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O ILUMINISMO. Mudanças na mentalidade européia Entre os séculos XVI e XVII, os europeus vivenciaram um acelerado desenvolvimento do comércio, que colaborou.

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1 O ILUMINISMO

2 Mudanças na mentalidade européia Entre os séculos XVI e XVII, os europeus vivenciaram um acelerado desenvolvimento do comércio, que colaborou para a projeção social dos burgueses. Entre os séculos XVI e XVII, os europeus vivenciaram um acelerado desenvolvimento do comércio, que colaborou para a projeção social dos burgueses. A Europa dos séculos XVII e XVIII ainda sustentava um modelo social que privilegiava os nobres e o clero. A Europa dos séculos XVII e XVIII ainda sustentava um modelo social que privilegiava os nobres e o clero. Na forma de governo, predominava o absolutismo e, na economia, o mercantilismo. Na forma de governo, predominava o absolutismo e, na economia, o mercantilismo. Esse conjunto de características nos países europeus foi chamado de Antigo Regime. Esse conjunto de características nos países europeus foi chamado de Antigo Regime.

3 Os críticos do Antigo Regime, foram conhecidos como filósofos Iluministas, pois defendiam que as grandes questões da humanidade deveriam ser explicadas a partir da razão, sem a necessidade da fé. Os críticos do Antigo Regime, foram conhecidos como filósofos Iluministas, pois defendiam que as grandes questões da humanidade deveriam ser explicadas a partir da razão, sem a necessidade da fé. As conseqüências do Iluminismo não alcançaram apenas os sistemas políticos, mas também provocaram mudanças em diversos aspectos da atividade humana, como a ciência e a arte. As conseqüências do Iluminismo não alcançaram apenas os sistemas políticos, mas também provocaram mudanças em diversos aspectos da atividade humana, como a ciência e a arte. Assim o Iluminismo seria a difusão das luzes do conhecimento racional, que dissiparam as trevas do Antigo Regime. Assim o Iluminismo seria a difusão das luzes do conhecimento racional, que dissiparam as trevas do Antigo Regime.

4 A bandeira do Iluminismo era a Razão, liberdade, igualdade,direi tos iguais. sfs sfs

5 Os ideais Iluministas influenciaram o movimento de independência dos EUA, da Revolução Francesa, da Revolução Inglesa, bem como movimentos de independência da América Latina, inclusive no Brasil. Os ideais Iluministas influenciaram o movimento de independência dos EUA, da Revolução Francesa, da Revolução Inglesa, bem como movimentos de independência da América Latina, inclusive no Brasil.

6 Voltaire defendia a liberdade de pensamento e de religião, bem como a igualdade perante a lei. Crítico dos privilégios sociais, Voltaire ficou conhecido como o filósofo burguês.

7 Rosseau foi o mais radical e o mais popular dos iluministas. Escreveu várias obras, dentre as quais se destacaram: Discurso sobre a origem e os fundamentos das desigualdades entre os homens, Emílio e O contrato social. Na primeira critica a propriedade privada, na segunda ele desenvolveu a idéia de um Estado democrático que garante a igualdade de direito para todos. Rosseau foi o mais radical e o mais popular dos iluministas. Escreveu várias obras, dentre as quais se destacaram: Discurso sobre a origem e os fundamentos das desigualdades entre os homens, Emílio e O contrato social. Na primeira critica a propriedade privada, na segunda ele desenvolveu a idéia de um Estado democrático que garante a igualdade de direito para todos.

8 Montesquieu criticou os costumes de seu tempo e defendeu, como meio de garantir a liberdade, a divisão do poder político em três partes autônomas: legislativo, Executivo e Juduciário. Montesquieu criticou os costumes de seu tempo e defendeu, como meio de garantir a liberdade, a divisão do poder político em três partes autônomas: legislativo, Executivo e Juduciário.

9 Denis Diderot e seu amigo Jean de Rond, organizaram e publicaram a Enciclopédia, uma obra que pretendia reunir todo o conhecimento humano existente na época. Colaboraram nessa obra os principais pensadores iluministas. Proibida pelas autoridades, a enciclopédia passou a circular clandestinamente. Denis Diderot e seu amigo Jean de Rond, organizaram e publicaram a Enciclopédia, uma obra que pretendia reunir todo o conhecimento humano existente na época. Colaboraram nessa obra os principais pensadores iluministas. Proibida pelas autoridades, a enciclopédia passou a circular clandestinamente.

10 Os déspotas esclarecidos Alguns governantes, percebendo a difusão e aceitação das novas idéias, tomaram a iniciativa de realizar algumas reformas econômicas e sociais em seus países. Alguns governantes, percebendo a difusão e aceitação das novas idéias, tomaram a iniciativa de realizar algumas reformas econômicas e sociais em seus países. Esses governantes foram denominados déspotas esclarecidos, procuraram conciliar as práticas absolutistas com as idéias iluministas. Esses governantes foram denominados déspotas esclarecidos, procuraram conciliar as práticas absolutistas com as idéias iluministas.

