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GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS "... O prevencionismo em seu mais amplo sentido evoluiu de uma maneira crescente, englobando um número cada vez maior.

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2 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS "... O prevencionismo em seu mais amplo sentido evoluiu de uma maneira crescente, englobando um número cada vez maior de fatores e atividades, desde as precoces ações de reparação de danos (lesões) até uma conceituação bastante ampla, onde se buscou a prevenção de todas as situações geradoras de efeitos indesejados ao trabalho. CICCO, F. e FANTAZZINI, M.,( 1979) 1

3 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS Na primeira etapa da disciplina foi estudado teoria de CONTROLE e PREVENÇÃO de perdas, numa segunda etapa estudaremos algumas definições básicas dos termos fundamentais em gestão de riscos como: Perigo, Risco, Acidente e outros. Vejamos: 2

4 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS 3 Perigo X Risco

5 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS PERIGO (Hazard) – Fonte ou situação capaz de gerar consequências indesejáveis em termos de lesão, doença, impacto ambiental negativo, dano a propriedade, ao produto, as operações, ou uma combinação de todos. 4

6 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS RISCO (Risk) – Risco é uma combinação da probabilidade de ocorrência de um evento danoso (PO) e a sua consequencia (C). – Ou R = f (PO, C) – Onde: – PO – Probabilidade de Ocorrência do desvio – C – Amplitude de Consequencia 5

7 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Segundo Eliane P. R. Poveda, Diretora de Riscos Ambientais da ABGR – Risco é uma variável com o potencial necessário para causar danos. Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período. Pode significar ainda a incerteza quanto à ocorrência de um determinado evento (acidente) ou a chance de perda ou perdas que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes decorrentes de atividades industriais. 6

8 Gerência de Riscos 7

9 8 Não invisto na Bolsa porque o risco é muito alto...

10 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Segundo Elaine Hall – Managing Risk – Methods for Software Systems Development – Addison-Wesley, Riscos em Projetos O risco em projeto é uma medida da probabilidade e da perda relacionadas à ocorrência de um evento negativo que afete o próprio projeto, seu processo ou o seu produto. Em outras palavras, qualquer coisa que possa acontecer e ameaçar o bom andamento do projeto é um risco. 9

11 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Risco: 10 Uma ou mais condições de uma variável com potencial necessário para causar danos como: lesões pessoais, danos a equipamentos e instalações, danos ao meio-ambiente, perda de material em processo ou redução da capacidade de produção. A existência do risco implica na possibilidade de existência de efeitos adversos.

12 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Risco: Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo ou número de ciclos operacionais, podendo ser indicado pela probabilidade de um acidente multiplicada pelo dano em valores monetários, vidas ou unidades operacionais. 11

13 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Risco: Risco pode ainda significar: incerteza quanto à ocorrência de um determinado evento (acidente); chance de perda que uma empresa pode sofrer por causa de um acidente ou série de acidentes. 12

14 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Perigo: Como sinônimo de Danger, 13 Expressa uma exposição relativa a um risco que favorece a sua materialização em danos. Se existe um risco, face às precauções tomadas, o nível de perigo pode ser baixo ou alto, e ainda, para riscos iguais pode-se ter diferentes tipos de perigo.

15 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Incidente Crítico (ou quase-acidente): 14 É qualquer evento ou fato negativo com potencialidade para provocar dano. Também chamado quase-acidente, caracterizam uma situação em que não há danos macroscópicos ou visíveis.

16 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Incidente Crítico (ou quase-acidente): Dentro dos incidentes críticos, estabelece-se uma hierarquização na qual se baseiam as ações prioritárias de controle. Na escala hierárquica, receberão prioridade aqueles incidentes críticos que, por sua ocorrência, possam afetar a integridade física dos recursos humanos do sistema de produção. 15

17 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Dano: 16 É a gravidade da perda, seja ela humana, material, ambiental ou financeira, que pode ocorrer caso não se tenha controle sobre um risco. O risco (possibilidade) e o perigo (exposição) podem manter-se inalterados e mesmo assim existir diferença na gravidade do dano.

18 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Causa: 17 É a origem de caráter humano ou material relacionada com o evento catastrófico (acidente ou falta) resultante da materialização de um risco, provocando danos.

