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APRENDENDO A CARACTERIZAR OS ANIMAIS Zoologia parte da biologia que estuda os animais.

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Apresentação em tema: "APRENDENDO A CARACTERIZAR OS ANIMAIS Zoologia parte da biologia que estuda os animais."— Transcrição da apresentação:

1 APRENDENDO A CARACTERIZAR OS ANIMAIS Zoologia parte da biologia que estuda os animais

2 CARACTERÍSTICAS DO REINO ANIMALIA Simetria- é a divisão imaginária do corpo de um organismo em metade especulares. Simetria- é a divisão imaginária do corpo de um organismo em metade especulares. Simetria dos animais é geralmente radiada ou bilateral. Simetria dos animais é geralmente radiada ou bilateral. Sendo a primeira característica das formas mais simples, exceto no caso dos equinodermes adultos. A evolução para a simetria bilateral, por adaptação à locomoção, foi acompanhada por uma cefalização, com concentração de órgãos dos sentidos e de controle na região anterior do corpo. Sendo a primeira característica das formas mais simples, exceto no caso dos equinodermes adultos. A evolução para a simetria bilateral, por adaptação à locomoção, foi acompanhada por uma cefalização, com concentração de órgãos dos sentidos e de controle na região anterior do corpo.

3 SIMETRIA

4 Desenvolvimento embrionário São vários os tipos de desenvolvimento embrionário nos animais, mas em todos eles verifica-se uma seqüência de fases definidas. São vários os tipos de desenvolvimento embrionário nos animais, mas em todos eles verifica-se uma seqüência de fases definidas. OVOMÓRULABLÁSTULAGÁSTRU LA OVOMÓRULABLÁSTULAGÁSTRU LA

5 Desenvolvimento embrionário

6

7 GASTRULAÇÃO A gastrulação é o período de desenvolvimento de blástula até a formação da gástrula, onde começa o processo de diferenciação celular, ou seja, as células vão adquirindo posições e funções biológicas específicas. A gastrulação é o período de desenvolvimento de blástula até a formação da gástrula, onde começa o processo de diferenciação celular, ou seja, as células vão adquirindo posições e funções biológicas específicas. Nesse processo ocorre uma invaginação nos tecidos do embrião, formando os folhetos embrionários. Nesse processo ocorre uma invaginação nos tecidos do embrião, formando os folhetos embrionários.

8 Folhetos germinativos ou embrionários É uma camada de células (ou tecido primitivo) que aparece no embrião animal logo após a gastrulação. É uma camada de células (ou tecido primitivo) que aparece no embrião animal logo após a gastrulação.tecidoembriãoanimalgastrulaçãotecidoembriãoanimalgastrulação Os folhetos embrionários podem existir em número de três ou dois, levando a classificação dos animais em triploblásticos e diblásticos, respectivamente. Nos animais diblásticos, as camadas formadas são a endoderme e a ectoderme. Já nos triplobásticos, as camadas são a endoderme, a mesoderme e a ectoderme. Os folhetos embrionários podem existir em número de três ou dois, levando a classificação dos animais em triploblásticos e diblásticos, respectivamente. Nos animais diblásticos, as camadas formadas são a endoderme e a ectoderme. Já nos triplobásticos, as camadas são a endoderme, a mesoderme e a ectoderme. endodermeectodermeendodermemesoderme ectoderme endodermeectodermeendodermemesoderme ectoderme

9 Folhetos germinativos Folhetos Embrionários: ECTODERME: sistema nervoso, pele, glândulas, unhas, penas, escamas, lente dos olhos, reveste órgãos cavitários, esmalte dos dentes. MESODERME: derme da pele, músculos cardíacos, esqueléticos e lisos, cartilagem, ossos, sangue, medula óssea, pleura, peritônio, pericárdio, órgãos genital, urinário e reprodutor. ENDODERME: trato digestivo, sistema respiratório, tireóide, paratireoide, timo, uretra e bexiga urinária. Folhetos Embrionários: ECTODERME: sistema nervoso, pele, glândulas, unhas, penas, escamas, lente dos olhos, reveste órgãos cavitários, esmalte dos dentes. MESODERME: derme da pele, músculos cardíacos, esqueléticos e lisos, cartilagem, ossos, sangue, medula óssea, pleura, peritônio, pericárdio, órgãos genital, urinário e reprodutor. ENDODERME: trato digestivo, sistema respiratório, tireóide, paratireoide, timo, uretra e bexiga urinária.

