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II Fórum nacional Anti-Droga SENAD Grupo: Tratamento Sub-grupo: Internação Coordenação: Dr. Cláudio Jerônimo da Silva Hospital Israelita Albert Einstein.

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1 II Fórum nacional Anti-Droga SENAD Grupo: Tratamento Sub-grupo: Internação Coordenação: Dr. Cláudio Jerônimo da Silva Hospital Israelita Albert Einstein UNIAD - UNIFESP/Escola Paulista de Medicina Relatora: Carmen Rita Prado Centro de Tratamento Bezerra de Menezes

2 Investimentos em Saúde Mental O SUS investe 95% (432 milhões) dos seus recursos em Saúde Mental com internações psiquiátricas, e apenas 5% destes (21 milhões) com serviços ambulatoriais (DATASUS, 1998). O SUS investe 95% (432 milhões) dos seus recursos em Saúde Mental com internações psiquiátricas, e apenas 5% destes (21 milhões) com serviços ambulatoriais (DATASUS, 1998). Modelo atual é predominantemente centrado no Hospital. Modelo atual é predominantemente centrado no Hospital. Prática culturalmente cristalizada, por todo o país. Prática culturalmente cristalizada, por todo o país. Serviço ambulatorial é um terço do Custo dos serviços se Internação. Serviço ambulatorial é um terço do Custo dos serviços se Internação. Indicações claras para Internações

3 Política Nacional Anti-Droga (PNAD) Princípios básicos Diferença entre usuário, usuário nocivo e dependente. Direito de receber tratamento adequado. Orientar a implantação de redução da demanda (tratamento), levando-se em consideração os Determinantes de saúde (fatores sociais, familiares, biológicos, de desenvolvimento e acesso à saúde).

4 Objetivos - PNAD Implantar e implementar rede de assistência a indivíduos com transtorno pelo uso de drogas, fundamentada em conhecimento validado, com normatização funcional mínima. Avaliar sistematicamente as diferentes iniciativas terapêuticas. Garantir rigor metodológico às atividades de redução da demanda.

5 Internação Orientação Geral (PNAD) Tratamento é um processo. Vincular as iniciativas de tratamentos a pesquisas científicas pautadas em rigor metológico, avaliações de práticas anteriores, incentivando as que obtiveram melhores resultados. Destacar na etapa de recuperação a reinserção social e ocupacional.

6 Internação Diretrizes (PNAD) Articulação entre os Serviços. Definir normas mínimas para funcionamento das Instituições. Estabelecer procedimentos de avaliação para todas as Intervenções. Adaptação aos públicos-alvo. Melhor relação Custo-Benefício. Instituições residenciais para reinserção

7 Bases de Implantação Municipalização. Mobilização social. Capacitação.

8 Tipos de Internação Tempo de internação (no Brasil, atualmente) Muito curta curta permanência – desintoxicação Latu-sensu. Curta permanência (até quinze dias). Longa permanência (de quinze a seis meses). Muito longa permanência (acima de seis meses).

9 Local (no Brasil, atualmente) Hospital Geral. Hospital Psiquiátrico em ala específica. Hospital psiquiátrico geral. Comunidades Terapêuticas. Tipos de Internação

10 Melhor relação Custo-benefício Pareamento adequado entre a gravidade da dependência e os níveis de atenção à saúde (primário, secundário, terciário). Pareamento adequado entre a gravidade da dependência, o local e a duração da Internação. Integração adequada entre os níveis de atenção à saúde. Internação Custo-benefício

11 Pareamento adequado. Internações mais prolongadas Semi-internações (Moradia Assistida) < Semi- internações (Hospital-Dia) < Internações Hospital geral < Internações residenciais < Internações psiquiátricas. Internações de curta permanência Hospital Geral. Internação Custo-benefício

12 Critérios de Internação Biológicos Gravidade da Dependência. Ausência de resposta aos tratamentos no nível primário e secundário de atenção à saúde. Presença de co-morbidades psiquiátricas. Presença de Síndrome de Abstinência nível Grave para álcool, opióides ou cocaína/crack.

13 Sociais Ausência de rede de suporte. Rede de suporte relacionada ao ambiente de uso de droga. Relacionamento familiar muito ruim. Ausência de atividade produtiva. Critérios de Internação

14 Comorbidades Intoxicações freqüentes. Intoxicação aguda grave. Presença de co-morbidades psiquiátricas associadas ao uso de drogas. Presença de co-morbidades físicas decorrentes do uso de drogas. Presença de Síndrome de Abstinência grave. Critérios de Internação

15 Moradia Assistida Alternativa ao Modelo Residencial de Internação. Tipo de Internação ou semi-internação. Não exige técnicos especializados. Melhores resultados na reinserção social. American Psychiatric Association

16 Moradia Assistida Melhor relação custo-benefício. Treinamento adequado e periódico dos agentes comunitários. Equipe de técnica (médica, psicológica, ocupacional, etc) de suporte. Experiência brasileira em São Paulo (Jardim Ângela). American Psychiatric Association

17 CAPS /NAPS Unidades de Saúde locais e regionalizadas. Oferece Cuidados Intermediários entre internação e ambulatório. Atendimentos em um ou dois turnos de quatro horas por equipe multidisciplinar. Deve estar integrado ao sistema de saúde local.

18 Internação Hospital Geral Desintoxicações Latu-sensu. Apoio ao tratamento ambulatorial na crise. Rede de apoio médico para avaliação, diagnóstico das comorbidades clínicas (físicas e psíquicas). Não necessita grandes investimentos na adequação do espaço físico. Não é adequada aos casos que necessitem grande apoio social. Pouco eficaz na reinserção social.


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