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FT1X1 – Aula 2 HOSPITALIDADE. INTRODUÇÃO 1) POR QUE ESTUDAR O CONCEITO DE HOSPITALIDADE ANTES DO FENÔMENO TURÍSTICO EM SI?

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1 FT1X1 – Aula 2 HOSPITALIDADE

2 INTRODUÇÃO 1) POR QUE ESTUDAR O CONCEITO DE HOSPITALIDADE ANTES DO FENÔMENO TURÍSTICO EM SI?

3 INTRODUÇÃO 1) A hospitalidade é algo mais antigo que o próprio turismo, ao menos o turismo moderno, organizado, monetizado, massificado predominante desde a Revolução Industrial.

4 HOSPITALIDADE - DEFINIÇÕES Se recorrermos ao dicionário as palavras associadas à Hospitalidade são: ACOLHIMENTO, CORTESIA, AMABILIDADE, GENTILEZA. Outra definição etimológica comum indica ser o sinônimo do ATO DE HOSPEDAR BEM.

5 HOSPITALIDADE – DEFINIÇÕES Ambas estão corretas, e estão relacionadas a linhas de pensamento distintas: Nos EUA prevalece a conotação que hospitalidade é o mesmo que hospedar. Está vinculada aos meios de hospedagem, ao fenômeno da hotelaria. Já na França preferem entender a hospitalidade como um ato social resultante do encontro entre um anfitrião e um hóspede. Esse encontro seria pautado pelo chamado ciclo da dádiva.

6 HOSPITALIDADE - DEFINIÇÕES O conceito de dádiva foi defendido pelo sociólogo francês Marcel Mauss em seu livro Ensaio sobre o dom, publicado pela primeira vez em Nesse texto, ele descreve as relações humanas nas sociedades arcaicas, anteriores à troca comercial. Nelas, o vínculo entre pessoas ou comunidades inicia-se sempre com o oferecimento de uma dádiva, um presente. Essa dádiva deverá ser aceita e, posteriormente, retribuída, estabelecendo um vínculo entre as partes envolvidas.

7 HOSPITALIDADE – DEFINIÇÕES Se esse ciclo for quebrado – seja pelo não oferecimento da dádiva, pela recusa em aceitá-la ou pela ausência de retribuição – se estabelecerá uma relação de hostilidade e, portanto, um potencial conflito. Para Mauss, enfim, existe uma forma de relação entre as pessoas pautada na tríplice obrigação de dar, receber e retribuir.

8 HOSPITALIDADE – DEFINIÇÕES Marcel Mauss – Sociólogo francês Dar Receber Retribuir

9 HOSPITALIDADE - DEFINIÇÕES Compreender a hospitalidade dessa maneira significa aceitar que o acolhimento é uma dádiva a ser oferecida, aceita e retribuída. A hospitalidade pressupõe, assim, uma continuidade. Nessa alternância, anfitriões e hóspedes devem observar regras não escritas, caso contrário, sua relação será marcada não pela hospitalidade, mas pela hostilidade.

10 HOSPITALIDADE - DEFINIÇÕES Hospitalidade pode ser definida como o ato humano, exercido em contexto doméstico, público ou profissional, de recepcionar, hospedar, alimentar e entreter pessoas temporariamente deslocadas de seu habitat. CAMARGO, Luiz Octávio de Lima. Hospitalidade. São Paulo: Aleph, 2004

11 HOSPITALIDADE – DEFINIÇÕES O anfitrião deve honrar seu hóspede, servindo-lhe o que há de melhor e atendendo às suas necessidades de acolhimento, hospedagem e entretenimento, mas ao mesmo tempo organizando e vigiando o espaço destinado ao visitante. O hóspede, como retribuição, deve honrar o anfitrião ocupando apenas o espaço a ele destinado e aceitando todas as gentilezas que receber.

12 HOSPITALIDADE – EXERCÍCIO SERIA POSSÍVEL TRANSPORTAR O CONCEITO DE HOSPITALIDADE DAS SOCIEDADES ARCAICAS AOS DIAS ATUAIS (CONSIDERANDO QUE AS TROCAS DE FAVORES SE REALIZAM ESSENCIALMENTE POR INTERESSE COMERCIAL)?

13 HOSPITALIDADE – EXERCÍCIO Sim, de 02 maneiras: 1) Para alguns estudiosos, ele estaria circunscrito ao contexto doméstico. Quando visitamos alguém sem ter com ele um contrato nem um valor a pagar pelo acolhimento recebido. 2) Para autores com visão mais flexível mesmo no contexto comercial, é possível encontrar elementos do ritual da dádiva. Afinal de contas, mesmo quando pautado por contratos e trocas comerciais, o encontro entre um anfitrião e um hóspede será sempre uma relação humana.

