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ENCONTRO NACIONAL DE REVITALIZAÇÃO DA PASTORAL JUVENIL LEVANTAMENTO DE DADOS - 8 LINHAS DE AÇÃO.

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1 ENCONTRO NACIONAL DE REVITALIZAÇÃO DA PASTORAL JUVENIL LEVANTAMENTO DE DADOS - 8 LINHAS DE AÇÃO

2 QUANDO COMEÇA? Em maio de 2012 – Reunião de Brasília Grupo dos referenciais regionais continuidade proposta de Evangelização Juvenil À luz das Diretrizes Gerais, do Documento 85, de Aparecida e da Jornada (palavras do Papa) dar continuidade a uma proposta de Evangelização Juvenil no Pós-Jornada, garantindo um processo.

3 Carta de Dom Eduardo Carta de Dom Eduardo Brasília, 14 de setembro de 2012 A Jornada Mundial da Juventude no Brasil: a) marco a) marco evangelizador, opção b)oportunidade de renovar na Igreja a opção afetiva e efetiva pelos jovens, articulação caminho de unidade e comunhão. c) ocasião de articulação das juventudes para um caminho de unidade e comunhão.

4 O Cardeal Rylko IMPULSO de EVANGELIZAÇÃO Cada JMJ deve se tornar um IMPULSO para a Pastoral Juvenil. É um momento particular de EVANGELIZAÇÃO e, ainda mais, de escuta desta nova geração que está chegando.

5 Pensar seriamente no que queremos com a Pós JMJ ; Pensar seriamente no que queremos com a Pós JMJ ; Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora Documento 85. Inspirados pelas atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e, sobretudo, na proposta do Documento 85.

6 OBJETIVO OUVIR AS DIOCESES CONTINUIDADE DA EVANGELIZAÇÃO OUVIR AS DIOCESES dentro do processo de preparação para a JMJ em vista da CONTINUIDADE DA EVANGELIZAÇÃO da juventude (pós-JMJ).

7 PÚBLICO PÚBLICO MOVIMENTOS, PASTORAIS,NOVAS COMUNIADES, CONGREGAÇÕES, DIOCESES, REGIONAIS.

8 ETAPAS ESCUTA 1º Etapa/diocesana: ESCUTA (de 20/09 a 31/ SISTEMATIZAÇÃO 2º Etapa/regional: SISTEMATIZAÇÃO (de 31/10 a 20/ ) PARTILHA 3º Etapa/nacional: PARTILHA (29/11 a 02/12 - Brasília-DF) INSTRUMENTO DE 4º Etapa/final: INSTRUMENTO DE TRABALHO TRABALHO

9 INSTRUMENTO DE TRABALHO 1ª ETAPA avanços e limites sugestão Tendo presente as 8 linhas de ação do documento 85(números 96 a 246), o que sua diocese reconhece como avanços e limites em cada uma delas? Diante da avaliação feita, qual a sugestão para a pós-JMJ?

10 QUATRO COORDENADAS 1- Avanços 2-Desafios 3-Princípios orientadores 4-Pistas de ação Em cada uma das 8 linhas de ação

11 INSTRUMENTO DE TRABALHO FOMENTAR REFLEXÃODISCUSSÃO EVANGELIZAÇÃO JOVENS A proposta destes apontamentos é FOMENTAR a REFLEXÃO e a DISCUSSÃO acerca da EVANGELIZAÇÃO dos JOVENS no Brasil, buscando elementos inspiradores de nossas ações nos diversos âmbitos.

12 1ª LINHA DE AÇÃO: FORMAÇÃO INTEGRAL DO(A) DISCÍPULO(A FORMAÇÃO INTEGRAL DO(A) DISCÍPULO(A)

13 AVANÇOS FORMAÇÃO : jovens multiplicadores de jovens multiplicadores em âmbito regional, diocesano e paroquial; continuada e acompanhamento continuada e acompanhamento de grupos de jovens e outras expressões juvenis; Aumento de leitura da Palavra de Deus e dos Documentos da Igreja (Aparecida, 85 da CNBB, DGAE, etc); Busca de caminhos metodológicos para as ações e projetos de evangelização, confrontando a realidade juvenil e princípios da fé (Doc. 85, nº 93).