10 Presença de cavidade no corpo O celoma é definido como uma cavidade que no embrião se encontra completamente rodeada por mesoderme. Nesta cavidade irão, no adulto, ficar alojados os órgãos viscerais. O celoma é definido como uma cavidade que no embrião se encontra completamente rodeada por mesoderme. Nesta cavidade irão, no adulto, ficar alojados os órgãos viscerais. Em alguns animais a única cavidade que se forma no embrião é o arquêntero, pelo que são designados acelomados. Em alguns animais a única cavidade que se forma no embrião é o arquêntero, pelo que são designados acelomados. Quando se forma uma segunda cavidade, localizada entre a endoderme e a mesoderme, esta cavidade passa a designar-se pseudoceloma e os animais que a possuem pseudocelomados. Quando se forma uma segunda cavidade, localizada entre a endoderme e a mesoderme, esta cavidade passa a designar-se pseudoceloma e os animais que a possuem pseudocelomados. Na maioria dos animais forma-se, no entanto, um verdadeiro celoma, uma cavidade totalmente delimitada pela mesoderme. Estes animais designam- se celomados. Na maioria dos animais forma-se, no entanto, um verdadeiro celoma, uma cavidade totalmente delimitada pela mesoderme. Estes animais designam- se celomados.

11 ACELOMADOS

12 PSEUDOCELOMADO

13 CELOMADO

14 Protostômios e deuterostômios Protostômios- (do grego proto= primitivo; stoma = boca)- Nesses animais o blastóporo dará origem a boca. É o caso de platelmintos, nematóides, anelídeos, moluscos e artrópodes. Protostômios- (do grego proto= primitivo; stoma = boca)- Nesses animais o blastóporo dará origem a boca. É o caso de platelmintos, nematóides, anelídeos, moluscos e artrópodes. Deuterostômios ( do grego deuteros= secundário; stoma = boca) – São animais cujo blastóporo origina o ânus. Nesse caso, a boca tem origem secundária, isto é, surge a partir de uma outra abertura situada na extremidade anterior do intestino primitivo. É o que ocorre nos equinodermas e nos cordados. Deuterostômios ( do grego deuteros= secundário; stoma = boca) – São animais cujo blastóporo origina o ânus. Nesse caso, a boca tem origem secundária, isto é, surge a partir de uma outra abertura situada na extremidade anterior do intestino primitivo. É o que ocorre nos equinodermas e nos cordados.

15 FILO PORÍFEROS

16 CARACTERÍSTICAS CARACTERÍSTICAS: CARACTERÍSTICAS: São animais sésseis São animais sésseis Possui o corpo perfurado por poros que comunicam o meio interno ao meio externo Possui o corpo perfurado por poros que comunicam o meio interno ao meio externo Animais aquáticos,preferencialmente marinhos Animais aquáticos,preferencialmente marinhos Não apresentam tecidos verdadeiros nem órgãos Não apresentam tecidos verdadeiros nem órgãos O corpo é sustentado por um esqueleto de fibras protéicas ou espículas minerais de sílica ou calcário. O corpo é sustentado por um esqueleto de fibras protéicas ou espículas minerais de sílica ou calcário. São animais filtradores São animais filtradores São animais diblásticos, ou diplobásticos, pois apresentam apenas dois folhetos germinativos.Os poríferos possuem uma grande abertura superior, chamada de ÓSCULO, e uma cavidade interna, denominada ÁTRIO OU ESPONGIOCELE. São animais diblásticos, ou diplobásticos, pois apresentam apenas dois folhetos germinativos.Os poríferos possuem uma grande abertura superior, chamada de ÓSCULO, e uma cavidade interna, denominada ÁTRIO OU ESPONGIOCELE.