14 ESPAÇOS E TEMPOS DA HOSPITALIDADE

15 HOSPITALIDADE – EXERCÍCIO Luiz Octávio de Lima Camargo, pesquisador brasileiro dedicado ao tema, acredita que os limites da hospitalidade possam ser estendidos para outros espaços desde que se respeitem os pressupostos do ritual doméstico. Em todos esses momentos, um anfitrião receberá um hóspede e, se a relação ocorrer mediante as regras da hospitalidade, se estabelecerá entre eles um vínculo social (afeto, conforto, segurança, cumplicidade, familiaridade, etc.).

16 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 1) A HOSPITALIDADE É INCONDICIONAL Evidentemente, anfitrião e hóspede estão interessados em firmar uma relação, um vínculo social. Entretanto, não há um interesse direto em uma remuneração garantida e acordada previamente. Quando convidamos alguém para uma festa de aniversário, sabemos – de antemão – que provavelmente essa pessoa trará um presente. Porém, em uma relação verdadeiramente hospitaleira, o presente não é condição para que o convite seja feito. A retribuição, inclusive, pode vir por formas não mensuráveis comercialmente. A própria presença do convidado à festa não deixa de ser uma forma de retribuir o convite: ele prestigiou o evento, com seu tempo e dedicação.

17 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 1) HOSPITALIDADE É INCONDICIONAL (CONTINUAÇÃO) No espaço comercial também é possível encontrarmos atos movidos por uma hospitalidade incondicional. O que dizer de um recepcionista que lhe auxilia a escolher o melhor restaurante, ou que lhe pergunta todas as manhãs como está sendo sua estada na cidade, com um grande sorriso? Ou a camareira que vê uma camisa amassada sobre sua cama, e a passa sem emitir qualquer ordem de serviço?

18 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 2) O ANFITRIÃO É O DONO DO ESPAÇO Uma vez recebidos na casa de alguém, temos que observar suas leis e acima de tudo respeitar seu espaço. Abrir a geladeira na casa de um anfitrião ou entrar em seu quarto sem ser convidado não é bem visto e pode inverter a relação que começa a se estabelecer, transformando hospitalidade em hostilidade.

19 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 2) O ANFITRIÃO É O DONO DO ESPAÇO (CONTINUAÇÃO) Essa regra quando transposta para o espaço público pode ser um modelo importante para a relação entre residentes (anfitriões) e turistas (hóspedes) que frequentam uma cidade. No turismo, há muitas discussões e estudos sobre os conflitos gerados pelos visitantes que não respeitam a cidade, sujando-a e degradando seu patrimônio. Mais que serem vândalos, eles estão descumprindo uma das regras básicas da hospitalidade: respeitar o espaço do anfitrião.

20 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 3) A HOSPITALIDADE COMEÇA COM UMA DÁDIVA O vínculo se estabelece a partir do convite do anfitrião, que é dádiva, o sacrifício oferecido. Se um hóspede chegar em sua casa sem avisar, você ficará incomodado, pois ele não estará seguindo esta regra da hospitalidade.

21 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 4) O DOADOR É MAIS IMPORTANTE QUE A DÁDIVA Ao aceitar um convite, espera-se que as pessoas tenham interesse em prestigiar o anfitrião, e não apenas de usufruir o que está sendo oferecido, de forma parasita.

22 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 5) O ANFITRIÃO DEVE HONRAR O HÓSPEDE E O HÓSPEDE DEVE HONRAR O ANFITRIÃO Em relação de hospitalidade, o anfitrião jamais convidará o hóspede para humilhá-lo e zombar dele. Por sua vez, o hóspede deverá honrar e retribuir a dádiva ao anfitrião. Infelizmente, em nosso cotidiano, vemos muitas práticas nada educadas e polidas que acabam por transformar o encontro um uma verdadeira festa de gestos hostis. Os exemplos são numerosos e, com certeza, você já vivenciou situações assim.

23 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 5) O ANFITRIÃO DEVE HONRAR O HÓSPEDE E O HÓSPEDE DEVE HONRAR O ANFITRIÃO (CONTINUAÇÃO) A) Espaço Doméstico O anfitrião, em vez de se preocupar efetivamente com o bem-estar dos convidados, gasta todo seu tempo e energia se vangloriando das belezas de sua casa, de suas recentes aquisições e fotos de viagem, oferecendo iguarias que os convidados mal sabem apreciar. O anfitrião ou o hóspede criticam valores importantes para o outro: como opção política, sexual, religiosa e até o gosto musical.

