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A Devoção da Palavra e da Eucaristia A importância da Palavra e da Eucaristia na vida do Catequista "Vivemos para anunciar a vinda de Cristo"

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Apresentação em tema: "A Devoção da Palavra e da Eucaristia A importância da Palavra e da Eucaristia na vida do Catequista "Vivemos para anunciar a vinda de Cristo""— Transcrição da apresentação:

1 A Devoção da Palavra e da Eucaristia A importância da Palavra e da Eucaristia na vida do Catequista "Vivemos para anunciar a vinda de Cristo"

2 Introdução (São João 1, 1-3) 1. No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. 2. Ele estava no princípio junto de Deus. 3. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito. Lógos A Palavra já estava presente no mundo como fonte de vida (Jo 1,4), como a luz verdadeira que ilumina todo homem... Este sentido fez-se história em Jesus Cristo: o LÓGOS o Verbo - palavra, sentido, significado - fez-se carne Portanto, JESUS CRISTO é o centro da catequese

3 Referências Dei Verbum (Constituição Dogmática sobre a Revelação de Deus) Sacrosanctum Concilium (Const. Dogmática sobre a Sagrada Liturgia) Sacramentum Caritates (Exortação Apostólica do Papa Bento XVI sobre a Eucaristia) Verbum Domini (Exortação Apostólica do Papa Bento XVI sobre a Palavra de Deus) LIGÓRIO, Santo Afonso Maria. Escola da Perfeição Cristã. Org: Pe. Saint-Omer

4 "Vivemos para anunciar a vinda de Cristo" «Não há nada de mais belo do que ser alcançado, surpreendido pelo Evangelho, por Cristo. Não há nada de mais belo do que conhecê-Lo e comunicar aos outros a amizade com Ele»...Com efeito, não podemos reservar para nós o amor que celebramos neste sacramento: por sua natureza, pede para ser comunicado a todos. Aquilo de que o mundo tem necessidade é do amor de Deus, é de encontrar Cristo e acreditar n'Ele. «Nós vos anunciamos o que vimos e ouvimos, para que estejais também em comunhão connosco» (1 Jo 1, 2-3). Verdadeiramente não há nada de mais belo do que encontrar e comunicar Cristo a todos! Sacramentum Caritates n. 84.

5 Palavra de Deus CIC §108 Todavia, a fé cristã não é uma "religião do Livro". O Cristianismo é a religião da "Palavra" de Deus, "não de uma palavra escrita e muda, mas do Verbo encarnado e vivo". Para que as Escrituras não permaneçam letra morta, é preciso que Cristo, Palavra eterna de Deus vivo, pelo Espírito Santo nos "abra o espírito à compreensão das Escrituras". Portanto, Jesus é a Palavra de Deus.

6 A Igreja venera as Sagradas Escrituras A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na Sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo. Com efeito, nos livros sagrados, o Pai que está nos céus vem amorosamente ao encontro de Seus filhos, a conversar com eles; e é tão grande a força e a virtude da palavra de Deus que se torna o apoio vigoroso da Igreja, solidez da fé para os filhos da Igreja, alimento da alma, fonte pura e perene de vida espiritual. Por isso se devem aplicar por excelência à Sagrada Escritura as palavras: «A palavra de Deus é viva e eficaz» (Hebr. 4,12), «capaz de edificar e dar a herança a todos os santificados», (At. 20,32; cfr. 1 Tess. 2,13).

7 Palavra e Eucaristia Palavra e Eucaristia correspondem-se tão intimamente que não podem ser compreendidas uma sem a outra: a Palavra de Deus faz-Se carne, sacramentalmente, no evento eucarístico. A Eucaristia abre-nos à inteligência da Sagrada Escritura, como esta, por sua vez, ilumina e explica o Mistério eucarístico. Neste momento, desejo principalmente sublinhar que a catequese « tem de ser impregnada e embebida de pensamento, espírito e atitudes bíblicas e evangélicas, mediante um contato assíduo com os próprios textos sagrados; e recordar que a catequese será tanto mais rica e eficaz quanto mais ler os textos com a inteligência e o coração da Igreja » SCaritatis 45. «quando na igreja se lê a Sagrada Escritura, é o próprio Deus que fala ao seu povo, é Cristo presente na sua palavra que anuncia o Evangelho».

