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Prática de Software e Hardware Básico Professor Me. Ricardo Ferrari FISMA /Msn:

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1 Prática de Software e Hardware Básico Professor Me. Ricardo Ferrari FISMA /Msn:

2 Introdução ao Universo Linux Conhecendo o Linux Desenvolvido por Linus Torvalds Baseado em unix, é um sistema POSIX (padrão para garantir portabilidade de programas entre SOs diferentes) Qualquer pessoa pode alterar o kernel do Linux desde que distribua isso para a comunidade.

3 Introdução ao Universo Linux Sua história Projeto particular de Linus e acabou tendo colaboração de hackers do mundo todo (Linus+Unix=Linux) Seria uma melhora do Minix Em 1992 é lançada a primeira versão estável do Linux Conhecido por: Mais segurança Livre de vírus (programas oficias de graças através do repositório padrão, autenticação necessária do root para instalar programas e não possui arquivos executáveis como.exe) Multiusuário Melhor para redes Correção de bugs gratuita e rápida

4 Introdução ao Universo Linux Conhecendo o Unix Desenvolvido na década de 60 por Ken Tompson (AT&T) Reescrito em 1973 em linguagem C Surgiram sistemas compatíveis e baseados, todos seguindo o padrão POSIX Em 1979 já permitia desenvolvimento de programas caseiros Variações do Unix: BSD, Solaris, Linux e outros

5 Manual de Referências Exemplos: man ls Name, synopsis, flags, description, examples, files, return value, related information, diagnostics, bugs, warning author standards conformance (tipos de descrições) ls -l (lista arquivos e diretórios) ls -a (lista arquivos e diretórios + arquivos ocultos como. e..) Explicar comandos com exemplos na lousa/terminal

6 Sintaxe do Manual de Referências man + comando Consulta o manual e apresenta todas as páginas Enter: próxima linha Espaço: próxima página q: finaliza a consulta

7 Principais Características do Linux Modular Adiciona/remove partes do sistema sem afetar outras partes Multitarefa Pode executar várias tarefas em backgroud, deixando o terminal livre para outras atividades Multiusuário Permite que usuários rodem o sistema simultaneamente e executem aplicativos no próprio servidor Transportabilidade Executa programas em ambientes diferentes do qual ele foi criado

8 Principais Características do Linux Comunicação com muita facilidade Comunicação entre Linux e Windows através de servidor Samba Comunicação remota entre computadores Ambiente propício para desenvolvimento Ambiente voltado para esse segmento Compiladores: C, cobol, fortran, pascal, basic, c++. perl, java, php, html, etc... Shell que é o interpretador de comandos e pode ser utilizado para programação. Opção do delphi: kylix e lazarus

9 Estrutura do Sistema Níveis no Linux: Kernel interage com o hardware O shell é o ambiente de linha de comando A camada do usuário que possui os aplicativos e ferramentas

10 O Kernel Responsável pelo gerenciamento básico do sistema, dando suporte completo para utilização do hardware Fica carregado na memória depois que o sistema foi inicializado Possui módulos programados em C, como de gerenciamento de memória e processos

11 Shell Existem tipos de shells, como: sh, csh e bash. Por padrão o ubuntu utiliza o bash É um interpretador de comandos, o usuário digita o comando, o shell traduz para que o kernel entenda o que deve fazer Possui um recurso muito poderoso, que são os pipes (canos), permitindo que a saída de um comando seja a entrada de outro (executando vários comandos em uma única linha) Exemplos: ls | grep filtro, cat arq | sort e scripts

12 Shell Exemplo de script #! /bin/bash cd /home/ferrari/ mkdir script cd script echo conteúdo do arquivo > arquivo Salva e dar permissão de execução Executa com./nome_do_script Questão: Crie seu próprio script com o comando echo

13 Ferramentas e Aplicativos (camada do usuário) Contém as ferramentas que são utilizadas pelos usuários Essas ferramentas podem ser criadas através de scripts e comandos, desde que siga algumas regras, como utilizar sempre entradas e saídas sem formatação e criar interface amigável para usuário separada da ferramenta

14 Utilitários para Linux São programas do sistema Chamados pelo terminal ou modo gráfico Tipos: Manipulação de arquivos, diretórios e textos Comunicação Manutenção do sistema Obs.: o linux é case sensitive, ou seja, o arquivo Alunos é diferente de alunos.

