m 3 RM 15,00 m 3 RE 27,00 m 3

36 PROTEÇÃO POR HIDRANTES - reservatórios ÁGUA PARA CONSUMO Poderão ser utilizados para consumo no máximo 2/3 da capacidade exigida para os reservatórios dágua, devendo contudo ficar garantida a utilização de toda capacidade para o serviço de combate a incêndios. RESERVATÓRIO INFERIOR Edificação com 3 ou mais pavimentos – reduzir até 50% do volume superior, armazenado a diferença em reservatório inferior (cisterna), desde que utilizando esguicho fecho rápido em todos os hidrantes.

37 PROTEÇÃO POR HIDRANTES - reservatórios ALTURA DO RESERVATÓRIO Suficiente para proporcionar a vazão exigida por dois hidrantes em condições mais desfavoráveis e em uso simultâneo, considerada na ponta do esguicho. A pressão do hidrante em condições mais desfavoráveis, em qualquer situação, não poderá ser inferior a 1.2 kgf/cm2 = 12,0 mca. ALTURA MÍNIMA Edificações sem fim industrial – 03 ou + pavimentos, deverá possuir altura mínima de 4,50 metros do fundo do reservatório até o nível do piso do pvto. do hidrante mais desfavorável.

38 PROTEÇÃO POR HIDRANTES - reservatórios ART.99 – CASO ESPECIAL Edificações em altura (03ou + pvtos) RL, por gravidade, a vazão do hidrante mais desfavorável poderá ser reduzida a 1,20 l/s -, dimensionando o sistema para esta vazão. ART.100 – A exigência de elevação do reservatório poderá ser substituída por reservatório elevado ou cisterna com pressurização de conjunto Moto- Bomba.

39 PROTEÇÃO POR HIDRANTES – moto bombas Elétricas ou combustão interna Quando elétrica / instalação independente Quando combustão / motores aprovados Acionamento automático –Podem ser substituídas por dispositivos anexos a cada hidrante de acionamento rápido (botoeira liga/desliga) ART.103 – 02 moto bombas RM TIPO 1 ou RE – Área superior a 2500 m2 RM TIPO 2OU 3 - Área superior a m2 Primeiro sistema elétrico e segundo a combustão interna.

40 ART.106 – CASA DE BOMBAS prever dreno; sinalização; extintor CO2; acesso;

41 PROTEÇÃO POR HIDRANTES – moto bombas ART.105 – Prever retorno para testes, atendendo a curva de funcionamento da bomba. Parâmetros para dimensionamento: Vazão Mín. (L/S) Vazão Máx. (L/S) RL (CASO ART.99) 1,20 4,00 RL 3,33 4,00 RM 7,33 8,80 RE 11,00 13,20

42 PROTEÇÃO POR HIDRANTES casa de bombas ART.106 – CASA DE BOMBAS prever dreno; sinalização; extintor CO2; acesso;

43 PROTEÇÃO POR HIDRANTES tabela de vazões ART.107 – 02 Hidrantes uso simultâneo – Tabela Vazões Esguicho mangueira jato vazão s. vazão d. (mm) (mm) (l/min.) (l/mir,.) RL 13 ou RM 19 ou ou 63 2/ RE 25 ou /

44 PROTEÇÃO POR HIDRANTES canalizações CANALIZAÇÕES: COBRE FERRO GALVANIZADO RESITÊNCIA >= 18 KGF/CM2 PODERÁ SER ACEITO PVC REFORÇADO: ÁREAS EXTERNAS ENTERRADAS 0,60 OU 1,20 METROS TRANSIÇÃO A 1,00 m. DA EDIFICAÇÃO RESISTÊNCIA >= 18 KGF/M2 PERDAS DE CARGA – tabelas ABNT

45 POSTOS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL CONSTRUÇÃO INCOMBUSTÍVEL OU RESISTENTES AO FOGO POR 2 HORAS TANQUES SUBTERRÂNEOS BOMBAS – AFASTAMENTOS – RECUOS PROTEÇÃO – PQS 12 Kg – C/ ILHA C/ 03 BOMBAS SINALIZAÇÃO ACIMA DE 05 TORRES DE BOMBAS – PQS 30 Kg

