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PPRPS PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS EM PRENSAS E SIMILARES AFT Aida Cristina Becker AFT Roberto Misturini Maio/2001.

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1 PPRPS PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS EM PRENSAS E SIMILARES AFT Aida Cristina Becker AFT Roberto Misturini Maio/2001

2 PPRPS n Banimento das prensas de engate por chaveta nas normas internacionais n NBR 13930/ 97 item proíbe engate de chaveta n Brasil 70% das prensas são por engate de chaveta = ( empresas pequeno e médio porte) n NR 12- proteção adequada ???

3 PPRPS - Prensas: n Prensa mecânica excêntrica de engate por chaveta n Prensa hidráulica n Prensa mecânica excêntrica com freio/fricção pneumático n Prensa de fricção com acionamento por fuso

4 PPRPS - Similares: n Martelo de queda n Martelo pneumático n Martelete n Dobradeira n Rolo laminador e desbobinadeira n Guilhotina/tesoura/cisalhadora n Recalcadora

5 Prensa excêntrica de engate por chaveta n Transforma o movimento rotativo do excêntrico em movimento linear através de sistema de bielas n o movimento é liberado pelo engate da chaveta que fará o eixo girar solidário ao volante n uma vez iniciado o movimento ele completa o ciclo sem que se possa interrompê-lo

6 Prensa de engate por chaveta

7 Chaveta

8 Eixo excêntrico e Biela

9 Biela

10 Biela

11 Prensa de engate por chaveta

12 Prensa engate por chaveta fechamento da zona de prensagem regulável

13 Prensa engate por chaveta ferramenta fechada

14 Prensa engate por chaveta proteções : volante e contra queda da biela

15 Alimentação por gaveta

16 Prensa engate por chaveta alimentação por gaveta

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19 Tambor rotativo

20 Basculante

21 Gravidade

22 Prensa engate por chaveta alimentador pneumático

23 Engate por chaveta - proteção no volante e ferramenta

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25 Prensa engate por chaveta Pedal(somente com a zona de operação inatingível = NBR13930/97 item 3.3)

26 Proteção para pedais

27 Prensa de fricção com acionamento por fuso n Aplica por ficção através de dois discos, um movimento rotatório a um volante ligado ao fuso n volante é de aço recoberto com tiras de couro unidas com aço n O deslocamento axial se dá por ar comprimido

28 Prensa de fricção com acionamento por fuso

29 n Proteções: n volantes : horizontais e verticais n braços n cintas

30 Prensa de fricção com acionamento por fuso

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32 Prensa mecânica excêntrica com freio/fricção pneumático n Conjugado : Seu acionamento é pneumático, uma vez acionada a válvula de segurança, uma pequena quantidade de ar é introduzido na câmara que libera o freio e aciona a embreagem; uma vez executado o ciclo este ar é liberado e a prensa para através do freio que é acionada por molas.

33 Prensa mecânica excêntrica com freio/fricção pneumático

34 n Separado: Para prensas de grande porte, ele é montado de um lado da máquina e o freio do outro, a embreagem ancorada ao volante, são necessárias duas válvulas de segurança, liberando o freio antes da embreagem, e atuando o freio após a liberação da embreagem.

35 Prensa mecânica excêntrica com freio/fricção pneumático

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47 n Devem possuir válvula de segurança que impeça o acionamento acidental. n A rede de ar comprimido de alimentação deve ter um sistema que garanta a eficiência das válvulas de segurança. n A Válvula de acionamento deve ser válvula específica de segurança para prensa.(NBR13930/97 item 3.7)

48 Prensa mecânica excêntrica com freio/fricção pneumático

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51 Válvula de segurança n De fluxo cruzado n despressurização rápida assegurada n tempo de parada ms n monitoramento dinâmico p/ cada ciclo n exige reset após falha n silenciador específico ( não pode haver entupimento)

52 Prensa Hidráulica n O martelo recebe o movimento de um pistão que se desloca, pela ação de um fluido (óleo), dentro de um cilindro. n Seu movimento é lento e pode ser interrompido em qualquer momento, seu acessórios são a bomba, as canalizações e as válvulas de comando para o óleo.