14 DESAFIOS FORMAÇÃO DE ASSESSORES FORMAÇÃO DE ASSESSORES para: EVANGELIZAR; EVANGELIZAR; REALIDADE JUVENIL Compreensão da complexa REALIDADE JUVENIL; PROCESSO Percorrer PROCESSO pedagógico; UNIDADE NA DIVERSIDADE Considerar a UNIDADE NA DIVERSIDADE juvenil FORMAÇÃO INTEGRAL AMADURECIMENTO NA FÉ. Processo de FORMAÇÃO INTEGRAL e processo de AMADURECIMENTO NA FÉ. PEDAGOGIA E METODOLOGIA JOVEM PROTAGONISTA INTERAÇÃO ENTRE FÉ E VIDA Ampliar a reflexão acerca de uma PEDAGOGIA E METODOLOGIA que fundamentem a ação evangelizadora como Igreja, considerando o JOVEM PROTAGONISTA de seu processo; INTERAÇÃO ENTRE FÉ E VIDA

15 PRINCÍPIOS ORIENTADORES Evangelização juvenil que ENVOLVA TODOS OS JOVENS E O JOVEM TODO, nas suas dimensões: psicoafetiva, psicossocial, mística, sociopolítico-ecológica e capacitação.

16 FORMAÇÃO INTEGRAL E A GRADUALIDADE A FORMAÇÃO INTEGRAL E A GRADUALIDADE devem estar juntas no processo formativo, daí: nucleação, iniciação e atuação na Igreja e na sociedade. Respeitar: jovens que estão numa caminhada eclesial há muito tempo e há jovens que estão iniciando nesta participação comunitária. jovens que ainda são adolescentes e outros que há estão no limiar da etapa adulta de sua vida. PRINCÍPIOS ORIENTADORES

17 PISTAS DE AÇÃO Partir da REALIDADE JUVENIL em todos os seus aspectos e dimensões; Investir na FORMAÇÃO de assessores e acompanhantes de jovens; Renovar da CATEQUESE Eclesial. SUBSÍDIOS dimensões da formação Oferecer SUBSÍDIOS que levem em consideração todas as dimensões da formação ; MÍDIAS SOCIAIS. Investir na formação e uso das MÍDIAS SOCIAIS.

18 ESPIRITUALIDADE 2ª LINHA DE AÇÃO

19 AVANÇOS MAIOR USO DA PALAVRA DE DEUS MAIOR USO DA PALAVRA DE DEUS : Leitura Orante, Leitura Diária, Encenações, Círculos Bíblicos, Ofício Divino das Comunidades; AÇÕES E PROJETOS DE ESPIRITUALIDADE AÇÕES E PROJETOS DE ESPIRITUALIDADE : peregrinação da Cruz, Romarias, Caminhadas, marchas, vigílias, retiros, entre outros...; CONHECIMENTO CONHECIMENTO de novas e diferenciadas expressões de espiritualidade no mundo juvenil.

20 DESAFIOS ESPIRITUALIDADE ENCARNADA ESPIRITUALIDADE ENCARNADA (integral/global), que considere o jovem em todas as suas dimensões, respeitando as diferentes expressões, não reducionista; ACOMPANHAMENTO PESSOAL E PERSONALIZADO ACOMPANHAMENTO PESSOAL E PERSONALIZADO dos jovens na dimensão da espiritualidade.

21 PRINCÍPIOS ORIENTADORES ESPIRITUALIDADE DO SEGUIMENTO DE JESUS CRISTO ESPIRITUALIDADE DO SEGUIMENTO DE JESUS CRISTO: Sua vida, Sua mensagem Seu projeto de vida; ESPIRITUALIDADE ECLESIAL ESPIRITUALIDADE ECLESIAL de Atos 2,42: eram assíduos ao ensinamento dos apóstolos (kerigma), à comunhão fraterna (koinonia), à fração do pão (diakonia) e às orações (liturgia). LUGAR TEOLÓGICO Espiritualidade que vê o jovem como LUGAR TEOLÓGICO e terra santa; DA MISSÃO Espiritualidade DA MISSÃO : discípulo que se torna missionário.

