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MODELOS ATÔMICOS Prof. Franco Química 1. Professor Franco de Oliveira QUÍMICA Prof. Franco Química 2.

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Apresentação em tema: "MODELOS ATÔMICOS Prof. Franco Química 1. Professor Franco de Oliveira QUÍMICA Prof. Franco Química 2."— Transcrição da apresentação:

1 MODELOS ATÔMICOS Prof. Franco Química 1

2 Professor Franco de Oliveira QUÍMICA Prof. Franco Química 2

3 Leucipo e Demócrito (450 a.C): A matéria é formada por partícula fundamentais os átomos. A matéria é formada por partícula fundamentais os átomos. (A = não ; tomo = parte). (A = não ; tomo = parte). Robert Boyle: Livro: O químico cético; Elemento químico. Prof. Franco Química Modelo Grego 3

4 Prof. Franco Química Esfera maciça; Indivisível; Não criados; Indestrutível; Sem carga elétrica; Modelo de Dalton Bola De BilharBola De Bilhar Baseado nas Leis Ponderais. Postulados. John Dalton 4

5 JOHN DALTON 1803 Prof. Franco Química Bola de bilhar Modelo de Dalton 5

6 Fenômenos elétricos: Tales de Mileto; Benjamin Franklin; Alessandro Volta; Michael Faraday. Stoney: Sugere o nome do elétron. Crookes: Estudo de descargas elétricas em ampolas (ampolas de Crookes) Prof. Franco Química Modelo de Thomson 6

7 Descoberta do elétron (Joseph John Thomson) 1887 Prof. Franco Química Modelo de Thomson 7

8 Ampola de Crookes Prof. Franco Química Modelo de Thomson 8

9 Prof. Franco Química Modelo de Thomson 9

10 Prof. Franco Química Modelo de Thomson 10

11 Do cátodo parte um fluxo de elétrons denominado raios catódicos, que se dirige à parede oposta do tubo, produzindo uma fluorescência. 11

12 Prof. Franco Química Experiências com raios catódicos (Thomson) 12

13 Prof. Franco Química Experiências com raios catódicos (Thomson) 13

14 Prof. Franco Química Experiências com raios catódicos (Thomson) 14

15 Conclusões: Os raios se propagam em linha reta; O feixe possuem massa (são corpusculares/partículas), pois movimentam o molinete; O feixe apresenta carga elétrica de natureza negativa; A relação entre carga/massa (q/m ou e/m) da partícula pode ser determinada; A relação carga/massa, é a mesma para qualquer que seja o gás na ampola; A partícula em questão está presente em toda a matéria; Foi chamado de elétron (Stoney). Prof. Franco Química Experiências com raios catódicos (Thomson) 15

16 Descoberta do próton (Eugen Goldstein ) Prof. Franco Química Experiências com raios canais (Goldstein) 16

17 No interior da ampola de descarga em gases rarefeitos é colocado um cátodo perfurado. Prof. Franco Química Experiências com raios canais (Goldstein) 17

18 Do cátodo perfurado partem os elétrons catódicos (representados em vermelho), que se chocam com as moléculas do gás (em azul claro) no interior do tubo. Prof. Franco Química Experiências com raios canais (Goldstein) 18

19 Com o choque, as moléculas do gás perdem um ou mais elétrons, originando íons positivos (em azul escuro), que repelidos pelo ânodo, são atraídos pelo cátodo. Prof. Franco Química Experiências com raios canais (Goldstein) 19

20 Os íons positivos atravessam os furos e colidem com a parede do tubo de vidro, enquanto os elétrons são atraídos pelo ânodo e ao colidirem com a parede de vidro do tubo produzem fluorescência. Prof. Franco Química Experiências com raios canais (Goldstein) 20