53 Prensa Hidráulica

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55 Prensa hidráulica

56 Guilhotina ou tesoura

57 Guilhotinas ou tesouras n Devem possuir grades de proteção fixas para impedir o ingresso das mãos do operador na zona de corte n As proteções móveis devem possuir dispositivos eletro-eletronicos de intertravamento

58 Dobradeiras ou viradeiras

59 Dobradeiras n Mecânicas : n engate de chaveta n embreagem (acionamento mecânico) n embreagem pneumático (válvula de segurança ???) n Hidráulica

60 Dobradeira - mecânica

61 Dobradeira- embreagem pneumático

62 Dobradeiras Mecânicas n Chaveta ou embreagem mecânico (mola) não oferecem segurança n jamais para peças pequenas (mão do operador próximo a ferramenta) n jamais para 2 ou mais operadores

63 Dobradeiras n Embreagem pneumático : n Sua segurança depende da válvula que controla o ar. Deverá ser preferencialmente de segurança. n Aceita acionamento com (bi-pedal elétrico)

64 Dobradeiras ou viradeiras n Dobradeiras e similares devem dispor de sistema de proteção para impedir o contato do operador com a zona de operação

65 Martelo de Queda n Proteção contra o rompimento da cinta

66 Martelo pneumático n Parafuso central da cabeça do amortecedor deve ser preso com cabo de aço n proteção contra projeção do mangote de entrada de ar em caso de ruptura n todos os prisioneiros devem ser travados com cabo de aço para evitar projeção

67 Martelo pneumático

68 Desbobinadeira

69 Cortina de luz com auto teste

70 Comando bimanual com simultaneidade e autoteste NBR e parada de emergência NBR 13759

71 Para prensa de engate por chaveta não é suficiente Tem que haver barreira física

72 Matrizes ou estampos n Armazenados em local apropriado n fixados a máquina de forma segura, sem improvisações n dotadas de dispositivos destacadores que facilitem a retirada das peças n evitem a projeção de rebarbas

73 Matrizes ou estampos

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78 Calços de Segurança n Necessários e obrigatórios n utilizado na troca, ajuste e manutenção de matrizes n nunca devem ser utilizados com a máquina funcionando n interligação eletro-mecânica(intertravamento) n pintados de amarelo n caso não seja possível o uso, deverá ser tomadas medidas alternativas com o coordenador do PPRPS

79 Calços de Segurança

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83 Estrutura do PPRPS n 6.1-Elaborar e manter à disposição da cipa e autoridades competentes n procedimento escrito para definir a seqüência lógica e segura das atividades c/ prensa e similares n 6.2-planta baixa e/ou relação com todos os equipamentos, identificados e descritos individualmente, constando:

84 Estrutura - cont.1 n A) Tipo de prensa ou similar n B) modelo n C) fabricante n D) ano de fabricação n E) capacidade

85 Estrutura- cont.2 n 6.3. Definição o sistema de proteção para cada prensa, devendo conter seu princípio de funcionamento n Para os casos de implantação do sistema de proteção deve ter um cronograma com etapas e prazos para cada prensa

86 Estrutura- cont.3 n Nos casos de conversão de engate por chaveta para freio/fricção, fazer cronograma conforme item anterior n Para trabalhos a frio, as proteções para evitar o acesso do operador devem estar instaladas antes do seu funcionamento

87 Estrutura- cont.4 n 6.4 plano de manutenção de cada prensa deve ser registrado em livro próprio, ficha ou informatizado n selo de adequação, conforme o padrão de segurança exigido, conforme definição ????

88 6.5. Treinamento p/ operadores - currículo: n A) tipos de prensa ou similar n B) princípio de funcionamento n C) sistemas de proteção n D) possibilidades de falhas do equipamento n E) responsabilidade do operador n F) responsabilidade da chefia imediata

89 6.5. Treinamento p/ operadores - currículo: n G) riscos na movimentação e troca de estampos n H) calços de proteção n I) outros

90 Treinamento p/ - movimentação e troca de estampos - currículo: n A) tipos de estampos e matrizes n B) movimentação/transporte n C) responsabilidade na supervisão e operação de troca dos estampos e matrizes n D) meios de fixá-los à máquina n E) calços de segurança n F) check-list de montagem

91 Treinamento n O treinamento para operadores (6.5) terá validade de 1 (um) ano, devendo passar por reciclagem após esse período. (capacitação continuada)

92 7. Responsabilidades n 7.1. O responsável pelo PPRPS é a pessoa jurídica (empregador) n 7.2 a coordenação do PPRPS : engenheiro de segurança do trabalho n 7.3 quando o SESMT não comporta Engº, a coordenação poderá ser do técnico de segurança

93 7. Responsabilidades- cont. n 7.4. Onde não há SESMT o PPRPS será coordenado por Engº de Segurança do Trabalho n 7.5 A montagem dos estampos é momento crítico, o responsável pela supervisão da troca de estampos deve acompanhar a montagem, e conferir que todos os procedimentos específicos foram cumpridos, para liberar a máquina para operação.