22 PISTAS DE AÇÃO PALAVRA DE DEUS COMO ANIMADORA DA VIDA E DA PASTORAL Ter a PALAVRA DE DEUS COMO ANIMADORA DA VIDA E DA PASTORAL, desenvolvendo a Leitura Orante da Bíblia; ROTEIROS E INSTRUMENTOS FORMATIVOS Investir na elaboração de ROTEIROS E INSTRUMENTOS FORMATIVOS que qualifiquem metodologias de leitura e oração. PROJETO LECTIONAUTAS; Assumir o PROJETO LECTIONAUTAS; VIVÊNCIA DE ESPIRITUALIDADE ECLESIAL Organizar de momentos de VIVÊNCIA DE ESPIRITUALIDADE ECLESIAL : Retiros, Ofício Divino, Missão Jovem, Grupos de partilha da Palavra e da Vida, Vivência dos Sacramentos.

23 PEDAGOGIA DA FORMAÇÃO 3ª LINHA DE AÇÃO

24 AVANÇOS AÇÕES FORMATIVAS E MISSIONÁRIAS AÇÕES FORMATIVAS E MISSIONÁRIAS : Missão Jovem, Santas Missões Populares, Seminário Nacional sobre Missão, Formação de Multiplicadores ; UTILIZAÇÃO DAS MÍDIAS SOCIAIS UTILIZAÇÃO DAS MÍDIAS SOCIAIS como ferramenta de evangelização.

25 DESAFIOS CAMINHO EM CONJUNTO EXPRESSÕES JUVENIS VIVÊNCIA DA ECLESIALIDADE; Trilhar um CAMINHO EM CONJUNTO com todas as EXPRESSÕES JUVENIS que se dedicam à evangelização e formação, respeitando às identidades, em diálogo e na VIVÊNCIA DA ECLESIALIDADE; PADRES E ASSESSORES PADRES E ASSESSORES tem dificuldades em entenderem, aprofundarem e organizarem o Setor Juventude (em suas comunidades e paróquias) ; POUCO ENVOLVIMENTO DOS JOVENS E ASSESSORES EM TODO PROCESSO POUCO ENVOLVIMENTO DOS JOVENS E ASSESSORES EM TODO PROCESSO : sobrecarga e supervalorização de algumas pessoas.

26 EXPRESSÕES JUVENIS Envolver as EXPRESSÕES JUVENIS a partir de suas realidades (grupos de base/comunidade, movimentos, pastorais, novas comunidades e congregações); COMPREENSÃO MISSÃO : Refletir e ampliar a COMPREENSÃO acerca do que é MISSÃO : estado permanente de missão e organizar missão jovem ; PROCESSOS FORMATIVOS Investir em PROCESSOS FORMATIVOS que visem o protagonismo dos jovens. DESAFIOS

27 PRINCÍPIOS ORIENTADORES EVANGELIZAR A PARTIR DA REALIDADE EVANGELIZAR A PARTIR DA REALIDADE, numa dimensão de inculturação. Os jovens são evangelizados e se evangelizam aqui e agora. Com a roupa encharcada e a alma repleta de chão, todo artista tem de ir aonde o povo está. Milton Nascimento INTERAÇÃO FÉ-VIDA;

28 Os grupos de jovens: INSTRUMENTO PEDAGÓGICO da educação na fé, espaços da experiência singular e comunitária. Os eventos de massa: MOMENTOS DE Obs.: É preciso investir nas duas frentes A ORDEM PEDAGÓGICA das exigências da EVANGELIZAÇÃO É FORMATIVA : 1º serviço, 2º diálogo, 3º anúncio, 4º testemunho eclesial. (DGAE, 2010); PRINCÍPIOS NORTEADORES

29 PISTAS DE AÇÃO ORGANICIDADE ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS 1-Investir na ORGANICIDADE das ações formativas, buscando dinamizar ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS ( regional, diocesano, área pastoral, paróquia) que estejam a serviço das diferentes expressões que trabalham com juventude; PROCESSOS FORMATIVOS 2 -QUALIFICAR OS PROCESSOS FORMATIVOS, investindo em uma pedagogia de, considerando o processo dos jovens em suas diferentes dimensões formação(integral).