8 Palavra e Eucaristia Com efeito, a palavra que anunciamos e ouvimos é o Verbo feito carne (Jo 1, 14) e possui uma referência intrínseca à pessoa de Cristo e à modalidade sacramental da sua permanência: Cristo não fala no passado mas no nosso presente, tal como Ele está presente na ação litúrgica. Neste horizonte sacramental da revelação cristã, o conhecimento e o estudo da palavra de Deus permitem-nos valorizar, celebrar e viver melhor a Eucaristia; também aqui se mostra em toda a sua verdade a conhecida asserção: « A ignorância da Escritura é ignorância de Cristo ». De facto, existe uma ligação intrínseca entre a palavra de Deus e a parte eucarística: ao ouvirmos a palavra de Deus, nasce ou reforça-se a fé (Rm 10, 17), enquanto, na parte eucarística, o Verbo feito carne dá-Se a nós como alimento espiritual; (Scaritates 44). Contudo, a Liturgia é simultaneamente a meta para a qual se encaminha a acção da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força. (Scaritates 10)

9 Eucaristia - Vem, Senhor Jesus!

10 Eis o Mistério da Fé Anunciamos Senhor a Vossa Morte e proclamamos a Vossa Ressurreição! MARANATHÁ – Vinde, Senhor Jesus! - Encontro pessoal; - Encontro histórico; - O milagre da transformação não depende da nossa fé, contudo, a ação de Jesus é limitada por nossa entrega à Ele;

11 Eucaristia e o Catequista A celebração eucarística, centro da sacramentalidade da Igreja e presença mais plena de Cristo no meio da comunidade, é o centro e o ponto culminante de toda vida sacramental. (Puebla 923) Dessa forma, a eucaristia deve também ser o centro da vida do Catequista, para ele possa anunciar um Deus vivo, ressuscitado, que age em nossas vidas no hoje da nossa existência. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. (Jo 6, 55).

12 Eucaristia e o Catequista A Eucaristia é superior a todos os outros sacramentos: o que nela se encontra de excelente e particular é que os outros sacramentos têm a virtude de santificar a quem recorre a eles, ao passo que na eucaristia se encontra o próprio autor da santidade, antes que se a receba.

13 Santa Missa – atualização do único Sacrificio

14 Não é outro sacrifício – é o mesmo; Sacrifício incruento – sem derramamento de sangue; Jesus é o Cordeiro e o Sacerdote; Uma vez, um jovem Padre dizia a um Sacerdote mais vivido que desde a sua ordenação havia celebrado mais de 900 Missas e perguntou ao Padre que o ouvia quantas eles havia celebrado, teria sido mais de 3000 Missas. Ao que o Sacerdote mais experiente respondeu. Em 30 anos de sacerdócio, celebrei uma única Missa, uma única e Santa Missa, a mesma que Jesus celebrou naquela quinta-feira santa, antes de sua paixão.

15 A Santa Missa Imagina, durante a Santa Missa, que estás no monte Calvário, para ofereceres a Deus o sangue e a vida de seu adorável Filho. O Concílio de Trento (Sess. 22) diz da Santa Missa: Devemos reconhecer que nenhum outro ato pode ser praticado pelos fiéis que seja tão santo como a celebração deste imenso mistério. O próprio Deus todo-poderoso não pode fazer que exista uma ação mais sublime e santa do que o santo sacrifício da Missa.

16 A Santa Missa é o céu na terra São João Crisóstomo diz que durante a Santa Missa o altar está circundado de anjos que aí se reúnem para adorar a Jesus Cristo que, nesse sacrifício sublime, é oferecido ao Pai celeste (De sac,1,6). Que cristão poderá duvidar, escreve S. Gregório (Dial. 4, c. 58), que os céus se abram à voz do sacerdote, durante esse Santo Sacrifício, e que coros de anjos assistam a esse sublime mistério de Jesus Cristo.

17 A Santa Missa é o céu na terra S. Agostinho chega até a dizer que os anjos se colocam ao lado do sacerdote para servi-lo como ajudantes.

