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P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Aluna: Lívia Maria Vieira de SantAnna Ales.

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Apresentação em tema: "P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Aluna: Lívia Maria Vieira de SantAnna Ales."— Transcrição da apresentação:

1 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Aluna: Lívia Maria Vieira de SantAnna Ales

2 S OM X R UÍDO Som: Perturbação vibratória em um meio elástico que produz sensação auditiva; Ruído: sensação acústica aperiódica, originado da superposição de vários movimentos de vibração com diferentes frequências que não apresentam relação entre si. Psicoacústica: som é utilizado para descrever sensações prazerosas, enquanto o ruído é usado para descrever sons indesejáveis ou desagradáveis, o que traz um aspecto de subjetividade à sua definição.

3 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Outras causas para a perda auditiva: Exposição a determinados agentes químicos (solventes); Vibrações; Barotrauma; Acidentes de trabalho; Alérgenos; Uso de alguns medicamentos. Poucas propriedades ototóxicas estudadas! (Brito, 1999)

4 U MA ANIMAÇÃO, PARA COMEÇAR...

5 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA POR R UÍDO Perda Auditiva Induzida por Ruído (Pair) é a perda provocada pela exposição por tempo prolongado ao ruído. Configura-se como uma perda auditiva do tipo neurossensorial, geralmente bilateral, irreversível e progressiva com o tempo de exposição ao ruído (CID 10 – H 83.3). Consideram-se como sinônimos: perda auditiva por exposição ao ruído no trabalho, perda auditiva ocupacional, surdez profissional, disacusia ocupacional, perda auditiva induzida por níveis elevados de pressão sonora, perda auditiva induzida por ruído ocupacional, perda auditiva neurossensorial por exposição continuada a níveis elevados de pressão sonora de origem ocupacional.

6 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Quando o ruído é intenso e a exposição a ele é continuada, em média 85dB(A) por oito horas por dia, ocorrem alterações estruturais na orelha interna, que determinam a ocorrência da Pair (CID 10 – H83.3). A Pair é o agravo mais frequente à saúde dos trabalhadores, estando presente em diversos ramos de atividade, principalmente siderurgia, metalurgia, gráfica, têxteis, papel e papelão, vidraria, entre outros. A PAIR é a segunda forma mais comum de perda auditiva neurossensorial, depois da presbiacusia. Não existe até o momento tratamento para Pair.

7 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA POR R UÍDO A PAIR é definida como uma diminuição gradual da acuidade auditiva decorrente da exposição continuada a níveis elevados de pressão sonora, provocando lesão nas células ciliadas externas e internas no órgão de Corti (Harger e Barbosa-Branco, 2004). De acordo com National Institute for Occupational Safety and Health, o ruído é um dos maiores problemas de saúde nos EUA, uma vez que aproximadamente 30 milhões de trabalhadores estão expostos no ambiente de trabalho a níveis de ruído prejudiciais à audição (Borger et al).

8 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA POR R UÍDO Estima-se que aproximadamente nove milhões de trabalhadores americanos apresentam perda auditiva ocasionada pela exposição ao ruído ocupacional. Nos países em desenvolvimento a situação é geralmente mais grave, pois são comuns as exposições a níveis intensos de ruído nos ambientes de trabalho, além da baixa adesão ao uso das medidas de proteção coletivas e individuais

9 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Os dados epidemiológicos sobre perda auditiva no Brasil são escassos e referem-se a determinados ramos de atividades e, portanto, não há registros epidemiológicos que caracterizem a real situação. Os dados disponíveis sobre as ocorrências dão uma ideia parcial da situação de risco relacionada à perda auditiva. Estima-se que 25% da população trabalhadora exposta seja portadora de PAIR em algum grau. Agravo mais frequente à saúde dos trabalhadores, mas ainda são pouco conhecidos seus dados de prevalência no Brasil.

10 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Salvador: estudo de dados audiométricos de trabalhadores de 44 indústrias, de 9 diferentes ramos de atividade (Miranda et al. 1998): 45,9% população estudada apresentavam perda auditiva; PAIR: 35,7%; Maiores prevalências: Ramo Editorial/Gráfico: 58,7%; Mecânico: 51,7%; Bebidas: 45,9%; Químico/Petroquímico: 42,3%.

11 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Brasília: Pesquisa realizada em trabalhadores expostos ao ruído em marmorarias do Distrito Federal encontrou prevalência também elevada de dano auditivo (48,0%) e associação entre tempo de exposição e PAIR.

12 P ERDA A UDITIVA I NTRODUZIDA PELO R UÍDO 16% da população que reside em países ligados à Cooperação de Desenvolvimento Econômico está exposta níveis de ruído que causam doença no ser humano. O ruído passa a ser tido como algo natural e inofensivo.

13 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Ruído é a terceira maior causa de poluição ambiental: água; ar.

14 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Ruído: inicia-se desde a vida intrauterina (lesões irreversíveis ao feto), quando a mãe trabalha em ambientes onde há muito barulho; Ruídos de 60 dB a 80 dB produzem estresse no concepto, e acima de 80 db são nocivos à saúde fetal. No feto, a PAIR também pode se apresentar como sensorioneural, causando danos nas células ciliadas internas e externas Todavia, há controvérsias. Hipertensão; Hiperemese; Parto pré-maturo; Bebês de baixo peso.

15 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO [Fonte :Instituto do Ambiente]

16 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO A reabilitação pode ser feita por meio de ações terapêuticas individuais e em grupo, a partir da análise cuidadosa da avaliação audiológica do trabalhador; Tratamento feito especialmente pelo fonoaudiólogo; A Pair não provoca incapacidade para o trabalho, entretanto, pode ocasionar limitações na realização de tarefas diversas. A PAIR dificulta a entrada do trabalhador em um novo emprego.