24 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 5) O ANFITRIÃO DEVE HONRAR O HÓSPEDE E O HÓSPEDE DEVE HONRAR O ANFITRIÃO (CONTINUAÇÃO) A) Espaço Doméstico O hóspede exagera na bebida, e acaba criando uma situação desconfortável para os outros convidados e para o anfitrião. O hóspede estende sua estada na casa além dos dias previamente combinados com o anfitrião.

25 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 5) O ANFITRIÃO DEVE HONRAR O HÓSPEDE E O HÓSPEDE DEVE HONRAR O ANFITRIÃO (CONTINUAÇÃO) A) Espaço Comercial O recepcionista olha o hóspede com desdém, com julgamentos de valores sobre a forma como ele se veste, por exemplo. O garçom atende mal um cliente que não costuma dar gorjetas. O hóspede lava suas roupas no chuveiro do hotel e as pendura sobre os abajures, que ficam manchados irremediavelmente.

26 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 5) O ANFITRIÃO DEVE HONRAR O HÓSPEDE E O HÓSPEDE DEVE HONRAR O ANFITRIÃO (CONTINUAÇÃO) A) Espaço Público Os residentes não tratam bem os turistas, olhando- os com expressão negativa, sendo ríspidos ao serem abordados para responder uma pergunta sobre localização de um atrativo. Os turistas riem das roupas e modos da população local.

27 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 6) A DÁDIVA COLOCA O DOADOR EM PLANO SUPERIOR Em uma relação hospitaleira, o doador por ser o dono da casa e o detentor das maiores honras estará sempre em posição superior ao hóspede. Uma vez que ao hóspede cabe honrar o anfitrião e respeitar as regras da casa, ele ter consequentemente menos autonomia, devendo aceitar a programação e as ofertas de quem o recebe.

28 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 6) A DÁDIVA COLOCA O DOADOR EM PLANO SUPERIOR (CONTINUAÇÃO) Nos destinos turísticos, muitas vezes, isso não acontece. O turista raramente se preocupa em retribuir a dádiva, isto é, o espaço em que usufrui de suas férias. Pelo contrário, vê esse espaço como mercadoria adquirida junto com o leito de hotel ou o imóvel em que se hospeda. Geralmente com menos recursos financeiros que o turista, em um sistema de trocas mercantis, o anfitrião não tem o controle da cena hospitaleira.

29 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 7) A DÁDIVA DEVE SER ACEITA Não há desfeita maior que recusar um convite ou um presente, não é verdade? Se a dádiva é entendida como início de um vínculo, não aceitá-la significa recusar relacionar- se com aquele que convida ou estabelecer uma relação hostil. Assim, no dia em que for conhecer sua sogra ou participar de uma reunião importante, a aceitação respectiva de um bolo ou café será bem-vinda.

30 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 8) QUEM FAZ A DÁDIVA NÃO DEVE ESPERAR RETRIBUIÇÃO Esta regra está diretamente relacionada ao fato de a hospitalidade ser incondicional. Uma dádiva interesseira, com segundas intenções, não é uma dádiva, pois toda doação implica sacrifício. É por essa razão que convites de casamento com indicação da lista de presentes são tão criticados pelos manuais de etiqueta. Embora seja muito prático em nossa sociedade, o indicativo da lista é geralmente feito de forma tão escancarada que seria melhor, em vez de um convite, enviar uma proposta de patrocínio.

31 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 9) QUEM RECEBE DEVE RETRIBUIR Não há melhor maneira de honrar o anfitrião e confirmar o interesse no vínculo social que retribuir a dádiva recebida. A retribuição pode ocorrer de diferentes maneiras. No espaço doméstico pode ser simplesmente um contraconvite: você se hospeda na casa de um amigo por alguns dias e oferece sua casa para quando ele precisar.

32 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 9) QUEM RECEBE DEVE RETRIBUIR (CONTINUAÇÃO) No espaço comercial, a retribuição pela dádiva – ou seja, por algo que não estava previsto em contrato para a troca comercial – a retribuição surge, geralmente, em forma de gorjeta ou em um comentário positivo para a chefia do funcionário que lhe foi hospitaleiro. No espaço público, ao ser bem recebido em uma cidade, você poderá retribuir indicando o destino para amigos e contribuindo com iniciativas locais.

33 LEIS NÃO ESCRITAS DA HOSPITALIDADE 10) A RETRIBUIÇÃO É UMA NOVA DÁDIVA Falou-se que a dádiva não é um processo isolado, mas se insere em um processo de oferecimentos e retribuições que pode não ter fim. Essa regra explicita este fato. Na medida em que o hóspede retribui o acolhimento, a refeição, a hospedagem e o entretenimento recebidos, ele se coloca na posição de anfitrião e inicia uma nova cena hospitaleira.