17 AS CÉLULAS DOS PORÍFEROS PINACÓCITOS- células achatadas que formam a camada externa do animal. PINACÓCITOS- células achatadas que formam a camada externa do animal. *PORÓCITOS- células que formam o poro por onde penetra a água até o átrio. *PORÓCITOS- células que formam o poro por onde penetra a água até o átrio. *AMEBÓCITOS- células livres, por isso, são responsáveis pelo crescimento e pela regeneração. *AMEBÓCITOS- células livres, por isso, são responsáveis pelo crescimento e pela regeneração. *COANÓCITOS- células flageladas com uma membrana em forma de funil. A vibração do flagelo faz circular água, nutrientes e oxigênio pelo corpo. *COANÓCITOS- células flageladas com uma membrana em forma de funil. A vibração do flagelo faz circular água, nutrientes e oxigênio pelo corpo.

18 CÉLULAS DOS PORÍFEROS

19 TIPOS DE ESPONJAS Quanto a organização do corpo as esponjas são divididas em três tipos: Ascon, Sicon e Leucon. Quanto a organização do corpo as esponjas são divididas em três tipos: Ascon, Sicon e Leucon.

20 Características dos diferentes tipos de esponjas ÁSCON: A fina parede é formada por porócitos, Que vão do meio externo até o átrio. O átrio é revestido pelos coanócitos. ÁSCON: A fina parede é formada por porócitos, Que vão do meio externo até o átrio. O átrio é revestido pelos coanócitos. SÍCON: A parede, espessa, contém coanócitos revestindo os poros, que vão do meio externo até o átrio. SÍCON: A parede, espessa, contém coanócitos revestindo os poros, que vão do meio externo até o átrio. LÊUCON: A parede, mais espessa, apresenta câmaras vibráteis, espaços revestidos por coanócitos LÊUCON: A parede, mais espessa, apresenta câmaras vibráteis, espaços revestidos por coanócitos

21 COMO OS PORÍFEROS DESEMPENHAM AS SUAS FUNÇÕES: NUTRIÇÃO: NUTRIÇÃO: São heterótrofos com digestão intracelular. Cada coanócito obtém e digere o alimento. Os nutrientes digeridos difundem-se para outras células. São heterótrofos com digestão intracelular. Cada coanócito obtém e digere o alimento. Os nutrientes digeridos difundem-se para outras células. RESPIRAÇÃO RESPIRAÇÃO Apresentam respiração aeróbia. Cada célula faz por difusão, a troca de gases, Isto é, a absorção de oxigênio e a eliminação de gás carbônico. Apresentam respiração aeróbia. Cada célula faz por difusão, a troca de gases, Isto é, a absorção de oxigênio e a eliminação de gás carbônico. EXCREÇÃO EXCREÇÃO Os produtos de excreção, ao deixar as células, atingem o átrio e saem pelo ósculo. Os produtos de excreção, ao deixar as células, atingem o átrio e saem pelo ósculo. CONTROLE NERVOSO CONTROLE NERVOSO Não há sistema nervoso. Os pinacócitos podem contrair-se em contato com substâncias ou ao toque fechando os poros. Não há sistema nervoso. Os pinacócitos podem contrair-se em contato com substâncias ou ao toque fechando os poros.

22 REPRODUÇÃO A reprodução assexuada nas esponjas pode ocorrer de três modos: A reprodução assexuada nas esponjas pode ocorrer de três modos: - regeneração - quanto menos diferenciadas forem as células de um organismo (quanto mais independentes forem as suas células), maior será a sua capacidade de regeneração. Nas esponjas, a grande capacidade de regeneração chega a ser considerada uma forma de reprodução. - regeneração - quanto menos diferenciadas forem as células de um organismo (quanto mais independentes forem as suas células), maior será a sua capacidade de regeneração. Nas esponjas, a grande capacidade de regeneração chega a ser considerada uma forma de reprodução. brotamento - formam protuberâncias no corpo do animal - os brotos. Estes se desenvolvem, podendo separar-se do corpo da esponja progenitora (formando novos indivíduos isolados) ou permanecer a ele ligados (formando uma colônia). brotamento - formam protuberâncias no corpo do animal - os brotos. Estes se desenvolvem, podendo separar-se do corpo da esponja progenitora (formando novos indivíduos isolados) ou permanecer a ele ligados (formando uma colônia).