30 3 -CAPACITAÇÃO NA AÇÃO 3 -CAPACITAÇÃO NA AÇÃO: o rganizar ações que envolvam os jovens enquanto pessoa, grupo e coletividade; APROFUNDAMENTO 4- Proporcionar APROFUNDAMENTO das DGAE, Doc. 85 e outros documentos que orientam as ações evangelizadoras da Igreja no Brasil. PISTAS DE AÇÃO

31 DISCÍPULOS E DISCÍPULAS PARA A MISSÃO 4ª LINHA DE AÇÃO

32 AVANÇOS PARTICIPAÇÃO AÇÕES MISSIONÁRIAS PARTICIPAÇÃO dos jovens em AÇÕES MISSIONÁRIAS : Missão Jovem, Missões Poupares, Semana Missionária, Jornada da Confiança, entre outros; MISSÃO MISSÃO emerge como tema central das reflexões e ações pastorais. MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA Jovens assumindo a Boa Nova do Evangelho e se disponibilizam para ajudar na MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA como: catequistas, formando grupos de jovens e pós-crisma.

33 DESAFIOS PROTAGONISMO Consolidar e ampliar o PROTAGONISMO juvenil no discipulado e na missão; ESTADO PERMANENTE Abertura para uma Igreja em ESTADO PERMANENTE de missão; INVESTIR EM AÇÕES MISSIONÁRIAS, INVESTIR EM AÇÕES MISSIONÁRIAS, principalmente missões jovens, em ambientes como escolas, universidades, periferias e com dependentes químicos é quase inexistente. Clarear a conceituação de evangelização e missão ; DIALOGAR COM A REALIDADE JUVENIL DIALOGAR COM A REALIDADE JUVENIL, buscando compreender as diferentes linguagens; DICOTOMIA ENTRE VIDA ECLESIAL E VIDA SOCIAL DICOTOMIA ENTRE VIDA ECLESIAL E VIDA SOCIAL, resistência a um engajamento social e político;

34 PRINCÍPIOS ORIENTADORES DISCIPULADO APRENDIZ DA CIÊNCIA DO MESTRE DISCIPULADO é estar com Jesus e aprender Dele: ser APRENDIZ DA CIÊNCIA DO MESTRE. O discípulo deve tornar-se, em seu processo de fé, um missionário. ASSUME O EVANGELHO proposta do reino COMPROMETE-SE, Quando ASSUME O EVANGELHO e a proposta do reino em sua vida, o jovem COMPROMETE-SE, tornando-se apóstolo de outros jovens (Doc. 85, nº 176).

35 Igreja deve estar atenta restringido atingidos pela ação pastoral ENCONTRO COM JESUS CRISTO dimensão social da féluta pela justiça como elemento constitutivo A Igreja deve estar atenta para o conjunto da população jovem, não restringido seu foco apenas aqueles atingidos pela ação pastoral. Estimular o espírito missionário para que os jovens, a partir do ENCONTRO COM JESUS CRISTO e o projeto de vida por Ele proposto, assumam seu papel na sociedade, trabalhando a dimensão social da fé, tendo a luta pela justiça como elemento constitutivo da Evangelização (Doc. 85, nº 177). PRINCÍPIOS ORIENTADORES

