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Construção de Indicadores Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Centro de Vigilância Epidemiológica Prof Alexandre Vranjac.

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1 Construção de Indicadores Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Centro de Vigilância Epidemiológica Prof Alexandre Vranjac. Divisão de Vigilância Epidemiológica em Hanseníase Programa de Controle da Hanseníase

2 IndicadorCálculoUtilidadeParâmetros Coeficiente de detecção anual de casos novos de 0 a 14 anos por hab. Casos Novos residentes menores de 15 anos de idade diagnosticados no ano/ População residente menor de 15 anos do ano X Medir a força da transmissão recente e sua tendência. Baixo - < 0,5/ hab. Médio – 0,5 a 0,24/ hab. Alto – 2,5 a 4,9/ hab. Muito Alto – 5,0 a 9,9/ hab. Hiperendêmico - >= 10,0/ hab. 1 - COEFICIENTE DE DETECÇÃO DE CASOS NOVOS EM MENORES DE 15 ANOS

3 Método de Cálculo: - Numerador X hab Denominador Numerador: Número de casos novos de hanseníase em menores de 15 anos residentes em determinado local e diagnosticados em determinado ano. Denominador: População em menores de 15 anos residente em determinado local e ano. Fator de Multiplicação: Obs. Excluir os casos novos com saída por Erro Diagnóstico Utilidade e parâmetros dos indicadores

4 1 - COEFICIENTE DE DETECÇÃO DE CASOS NOVOS EM MENORES DE 15 ANOS Linha: Mun Residência SP ou GVE/Mun Residência Coluna: Fx. Etária Hans Incremento – Freqüência Seleções Disponíveis: Modo de Entrada: Caso Novo Ano Diagnóstico: Selecionar o ano de avaliação. Tipo Saída: Selecione todas as categorias exceto erro diagnóstico, utilizando a tecla CTRL Não Classificados – Marcar ignorar Clicar em Executar Tabulação

5 IndicadorCálculoUtilidadeParâmetros Proporção casos novos diagnosticados no ano, com grau de incapacidade avaliado. Casos novos residentes diagnosticados no ano com grau de incapacidade avaliado /Total de casos residentes diagnosticados no ano. Medir a qualidade do atendimento dos serviços de saúde Bom - >= 90% Regular – 75 a 89% Precário - < 75% 2 - PROPORÇÃO DE CASOS NOVOS DIAGNOSTICADOS COM GRAU DE INCAPACIDADE AVALIADO

6 Método de Cálculo: Numerador X 100 Denominador Numerador: Número de casos novos diagnosticados no ano com grau de incapacidade avaliado. Denominador: Total de casos novos diagnosticados no ano Fator de Multiplicação: 100 Obs. Excluir os casos novos com saída por Erro Diagnóstico Utilidade e parâmetros dos Indicadores

7 2 - PROPORÇÃO DE CASOS NOVOS DIAGNOSTICADOS COM GRAU DE INCAPACIDADE AVALIADO Linha: Mun Residência SP ou GVE/Mun Residência Coluna: Aval. Incap. Notif. Incremento – Freqüência Seleções Disponíveis: Modo de Entrada: Caso Novo Ano Diagnóstico: Selecionar o ano de avaliação. Tipo Saída: Selecione todas as categorias exceto erro diagnóstico, utilizando a tecla CTRL Não Classificados – Marcar ignorar Clicar em Executar Tabulação Criar Coluna Total de Avaliados No Menu Operações clicar Somar, marcar as colunas Grau 0,Grau I,Grau II, clicar em OK No Menu Quadro clicar em Cabec das Colunas Escolhe coluna, Modificar Título de: Soma para Total de Avaliado.