19 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Perda: 18 É o prejuízo sofrido por uma organização sem garantia de ressarcimento através de seguros ou por outros meios.

20 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Sinistro: 19 É o prejuízo sofrido por uma organização, com garantia de ressarcimento através de seguros ou por outros meios.

21 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Segurança: 20 É a situação em que haja isenção de riscos. Como a eliminação completa de todos os riscos é praticamente impossível, a segurança passa a ser um compromisso acerca de uma relativa proteção da exposição a riscos. É o antônimo de perigo.

22 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS – Acidente: 21 É uma ocorrência, uma perturbação no sistema de trabalho, que ocasionando danos pessoais ou materiais, impede o alcance do objetivo do trabalho.

23 GERENCIA DE RISCOS Segundo Skiba A TEORIA DOS PORTADORES DE PERIGOS – Tendo como ponto de partida a sistematização do evento chamado acidente, Skiba desenvolveu a teoria dos portadores de perigos. – Sob um enfoque mais filosófico, Skiba considera que o perigo é uma energia danificadora que quando ativada pode provocar danos corporais e/ou materiais. 22

24 GERENCIA DE RISCOS Segundo Skiba A TEORIA DOS PORTADORES DE PERIGOS – Esta energia danificadora pode estar associada tanto à uma pessoa como a um objeto, considerados aqui os fatores do sistema de trabalho. 23

25 GERENCIA DE RISCOS Segundo Skiba A pessoa e o objeto podem ser portadores de perigos em determinadas circunstâncias. Se a energia danificadora associada a eles for repetidamente ativada, ocorre uma colisão entre a pessoa e o objeto. 24

26 GERENCIA DE RISCOS Segundo Skiba A figura mostra, segundo Skiba a distinção entre perigo e risco. 25 O risco é gerado pela intersecção dessas duas áreas, de pessoa e objeto

27 GERENCIA DE RISCOS Segundo Skiba Kirchner baseando-se na teoria de Skiba, desenvolveu um modelo representando a gênese do acidente de trabalho, apresentado na figura seguinte. – O modelo evidencia as relações entre os fatores determinantes da ocorrência de acidentes de trabalho e deduz medidas eficazes para a prevenção destes acidentes 26

28 27 A cada portador de perigo - pessoa, objeto ou ambos, está associada uma energia danificadora, resultante da força entre energia atuante e a resistência específica do corpo da pessoa a essa energia atuante. Quando houver possibilidade de interação direta entre objeto portador de perigos e pessoa periclitante, existe uma condição de risco. Nos perigos indiretos, há praticamente sempre uma condição de riscos presente, quando a pessoa periclitante é ela mesma a portadora dos perigos. Por sua conduta a pessoa periclitante ou qualquer outra pessoa não diretamente ligada ao sistema de trabalho pode ou não realizar as condições de risco, assim sendo, a pessoa exerce influência decisiva sobre a geração de riscos e ocorrência de acidentes.

29 28 Um acidente ocorre quando houver a realização das condições de risco em conjunto com uma ou mais pré- condições críticas na atividade, o acaso, que favorecem a ocorrência do evento. As pré-condições críticas na atividade são influenciadas pelos modos de conduta das pessoas e pela atividade em si, e delas depende se o evento será um acidente ou quase-acidente. Então, a atividade que uma pessoa executa num sistema de trabalho, é influenciada pelas condições inerentes a essa atividade, que juntamente com fatores pessoais e familiares determinam os modos de conduta de uma pessoa no sistema de trabalho. Com a eliminação de perigos associados ou inerentes à atividade, pode-se influenciar positivamente a conduta das pessoas no trabalho.