36 PISTAS DE AÇÃO FORMAÇÃO INTEGRAL FORMAÇÃO INTEGRAL, pensando ações de formação nesta perspectiva; MOTIVAR PROCESSOS DE AÇÕES MISSIONÁRIAS MOTIVAR PROCESSOS DE AÇÕES MISSIONÁRIAS : vivências de missões populares e missões jovens, entre outras possíveis, principalmente junto às fraturas sociais (prisões, centros de recuperação de usuários de drogas, etc...); ARTICULARNA PERSPECTIVA MISSIONÁRIA ARTICULAR as forças que trabalham NA PERSPECTIVA MISSIONÁRIA para desenvolver serviços e projetos comuns: Juventude Missionária, Projeto Missão Jovem, parcerias com outras pastorais afins (Missionária, Educação, Pastoral da Criança, Catequese...); INCENTIVARACOMPANHAR INCENTIVAR e ACOMPANHAR os jovens na participação dos Conselhos Municipais e das Conferências de Juventude.

37 Mobilizar os jovens da comunidade eclesial para que se tornem missionários nos ambientes em que estão inseridos e naqueles onde há maiores desafio s ;( LEIGO) DAR CONTINUIDADE ÀS AÇÕES E PROJETOS DESENVOLVIDOS DAR CONTINUIDADE ÀS AÇÕES E PROJETOS DESENVOLVIDOS a partir da Peregrinação dos Símbolos da JMJ (cruz e ícone), da Semana Missionária e da própria JMJ, despertando nos jovens o interesse pela missão. PISTAS DE AÇÃO

38 ESTRUTURA DE ACOMPANHAMENTO 5ª LINHA DE AÇÃO

39 AVANÇOS ATIVIDADES ORGANIZADAS NAS DIOCESES E ÁREAS PASTORAIS PROPORCIONARAM ACOMPANHAMENTO ATIVIDADES ORGANIZADAS NAS DIOCESES E ÁREAS PASTORAIS PROPORCIONARAM ACOMPANHAMENTO : Santas Missões, Missão Jovem nas escolas, universidades, comunidades, preparações para a JMJ, mutirões... ARTICULAÇÃO DAS DIOCESES E REGIONAIS ARTICULAÇÃO DAS DIOCESES E REGIONAIS em torno da Evangelização da Juventude a partir das reflexões acerca do Setor Juventude, do investimento nos serviços de pastoral e da organização da JMJ. COMUNICAÇÃO Investimentos em instrumentos de COMUNICAÇÃO e evangelização virtuais : sites, aplicativos e outros.

40 DESAFIOS padres e religiosos/as administração e gestão Os padres e religiosos/as envolvidos com administração e gestão das comunidades e estruturas; JUVENTUDE EM UM PLANO SECUNDÁRIO O atendimento de muitas frentes de trabalho acaba deixando a JUVENTUDE EM UM PLANO SECUNDÁRIO, o que gera falta de disposição e disponibilidade para o acompanhamento; CONSCIENTIZAÇÃO PAROQUIAIS CONSCIENTIZAÇÃO das comunidades PAROQUIAIS da necessidade em investir em serviços e pastorais; INVESTIR EM PESSOASACOMPANHAR O PROCESSO INVESTIR EM PESSOAS que possam ACOMPANHAR O PROCESSO de grupos e serviços, estruturas e materiais que visem apoiar as ações; PROJETOS/PROGRAMAS PERMANENTES, Elaboração de PROJETOS/PROGRAMAS PERMANENTES, a curto, médio e longo prazo

41 PRINCÍPIOS ORIENTADORES PROCESSO COMUNHÃO E PARTICIPAÇÃO, estruturas de coordenação, animação e acompanhamento que permitem o intercâmbio entre as experiências DIFERENTES NÍVEIS DA IGREJA Como parte fundamental de sua missão, a evangelização organiza-se a partir do grupo, gerando um PROCESSO dinâmico de COMUNHÃO E PARTICIPAÇÃO, criando estruturas de coordenação, animação e acompanhamento que permitem o intercâmbio entre as experiências que se realizam nos DIFERENTES NÍVEIS DA IGREJA : grupos, paróquias, áreas pastorais, dioceses, país, região e continente; para realizar organicamente sua missão evangelizadora.