46 POSTOS DE REVENDA DE GLP Normas ABNT além das seguintes: Empilhamento máx. 04 botijões; Nível do solo ou plataforma elevada; Quando coberta mín.h = 2,50m e 1,20m acima botijões; Distar 3,00 metros de ralos, grelhas, caixas, canaletas; Equipamento de detecção acima de kg Afastamentos mínimos (tabela); Placas de sinalização; Proteção por extintores;

47 CENTRAL DE GLP Onde houver central de GLP, não poderá conter cilindros em ambientes internos; Centrais internas somente respeitando ventilação; Afastamentos (tabela); Tanques transportáveis – local restrito; Ao longo de divisas – parede em concreto; Piso de concreto; Caixas, grelhas, ralos, canaletas – mínimo 3,00 metros; Pontos de ignição ou elétricos distarem 3,00 metros; Baterias com oxigênio distarem mínimo 15,00 metros Parede e cobertura incombustível; Pelo menos um dos lados totalmente abertos/ proteção mecânica (veneziana); Junto a passagem de veículos – mureta de proteção; Portas de correr ou abrir de dentro para fora mín. 1,20m. Não poderá ter fechadura com chave, aceitando-se cadeado; Alcance dos jatos de água mais próximos; Placas de sinalização;

48 PROCESSOS INDUSTRIAIS 1- ANÁLISE dos PROCESSOS RISCO de INCÊNDIO Uso energia elétrica RISCOS POTENCIAIS Atmosfera com concentrações combustíveis POTENCIAL CRÍTICO: União dos dois riscos

49 PROCESSOS INDUSTRIAIS ADEQUAÇÃO DO USO Atitude Preventiva Análise do Arranjo Físico

50 PROCESSOS INDUSTRIAIS Segurança contra Incêndios e Explosões em processos Industriais Objetivos: Minimizar Eliminar Tratar adequadamente o RISCO

51 PROCESSOS INDUSTRIAIS ÁREAS DE MAIOR RISCO Áreas de processos, manuseio e utilização de líquidos, gases ou vapores inflamáveis. + Descargas elétricas. (PNB-158-ABNT) Grupos:I. Perigosa: Condições normais de operação II. Perigosa: Condições anormais de operação

52 PROCESSOS INDUSTRIAIS SUBSTÂNCIAS INFLAMÁVEIS Ponto de Fulgor Ponto de combustão Temperatura de Ignição * Recomedações e Medidas de Segurança

53 PROCESSOS INDUSTRIAIS TÉCNICAS DE INSPEÇÃO E ANÁLISES DAS CAUSAS DE INCÊNDIO E EXPLOSÃO DETERMINAÇÃO DE PROBLEMAS ESPECÍFICOS RISCO INCÊNDIO PLANEJAR ADOTAR MEDIDAS CORRETIVAS ASSISTÊNCIA TÉCNICA

54 PROCESSOS INDUSTRIAIS RELATÓRIO DE INSPEÇÃO PARA PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS Modelos específicos para cada finalidade de Indústria / Sugestões da área técnica

55 PROCESSOS INDUSTRIAIS FONTES DE INCÊNDIOS INDUSTRIAIS ELETRICIDADE ESTÁTICA 2% MATERIAIS REAQUECIDOS 3% CORTE E SOLDA 4% RAIOS - REAÇÕES QUÍMICAS5% INCÊNDIOS PREMEDITADOS 5% CHAMA 5% PARTÍCULAS INCANDESCENTES 6% SUPER AQUECIDAS 7% IGNIÇÃO EXPONTÂNEA 8% CIGARROS, FÓSFOROS 8% CENTELHAS 12% ATRITO 19% ESTATÍTICA: NATIONAL FIRE PROTECTION ASSOCIATION (NFPA)

56 PROCESSOS INDUSTRIAIS INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS INSPEÇÃO ANÁLISE PROCEDIMENTOS CHECK LIST 1. ELETRICIDADE 2. SOLDA E CORTE 3. SUPERFÍCIES AQUECIDAS 4. CHAMAS ABERTAS 5. ELETRICIDADE ESTÁTICA 6. PINTURA 7. ATRITO 8. IGNIÇÃO EXPONTÂNEA 9. FÓSFORO E CIGARRO MEMORIAL INDUSTRIAL

57 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS ELETRICIDADE 1. ELETRICIDADE EXECUÇÃO: PESSOAL NÃO HABILITADO DIMENSIONAMENTO: SUPERAQUECIMENTO SOBRECARGA CURTOS, ARCOS, CENTELHAS,... PROTEÇÕES EQUIPAMENTOS