15 Processos Criado quando um programa é executado Dois tipos: Background: o terminal fica livre para outras tarefas Foreground: o terminal fica retido até o término do processo Para colocar o processo em background é necessário o símbolo & no final do comando Exemplo: find [argumento] (opção) & Todo processo no Linux possui uma entrada padrão (0), saída padrão (1) e saída padrão de erros (2)

16 Redirecionamento e Pipes Caracteres utilizados >: redirecionamento de saída para um novo arquivo >>: redirecionamento de saída para um novo arquivo ou para o final de um já existente <: redirecionamento de entrada | ou ^: canalização da saída de um comando para ser entrada de outro comando Exemplos: ls > lista.txt ls >> lista.txt ls | grep t*

17 Usuários Tipos: Usuários comuns ($): utilizam recursos liberados pelo root Superusuários, root (#) ou administradores do sistema: o usuário mais conhecido é o root e tem acesso irrestrito no sistema Informações ficam em /etc/passwd e /etc/group O uid é o root e gid é o grupo de administradores do sistema Variáveis do sistema PATH: onde estão os comandos do usuários LOGNAME: login do usuário HOME: onde está o diretório do usuário TERM: tipo do terminal utilizado pelo usuário Para imprimir o valor das variáveis: echo $PATH Para listar as variáveis: set ou env

18 Comandos do Linux Identificação do usuário who e whoami (exibe usuários logados no S.O.) # who # whoami finger (exibe detalhes de um usuário local ou remoto conectado em sua máquina) # finger ferrari Comunicação com usuários mail (para ler suas mensagens e enviar para usuários da máquina ou da rede) write (envia mensagens para usuário remoto conectado em sua máquina) # write ferrari

19 Comandos do Linux Comandos diversos date (exibe data e hora do S.O.) # date echo (mostra o conteúdo de uma variável) # nome = Ricardo # echo $nome passwd (altera sua própria senha, apenas o root altera de outros usuários) # passwd lp (comando para impressão de arquivos) # lp tcc.pdf uname (informações dobre o S.O.) cal (exibe o calendário do mês) cp (copia arquivos de um lugar para outra) # cp tcc.pdf /home/projetos mount (usado para montar dispositivos como CD-Rom, HD e disquete) ln (cria um link, ou atalho, para um determinado lugar) # ln -s /mnt/hda1 /home/windows

20 Arquivos e Diretórios Sistema de arquivos Estrutura de árvore invertida Raiz é o / Pathname (caminho) Absoluto: caminho a partir do / Relativo: não começam com /, começam a partir do ponto atual Tipos de arquivos Arquivos simples: como tipo texto Diretórios: como o home Arquivos especiais: como o dev (arquivos de hardware) Comandos para manipulação de diretórios pwd (informa o caminho absoluto); comando ls (lista o conteúdo de um diretório); mkdir (cria um diretório); rmdir (remove diretórios vazios)

21 Arquivos e Diretórios Os diretórios especiais:. e.. Diretório atual:. Diretório pai:.. Principais diretórios do sistema Linux /root: arquivos de configuração do root /bin: maioria dos comandos Linux /lib: bibliotecas do Linux /usr: arquivos e diretórios do Linux /etc: maioria dos aquivos e comandos de administração do computador, arquivos de configuração e inicialização do kernel e de programas /home: diretórios dos usuários /dev: arquivos para comunicação com periféricos /tmp: arquivos temporários

22 Manipulação de Arquivos - I Arquivos e diretórios d: diretório: drw-rr-- pasta -: arquivo: -rw-rr-- arquivo l: link simbólico: lrw-rr-- link Permissões r: read; w: write; x: execute rwxrw-r-- : os três primeiros para o dono, os três do meio para o grupo e os três últimos para outros usuários