94 Injetoras n ABNT - NBR Máquinas injetoras para plásticos e elastômeros - Requisitos Técnicos de segurança para projeto, construção e utilização. n Convenção Coletiva sobre prevenção de acidentes em máquinas injetoras de plástico. n NR12 - Portaria 9 de 30/3/2000

95 Injetoras - NR12 n Os fabricantes e importadores de máquinas injetoras de plástico, devem atender ao disposto na norma NBR 13536/95. n Os fabricantes e importadores devem afixar em lugar visível, uma identificação com as seguintes características: ESTE EQUIPAMENTO ATENDE AOS REQUISITOS DE SEGURANÇA DA NR-12

96 INJETORAS de Plástico n Riscos Mecânicos: n mecanismo de fechamento n área do molde n unidade de injeção n área da descarga de peças

97 Injetoras: Outros Riscos n Elétricos n Térmicos n Químicos n Ruído n Queda

98 Injetoras - Segurança n Mecânica: dispositivo que quando acionado pela abertura de uma proteção, impede mecanicamente o movimento de fechamento n Elétrica: dispositivo que detecta a posição de uma proteção e produz um sinal que é usado no circuito de comando. Pode ser de 1 ou 2 sensores, com especificação de segurança (contra acionamento acidental ou neutralização voluntária, ruptura positiva)

99 Injetoras - Segurança n Hidráulica: sistema que deve atuar sobre a unidade de potência,impedindo o movimento de fechamento da máquina injetora, quando a proteção que o comanda estiver aberta, através do desvio do fluxo de óleo para tanque.( máquinas novas)

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101 1 - Área do molde 2 - Área da unidade de injeção (movimento do bico) 3 - Área do mecanismo de fechamento 4 - Área da alimentação de material 5 - Área dos extratores de machos e peças (se existentes) 6 - Área das resistências de aquecimento 7 - Área da descarga de peças

102 Níveis de proteção n 1.móvel sem dispositivos de segurança (unidade de injeção: cilindro e bico (il.2) n 2.móvel com segurança elétrica :1 sensor de posição (área do mecanismo de fechamento (il.3) n 3.móvel com 2 sensores simultâneos monitorados a cada ciclo (il.1 traseira s/ comando)

103 Níveis de proteção - cont n 4. Móvel com 2 sensores + proteção mecânica ( área do molde (il.1 ) n 5. Móvel com 2 sensores + hidráulica n 6. Móvel com 2 sensores + mecânica +hidráulica. n 1 a 4 são requisitos mínimos.

104 Proteção Mecânica

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107 Injetora: n Treinamento: n capacitação continuada n operador/manutenção/preparador n verificação da proteção mecânica a cada troca de molde

108 Injetoras - Riscos Químicos n Geralmente a temperatura de trabalho é inferior a temperatura de degradação do plástico. n PVC - acima de 170ºC HCl, CO2 e CO n Poliestireno - acima de 80ºC libera estireno n Polietileno - acima de 350ºC libera butileno (narcótico e lesões neurológica

109 Injetoras - Riscos Químicos n Policarbonatos - acima de 300ºC pode liberar fosgênio. n Aminoplástcos e Fenoplásticos - Acima de 300ºC liberam CO, CO2 e formaldeído (plásticos de engenharia, EX: poliacetal) n incompatibilidade na seqüência de injeção de materiais diferentes.

110 AgPREV - Agência de Notícias da Previdência Social 09: /04/2001 Estudo inédito revela tipos de máquinas que mais causam acidentes Gastos com acidentes chegam a R$ 20 bilhões todos os anos Da Redação (Brasília)- Os acidentes de trabalho no Brasil são responsáveis por um gasto anual de R$ 20 bilhões, somando as despesas com saúde, reabilitação profissional e prejuízos causados às empresas e trabalhadores. Grande parte desses acidentes ocorrem em razão da utilização de máquinas obsoletas e inseguras.

111 A informação é do secretário de Previdência Social do Ministério da Previdência e Assistência Social, Vinícius Carvalho Pinheiro, ao comentar o levantamento inédito sobre máquinas causadoras de acidentes de trabalho em pequenas e médias empresas do parque industrial brasileiro. O estudo foi encomendado pela Secretaria de Previdência Social ao professor René Mendes, da Universidade Federal de Minas Gerais, com recursos do Banco Mundial.

112 AS MÁQUINAS – De acordo com o estudo, constam no ranking das máquinas que mais causam acidentes as prensas para metalurgia, serras circulares para madeira, tupias e desempenadeiras para madeira, injetoras de plástico, guilhotinas, calandras e cilindros para laminação, motosserras, impressoras de produtos gráficos e máquinas de descorticar e desfibrar sisal.