34 FIGURAS DA INOSPITALIDADE A seguir apresentam-se estereótipos de pessoas que não seguem as regras da hospitalidade, estabelecendo, portanto, relações hostis. 1) ANFITRIÃO DESINTERESSADO É aquele que não recebe bem o hóspede, em outras palavras é, contraditoriamente, um anfitrião inospitaleito: não honra o hóspede, não lhe trata bem, não se preocupa com ele. Imagine uma cidade que não dispõe de centrais de atendimento ao turista, sinalização turística ou serviços especializados. Ela claramente, embora possa receber visitantes, não está preocupada em recebê-los bem.

35 FIGURAS DA INOSPITALIDADE 2) ANFITRIÃO SEQUESTRADOR Domina o hóspede, impõe suas atividades, sua rotina e seu modo de vida. No caso da hospitalidade urbana, a marca do seqüestrador é praticamente intrínseca à cidade, ou seja, é um aspecto do qual é impossível fugir. Ao chegar em uma cidade você está automaticamente submetido a suas regras, seus horários, seus caminhos e serviços oferecidos. Para viver em uma cidade, de maneira civilizada, tanto residentes quando visitantes deixam-se controlar por ela.

36 FIGURAS DA INOSPITALIDADE 3) ANFITRIÃO DISTINTO Aquele que procura se colocar sempre acima dos hóspedes, exibindo suas posses ou distinção social através de bens materiais ou simbólicos. Muitos países – e consequentemente suas cidades – colocam tantas exigências para aceitar a entrada de estrangeiros em seus domínios que se configuram como anfitriões distintos. Veem seus hóspedes como pessoas indignas daquela cidade. O anfitrião distinto pode ser manifestar também nas peças publicitárias de destinos turísticos que se apresentam como exclusivos, caros, restritos a poucos privilegiados que podem pagar para ir lá.

37 FIGURAS DA INOSPITALIDADE 4) HÓSPEDE INTRUSO não respeita a autoridade do anfitrião sobre o espaço visitado. No caso de uma cidade, como exemplificado no item anterior, trata-se daquele turista que menospreza a população local, não observa as regras da cidade e, por estar em férias, colocase no direito de fazer o que bem quiser quando e onde decidir, sem se preocupar com aqueles que vivem na localidade.

38 FIGURAS DA INOSPITALIDADE 5) HÓSPEDE PARASITA É aquele que vive através de quem lhe oferece hospitalidade. Costuma ser uma pessoa simpática e encantadora, o que dificulta uma reação por parte do anfitrião. No caso dos destinos turísticos, ele pode ser representando pelos turista irresponsáveis que não respeita o patrimônio local (sendo também um hóspede intruso), deixando atrás de si sujeira, lixo e vandalismo.

39 FIGURAS DA INOSPITALIDADE 6) HÓSPEDE AGONÍSTICO Nunca está satisfeito com a retribuição; ele quer sempre oferecer algo melhor e maior que o que recebeu. E assim inicia-se uma relação de competitividade que pode ser destrutiva. No caso dos destinos turísticos, é difícil pensar no hóspede agonístico na relação direta entre turista e anfitrião, uma vez que dificilmente o hóspede chega a se relacionar diretamente com aquele que o recebe – o gestor público.

40 FIGURAS DA INOSPITALIDADE 6) HÓSPEDE AGONÍSTICO (CONTINUAÇÃO) Entretanto, pode-se pensar no modelo agonístico para explicar a competição entre destinos turísticos rivais. Se por um lado a competição pode elevar a qualidade dos produtos, por outro, pode impedir uma possível parceria, o que seira prejudicial a ambos.

41 HOSPITALIDADE – CONCLUSÕES HOSPITALIDADE: CONCEITO fortemente LIGADO AO TURISMO, mas que não se prende às viagens, sendo APLICÁVEL A OUTROS CONTEXTOS SOCIAIS. Isso que o torna um fenômeno a HOSPITALIDADE um FENÔMENO MAIS AMPLO que o TURISMO. O TURISTA, visto como o sujeito que se DESLOCA FORA de seu ENTORNO HABITUAL, NECESSITA DE HOSPITALIDADE E A PROCURA. Elementos associados à Hospitalidade o Bom acolhimentoNecessidades Básicas o Boa comida+ o Bom abrigo o Bom entretenimentoNecessidades Especiais

42 Hospitalidade - Reflexões NECESSIDADES ESPECIAIS VARIAM de pessoa para pessoa (CONCEITO SUBJETIVO). NECESSIDADES (o que se precisa) PODEM SER DIFERENTES DE DESEJOS (o que se almeja). Existe a HOSPITALIDADE AUTÊNTICA (espontânea, cultural) E A HOSPITALIDADE PROFISSIONAL (dirigida, comercial).


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