30 GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS Incidente Risco Exposição (Perigo) Causa Fato Efeito Humana humanos Origem Acidente Danos Material Materiais Financeiros 29

31 Identificação de Riscos Análise de Riscos Avaliação de Riscos Tratamento de Riscos Eliminação Prevenção Redução Auto adoção Retenção Auto Seguro Financiamento Sem Seguro Transferência Por Seguro GERENCIA DE RISCOS CONCEITOS BASICOS 30

32 O processo de Gerenciamento de Riscos começa com a IDENTIFICAÇÃO E ANALISE de um problema. Primeiro passo a ser considerado, é conhecer e analisar os Riscos de Perdas acidentais que ameaçam a organização. 31 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS

33 Pontos básicos a serem considerados para IR: – Combinar os vários métodos existentes; – Conhecer em profundidade a empresa, tais como: Bens patrimoniais; Pessoas direta ou indiretamente envolvidas na empresa; Responsabilidades, direitos e obrigações; Organização efetiva – a que se destina?; Processos administrativos, operacionais e produção; Estrutura econômico-financeira; Processos e operações financeiras dos empregados. 32 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS

34 33 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS Que ações devem ser tomadas para Identificação do Risco? Segue alguns exemplos: Checklist e Roteiros; Inspeção de Segurança; Investigação de Acidentes; Fluxogramas

35 CHECKLIST A informações coletadas sobre a empresa, são de suma importância para que o gerente de riscos possa cumprir satisfatoriamente a sua missão. Meio mais frequênte para identificar riscos é a utilização de CHECKLIST (questionários), roteiros e outros. Há uma grande chance dos CKECKLIST omitirem situações de risco a organização. 34 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS

36 35 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS INSPEÇÃO DE SEGURANÇA ou INSPEÇÃO DE RISCOS Riscos mais encontrados numa inspeção de segurança: Falta de proteção de maquinas e equipamentos; Falta de ordem e limpeza; Iluminação e instalações elétricas deficientes; Pisos escorregadios, deficientes, em mau estado de conservação; Equipamentos de proteção contra incêndio em mau estado ou insuficientes; Falhas de operação entre outros.

37 36 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Para atingir os objetivos pretendidos, definir: O que será inspecionado? A frequência da inspeção; Os responsaveis pela inspeção; As informações que serão verificadas.

38 37 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Contribuições que podem facilitar na elaboração da Inspeção de Segurança: Preparar formulários especiais, adequados a cada tipo de Inspeção e nível de profundidade; Utilizar a própria inspeção equipamentos, feita pelo operário diariamente no inicio de turno do trabalho; O Gerente de Riscos quando em uma inspeção rotineira, utilizar um pequeno formulário (roteiro); Analisar todos os formulários, observar a irregularidades e criar uma RELATORIO DE INSPEÇÃO com os pontos negativos e propostas de medidas para correção; Criar controle estatístico.

39 38 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS INSVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES Apesar do conceito de Gerencia de Riscos (PREVENÇÃO), não devemos desconsiderar a investigação de acidentes. Cada empresa pode criar riscos de difícil detecção, por fatores: produto, processo, tipo de maquina, layout, localização, hora de expediente, e outros; Informações colhidas junto ao encarregado da área, sobre um estudo do local do acidente, vida pregressa de acidentado, poderão ser determinantes para avaliar a causa do acidente e propor as medidas necessárias para evitar sua repetição.

40 39 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ESTIMATIVA DO NIVEL DE RISCO Constituído de dois fatores, visto anteriormente: PO = probabilidade de ocorrência; C = consequência. Estimativa da probabilidade de ocorrência por ano; Utiliza-se a Taxa de Falha média da operação x a estimativa do numero de vezes que essa operação é efetuada em um ano; Padronizar determinadas Taxas de Falhas.

41 40 Profissional não qualificadoUma falha em 100 operações. Profissional qualificadoUma falha em 500 operações. Profissional altamente qualificado Uma falha em 1000 operações Equipamentos mecânicos (motores, bombas) Menor que uma vez a cada 1000 vezes Equipamentos de segurança (válvulas de alívio, alarmes)Uma vez a cada vezes Equipamentos eletrônicos Menor que uma vez a cada vezes GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS Considerações para Taxas de Falhas Médias

42 41 ClasseDenominaçãoP.O./anoDescrição ARemota Ocorrência não esperada ao longo da vida útil da instalação BImprovávelBaixa probabilidade de ocorrência CProvável Ocorrência provável de acontecer uma ou outra vez ao longo ao longo da vida útil da instalação DFrequênte Ocorrência esperada de acontecer uma ou outra vez em cada ano ERotineira Ocorrência esperada de acontecer diversas vezes em cada mês GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS Classificação das Probabilidades de Ocorrência / ano.