17 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Prevenção: Cabe ao Ministério do Trabalho, por meio das Delegacias Regionais do Trabalho (DRT), e ao serviço de vigilância à saúde a fiscalização do cumprimento da legislação pertinente: Detalhada observação do processo produtivo, por meio da qual serão localizados os pontos de maior risco auditivo (considerando-se também número e idade dos expostos), o tipo de ruído, as características da função e os horários de maior ritmo de produção. Informações são obtidas pela observação direta, levantamento de documentação da empresa e conversa com os trabalhadores.

18 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Prevenção: As empresas devem manter, de acordo com as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA– NR9), no qual os diversos riscos existentes no trabalho devem ser identificados e quantificados para, a partir dessa informação, direcionar as ações do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO-NR7), que procederá às avaliações de saúde dos trabalhadores.

19 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Prevenção: Programa para o gerenciamento de ruído: Etapas: 1. Designação de responsabilidade: momento de atribuição de responsabilidades para cada membro da equipe envolvido; 2. Avaliação, gerenciamento e controle dos riscos: etapa na qual, a partir do conhecimento da situação de risco, são estabelecidas as metas a serem atingidas; 3. Gerenciamento audiométrico: estabelece os procedimentos de avaliação audiológica e seguimento do trabalhador exposto a ruído.

20 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO 4. Proteção auditiva: análise para escolha do tipo mais adequado de proteção auditiva individual para o trabalhador. 5. Treinamento e programas educacionais: desenvolvimento de estratégias educacionais e divulgação dos resultados de cada etapa do programa. 6. Auditoria do programa de controle: garante a contínua avaliação da eficácia das medidas adotadas.

21 Fatores extra-ocupacionais seriam aqueles relacionados aos hábitos dos funcionários fora do ambiente de trabalho. Os hábitos mais comuns são: => O uso de fones de ouvido com volume excessivo para ouvir músicas; Uso de ferramentas ruidosas para pequenos consertos em casa, como por exemplo, a furadeira; Práticas de esportes como tiro ao alvo; Idas freqüentes a boates, shows e bailes.

22 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO A suscetibilidade individual pode ser influenciada por fatores ocupacionais e extra ocupacionais: Os fatores ocupacionais considerados são: a distância entre o funcionário e a fonte do ruído (máquinas, serras e outros equipamentos); A duração da jornada de trabalho e A intensidade do ruído; O uso ou não do equipamento de proteção individual (abafadores auriculares). Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas

23 I MPORTÂNCIA DOS P ROTETORES A UDITIVOS Estatisticamente, estima-se que 15% da população exposta a ruído constante de 90dB, oito horas por dia, durante cinco dias por semana e 50 semanas por ano, apresentarão lesão auditiva após dez anos. Segundo a Organização Mundial do Trabalho, há mais de 140 milhões de pessoas expostas a níveis perigosos de ruído. Organização Mundial de Saúde a perda auditiva induzida por ruído: seria hoje a causa de perda auditiva mais evitável no mundo. Rodrigues et al.

24 I MPORTÂNCIA DOS P ROTETORES A UDITIVOS A proteção, na grande maioria dos casos, é simples: basta que sejam utilizados protetores auriculares. A prova disto é que, se simplesmente colocarmos os dedos nos ouvidos, como boa vedação, já será possível l a redução significativa da sensação do ruído. Conchas, plugs e de semi-inserção são os principais tipos de EPIs. Idealmente, a maneira mais eficaz de impedir a perda auditiva ocupacional é remover o ruído perigoso do local de trabalho ou retirar o trabalhador da exposição ao ruído. Os EPIs devem ser usados se as práticas anteriores não são aplicáveis. Em alguns casos os EPIs são uma solução temporária, em outros podem ser os únicos meios praticáveis de proteger o trabalhador. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas

25 I MPORTÂNCIA DOS P ROTETORES A UDITIVOS Protetor auricular do tipo concha: Esse tipo de protetor é inadequado para exposição contínua, onde o pressionamento da área circum-auditiva apresenta grande desconforto,sendo provável a não utilização do protetor durante toda a jornada. Nível de atenuação média de 20 a 40 dB, concentradas nas freqüências médio-altas. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas

26 I MPORTÂNCIA DOS P ROTETORES A UDITIVOS Os protetores tipo plug ou inserção são dispositivos especiais com a função de reduzir o ruído que chega até a orelha média, quando inseridos no canal auditivo humano.Os valores de atenuação dos protetores do grupo de inserção são similares, sendo em torno de 25 dB para as freqüências até 1000 Hz,chegando a 40 dB para as freqüências acima. Os pré- moldados podem apresentar em 125 Hz, 250 Hz e acima de 2000 Hz atenuação similar ao tipo concha, sendo abaixo nas freqüências intermediárias. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas

27 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO Além dos sintomas auditivos frequentes: Dificuldade de compreensão de fala; Zumbido e intolerância a sons intensos; Cefaleia; Tontura; Irritabilidade; Problemas digestivos; Trauma acústico, lesando, temporária ou definitivamente, diversas estruturas do ouvido; Mudança transitória de limiar, que se caracteriza por uma diminuição da acuidade auditiva que pode retornar ao normal, após um período de afastamento do ruído.

28 P ERDA A UDITIVA I NDUZIDA PELO R UÍDO A Norma Regulamentadora n.º 15 (NR-15), da Portaria MTb n.º3.214/1978 (BRASIL, 1978), estabelece os limites de exposição a ruído contínuo, conforme a Tabela, a seguir:

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30 E OUTRA ANIMAÇÃO, PARA TERMINAR...


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