23 Manipulação de arquivos - I Comandos para manipulação de arquivos cat: lista conteúdo de um arquivo more: exibe o conteúdo do arquivo paginando pg: igual o more head: primeiras linhas de um arquivo (por padrão as 10 primeiras) head -20 arquivo tail: últimas linhas de um arquivo (por padrão as 10 últimas) tail -15 arquivo cp: copia arquivos de um lugar para outro cp arq1 /home/aluno/arq2 arq1: origem e arq2 destino ln: cria link ou atalho ln -s arq1 arq2 (onde arq1 é o arquivo real e arq2 é o link) mv: move e renomeia arquivo e diretórios mv arq1 /home (move o arq1 para a pasta home) rm: remove arquivos e diretórios

24 Manipulação de arquivos - I tar Para juntar vários arquivos e diretórios: tar -cvf imagens.tar imagens c: para criar o arquivo imagens.tar; v: para exibir os arquivos manipulados e f: para especificar o arquivo a ser criado (esse sempre é por último) Se quiser extrair troque o c por x O tar não compacta, por isso utilizamos o gzip ou bzip2 gzip gzip imagens.tar (cria o arquivo imagens.tar.gz) bzip2 bzip2 imagens.tar (cria o arquivo imagens.tar.bz2) tar + gzip/bzip2 tar -czvf imagens.tar.gz imagens tar -cjvf imagens.tar.bz2 imagens

25 Manipulação de arquivos - I chmod (alterar permissão de arquivo) Exemplo: chmod 764 (7: dono, 6: grupo e 4: outros) Dono: leitura, escrita e execução Grupo: leitura e escrita Outros: leitura

26 Exercícios 1) Acione o terminal e descubra em qual diretório você está. Liste os arquivos deste diretório. Entre no diretório tmp, crie um diretório teste_1 com o seguinte comando: mkdir teste_1, crie um diretório dentro do diretório teste_1 com o seguinte comando: mkdir teste_2. 2) Apague os dois diretórios criados anteriormente com apenas uma linha de comando. Crie (na pasta do usuário) os diretório teste1, teste2 e teste3, liste o conteúdo doasua pasta home para confirmar a criação dos diretórios. 3) Entre em teste1 e crie os arquivos, contas.txt, supermercado.txt, agora utilizando o vim crie no mesmo diretório os arquios FEA.txt, fea.txt, Fea.txt e Outros.txt (digite o nome dos arquivos exatamente como escrito aqui), com algum conteúdo. 4) Volte para o diretório tmp, crie um novo diretório chamado aula, mova os diretórios teste1, teste2 e teste3 (que estão em home) para dentro do diretório aula 5) Mude as permissões das 3 pastas e os arquivos dentro delas para: Dono: leitura, escrita e execução, grupo: leitura e escrita e outros: leitura 6) Volte para o diretório home, gere um arquivo.tar chamado teste com o conteúdo da pasta aula (que está na pasta tmp), apague a pasta aula, extraía o conteúdo do arquivo tar que você gerou. 7) Entre novamente na pasta teste1 que acabou de extrair do arquivo tar, gere um arquivo chamado TUDO.TXT com a junção de todos os arquivos de texto que estão neste diretório. (faça redirecionamento com >>) Compacte este novo arquivo com o Gzip

27 Exercícios Verifique onde você está. Liste o conteúdo do /, /etc, /var e /home Entre na pasta /dev, liste o conteúdo e encontre os resultados iniciados por sda ou hda Entre na pasta /tmp, crie uma pasta teste, entre na pasta teste e crie um arquivo arq.txt. Liste o conteúdo de /tmp com ls -l, pegue as permissões da pasta teste e inverta as permissões de grupo e outros (ex: rwxrwxr-x para rwx----w-) recursivamente. Liste o conteúdo de /tmp e veja se a permissão de teste mudou, faça o mesmo para o arquivo arq.txt Remova a pasta teste

28 Exercícios Crie a estrutura da Fea com cursos, disciplinas e ementas De permissão total para o dono as pastas das disciplinas e zero para grupo e outros Faça um backup da estrutura com o nome fea.tar.gz Mover fea.tar.gz para pasta /tmp, extrair o conteúdo


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