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1 Uma metodologia para o desenvolvimento de aplicações de bases de dados Modelos de Bases de Dados Juliana Planck Vaz Técnico em Informática – 1º Módulo.

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1 1 Uma metodologia para o desenvolvimento de aplicações de bases de dados Modelos de Bases de Dados Juliana Planck Vaz Técnico em Informática – 1º Módulo Etec Professor Fausto Mazzola 2013

2 2 Dados vs. Bases de Dados Dados: elementos ou valores discretos, que isoladamente, não têm qualquer valor. Base de Dados: um conjunto organizado de dados. Base de Dados Relacionais: Todos os dados são conceitualmente representados em tabelas: uma estrutura de linhas e colunas, definida como relação. Todos os valores dos dados são escalares. Qualquer posição linha/coluna de uma relação existe somente um valor. Todas as operações são realizadas de relação para relação. O que possibilita que o resultado de uma operação possa ser utilizado como entrada de outra operação.

3 3 Aplicações de bases de dados As aplicações de bases de dados modelam um problema da vida real definido em um determinado domínio e incluem os seguintes componentes: Modelo de dados Estrutura da base de dados Base de Dados (BD) Administradores de dados (Sistemas de Gestão de Bases de Dados, SGBD) Interfaces: um conjunto de formas e reportes com as quais o utilizador do sistema interage.

4 4 Bases de Dados: Componentes Domínio Domínio do problema no mundo real Modelo de dados: Modelo de dados: representação conceitual do domínio do problema Estrutura da base de dados: Estrutura da base de dados: descreve o modelo de dados Base de Dados: Base de Dados: a implementação física da estrutura e os dados Administradores de dados: Administradores de dados: manipulam o aceso às bases de dados Aplicação de base de dados: um conjunto de formulários e relatórios utilizador

5 5 Definir o problema e o seu domínio Definir as especificações funcionais Definir as especificações funcionais definir o diagrama de use-cases Definir a plataforma tecnológica para desenvolvimento e para a implementação da aplicação. Etapa 1: Definição da aplicação

6 6 1º. Modelação dos dados persistentes Base de Dados Definir o Modelo de Dados: Definir o Modelo de Dados: definir o diagrama de classes Definir a Estrutura: Definir a Estrutura: definir as tabelas e as suas relações. Etapa 2: Modelação da aplicação 2º. Modelação da aplicação. Modelar os objetos que administram os dados Modelar os objetos que processam os dados Modelar as interfaces Aplicação de base de dados implementação

7 7 Etapa 1: Definição da Aplicação. 1. Definir o domínio e o problema: Qual o problema a resolver pela aplicação? Quais são os benefícios? A aplicação é tecnicamente possível? 2. Definir os requerimentos funcionais: O que faz a aplicação desde o ponto de vista do utilizador? Quais são as funções dos utilizadores e os diferentes cenários? Construir diagrama de casos de utilização. (Use-Case) 3. Definir os requerimentos técnicos: Escolha da tecnologia para desenvolvimento e implementação.

8 8 Exemplo: Um jornal on-line de Classificados O jornal Aveiro-0n-Line pretende automatizar o processo de criação e fatura dos seus classificados: Os clientes devem introduzir os classificados através de um site na Internet. O sistema automaticamente emite uma fatura. O cliente pode pagar imediatamente (via cartão de crédito) ou pode enviar um cheque ao departamento de Classificados do jornal. Nos departamentos de Classificados e de Contabilidade será implementada uma aplicação para a edição e faturação dos classificados.

9 9 Cenário atual da introdução de um novo classificado. 1. O cliente preenche um formulário, calcula o custo do anúncio por palavras e o envia junto a um cheque ao departamento de Classificados do jornal. 2. O departamento de Classificados adiciona o classificado na base de dados. 3. Uma copia do texto do anúncio e o cheque é enviada ao departamento de Contabilidade. 4. O departamento de Contabilidade processa os dados sobre o classificado e o cliente. Obviamente a automatização deste processo possibilitará uma redução significativa no tempo de introdução, processamento e fatura dos classificados.

