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A teoria kleiniana proporcionou uma maior abrangência para o campo clínico psicanalítico: análise de crianças, psicóticos e borderlines; Melanie Klein.

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2 A teoria kleiniana proporcionou uma maior abrangência para o campo clínico psicanalítico: análise de crianças, psicóticos e borderlines; Melanie Klein tem o mérito de ter ampliado o alcance clínico da psicanálise sem tê-la alterado em seu fundamental;

3 As brincadeiras das crianças podem ser vistas e escutadas como se escutam as associações livres dos pacientes adultos; Interpretações realizadas com o uso de uma linguagem comum produzem alterações no psiquismo inconsciente infantil; A proposta kleiniana e os tabus presentes nas época: Anna Freud: A análise de crianças deveria ter um caráter pedagógico; Crianças são desprovidas de superego e por isso ainda não possuem recalcamento e repressões a serem trabalhadas; Macular a inocência infantil e sua confiança no mundo adulto;

4 Para Melanie Klein o início da vida é sempre muito problemático e turbulento. É capaz de gerar níveis de angústia superiores à capacidade de tolerância do bebê e da criança pequena; O projeto clínico kleiniano visa permitir que, por meio do contato com a realidade psíquica, as crianças possam renunciar a certas defesas radicais contra as angústias e encontrar maiores vias de integração e equilíbrio;

5 A análise kleiniana abarca questões que vão além do campo da linguagem: trabalha-se por vias muito primitivas e pré-verbais, como a identificação projetiva, em que os afetos e representações do paciente são colocados para fora de si e para dentro do analista; A clínica kleiniana visa estratos mais profundos da vida psíquica. A atenção à linguagem do paciente mantém o analista no plano da superfície psíquica, necessário para a realização do trabalho;

6 Tudo aquilo que realmente importa no processo analítico estará sendo trazido para a análise e trabalhado na transferência; Foco no aqui e agora da situação transferencial e nas respostas contratransferenciais do analista; O objeto de análise não é o passado tal como se passou, mas o presente no qual o infantil está atuante como um modo de funcionamento mental, de defesas, ansiedades e resistências; Os elementos destrutivos são companheiros inseparáveis do processo analítico. Sendo assim, a voracidade, a inveja, o ciúme e o ódio serão enfrentados pela via da interpretação;

7 Risco de uma certa intrusão; Risco de que a presença de sugestões torne a clínica kleiniana muitas vezes autoritária; Interpretações que parecem sair do bolso do colete teórico do terapeuta ou de seus próprios conflitos não resolvidos; Nenhum paciente pode ser reduzido a uma única interpretação ou a um único ângulo de visão; O analista não deve confundir o paciente com suas próprias idéias sobre ele; Por mais íntima que seja a relação analítica, o trabalho terapêutico requer que o analista sustente a dimensão do limite e da exclusão;

8 A análise é uma longa preparação para o seu próprio término, para uma separação; Ela é uma oportunidade de se reviver e reelaborar separações antigas; Trabalho visa a aceitação da posição edípica: em toda relação saudável há uma dimensão de exclusão, uma aliança na qual o outro está envolvido e eu fico de fora; O alvo da cura analítica seria o atravessamento da posição depressiva a solução do complexo edipiano: ampliação da capacidade de experimentar relações complexas e ambivalentes com objetos integrais autônomos;

9 No plano intrapsíquico, a cura analítica depende da capacidade de suportar a frustração decorrente dos limites, das perdas e das separações sem recorrer aos mecanismos esquizo-paranóides e às defesas maníacas; Formação de um ego forte: capacidade de integração da vida pulsional e das interdições sociais; O bom objetoe o primeiro objeto bom;

10 Haverá sempre forças de morte presentes. Mesmo que o superego e os impulsos libidinais possam ser integrados por um ego fortalecido, ainda haverá uma sobre de angústias inomináveis que escapam a simbolização e ameaçam os objetos bons; O risco de quebra, de loucura não pode ser evitado. A saúde é também ser capaz de aceitar


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