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Transposição Praça do Relógio Memorial Entender o transpor como um momento integrante de toda uma dinâmica de circulação urbana faz com que um elemento.

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Apresentação em tema: "Transposição Praça do Relógio Memorial Entender o transpor como um momento integrante de toda uma dinâmica de circulação urbana faz com que um elemento."— Transcrição da apresentação:

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2 Transposição Praça do Relógio

3 Memorial Entender o transpor como um momento integrante de toda uma dinâmica de circulação urbana faz com que um elemento de transposição tenha como considerações projetuais inerentes, tão importantes quanto sua estrutura de sustentação e sua lógica interna, toda uma correlação com os demais sistemas de locomoção, como os transportes coletivos de massa, os veículos leves sobre trilhos (VLT), o transporte fluvial e o transporte por bicicletas. Tendo em vista essa amplitude de escala, este projeto tem como uma das bases de estudo fundamentais a pesquisa sobre os planos de infra-estrutura em transporte para a cidade de São Paulo em períodos de curto, médio e longo prazo. A importância de apreender a proposta da nova transposição por meio deste estudo está nas perspectivas de demanda que conseguimos obter dele, de uso adequado e freqüente ou de ociosidade. No caso de uma transposição, é essencial levar em conta tais fatores, uma vez que a análise do uso envolve questões como a segurança dos usuários, pela quantidade de pessoas transitando durante o dia e a noite, e os gastos com manutenção. Previu-se que a atual Estação Cidade Universitária da CPTM não cumprirá, já em curto prazo, a função que possui hoje. Grande parte de seu uso se deve à ligação Ponte Orca estabelecida entre esta com a Estação Vila Madalena, da Linha Verde do Metrô. Ocorre que, com a implantação da Linha Amarela do Metrô, a baldeação entre as Linhas passará a ser direta e a Ponte Orca, inoperante. Restaria ainda a demanda de uso pelos usuários da Universidade de São Paulo, entretanto, para este público a localização atual da Estação Cidade Universitária não é a mais adequada. Deste modo, a Ponte Cidade Universitária já existente continuaria cumprindo ainda a função de transposição de pedestres e ciclistas e próximo a sua cabeceira, à leste, estaria locado o SAMU (Serviço Médico de Urgência) pela facilidade e rapidez de acesso à Via Expressa. Mas a nova Estação não ficaria mais adjacente a ela. Entendemos, então, que uma Estação que supra primordialmente a demanda da Universidade deveria ter uma nova localização e ser conectada, por meio de uma transposição, à região mais dinâmica da USP, onde se localiza a Praça de Relógio e a maior concentração de Faculdades. Além disso, o local escolhido para a transposição nos conferiria uma conveniente ligação com o Parque Villa - Lobos e possibilitaria a integração entre os usuários dos dois parques, incluindo o campus universitário na qualificação de espaço livre que pudesse se tornar, de fato, público. No extremo da transposição, à Rua Arruda Botelho, oposto à USP, os pontos de ônibus e de táxi já existentes complementam a função da transposição como elemento integrante de todo um sistema de circulação urbana. Sem perder de vista esse sistema, e pensando-o sob o ponto de vista dos períodos de projeto estabelecidos, em longo prazo outra transposição sobre o Rio Pinheiros seria necessária – na região da Estação Villa-Lobos Jaguaré – a fim de possibilitar a ligação entre esta Linha e a uma nova Linha de Metrô, integrante do plano de transporte do Metrô de São Paulo para Em suma, pretende-se, com esse projeto de transposições, interligar os múltiplos elementos que compõem a relação das pessoas com a infra-estrutura urbana pública. Considerando-se como determinantes de projeto o papel do transporte público de massa, e de seu planejamento, do transporte por bicicletas, e da implantação de ciclovias, do espaço livre dos parques e de seu caráter verdadeiramente coletivo e público.

4 Planta de situação N

5 Implantação em Planta N

6 Transposição Praça do Relógio

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8 Implantação

9 Planta do pavimento térreo Porto para Passageiros 2 – Plataforma da Estação de trem 3 - GCM

10 Planta do pavimento superior – Banheiros / Banhos Públicos 5 – Acesso a Estação / Bilheteria 6 - Bicicletário

11 Corte Longitudinal

12 Corte Transversal - Estação

13 Perspectivas

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16 alex matos | alex sartori | eduardo viana | mariana hiroki | talita barão


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