42 AS ESTRUTURAS DE ACOMPANHAMENTO MINISTÉRIO DA ASSESSORIA ACOMPANHAMENTO jovens vão exercendo seu protagonismo Jovens evangelizando jovens. AS ESTRUTURAS DE ACOMPANHAMENTO são assumidas por aqueles que vivem o MINISTÉRIO DA ASSESSORIA e do ACOMPANHAMENTO. Nestas estruturas, os jovens vão exercendo seu protagonismo e comprometem-se em evangelizar os outros jovens, sobretudo os que estão ameaçados em sua existência e dignidade. Jovens evangelizando jovens. A SERVIÇO DAS AÇÕES DE EVANGELIZAÇÃO O foco destas estruturas de acompanhamento tem como objetivo estar A SERVIÇO DAS AÇÕES DE EVANGELIZAÇÃO. Não devem ser espaços de poder ou hierarquia, mas de diálogo e abertura. PRINCÍPIOS ORIENTADORES

43 PISTAS DE AÇÃO ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS Investir em ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS que sejam pautadas: pela participação, pelo diálogo, pelo trabalho em rede. INSERIR os jovens na CAMINHADA ECLESIAL, INSERIR os jovens na CAMINHADA ECLESIAL, valorizando, de modo especial, suas expressões juvenis: a amizade, a espiritualidade, a linguagem, a música, o lúdico....

44 ESCOLA PERMANENTE DE FORMAÇÃO DE ASSESSORES ACOMPANHANTES Organizar o projeto de ESCOLA PERMANENTE DE FORMAÇÃO DE ASSESSORES e ACOMPANHANTES de jovens (nacional, regional) ; PROJETOS DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS Criar PROJETOS DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS, principalmente, nas áreas pastorais, paróquias e comunidades, visando potencializar as experiências de evangelização juvenil, como a nucleação de grupos, grupos de partilha e espiritualidade, entre outros. PISTAS DE AÇÃO

45 MINISTÉRIO DA ASSESSORIA 6ª LINHA DE AÇÃO

46 AVANÇOS FORMAÇÃO DE ASSESSORES FORMAÇÃO DE ASSESSORES nas dioceses e regionais; REALIZAÇÃO DE ENCONTROS DE ASSESSORES REFERENCIAIS REALIZAÇÃO DE ENCONTROS DE ASSESSORES REFERENCIAIS de diferentes experiências de evangelização juvenil, em nível regional e diocesano; Ampliação da consciência da necessidade de se refletir, enquanto Igreja, pela opção afetiva e efetiva pela juventude.

47 DESAFIOS FALTA DE ASSESSORES REFERENCIAIS FALTA DE ASSESSORES REFERENCIAIS, que assumem o serviço de evangelização da juventude, de forma efetiva, nos espaços diocesanos e regionais; SOBRECARREGADOS, Lideranças e assessores SOBRECARREGADOS, com dificuldades em acompanhar de forma sistemática as diferentes expressões. COMPREENSÃO DO MINISTÉRIO DA ASSESSORIA COMPREENSÃO DO MINISTÉRIO DA ASSESSORIA e do acompanhamento, sua missão e função pedagógica. (

48 DESMOTIVAÇÃO POR PARTE DOS ADULTOS DESMOTIVAÇÃO POR PARTE DOS ADULTOS em assumir este ministério, principalmente, por revelar dificuldades em dialogar com os jovens ( compreender sua linguagem, trabalhar com suas expressões, etc...); ROTATIVIDADE DOS ASSESSORES ROTATIVIDADE DOS ASSESSORES, padres, religiosos/as e pouca disponibilidade de tempo para o acompanhamento; POUCOS ESPAÇOS DE INSERÇÃO E FORMAÇÃO DE ASSESSORES. DESAFIOS

49 PRINCÍPIOS ORIENTADORES PAIXÃO PELA JUVENTUDE Há, no entanto, necessidade de resgatar no coração de todos a PAIXÃO PELA JUVENTUDE (Doc. 85, 205). IDENTIFICAR E CAPACITAR PESSOAS, MADURAS NA FÉ Desejamos, por isso, IDENTIFICAR E CAPACITAR PESSOAS, MADURAS NA FÉ e chamadas por Deus para exercerem o ministério da assessoria, acompanhando os processos de educação na fé dos jovens, dispostas a servirem com sua experiência e conhecimento, desejosas de compartilhar sua descoberta de Cristo e seu projeto. (Doc. 85, 203).