58 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS SOLDA E CORTE 2. SOLDA E CORTE RISCO INCÊNDIO CHAMA ABERTA CENTELHA METAL QUENTE CORRENTE ELÉTRICA GASES COMPRIMIDOS AUTORIZAÇÃO ANÁLISE DA ÁREA DE TRABALHO: DISPERSÃO DE CENTELHAS POEIRAS E VAPORES INFLAMÁVEIS SISTEMA DE COMBATE À INCÊNDIO EXISTENTE CUIDADOS COM OS EQUIPAMENTOS

59 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS SUPERFÍCIES AQUECIDAS 3. SUPERFICÍES AQUECIDAS TRANSMISSÃO DE CALOR CONDUÇÃO RADIAÇÃO CONVECÇÃO isolamento

60 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS CHAMAS ABERTAS 4. CHAMAS ABERTAS EQUIPAMENTOS QUE PRODUZEM CALOR, PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO.

61 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS ELETRICIDADE ESTÁTICA 5. ELETRICIDADE ESTÁTICA FRICÇÃO DIFERENÇA DE POTENCIAL UMIDADE ATERRAMENTO FERRAMENTAS LIGAÇÃO SUPERFÍCIES DISSIPAÇÃO UMIDIFICAÇÃO IONIZAÇÃO ATERRAMENTO

62 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS PINTURA 6. PINTURA MANUSEIO DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS (SOLVENTES, REMOVEDORES) VENTILAÇÃO RECIPIENTES ADEQUADOS (ARMAZENAMENTO) FERRAMENTAS LIMPEZA / RESÍDUOS.

63 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS ATRITO 7. ATRITO FRICÇÃO (equipamentos) CONDUÇÃO CALOR RADIAÇÃO CONVECÇÃO

64 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS IGNIÇÃO EXPONTÂNEA 8. IGNIÇÃO EXPONTÂNEA AÇÃO QUÍMICA OXIDAÇÃO IGNIÇÃO –Ar suficiente para a oxidação alterar estas –Ventilação insuficiente para baixa temp. condições. TEMPERATURA FULGOR COMBUSTÃO IGNIÇÃO

65 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS FÓSFORO E CIGARRO 9. FÓSFORO E CIGARRO POLÍTICA ESPECÍFICA ÁREAS DE RESTRIÇÃO SINALIZAÇÃO

66 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS MEMORIAL INDUSTRIAL MEMORIAL INDUSTRIAL 1. NOME DO ESTABELECIMENTO 2. ENDEREÇO 3. NATUREZA DA OCUPAÇÃO 4. RELAÇÃO DAS MATÉRIAS-PRIMAS A SEREM UTILIZADAS. 5. RELAÇÃO DOS ARTIGOS A SEREM FABRICADOS E DEPOSITADOS 6. DISCRIMINAÇÃO DETALHADA DOS PROCESSOS INDUSTRIAIS.

67 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS MEMORIAL INDUSTRIAL 7. RELAÇÃO DAS MÁQUINAS PERIGOSAS, APARELHOS DE PROTEÇÃO A SEREM UTILIZADOS E A LOCALIZAÇÃO DOS MESMOS. 8. DESCRIÇÃO DOS MEIOS PREVENTIVOS CONTRA A FORMAÇÃO DE POEIRA, GASES OU VAPORES, SE HOUVER, CITAR DE QUE SÃO PROVENIENTES. 9. RELAÇÃO DOS MEIOS ESPECIAIS DE VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO DOS LOCAIS DE TRABALHO.

68 INSPEÇÃO E ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS MEMORIAL INDUSTRIAL 10. RELAÇÃO DOS RESÍDUOS INDUSTRIAIS, LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS, SEU TRABALHO E FORMA DE ESCOAMENTO. 11. NATUREZA DOS PRÉDIOS VIZINHOS. 12. RELAÇÃO DOS RESERVATÓRIOS DAGUA, CAPACIDADES E ALTURA DOS MESMOS QUANDO ELEVADOS. CITAR SE HÁ ÁGUA DA SANEPAR. 13. AUMENTOS E RETARDOS 14. MATERIAIS RADIOATIVOS.


Carregar ppt "ARQUITETÔNICO VISTO DO ENGº ANALISTA INFORMAÇOES SOBRE TIPO DE SISTEMA PREVENTIVO VIAS DE ABANDONO / ESCADAS CENTRAIS DE GLP."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google