21 Prof. Franco Química Experiências com raios canais (Goldstein) Conclusões: Os raios canais são positivos; Também são partículas; Diferentemente dos elétrons, suas cargas variam conforme o gás na ampola; A massa dessas partículas é muito maior que a do elétron. Para o gás mais leve (hidrogênio) é 1836 vezes mais pesado que o elétron; Átomo constituído por uma grande massa de carga positiva impregnada com os elétrons, como um pudim com passas. 21

22 Esfera fluida posit.; Divisível; Indestrutível; Não criado; Com carga elétrica; Modelo de Thomson Experiências com Raios Catódicos (1903) Pudim com passasPudim com passas Esfera positiva Prof. Franco Química Modelo de Thomson J.J.Thomson 22

23 Thomson PUDIM COM PASSAS Prof. Franco Química Modelo de Thomson 23

24 Radioatividade Prof. Franco Química Radioatividade 24

25 Prof. Franco Química Modelo de Rutherford Experiência da Lâmina de ouro Experiência da Lâmina de ouro (1911) 25

26 Modelo de Rutherford Prof. Franco Química Modelo de Rutherford Conclusões: A matéria é descontínua; O átomo é constituído de uma região central carregada positivamente, e com grande massa; O elétron ocupa uma região extranuclear; O raio do átomo é aproximadamente vezes maior que o raio do núcleo; 26

27 Modelo de Rutherford Prof. Franco Química Modelo de Rutherford Modelo Planetário (Modelo nuclear): Toda massa do átomo, localizada no núcleo, que possui carga positiva; Elétrons ocupam a região extra nuclear em movimento constante, como um sistema de gravitação; Equilíbrio de forças: Força centrífuga = Força elétrica; 27 Ernest Rutherford

28 Prof. Franco Química Modelo de Rutherford Problemas com o modelo: A massa medida do núcleo era sempre maior que a massa de prótons previstas; Carga elétrica em movimento deve perder energia (lei de Maxwell); Não explicava os espectros atômicos. 28

29 Modelo de Bohr Prof. Franco Química Modelo de Bohr 29 Onde, v = velocidade de propagação da onda; Obs.: Ondas Eletromagnéticas v = c = velocidade da luz. Í = Comprimento de onda; f = Frequência. Obs.: Luz visível: 400 nm (violeta) até 700 nm (vermelho). Espectroscopia. Estudo de ondas. V = Í. f

30 Modelo de Bohr Prof. Franco Química 30 Espectroscopia. Luz composta por todos os comprimentos de onda Algumas linhas espectrais apenas Modelo de Bohr

31 Prof. Franco Química 31 Estudo do espectro do hidrogênio. Espectro Descontínuo Modelo de Bohr

32 Prof. Franco Química 32 Mecânica Quântica. E 2 –E 1 = E = h. f (Planck) Modelo de Bohr

33 Prof. Franco Química 33 Conclusões. Elétrons possuem orbitas circulares ao redor do núcleo e possuem apenas alguns níveis onde sua permanência é permitida, não sendo possível o elétron permanecer numa posição intermediária; Ao receber energia, o elétron passa a ocupar os níveis superiores de energia (estado excitado), e depois retornam a posição de menor energia (estado fundamental); Ao retornar ao nível de menor energia, o elétron perde energia em forma de onda eletromagnética que irá compor o espectro de luz característica. Modelo de Bohr

34 Niels Bohr Prof. Franco Química 34 Modelo de Bohr 1913

35 Prof. Franco Química Modelo de Sommerfeld 35 Espectroscopia de multieletrônicos. Sommerfeld, propôs: Os elétrons apresentam órbitas circulares e elípticas; Para cada nível n existia uma órbita circular e n – 1 órbitas elípticas.

36 Prof. Franco Química Modelo atômico da mecânica quântica (modelo atual) 36 Dualismo partícula-onda do elétron.

37 Prof. Franco Química Modelo atômico da mecânica quântica (modelo atual) 37 Caráter partícula-onda do elétron. Louis de Broglie propôs a mesma dualidade de luz para o elétron


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