50 uma urgência pastoral. A FORMAÇÃO DE NOVOS ASSESSORES, sempre e em todo lugar, será sempre uma urgência pastoral. (Doc. 85, 203). DIFERENTES TIPOS DE ASSESSORES Os DIFERENTES TIPOS DE ASSESSORES se complementam : assessor padre, assessor-religioso, assessor leigo adulto e assessor-jovem. É também importante junto a este grupo aqueles padres, leigos e religiosos que, mesmo não sendo assessores, acolhem, apóiam e incentivam os jovens. (Doc. 85, 211). PRINCÍPIOS ORIENTADORES

51 PISTAS DE AÇÃO LIBERAR PESSOAS LIBERAR PESSOAS para o ministério da Assessoria e Acompanhamento da juventude; PROMOVER E GARANTIR UMA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE ASSESSORES PROMOVER E GARANTIR UMA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE ASSESSORES e acompanhantes de jovens. CURRÍCULO FORMATIVO DOS FUTUROS PRESBÍTEROS, Incluir no CURRÍCULO FORMATIVO DOS FUTUROS PRESBÍTEROS, religiosos e religiosas, o ministério da assessoria e acompanhante dentro das novas e variadas expressões juvenis existentes na Igreja ;

52 Realizar, NO NACIONAL E NOS REGIONAIS, o projeto de Escola permanente de formação de assessores e acompanhantes de jovens. NAS ÁREAS PASTORAIS, PARÓQUIAS E COMUNIDADES NUCLEAÇÃO Criar PROJETOS DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS, principalmente, NAS ÁREAS PASTORAIS, PARÓQUIAS E COMUNIDADES, visando potencializar as experiências de evangelização juvenil: NUCLEAÇÃO de grupos, grupos de partilha e espiritualidade, entre outros. PISTAS DE AÇÃO

53 DIÁLOGO ENTRE FÉ E RAZÃO 7ª. LINHA DE AÇÃO

54 Avanços EFETIVA PARTICIPAÇÃO EFETIVA PARTICIPAÇÃO de jovens em atividades de estudo e formação; Reflexões acerca da necessidade de ORGANIZAR UMA PASTORAL UNIVERSITÁRIA com ações de evangelização voltadas ao público universitário.

55 DESAFIOS Passar de uma catequese fundamentada em argumentos e transmissão para uma CATEQUESE INTERATIVA. RETIROS, FORMAÇÕES NÃO REFLETEM E NÃO ESTÃO EM CONSONÂNCIA COM OS AVANÇOS CIENTÍFICOS Os encontros do grupos, RETIROS, FORMAÇÕES NÃO REFLETEM E NÃO ESTÃO EM CONSONÂNCIA COM OS AVANÇOS CIENTÍFICOS. Isto gera conflito entre ciência e fé, cultura e fé; PRESENÇA ECLESIAL NA UNIVERSIDADE A PRESENÇA ECLESIAL NA UNIVERSIDADE ainda é pequena enquanto processo de evangelização; INVESTIR NAS UNIVERSIDADES CRISTÃS INVESTIR NAS UNIVERSIDADES CRISTÃS em programas que promovam o diálogo inter-religioso.

56 PRINCÍPIOS ORIENTATIVOS TODAS AS SUAS DIMENSÕES A evangelização dos jovens abrange-os em TODAS AS SUAS DIMENSÕES. A evangelização verdadeira é feita dentro do novo paradigma da complexidade, evitando qualquer simplificação e unidimensionalidade.

