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Capítulo II Nas fontes da espiritualidade educativa passionista Maria, primeira discípula do Filho, aprendemos dela a viver o nosso Stabat junto às feridas.

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1 Capítulo II Nas fontes da espiritualidade educativa passionista Maria, primeira discípula do Filho, aprendemos dela a viver o nosso Stabat junto às feridas produzidas pelo pecado, pela marginalização, pela exploração, para despertar e humanizar a vida e indicar caminhos de esperança, Maria, a Mãe. Com a sua presença materna, expressa na imagem das núpcias de Caná que representa a hora do Calvário, ela intui a carência da humanidade;

2 Maria Madalena Frescobaldi A nossa ação educativa é modelada sobre pensamento e sobre a experiência educativa de Maria Madalena que enriqueceu a sua vida com os ensinamentos e com a espiritualidade de Paulo da Cruz. Ambos, cada um no seu tempo e movidos pelo Espírito, foram ao encontro das pessoas mais marginalizadas, tornando-se seus companheiros de viagem, educadores e guias, abrindo autênticos caminhos de libertação.

3 Paulo da Cruz, o Pai Cfr C. 1830, 96, 104. Nutre um grande respeito pela pessoa humana e salienta a necessidade de serví-la com autêntico amor educativo, modelado na mesma medida do amor de Jesus, entregue até o dom total de si.

4 A viva tradição da Congregação À luz da Memoria Passionis concretizada em um itinerário educativo, as irmãs que nos antecederam, viveram pessoalmente e com seu testemunho nos transmitiram que a confiança na pessoa e nos seus recursos, discernidos em clima de misericórdia aprendida do Crucificado é capaz de regenerar e transportar à plenitude de vida também as experiências de morte.

5 Sentido da educação cristã passionista Para Madalena, educar é um ato de amor que impulsiona a educadora a amar por primeiro, a tomar a iniciativa, a inclinar-se sobre a pobreza dos outros com misericórdia e bondade para suscitar uma livre vontade que conduz à adesão, interiorização e testemunho de valores, à valorização da diversidade como fonte de crescimento na paz, na convivência e na partilha dos dons de cada um(a).

6 A educadora passionista Para cada Irmã Passionista a educação é como o dom da vida: é acima de tudo uma obra de amor. Está fundamentada sobre a confiança, a misericórdia e a esperança de superação das condições reais, às vezes difíceis da pessoa, para arriscar e investir num futuro melhor, mais digno. Cultiva atitudes de abertura, docilidade e firmeza, e empenha em oferecer com sabedoria,serenidade, prudência, equilíbrio, esperança e criatividade respostas adequadas, com a oração e com a vida torna-se referencia, modelo significativo de vida.

7 Estas linhas propostas a cada educadora passionista são válidas também para aqueles homens e mulheres, que de qualquer maneira entram em contato com o projeto educativo da Congregação e desejam partilhar os ideais segundo o próprio estado de vida e a própria missão, no interior do mesmo projeto.

8 A nossa ação educativa deseja apresentar as condições para que a pessoa amadureça a própria idendidade, através de sua formação integral possa ser capaz de:dar sentido à vida; assumir responsavelmente o próprio projeto de vida;orientar as escolhas em conformidade com uma adequada hierarquia de valores humano-cristãos; trabalhar para o bem comum e responsabilizar-se pela vida em todas as suas formas; acolher e valorizar a diversidade; fazer síntese entre a fé e a vida.. Capítulo III Finalidade do Projeto Educativo Passionista

9 Desejamos formar pessoas em harmonia com a própria corporeidade, caraterizadas por um profundo conhecimento, aceitação e integração do ser pessoal, corpóreo, sexual, histórico e sócio-cultural; capazes de conhecer e aceitar a realidade e de projetar-se continuamente a partir dos próprios recursos e do ambiente; pessoas caracterizadas por um estilo criativo, responsável, firme, alegre, aberto, dotadas de um humorismo sadio, capazes de darem, responsavelmente, um sentido à própria vida. a)Maturidade bio-psíquica

10 O homem é um ser de encontro. Por este motivo nos propomos a desenvolver este dado constitutivo, valorizando a estima e o amor de si para orientá-lo à abertura, acolhimento e promoção do outro. b)Maturidade sócio-afetiva

11 A nossa ação educativa pretende suscitar nos destinatários uma adesão pessoal à verdade e aos autênticos valores humano- cristãos, a capacidade de perceber a presença de Deus no seu coração, na sua história e na da humanidade, a contribuir à construção de um mundo mais humano e mais justo. c)Maturidade ética-espiritual


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