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O Demônio Familiar José de Alencar Gênero: Dramático ou teatral; Tipologia: comédia; Escola Literária: Romantismo.

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2 O Demônio Familiar José de Alencar

3 Gênero: Dramático ou teatral; Tipologia: comédia; Escola Literária: Romantismo.

4 ENREDO O enredo de Demônio Familiar propõe como obstáculo do amor as intrigas elaboradas por Pedro. Eduardo por sua vez se ocupa em desfazer as intrigas e calunias do escravo. A peça termina como começa pelos dois namoros, de Henriqueta e Eduardo; Carlotinha e Alfredo. Não havendo obstáculo ao amor como por exemplo oposição dos pais, desentendimentos profundos entre ao namorados. As intrigas não passam de uma série de maus entendidos facilmente desmanchado ao final. Pedro é desastrado, por atrapalhar o amor e retardar o ritmo normal dos acontecimentos.

5 ESTRUTURA Justificativa do Título: (...) EDUARDO - Por que, minha irmã? Todos devemos perdoar-nos mutuamente; todos somos culpados por havermos acreditado ou consentido no fato primeiro, que é a causa de tudo isto. O único inocente é aquele que não tem imputação, e que fez apenas uma travessura de criança, levado pelo instinto da amizade. Eu o corrijo, fazendo do autômato um homem; restituo-o à sociedade, porém expulso-o do seio de minha família e fecho-lhe para sempre a porta de minha casa.

6 (A PEDRO) Toma: é a tua carta de liberdade, ela será a tua punição de hoje em diante, porque as tuas faltas recairão unicamente sobre ti; porque a moral e a lei te pedirão uma conta severa de tuas ações. Livre, sentirás a necessidade do trabalho honesto e apreciarás os nobres sentimentos que hoje não compreendes. (PEDRO beija-lhe a mão.)

7 Cenário: Ambientada em casa de EDUARDO; Gabinete de estudo - ATO PRIMEIRO – Cena Primeira a XV; Jardim.- ATO II – Cena Primeira a IX; Sala interior – ATO III – Cena Primeira a XVIII; Sala de visitas – ATO IV – Cena Primeira a XVII.

8 Personagens: Carlotinha Henriqueta Eduardo Pedro Jorge Alfredo Azevedo D. Maria Vasconcelos

9 Época Demônio familiar, uma peça sem duvida abolicionista mas que vê a questão sobretudo pelo lado do senhor. A escravidão é condenada, em primeiro lugar, pelo mau que faz aos patrões, introduzindo em seus lares a mentira, a fofoca e a intriga. Pedro não se limita a atrapalhar a família, mas cria inimizades, e desfaz casamentos projetados. Tem uma influência perniciosa sobre a própria estrutura familiar, ensinado Jorge a enganar os pais, colocando bilhetes amorosos nos bolsos de Carlotinha. Eduardo, que se gaba de trata-lo mais como um amigo do que como um escravo, não lhe perdoa por isso mesmo o comportamento maligno.

10 Sua alforria assume, as feições de um símbolo. A personagem (o escravo) é criado ridículo e engraçado. Pedro deixa de ser comicamente irresponsável e a sociedade admite a sua parte de culpa pelas instituições deformadoras do homem.

11 Profª. Ms. Edna Eloi


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