11 Os principais déspotas esclarecidos foram: Catarina II, da Rússia; Catarina II, da Rússia; Frederico II, da Prússia; Frederico II, da Prússia; José II, da Áustria; José II, da Áustria; Carlos III, da Espanha; Carlos III, da Espanha;

12 Revolução Industrial

13 Dá-se o nome de Revolução Industrial ao processo de mecanização da produção ocorrido inicialmente na Inglaterra, no século XVIII. Esse processo provocou mudanças na forma de fazer, transportar e comerciar mercadorias. Dá-se o nome de Revolução Industrial ao processo de mecanização da produção ocorrido inicialmente na Inglaterra, no século XVIII. Esse processo provocou mudanças na forma de fazer, transportar e comerciar mercadorias. Ao longo da história, podemos caracterizar três formas principais de transformação de matérias-primas: Ao longo da história, podemos caracterizar três formas principais de transformação de matérias-primas:

14 Artesanato – Nesse sistema, o trabalhador faz tudo sozinho: o tecelão faz o fio e tece, produzindo o tecido; o sapateiro prepara o couro, recorta-o e costura-o, confeccionando o sapato. Artesanato – Nesse sistema, o trabalhador faz tudo sozinho: o tecelão faz o fio e tece, produzindo o tecido; o sapateiro prepara o couro, recorta-o e costura-o, confeccionando o sapato. Manufatura – A partir do final da Idade Média, muitos artesão passaram a trabalhar para um senhor, em geral um comerciante. Nesse caso, esse senhor fornecia a matéria-prima, e o artesão fazia o produto. Manufatura – A partir do final da Idade Média, muitos artesão passaram a trabalhar para um senhor, em geral um comerciante. Nesse caso, esse senhor fornecia a matéria-prima, e o artesão fazia o produto. Maquinofatura – É nesse processo que surgem as fábricas, com a larga utilização das máquinas em substituição às ferramentas e ao próprio trabalho do ser humano. Maquinofatura – É nesse processo que surgem as fábricas, com a larga utilização das máquinas em substituição às ferramentas e ao próprio trabalho do ser humano.

15 As Revoluções Industriais Quando se fala em Revolução Industrial, quase sempre a referência é à Primeira Revolução Industrial, onde ocorreu a passagem do trabalho manufatureiro para o maquinofaturado, ou industrializado. No entanto, na verdade, houve mais duas fases que merecem destaque na compreensão desse processo como um todo. Quando se fala em Revolução Industrial, quase sempre a referência é à Primeira Revolução Industrial, onde ocorreu a passagem do trabalho manufatureiro para o maquinofaturado, ou industrializado. No entanto, na verdade, houve mais duas fases que merecem destaque na compreensão desse processo como um todo.

16 Primeira Revolução Industrial Apresentava as seguintes características: (1760 a 1830) substituição do homem pela máquina no processo produtivo; limitação do uso intensivo das máquinas; uso do carvão como fonte de energia para as máquinas a vapor e grande desenvolvimento da indústria de tecidos. Apresentava as seguintes características: (1760 a 1830) substituição do homem pela máquina no processo produtivo; limitação do uso intensivo das máquinas; uso do carvão como fonte de energia para as máquinas a vapor e grande desenvolvimento da indústria de tecidos.

17 Segunda Revolução Industrial 1830 a 1900 – difusão de uso de máquinas pela Europa; uso de petróleo como fonte de energia; a descoberta da eletricidade; início da utilização do aço e a invenção do motor a combustão.

18 Terceira Revolução Industrial Início do século XX – descoberta e aplicação da energia atômica, da biotecnologia, da informática, do fim das distâncias em relação às comunicações, enfim, um intenso desenvolvimento tecnológico. Início do século XX – descoberta e aplicação da energia atômica, da biotecnologia, da informática, do fim das distâncias em relação às comunicações, enfim, um intenso desenvolvimento tecnológico.

19 Consequências da Revolução Industrial Utilização constante de máquinas e maior divisão do trabalho, com o conseqüente aumento da produção e a perda, por parte do trabalhador, do controle sobre o próprio trabalho; Utilização constante de máquinas e maior divisão do trabalho, com o conseqüente aumento da produção e a perda, por parte do trabalhador, do controle sobre o próprio trabalho; Crescimento da urbanização e despovoamento das áreas rurais; Crescimento da urbanização e despovoamento das áreas rurais; Ruína dos artesãos, que não conseguiram competir com mercadorias mais baratas produzidas pelas fábricas; Ruína dos artesãos, que não conseguiram competir com mercadorias mais baratas produzidas pelas fábricas; Consolidação do sistema capitalista de produção; Consolidação do sistema capitalista de produção; Expansão do colonialismo; os países colonialistas tinham como objetivo conseguir matérias-primas e mercados consumidores para seus produtos; Expansão do colonialismo; os países colonialistas tinham como objetivo conseguir matérias-primas e mercados consumidores para seus produtos; Desenvolvimento dos meios de transporte e de produção Desenvolvimento dos meios de transporte e de produção


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