10 10 Exemplo: Definição da aplicação (1) 1. Definição do domínio e problema Domínio da aplicação: Um jornal de classificados com 2 departamentos: Departamento de Classificados. Departamento de Contabilidade. O problema: Automatizar o processo de introdução, processamento e faturação dos classificados.

11 Requerimentos funcionais Definir os requerimentos funcionais: O que tem de fazer a aplicação desde a perspectiva do utilizador? Vamos utilizar diagramas de Caso de Utilização de UML para modelar os requerimentos funcionais da aplicação. Através da definição dos casos de utilização, os atores internos que tem interesse no sistema são modelados de acordo com a funcionalidade que eles requerem do sistema. Os atores e os casos de utilização são ambos descritos no diagrama de casos de utilização. (Use-Case) Para cada caso de utilização é fornecida a sua descrição (um texto de um ou dois parágrafos).

12 12 Diagrama de Casos de Utilização (Use-Case). O diagrama de use-case é utilizado para identificar o comportamento do sistema perante as várias situações que podem ocorrer durante a sua execução. O diagrama de use-case está composto por: atores: perfil ou papel que o utilizador desempenha perante o sistema. use-case: uma descrição (sequência de ações) de uma funcionalidade (utilização específica) do sistema. Notas: Os atores realizam use-case. Um ator pode desempenhar vários use-cases. Um use-case pode ser desempenhado por mais de um ator.

13 13 Use-Case 1 Ator Use-Case 2 Use-Case 3 Use-Case N Diagrama de Casos de Utilização (Use-Case).

14 14 Exemplo: Requerimentos funcionais (1) 1.2. Definir os requerimentos funcionais: Definir os atores do sistema: Leitor Cliente Funcionário do Jornal Funcionário do departamento de Classificados Funcionário do departamento de Contabilidade

15 15 Exemplo: Requerimentos funcionais (2) 1.2. Definir os requerimentos funcionais: Definir os casos de utilização: Leitor: Ler os classificados no Jornal on-line Cliente: Registar-se no sistema Entrar no sistema (Log In) Adicionar um classificado Cancelar um classificado Criar a sua conta Funcionário do Jornal Ver estado das contas dos clientes Ver classificados

16 16 Exemplo: Requerimentos funcionais (3) 1.2. Definir os requerimentos funcionais : Definir os casos de utilização: (continuação) Funcionário do Departamento de Classificados Adicionar um classificado Editar um classificado Cancelar um classificado Manutenção classificados Funcionário do Departamento de Contabilidade Adicionar um cliente Editar um cliente Apagar um cliente Registar pagamento de um classificado Manutenção contas clientes

17 17 Aveiro On-Line: ActoresCliente Funcionário Funcionário do Departamento de Classificados Funcionário do Departamento de Contabilidade Leitor Aplicação Aveiro-On-Line

18 18 Ler os classificados Aveiro On-Line: Diagrama Use-Case (1) Leitor Registar-se Entrar no sistema (Log In) Adicionar um classificado Cancelar um classificado próprio Criar a sua conta Cliente

19 19 Adicionar um classificado Aveiro On-Line: Diagrama Use-Case (2) Funcionário Funcionário do Departamento de Classificados Editar um classificado Apagar um classificado Ver classificados Manutenção classificados

20 20 Adicionar um cliente Aveiro On-Line: Diagrama Use-Case (3)Funcionário Funcionário do Departamento de Contabilidade Editar um cliente Apagar um cliente Ver estado das contas dos clientes Manutenção das contas dos clientes Registar pagamentos

21 21 Cenários de um use-case. Um use-case deve ser descrito através de vários cenários. Cenário é uma instância de um use -case. Existem dois tipos de cenários: cenário primário: são os cenários com uma sequência normal de ações. cenário secundário: são os cenários onde a sequência normal de ações é interrompida.