8 IndicadorCálculoUtilidadeParâmetros Proporção de casos curados no ano com grau de incapacidade avaliado. Casos curados no ano com grau de incapacidade física avaliada por ocasião da cura Medir a qualidade do atendimento dos Serviços de Saúde. Bom - >= 90% Regular – % Precário - < 75% 4 - PROPORÇÃO CASOS COM INCAPACIDADE FÍSICA AVALIADA NO MOMENTO DA ALTA

9 Método de Cálculo: Numerador X 100 Denominador Numerador: Número de casos curados no ano com grau de incapacidade física avaliada por ocasião da cura. Denominador: Total de casos curados no ano. Fator de Multiplicação: 100 Utilidade e parâmetros dos Indicadores

10 4 - PROPORÇÃO CASOS COM INCAPACIDADE FÍSICA AVALIADA NO MOMENTO DA ALTA Linha: Mun Res Atual ou GVE/Mun Res Atual Coluna: Aval Incap. Cura Incremento – Freqüência Seleções Disponíveis: Tipo Saída: Selecione a categoria Tipo de Saída = Cura Não Classificados – Marcar ignorar Clicar em Executar Tabulação Criar Coluna Total de Avaliados No Menu Operações clicar Somar, marcar as colunas Grau 0,Grau I,Grau II, clicar em OK No Menu Quadro clicar em Cabec das Colunas- Escolhe coluna, Modificar Título de: Soma para Total de Avaliado

11 IndicadorCálculoUtilidadeParâmetros Proporção de examinados entre os contatos intradomiciliares de casos novos diagnosticados no ano Contatos intradomiciliare s de casos novos diagnosticados no ano que foram examinados/ Total de contatos intradomiciliare s de casos novos diagnosticados no ano. Avaliar a execução da atividade de vigilância de contatos. Bom - >= 75% Regular – 50 – 74% Precário - < 50% 5 - PROPORÇÃO DE CONTATOS INTRADOMICILIARES EXAMINADOS DENTRE OS CONTATOS REGISTRADOS DE CASOS NOVOS,DIAGNOSTICADOS NO ANO Utilidade e parâmetros dos Indicadores

12 5 - PROPORÇÃO DE CONTATOS INTRADOMICILIARES EXAMINADOS DENTRE OS CONTATOS REGISTRADOS DE CASOS NOVOS,DIAGNOSTICADOS NO ANO Método de Cálculo: Numerador X 100 Denominador Numerador: Número de contatos intradomiciliares de casos novos diagnosticados examinados no ano. Denominador: Total de contatos intradomiciliares de casos novos diagnosticados no ano Fator de Multiplicação: 100 Obs. Excluir os casos novos com saída por Erro Diagnóstico

13 5 - PROPORÇÃO DE CONTATOS INTRADOMICILIARES EXAMINADOS DENTRE OS CONTATOS REGISTRADOS DE CASOS NOVOS,DIAGNOSTICADOS NO ANO Linha: Mun Residência SP ou GVE/Mun Residência Coluna: Não Ativa Incremento – Contato Registrado e Contato Examinado Seleções Disponíveis: Modo de Entrada: Caso Novo Ano Diagnóstico: Selecionar o ano de avaliação. Tipo Saída: Selecione todas as categorias exceto erro diagnóstico, utilizando a tecla CTRL Não Classificados – Marcar ignorar Clicar em Executar Tabulação Criar Coluna de % Contatos Examinados No Menu Operações clicar Calcular Indicador Selecionar - Numerador Contato Examinado Denominador Contato Registrado Escala Casas Decimais - 0 ou 1 Título da Coluna: % Cont. Exam. Clicar - OK.