43 42 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS Estimativa da Consequência (C) Segundo parâmetro para determinação do Nível de Risco; Para estimativa qualitativa da Consequência, faremos uso dos seguintes fatores: Experiência; Registros históricos; Localização do empreendimento; Grau de periculosidade do processo e dos produtos envolvidos; Quantidades envolvidas Etc.

44 43 GERENCIA DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS Estimativa da Consequência (C) Definir o escopo dos Riscos que estão sendo considerados:, como: Lesões ao ser humano, incluindo a comunidade e os usuários; Poluição ambiental (meio físico, biótipo); Prejuízos materiais (maquinas, equipamentos, instalações e materiais); Prejuízos operacionais (paradas ou atrasos da produção); Perda da qualidade do produto incluindo contaminações aos usuários do produto; Prejuízo a imagem da empresa e/ou ao cliente.

45 44 GERENCIA DE RISCOS CLASSIFICAÇÃO DAS CONSEQUENCIAS ClasseCaracterísticas I Desprezível Não provoca lesões e nem danos à saúde em funcionários e terceiros (publico externo); Não provoca nenhum impacto ambiental; Não provoca danos ou provoca danos de pequena relevância em maquinas, equipamentos e instalações; Não provoca parada de produção ou provoca atrasos insignificantes; Não provoca nenhuma alteração na qualidade do produto; Pode provocar insignificante repercussão entre os funcionários e terceiros dentro do estabelecimento de trabalho e nenhuma a sociedade. A tabela apresenta critérios para se estimar a Consequência.

46 45 GERENCIA DE RISCOS CLASSIFICAÇÃO DAS CONSEQUENCIAS ClasseCaracterísticas II GRAVE (MARGINAL) Provoca lesões ou perturbações leves à saúde dos funcionários ou terceiros quando dentro do estabelecimento de trabalho. Nenhum dano à comunidade é notado; Provoca impacto leve e reversível ao meio ambiente, internamente ou externamente ao estabelecimento de trabalho por curto período de tempo; Provoca pequenos danos aos equipamentos, materiais e instalações; Provoca parada de produção de curta duração; Provoca pequena alteração na qualidade do produto detectável ainda no processo ou pelo cliente, porém, sem danos maiores; Pode provocar uma percussão significativa entre funcionários / terceiros dentro do estabelecimento de trabalho e repercussão pouco significativa na comunidade.

47 46 GERENCIA DE RISCOS CLASSIFICAÇÃO DAS CONSEQUENCIAS ClasseCaracterísticas III CRÍTICA Provoca lesões e danos saúde com certa gravidade em funcionários e terceiros quando dentro do estabelecimento de trabalho e lesões ou danos a saúde de gravidade leve em membros da comunidade. Pode ocorrer uma ou outra morte ou lesão incapacitante dentro do estabelecimento de trabalho; Provoca danos severos ao ambiente interno de trabalho, as vezes irreversíveis, e danos de gravidade leve fora do estabelecimento de trabalho, as vezes irreversíveis; Provoca grandes danos aos equipamentos, materiais e instalações do estabelecimento de trabalho, e danos razoável a comunidade. Exige ações corretivas imediatas para evitar uma catástrofe; Provoca parada de produção de longa duração; Provoca pequena alteração na qualidade do produto detectável ainda no processo ou pelo cliente, porém, sem danos maiores.

48 47 GERENCIA DE RISCOS CLASSIFICAÇÃO DAS CONSEQUENCIAS ClasseCaracterísticas IV CRATASTRÓFICA Podem provocar mortes, lesões graves, danos irreversíveis à saúde de funcionários, terceiros e membros da comunidade em geral; Podem provocar grandes danos irreversíveis ao ambiente interno ou externo ao estabelecimento de trabalho; Podem provocar destruição total de equipamentos, materiais e instalações, internamente ou externamente ao estabelecimento de trabalho; Pode provocar parada permanente de produção com destruição da planta ou parte significativa dela; Provoca graves alterações na qualidade do produto, com grande repercussão na opinião publica. Ações indenizatórias coletivas podem ocorrer; Pode provocar grande repercussão duradoura entre os funcionários e terceiros dentro do estabelecimento de trabalho e grande repercussão com razoável duração na comunidade.