57 PISTAS DE AÇÃO POLÍTICAS PÚBLICAS Participar na busca de POLÍTICAS PÚBLICAS que visem a democratização do acesso e permanência na escola e na qualidade da educação para todos ; LIBERAR PESSOAS da igreja no meio universitário LIBERAR PESSOAS da igreja no meio universitário e no ensino médio de todas as escolas em todos os níveis; Organizar grupos específicos de evangelização nas universidades. FORMAÇÃO CONTINUADA DO CLERO FORMAÇÃO CONTINUADA DO CLERO, religioso/as, leigos para interagir no campo da fé e razão ; Organizar eventos que trabalhem as dimensão fé e ciência, fé e política, fé e razão.

58 DIREITO A VIDA 8ª LINHA DE AÇÃO

59 AVANÇOS VIOLÊNCIA E EXTERMÍNIO DE JOVENS Campanha Nacional contra a VIOLÊNCIA E EXTERMÍNIO DE JOVENS, dentro e fora da Igreja; POLÍTICAS PÚBLICAS Participação dos grupos e organizações eclesiais na construção de POLÍTICAS PÚBLICAS para a juventude. CONSELHOS MUNICIPAIS Presença de jovens ligados aos grupos de igreja nos CONSELHOS MUNICIPAIS, em c olaboração com os Poderes Executivo e Legislativo municipais em questões relacionadas à juventude; AUMENTO DE ABAIXO-ASSINADOS digitais) AUMENTO DE ABAIXO-ASSINADOS (principalmente digitais) que manifestam posicionamentos políticos favoráveis à defesa da vida.

60 DESAFIOS AUMENTO DA MORTALIDADE JUVENIL AUMENTO DA MORTALIDADE JUVENIL (tráfico e consumo de drogas e álcool, homicídios, chacinas, pobreza...); O que fazer? A BANALIZAÇÃO DA VIDA A BANALIZAÇÃO DA VIDA ( aborto, má distribuição de renda, extermínio de jovens, violência no trânsito, poluição/ecologia, economia a serviço do lucro, descaso com idosos.....).

61 PRINCÍPIOS ORIENTADORES FORMAÇÃO FÍSICA, INTELECTUAL, MÍSTICA, PSÍQUICA, SOCIAL E CULTURAL. à formação para a cidadania, tomando ciência de seus direitos e responsabilidades DIREITOS BÁSICOS A juventude é a etapa da vida em que geralmente se destaca a FORMAÇÃO FÍSICA, INTELECTUAL, MÍSTICA, PSÍQUICA, SOCIAL E CULTURAL. Também tempo propício à formação para a cidadania, tomando ciência de seus direitos e responsabilidades. Apenas através da efetivação dos DIREITOS BÁSICOS é possível esperar que os jovens assumam suas responsabilidades face à sociedade, tornando-se cidadãos responsáveis pela condução de suas vidas e da nação. (Doc. 85, 232).

62 ACESSO AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS Um desafio urgente é garantir que todos os jovens tenham ACESSO AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS, numa sociedade marcada por profundas desigualdades sociais, regionais, raciais e de gênero. A vulnerabilidade dos jovens na atualidade e a atuação dos movimentos juvenis colocaram na PAUTA NACIONAL O TEMA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE. sejam ouvidos na sua formulação, implantação e avaliação Para que as políticas públicas sejam adequadas às necessidades e anseios dos jovens, é fundamental que eles sejam ouvidos na sua formulação, implantação e avaliação. (Doc. 85, 234). PRINCÍPIOS ORIENTADORES

63 PISTAS DE AÇÃO Efetivação da Campanha contra o extermínio dos jovens em todos os âmbitos e níveis; Incentivo para que os jovens assumam a dimensão social da fé e que sua vida profissional tenha dimensão ética de promoção e direito à vida a partir de sua profissão. POLÍTICAS PÚBLICAS Participação do SETOR JUVENTUDE nos colegiados que determinam e executam as POLÍTICAS PÚBLICAS em favor ou contra a juventude; Criação, dinamização e incentivo À PRÁTICA DO VOLUNTARIADO por parte dos jovens em nível local, regional, nacional e mundial.


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