22 22 Cenários de um use-case. Use-Case: Adicionar classificado. Cenário primário: Para um cliente já registrado. Um cliente entra no sistema, fornecendo a sua senha de aceso. O sistema valida a senha, permitindo a entrada ao sistema. O cliente seleciona a opção adicionar classificado. O sistema envia um formulário onde o cliente deverá introduzir o título e o texto do classificado. O cliente também pode modificar os dados da sua conta como nome, telefone, etc. O cliente tem de especificar o período no qual o classificado será publicitado (uma data de início e uma data final). O cliente deverá especificar a categoria do classificado.

23 23 Cenários de um use-case. Use-Case: Adicionar classificado. Cenário primário: para um cliente já registrado Uma vez completado o formulário, o cliente pode selecionar a opção Visualizar para comprovar que todos os dados estão corretos, incluindo além do classificado a informação sobre o seu custo e como e onde será enviada a fatura. Se o cliente concorda com os dados expostos, então envia o classificado ao sistema. O sistema automaticamente gera um ID para armazenar o classificado. Se o cliente alterou a informação da sua conta pessoal estes dados são modificados no seu correspondente registro. Uma fatura é gerada automaticamente. O sistema envia ao cliente a confirmação que o classificado foi adicionada com êxito. Cenário secundário: para um novo cliente O cliente tem de registrar-se no sistema. Para depois adicionar classificados.

24 24 Diagrama de sequência Os cenários são documentados utilizando diagramas de sequência. Os objetos são representados por linhas verticais e as mensagens entre os objetos são representados por linhas horizontais. :Adicionar um classificado Log Formulário Classificado 1: LoginInfo 3: Selecionar Adicionar Classificado 2: submit 4: Enviar formulário Gestor de Faturas Fatura 11: Adicionar fatura Gestor de Classificados 5: Entrar informação Formulário Classificado 6: Visualizar Classificado 7: Visualizar 8: Enviar 9: Adicionar Classificado 10: Novo classificado 12: Nova Fatura 13: Criar novo ID 13: Display classificado ID, confirmação

25 Requerimentos Técnicos (1) 1.3. Definir os requerimentos técnicos: escolher as ferramentas e plataforma para desenvolvimento e implementação da aplicação para definição de bases de dados (data definition environments): Microsoft Access Visual Database Tools Microsoft Query SQL Enterprise Manager para desenvolvimento de aplicações (Front-End development): Microsoft Access Visual Basic HTML ASP

26 Requerimentos Técnicos (2) para aceso aos dados (data access object mode) ADO (ActiveX Data Objects) DAO/Jet OLEDB RDO (Remote Data Objects) Bases de dados (database engines) Microsoft Jet (Microsoft Access) SQL Server Oracle

27 27 A Plataforma Windows DNA DNA- Distributed Internet Applications Aplicações em 3 camadas (3-tier): interfaces (presentation layer) – Windows ou Internet Servidor para Internet: IIS componentes (bussiness layer) – Servidor para componentes: MTS (Microsoft Transactions Server) servidor de bases de dados (data access layer) –SQL Servidor

28 28 Aveiro On-Line: Requerimentos Técnicos Desenvolvimento da aplicação (Front-End development): Bases de dados Microsoft Access vs. Microsoft SQL Administradores de Dados: ADO, OLEDB (data services) Componentes: COM (bussiness services) Interfaces: Uma interface na Internet para leitores e clientes:HTML, ASP Uma aplicação Windows para os funcionários do jornal: Visual Basic

29 29 Aveiro On-Line: Requerimentos Técnicos Implementação: (Plataforma Windows DNA): Bases de dados: SQL Servidor Servidor de aplicação: MTS Clientes Cliente Internet (leitores e clientes) Cliente Windows(funcionários)

30 30 Bibliografia 1. Mary Kirtland, Design Component Based Applications, Microsoft Press, Rebeca M. Riordan, Designing Relational Database Systems, Microsoft Press, José Luís Pereira, Tecnologia de Bases de Dados, FCA- Editora de Informática LDA, Adelino Cabral, Lúcia Araújo, UML Tutorial 5. Kendall V. Scott. Na introduction to UML, 2000,


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