49 48 GERENCIA DE RISCOS ESTIMATIVA DO NÍVEL DE RISCO Nível de Risco = Consequência (C) x Probabilidade de Ocorrência (PO). Relação R = f (POxC), depende de fatores e parâmetros, o que a torna não muito precisa. Dependendo da Consequência do enfoque do Risco, esse gráfico poderá ser alterado. Ex.: O critério abaixo considera que repetidas Probabilidades de Ocorrência (PO=G) com Consequências desprezíveis (C=1), representa um Nível de Risco 3 porque o critério está considerando o risco à imagem da empresa. Assim, repetidas pequenas não conformidades com o produto, gerando repercussões junto ao mercado, irá refletir, ao longo tempo, na imagem da empresa e, por isso, não podem ser consideradas aceitáveis. Em outra situação, a relação GxI poderia ser classificada como Nível de Risco 2. Para outros segmentos esse gráfico poderá ser radicalmente mudado.

50 49 GERENCIA DE RISCOS NÍVEL DE RISCO IV CATAST III CRITICA II GRAVE I DESPREZ ABCDEFG C PO CONSEQUENCIA PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA

51 DECISÃO SOBRE A ACEITABILIDADE DO RISCO Uma vez estimado o Nível de Risco, é preciso classificá-lo como aceitável ou não aceitável. Cria-se uma tabela. 50 GERENCIA DE RISCOS NÍVEL DE RISCO NRDENOMINAÇÃODESCRIÇÃO 1DESPREZIVELAceitável 2MENORAceitável, sujeito a melhoria 3MODERADOAceitável, por curto período de tempo 4SÉRIONão aceitável 5CRÍTICOInadmissível

52 METODOLOGIA PARA ESTABELECIMENTO DAS MEDIDAS PREVENTIVAS Transformar um risco Não Aceitável em risco Aceitável. 51 Estratégico Físico SGR Pessoal Gerencial Operacional GERENCIA DE RISCOS NÍVEL DE RISCO

53 52 GERENCIA DE RISCOS NÍVEL DE RISCO METODOLOGIA PARA ESTABELECIMENTO DAS MEDIDAS PREVENTIVAS Como já sabemos, duas variações são consideradas para tomada de decisão: PO (probabilidade de ocorrência) x C (consequência). Para que risco Não Aceitável seja transformado em um risco Aceitável, três tipos de medidas podem ser tomadas: a) as medidas para diminuir a PO do risco; b) as medidas para eliminar/minimizar a C; c) as medidas que, concomitantemente, diminuem ambos os fatores, a PO e a C.

54 53 GERENCIA DE RISCOS NÍVEL DE RISCO III CRITICA ABCDEFG C PO CONSEQUENCIA PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA X W Z Y Muitas vezes a Analise Preliminar do Risco pode não ser adequada para o reconhecimento do Risco e nem das medidas que devem ser tomadas. Nesse caso, utilizar metodologias mais apropriadas para cada caso.

55 54 GERENCIA DE RISCOS ELABORAÇÃO E EMISSÃO DE RELATÓRIO Uma vez Identificado os Riscos e estabelecidas as recomendações para diminuir o Nível dos Riscos; Elaborar um relatório que deve refletir todo trabalho realizado; Constando no mínimo: a) um histórico que levou ao estudo; b) os objetivos a serem alcançados; c) a caracterização do empreendimento com descrição do processo; d) a metodologia de analise dos riscos utilizada; e) o estudo em si (planilhas); f) recomendações

56 55 GERENCIA DE RISCOS ELABORAÇÃO E EMISSÃO DE RELATÓRIO Uma vez Identificado os Riscos e estabelecidas as recomendações para diminuir o Nível dos Riscos; Elaborar um relatório que deve refletir todo trabalho realizado; Constando no mínimo: a) um histórico que levou ao estudo; b) os objetivos a serem alcançados; c) a caracterização do empreendimento com descrição do processo; d) a metodologia de analise dos riscos utilizada; e) o estudo em si (planilhas); f) recomendações


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