23 REPRODUÇÃO

24 REPRODUÇÃO Gemulação - tipo especial de reprodução, típico das esponjas dulcícolas, mas também encontrado em algumas esponjas marinhas. Gêmulas são estruturas especiais de resistência contra condições desfavoráveis do meio ambiente, como seca ou frio. São formadas por um aglomerado de arqueócitos, recobertos por espículas protetoras (anfidiscos). Em condições extremas, como a seca de um rio, a esponja progenitora morre e, com a volta da água, as gêmulas desenvolvem- se formando novas esponjas. Gemulação - tipo especial de reprodução, típico das esponjas dulcícolas, mas também encontrado em algumas esponjas marinhas. Gêmulas são estruturas especiais de resistência contra condições desfavoráveis do meio ambiente, como seca ou frio. São formadas por um aglomerado de arqueócitos, recobertos por espículas protetoras (anfidiscos). Em condições extremas, como a seca de um rio, a esponja progenitora morre e, com a volta da água, as gêmulas desenvolvem- se formando novas esponjas. arqueócitos

25 REPRODUÇÃO A reprodução sexuada - por meio de gametas - dos poríferos ocorre de uma maneira bastante interessante, pois a fecundação é indireta. Isto porque o espermatozóide não penetra diretamente no óvulo. Os espermatozóides são eliminados na corrente de água, entram pelos poros de outra esponja e são fagocitados pelos coanócitos. Só então os gametas masculinos atingem o mesênquima e fecunda o óvulo. Tanto os óvulos como os espermatozóides são originados pelos arqueócitos. A reprodução sexuada - por meio de gametas - dos poríferos ocorre de uma maneira bastante interessante, pois a fecundação é indireta. Isto porque o espermatozóide não penetra diretamente no óvulo. Os espermatozóides são eliminados na corrente de água, entram pelos poros de outra esponja e são fagocitados pelos coanócitos. Só então os gametas masculinos atingem o mesênquima e fecunda o óvulo. Tanto os óvulos como os espermatozóides são originados pelos arqueócitos.coanócitos arqueócitoscoanócitos arqueócitos Os poríferos podem ser monóicos (hermafroditas) ou dióicos (de sexo separado). O desenvolvimento é indireto, por meio de uma larva ciliada livre-nadante - a anfiblástula. Depois de um tempo, ela se fixa a um substrato - Os poríferos podem ser monóicos (hermafroditas) ou dióicos (de sexo separado). O desenvolvimento é indireto, por meio de uma larva ciliada livre-nadante - a anfiblástula. Depois de um tempo, ela se fixa a um substrato -

26 REPRODUÇÃO

27 CURIOSIDADES SOBRE OS PORÍFEROS A maioria dos poríferos são pequenos, chegando até 30 centímetros. Mas algumas podem ser tão grandes como essa esponja-barril, capaz de abrigar um mergulhador no seu interior. Ela é encontrada a 30 metros de profundidade, nas ilhas Cayman, no Caribe. A maioria dos poríferos são pequenos, chegando até 30 centímetros. Mas algumas podem ser tão grandes como essa esponja-barril, capaz de abrigar um mergulhador no seu interior. Ela é encontrada a 30 metros de profundidade, nas ilhas Cayman, no Caribe. As esponjas são encontradas desde a linha do mar até seis mil metros de profundidade. As esponjas são encontradas desde a linha do mar até seis mil metros de profundidade. O esqueleto das esponjas são usadas como buchas nos banhos. O esqueleto das esponjas são usadas como buchas nos banhos. As esponjas demoram muito para crescer, por isso, algumas destas esponjas de banho podem ter 50 anos. As esponjas demoram muito para crescer, por isso, algumas destas esponjas de banho podem ter 50 anos.

28 CURIOSIDADES

29 REFERÊNCIAS Paulino, Wilson Roberto- Paulino, Wilson Roberto- Biologia, vol 2: seres vivos/fisiologia- São Paulo: Ática, 2005 Biologia, vol 2: seres vivos/fisiologia- São Paulo: Ática, 2005 Amabis e Martho- Biologia dos organismos- São Paulo: Moderna, 2004 Amabis e Martho- Biologia dos organismos- São Paulo: Moderna, bp0.blogger.com/.../_IitoOTABtk/s320/bio.gif bp0.blogger.com/.../_IitoOTABtk/s320/bio.gif


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