14 IndicadorCálculoUtilidadeParâmetros Proporção de cura entre os casos novos diagnosticados nos anos das coortes. Casos novos residentes diagnosticados nos anos das Coortes (PB+MB ) e Curados até 31/12 do ano de avaliação/Total de casos residentes diagnosticados nos anos das Coortes (PB+MB ) X 100 Avaliar a efetividade do tratamento dos casos. Bom - >= 90% Regular – 75 a 89% Precário - < 75% 6 - PROPORÇÃO DE CURA DE HANSENÍASE NAS COORTES PB E MB

15 Seleção de Alta por Cura na Coorte dos casos Paucibacilares PB-> ANO ANTERIOR AO ANO DE AVALIAÇÃO ( Ex: 2008 ) Curados da Coorte PB 2007 x100 Casos Novos da Coorte PB 2007 Seleção de Alta por Cura na Coorte dos casos Multibacilaress MB-> DOIS ANOS ANTERIOR AO ANO DE AVALIAÇÃO ( Ex 2008 ) Curados da Coorte MB 2006 x100 Casos Novos da Coorte MB 2006 ALTA POR CURA NAS COORTES PB E MB Curados da Coorte PB Curados da Coorte MB 2006 x100 Total Casos Novos da Coorte PB 2007+Total Casos Novos MB 2006 Obs: Para o cálculo dos indicadores de prevalência, coorte, avaliação de incapacidade na alta, utilizar o banco congelado gerado após a atualização no final do ano.

16 6 - PROPORÇÃO DE CURA DE HANSENÍASE NAS COORTES PB E MB Os dados do numerador e do denominador do indicador devem ser calculados separadamente para casos paucibacilares e multibacilares Período para seleção de Casos das Coortes de Hanseníase: Paucibacilares – Casos residentes com data de diagnostico no ano anterior à avaliação. Multibacilares – Casos residentes com data de diagnóstico 2 anos antes da avaliação. O monitoramento deste indicador deverá ser trimestral, possibilitando o acompanhamento periódico dos resultados para o cumprimento das metas pactuadas. Método de Cálculo: Numerador X 100 Casos Novos Curados PB + Casos Novos Curados MB X 100 Denominador Casos Novos PB + Casos Novos MB Numerador: Número de casos novos diagnosticados nos anos das Coortes (PB e MB) e curados até 31/12. Denominador: Total de casos novos diagnosticados nos anos das Coortes (PB e MB) Fator de Multiplicação: 100 Obs. Excluir os casos novos com saída por Erro Diagnóstico Utilidade e parâmetros dos Indicadores

17 1ª Etapa Para obter dados dos casos Paucibacilares diagnosticados no ano da coorte, execute as seguintes tabulações: Linha: Mun Res Atu ou GVE/Mun Res Atu Coluna: Tipo Alta Incremento – Freqüência Seleções Disponíveis: Modo de Entrada: Caso Novo Ano Diagnóstico:Selecionar o ano anterior ao ano de avaliação Ex: Ano de Avaliação 2007, selecione o ano de diagnóstico =2006 Class. Oper Atual: Selecione PB Tipo Saída: Selecione todas as categorias exceto erro diagnóstico, utilizando a tecla CTRL Não Classificados – Marcar ignorar Clicar em Executar Tabulação 6 - PROPORÇÃO DE CURA DE HANSENÍASE NAS COORTES PB E MB

18 2ª Etapa Para obter dados dos casos Multibacilares diagnosticados no ano da coorte, execute as seguintes tabulações: Linha: Mun Res Atu ou GVE/Mun Res Atu Coluna: Tipo Alta Incremento – Freqüência Seleções Disponíveis: Modo de Entrada: Caso Novo Ano Diagnóstico: Para selecionar o ano, subtraia dois anos do ano de avaliação Ex: Ano de Avaliação 2007, selecione o ano de diagnóstico =2005. Class. Oper Atual: Selecione MB Tipo Saída: Selecione todas as categorias exceto erro diagnóstico, utilizando a tecla CTRL Não Classificados – Marcar ignorar 6 - PROPORÇÃO DE CURA DE HANSENÍASE NAS COORTES PB E MB

19 Para o cálculo dos indicadores pressupõe-se que a base de dados esteja atualizada, ou seja, que todos os dados de acompanhamento dos casos já tenham sido digitados, e que a análise de duplicidade com execução dos procedimentos indicados já tenha sido realizada. Obrigada. Divisão Técnica de Vigilância Epidemiológica da Hanseníase-CVE/CCD/SES


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