18 A Santa Missa é para Deus 1- para adorá-lo como convém, e sob este aspecto o sacrifício é latrêutico; Uma só Missa presta a Deus maior honra que todas as orações e penitências dos santos, todos os trabalhos dos apóstolos, todos os sofrimentos dos mártires, todo o amor dos serafins e mesmo da Mãe de Deus, porque todas as honras dos homens são de natureza finita, enquanto a honra que Deus recebe pela Missa é infinita, pois lhe é prestada por uma pessoa divina, o seu Filho. 2- para Lhe dar graças pelos seus benefícios, e sob este aspecto o sacrifício é eucarístico; É justo e razoável que agradeçamos a Deus pelos benefícios que nos fez em sua infinita bondade. Mas que digno agradecimento podemos dar-lhe nós, miseráveis? Mas eis que o Senhor nos deu esse meio de cumprir com nossa obrigação e de agradecer- lhe dignamente. E como? Tornando-nos possível oferecer-lhe na Santa Missa a Jesus Cristo. Dessa maneira dá-se a Deus o mais perfeito agradecimento e satisfação; pois, quando o sacerdote celebra a Santa Missa, dá-lhe um digno agradecimento por todas as graças.

19 A Santa Missa é para Deus 3- para aplacá-lo, para Lhe dar a devida satisfação pelos nossos pecados, e sob este aspecto o sacrifício é propiciatório; Inclina Deus a nos perdoar a pena e a culpa dos pecados, que foi feita especialmente para a remissão dos pecados: Este é o meu, sangue, que será derramado por muitos, para remissão dos pecados, disse Jesus Cristo (Mt 26, 28). Numa palavra, a Santa Missa abre os tesouros da divina misericórdia em favor dos pecadores. 4- para alcançar todas as graças que nos são necessária, e sob este aspecto o sacrifício é impetratório De modo todo especial, durante a Santa Missa, Jesus roga por nós ao Pai, em que se sacrifica a seu Eterno Pai, pelas mãos do sacerdote, para nos alcançar suas graças. Se soubéssemos que todos os santos e a Santíssima Virgem estão rezando por nós, com que confiança não esperaríamos de Deus os maiores favores e graças. Está, porém, fora de dúvida que um só rogo de Jesus Cristo pode infinitamente mais que todas as suplicas dos santos.

20 E nós? Primeiramente é essencial ter a experiência com Jesus, pois ninguém é católico na essência, sem uma experiência pessoal com Jesus; Amor pelas Sagradas Escrituras; Orientação das nossas vidas por meio das Sagradas Escrituras; Os católicos não tem intimidade com a Palavra de Deus; Quanto mais eu conheço, mais eu amo. Quanto mais amo, mais quero conhecer; Na Santa Misa eu encontro, eu adoro...eu me alimento de Jesus; Não há nada de simbolismo: está de fato o Corpo Sacrificado e o Corpo Ressuscitado de Jesus; A Hóstia consagrada É Jesus. Jesus não está dentro, não está no pão...o pão É Jesus. Você vê o pão, sente cheiro de pão, gosto de pão..mas não é mais pão. É o Corpo de Nosso Senhor;

21 E nós? Você não recebe a comunhão...você recebe Cristo Jesus e você entra em comunhão com Ele; Você comunga o Corpo, o Sangue, a vontade, a alma, o sentimento..os sentimentos de Jesus entram em você. É preciso que haja respeito, solenidade. A missa não é como um culto protestante ou até mesmo como um grupo de oração, que apesar de haver leitura e interpretação das Sagradas Escrituras, não há a atualização do Mistério Pascal. Quando participamos da Liturgia estamos vivendo aqui na terra o mistério do céu; Participação ativa na Santa Missa - todo respeito e dignidade que o Senhor merece: - passear pela Igreja / conversar / brincar durante a missa - movimentos robotizados - nosso corpo deve rezar juntamente com nossa alma Pedi e recebereis: Senhor, eu creio, mas aumenta a minha fé!

22 E nós? Viver com grande intensidade cada Santa Missa, pois somos referências para os jovens, muitos só tem a nós para se espelharem; portanto, cabe a nós darmos bons exemplos Adoração ao receber o Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo - cuidado com os fragmentos - ato de adoração antes de receber o Corpo de Nosso Senhor Adoração ao Santíssimo Sacramento

23 Adore antes de comer: é o Teu Senhor!

24 Alter Christus... ITE MISSA EST


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