113 Só as prensas utilizadas em metalurgia foram responsáveis por 42% dos casos de esmagamento de dedos ou de mãos registrados em 1995 e por 25% de todos os acidentes graves causados por máquinas no mesmo ano. Essas máquinas são utilizadas, principalmente, na metalurgia básica e na fabricação de produtos de metal, máquinas e equipamentos, máquinas de escritório e equipamentos de informática, móveis com predominância de metal, veículos automotores, reboques e carrocerias.

114 Já as serras circulares causaram 15% de todos os acidentes de trabalho por máquinas, também em Elas predominam na construção civil, no comércio atacadista de madeira e na fabricação de artigos de mobiliário. O estudo revela também que 80% das injetoras de plástico que estão sendo utilizadas no Brasil, são obsoletas ou estão em precárias condições de uso. Elas são usadas para a fabricação descontínua de produtos moldados, pela injeção de material plastificado no molde.

115 BENEFÍCIOS ACIDENTÁRIOS – O INSS pagou, no ano passado, R$ 2,1 bilhões em benefícios decorrentes de acidentes de trabalho. Em dezembro de 2000, foram pagos benefícios acidentários. Ainda no ano passado, dos acidentes de trabalho registrados, causaram a morte do trabalhador. Os setores que mais causaram mortes foram os de serviços de transporte e armazenagem (468), construção civil (390) e comércio varejista (365).

116 Comércio de Máquinas pela internet ùltima atualização: 01/01/01 Prensa Hidráulica SOGIMA de 6 T (3620) em São Paulo (SP) ao preço de R$ 3.500,00 Prensa Hidráulica sem marca de 6 T, sem unidade hidráulica (3620) em São Paulo (SP) ao preço de R$ 1.000,00 Prensa Hidráulica CIOLLA de 40 T, (era usada para baquelite), guiada, 4 colunas, com mesa de 600 mm x 400 mm, para moldes de 400 mm x 400 mm, com pistão inferior extrator, curso superior de 250 mm, (3291) em Caxias do Sul (RS) ao preço de R$ 7.000,00 Prensa Hidráulica sem marca (fabricação especial) de 45 T, rápida e lenta, curso de 350 mm, com mesa superior de 500 mm X 250 mm, presa no pistão, mesa inferior de 700 mm x 600 mm(3291) em Porto Alegre (RS) ao preço de R$ 8.000,00

117 Consulte nossa lista de disponibilidades Prensa Hidráulica FEMUR de 45 T, com pistão superior, curso de 700 mm e mesa de 600 mm x 600 mm - (3291) em Caxias do Sul (RS) ao preço de R$ 6.000,00 Prensa Hidráulica de 200 T - simples efeito, (fabricada sob encomenda) com 2 cilindros inferiores, 2 colunas, distância de 840 mm, com mesa de 550 mm x 550 mm - (3291) (nova) em Caxias do Sul (RS) ao preço de R$ 7.500,00 Prensa Hidráulica de 500 T, simples efeito, mesa de X mm, curso 700 mm, altura mm livre, martelo guiado, prisma com pistões de retorno, kg de peso, reformada com garantia de zero - (3291) em Caxias do Sul (RS) - ao preço de R$ ,00 - a confirmar

118 REPIQUE É um fenômeno exclusivo das PME-EC, freqüentemente responsável por acidentes causadores de graves mutilações em dedos e mãos, e que corresponde a ruptura do sistema engate de chaveta, por fadiga ou por outras falhas de construção ou manutenção, provocando a repetição involuntária do punção, uma ou mais vezes.

119 Repique por contra-golpe n PME-EC de estampagem profunda (embutimento) n utilizam bolsa (almofada) de ar ou plastiprene n sofrem contra-golpe após a batida, desincronizando o engate e rompendo a chaveta causando o repique n utilizar engate duplo

120 Repique por contra-golpe Reservatório de ar = vaso sob pressão = inspeção NR13

121 Engate Chaveta - Proteções n NUNCA levar a mão zona de prensagem n proteção por barreira física : ferramenta fechada, enclausuramento da zona de prensagem n alimentadores/ transportadores/robô n sistema de alimentação por gaveta, gravidade/tambor rotativo n proteção do volante (todas as faces)

122 Engate de chaveta - Proteções - Cont. n É obrigatório a adoção de pelo menos um dos itens anteriores = grave e iminente n Proteção contra o rompimento do eixo e queda da biela n Proteção no pedal contra acionamento acidental n Proibido o uso de pinças magnéticas ou mecânicas ( salvo a quente )

123 Proibido o uso de salva-mão

124 salva-mão

125 Ferramenta fechada

126 Prensa engate por chaveta fechamento da zona de prensagem

127 Fechamento zona prensagem

128 Fechamento zona prensagem fechamento da zona de prensagem regulável

129 Prensa engate por chaveta fechamento da zona de prensagem regulável


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